• Sonuç bulunamadı

HİZMET İŞLETMELERİNDE PAZARLAMA ETKİNLİĞİ

B.) Yönetsel anlamda pazarlama fonksiyonları 1 Ürün veya hizmet planlama ve geliştirme

2.6.4 Hizmette Tutundurma

2.6.4.1 Kişisel satış

A travessia a que nos propusemos chegava ao seu clímax, por assim dizer. Estávamos em pleno alto mar, distantes da segurança das margens e no fluxo próprio das águas em que nos lançamos. As interlocuções pedagógicas junto às escolas haviam começado. Foram oito encontros semanais (aulas 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14) destinados à socialização e análises das

experiências de Estágios dos licenciandos, que aconteceram concomitantemente à realização das interlocuções pedagógicas dos PEFI nas escolas. Chegava a hora tão esperada dos PEFI se colocarem em ação nos campos escolares e desenvolverem seus planejamentos de ensino, registrando as aulas por meio de filmagens e fotografias, e compartilhando suas experiências em sala de aula e na rede social da internet.

Nos dois primeiros encontros que se seguiram ao início do período das interlocuções escolares (aulas 7 e 8), pudemos constatar que a atenção e as comunicações entre os PEFI se focaram no diagnóstico dos primeiros problemas pedagógicos vivenciados por eles no papel de docentes. Os fatos constatados neste momento já não se referiam diretamente aos aspectos mais gerais da cultura escolar, ganhando destaque aqueles elementos que diziam das condutas dos PEFI no papel docente. Todos os demais temas e assuntos desencadeados nas interlocuções escolares decorreram das condutas dos PEFI ou de situações afins.

O primeiro assunto que ganhou destaque nos debates foi exatamente a dificuldade de uma estagiária em lidar com uma situação inusitada em sua aula. Segundo o relato da estagiária, ela havia previsto uma aula de tchoukball44 e contava, para o desenvolvimento da aula, com um material que seria emprestado pela Universidade (os quadros utilizados nessa modalidade esportiva), mas que, em função de uma forte chuva, não puderam ser levado até a escola. A estagiária, então, tentou adaptar um jogo de handebol, incorporando algumas das regras e situações de jogos do tchoukball, mas disse ter sentido dificuldade em explicar aos alunos como seria o jogo, o que acarretou conflitos entre eles, que aos poucos abandonaram a aula. A acadêmica declarou-se frustrada. Já os demais PEFI, no entanto, ponderaram que apenas uma atividade havia ficado comprometida, e não a totalidade da aula, como descrevera a estagiária. Além disso, outros PEFI compartilharam como lidavam com as situações imprevistas, recorrendo a atividades que, segundo eles, são sempre "certeiras", ou prevendo no plano de ensino uma atividade alternativa para o caso de a aula prevista não poder ser realizada. Foram, portanto, relatos como esses, em que havia algum tipo de problema concreto, que mobilizaram as primeiras discussões sobre as experiências de Estágio.

Além deste ponto específico sobre a dificuldade de comunicação da estagiária com seus alunos, outras facetas relacionadas à conduta foram diagnosticadas nas primeiras aulas pelos PEFI, tais como:

44

O Tchoukball é um esporte coletivo criado na década de 1960, com a finalidade de ser um jogo de pouco contato físico entre os times opostos e que promovesse baixos índices de lesões. Trata-se de um esporte jogado entre duas equipes com sete jogadores, que tem por objetivo fazer pontos ao conseguir arremessar uma bola em um dos dois quadros (semelhantes a trampolins, inclinados a 55º) posicionados em uma quadra, de modo que ela caia na quadra, sem que a outra equipe a recupere.

• Ministrar aulas planejadas e com conteúdos diferenciados (pouco frequentes nas aulas de Educação Física) faz a diferença no que se refere a mobilizar a participação e o interesse dos alunos pelas aulas de Educação Física;

• O engajamento do professor/PEFI com as aulas e sua participação nas atividades mobilizam os alunos a participar das aulas;

• Alguns PEFI apresentavam dificuldade em fazer a transposição de conteúdos e atividades que aprenderam na Universidade para a realidade escolar, e se frustraram ao ver que certas atividades que consideraram muito interessantes na Universidade não "funcionavam" com as turmas para as quais estavam ministrando aulas.

Ademais, as primeiras interlocuções escolares da maioria dos grupos foram consideradas positivas e/ou satisfatórias pelos PEFI, colocando em dúvida a expectativa de muitos PEFI de que o Estágio no Ensino Médio seria mais difícil que os demais, dado o quadro de desinteresse pela escola e também pelas aulas de Educação Física que acomete um grande número de alunos desse segmento escolar. Mesmo com três grupos (num total de oito grupos) tendo apresentado algum tipo de dificuldade inicial nas primeiras interlocuções, apenas um desses grupos não conseguiu superar rapidamente os problemas encontrados e seguiu com dificuldades na maior parte do tempo previsto para as interlocuções escolares.

É importante destacar que, ao contrário do que aconteceu durante o período de observação escolar e planejamento de ensino, desde a primeira semana de realização das interlocuções escolares os grupos começaram a postar fotos, vídeos e comentários de suas aulas na rede social da internet, gerando um material empírico que viria a ser utilizado nas aulas presenciais. Dois fatores contribuíram para esta participação: de um lado, a avaliação de participação realizada pelo professor-pesquisador ao final do período de observação; de outro, os conflitos que surgiram no período de regência de aulas, que mobilizaram os estudantes a pensar soluções e alternativas para os grupos que enfrentavam maior dificuldade no Estágio.

Assim, surgiram compartilhamentos de fotos das primeiras aulas dos grupos, algumas já contando com comentários e análises de PEFI de outros grupos, como no exemplo a seguir, extraído da rede social:

Figura 6 – Cena de aula publicada na rede social

Wilson: Os olhos dos alunos, em ambas as fotos, estão direcionados para o que está

acontecendo na aula. Acredito que isso está indicando a atenção e participação. Vale também destacar a interação entre meninos e meninas.

Monica: Que bacana essa foto, os alunos participando e espalhados pela quadra, parece que

estão todos envolvidos no jogo, parabéns professores!

(Rede social da internet, 8/4/2015) Outra estratégia utilizada para mobilizar os PEFI a utilizar com mais intensidade a rede social foi atribuir tarefas semanais a serem cumpridas naquele espaço para induzir a participação e interação deles no ambiente online. Durante as duas primeiras semanas de intervenção, os PEFI deveriam comentar quais as sensações que tiveram em suas primeiras aulas. Os PEFI relataram sensações de medo e ansiedade, bem como de surpresa e alívio por não encontrarem tantas dificuldades em lidar com o público do ensino médio como previam.

Professor-pesquisador: Exercício para esta semana: na aula de hoje não pude perguntar a

todos, mas gostaria de saber daqueles que já iniciaram suas aulas quais foram as primeiras SENSAÇÕES que tiveram ao iniciar as primeiras aulas. Escrevam um pouco sobre isso por aqui.

Nathaly: No início eu fiquei com um pouco de medo de como os alunos se comportariam

durante a aula, fiquei muito surpresa e feliz com o respeito, aceitação de aula teórica e participação dos alunos, espero que continue assim...

Monica A: hj foi a primeira aula minha tbm, estávamos com esse medo, e no início alguns

alunos queriam sair pra assistir os Jogos escolares que estavam acontecendo (fiquei com vontade de ir embora por causa da cara que eles fizeram) no entanto demos sequência a aula [...] e foi muito além do plano e do esperado, foi sensacional!

Cândida: [...] foi minha primeira aula e confesso que me surpreendi bastante. Aquele receio

de que alunos do ensino médio são "terríveis de lidar" foi só um preconceito que criei antes de entrar em ação, não foram todos que se propuseram a participar, mas os que participaram fizeram valer a aula.

Mara: [...] Confesso que fiquei muito nervosa, pois senti uma certa autocobrança.

Renato: Sensações: Cheguei na sala no primeiro dia que fui ministrar a aula com aquele frio

na barriga com pensamento de "será que vai funcionar, será que vai dar alguma coisa errado. Daí comecei a falar e explicar o conteúdo e me vejo olhando essa foto (abaixo) e [...] me deparo com esses olhares de desconfiados, alguns distantes outros bem próximos, alguns pareciam com dúvida sobre nós e outros nem tanto [...]. Pois bem, acho que a sensação de dever cumprido no final de uma aula que deu certo."

(Rede social da internet, 9/4/2015)

As falas acima revelam o quanto os/as PEFI, mesmo tendo passado por duas experiências prévias de Estágio, ainda sentiam insegurança em iniciar suas aulas, preocupando-se especialmente com o interesse ou desinteresse dos alunos pelo conteúdo, e também pela aceitação ou rejeição dos estudantes em relação ao modo como conduziriam as aulas.

Além desta primeira atividade, outras foram solicitadas ao longo das semanas de interlocução escolar, tais como: Cada PEFI deveria assistir a uma aula inteira gravada em vídeo e como professor, seguida de um relato dessa autoanálise na rede social, para ser debatida por todos; encontrar um texto ou uma passagem textual na literatura científica para realizar uma relação/reflexão entre algo que estivessem vivenciando nas escolas e os textos acadêmicos.

Foi possível observar que, após a realização da primeira destas tarefas, toda a turma já se encontrava plenamente ativa na socialização de experiências escolares na rede social por meio de imagens e vídeos, assumindo uma conduta próxima ao que Lévy (2003) define como inteligência coletiva, ou seja, a capacidade de articulação de diferentes habilidades e informações, proveniente de diferentes e diferenciados sujeitos que atuam em conjunto em prol da solução de problemas complexos. A nosso ver, isto revela a importância capital de os professores de Estágio apresentarem estímulos que induzam a formação das bases e condições para que a atitude colaborativa e outras prerrogativas da cultura digital possam emergir e se consolidar entre os PEFI no âmbito do trabalho acadêmico.

Outro aspecto a ser destacado é que, apesar da entrada em campo por parte dos PEFI ter mobilizado algumas discussões iniciais acerca das condutas docentes, foi a partir do terceiro encontro destinado à socialização e análise das interlocuções escolares (aula 9) que os

relatos e discussões ganharam fôlego e intensidade, quando o surgimento de problemas mais graves se evidenciaram por meio de imagens trazidas a público pelos PEFI. A potência da imagem detonou um grau maior de dramaticidade aos relatos orais, trazendo à tona um fervor comunicativo e colaborativo.

Entre a segunda e terceira semana de interlocuções escolares, foi solicitado que cada PEFI assistisse à filmagem de uma aula em que atuou como professores, buscando fazer uma análise dos traços que observava em si na regência das aulas (as principais condutas, os pontos positivos e negativos da atuação, a forma como se comunicavam com os estudantes, etc.). Como resultado, duas estudantes de um mesmo grupo – que enfrentavam dificuldades com a participação dos alunos – postaram na rede social, além dos relatos de suas autoanálises, trechos de vídeos das aulas, exemplificando as situações de conflitos que vinham vivenciando com os alunos. Estes vídeos foram apresentados em sala de aula (aula 9), e mostravam cenas dos alunos discutindo de maneira grosseira entre si e com as estagiárias a cada impasse gerado na aula. Em outra cena, quando a estagiária interrompeu a atividade que estava sendo desenvolvida na aula para "chamar a atenção" dos alunos sobre atitudes que não estavam lhe agradando, os estudantes viraram as costas e saíram, deixando a estagiária sozinha na quadra. Após a apresentação dos vídeos, as estagiárias revelaram que não sabiam como agir para que os alunos as ouvissem, e tampouco como estabelecer um clima de comunicação respeitoso. Imediatamente após a apresentação dos vídeos, muitas sugestões e análises dos colegas foram feitas, na tentativa de auxiliar o grupo a compreender e a lidar com a situação que estavam enfrentando.

Esse estado de engajamento de todos os PEFI em auxiliar este grupo se estendeu pelas aulas seguintes (aulas 10 e 11), e parece ter sido o elemento detonador de uma atitude amplamente participativa e colaborativa na turma. Deste momento em diante, a disciplina parecia ter-se encontrado com a cultura digital dos estudantes, já que houve um aumento da participação espontânea dos alunos na rede social e muitos compartilhamentos foram feitos. Houve melhora também nos debates em sala, que contaram com muita cooperação entre os estudantes, fosse para resolver problemas pedagógicos, fosse para incentivar que novos relatos fossem trazidos aos debates. Mesmo a capacidade de ater-se ao relato alheio mostrou- se mais aguçada.

Outros vídeos de outros grupos também foram postados na internet ou trazidos para sala de aula de forma voluntária para serem socializados e analisados pelos colegas. Foram apresentados vídeos que destacaram a boa participação dos alunos nos Estágios, a forma como alguns PEFI abordavam alunos que estavam de fora das aulas, estratégias de ensino utilizadas pelos PEFI e até vídeos que denunciavam a interferência negativa que alguns professores supervisores tinham sobre as aulas dos PEFI, por não acompanharem adequadamente os Estágios.

Os encontros que foram permeados pelas imagens das aulas nas escolas geraram episódios particulares a respeito do engajamento dos PEFI na comunicação e debate de suas próprias aulas. Por exemplo, em certa ocasião de debate, uma estagiária interferiu (de forma irreverente) na fala do professor-pesquisador para lhe solicitar que falasse menos, para que eles próprios pudessem expor seus pontos de vista. Em outros momentos, foi registrada a necessidade de intervenção do professor-pesquisador para organizar as falas, de modo a evitar que os PEFI falassem todos ao mesmo tempo e garantir que pudessem ouvir uns aos outros. Ou ainda, em certos debates, o professor-pesquisador fez sugestões que foram confrontadas por sugestões alternativas feitas pelos PEFI e que indicaram soluções melhores e mais adequadas aos problemas por eles encontrados.

Além das imagens trazidas pelos PEFI, o professor-pesquisador também trouxe vídeos com cenas dos PEFI debatendo em aula (aula 10), para que a reflexão desses agentes não ficasse restrita ao plano da intervenção pedagógica nas escolas, e tornasse possível que eles se observarem na condição de debatedores, ou melhor, como uma comunidade investigativa. A ideia para tal partiu do relato de uma experiência de um PEFI, que afirmou ter utilizado o vídeo para registrar os melhores momentos de sua aula e mostrar aos alunos, sensibilizando- os para uma maior participação. O PEFI revelou ter percebido que, ao mostrar as imagens das aulas para seus alunos, eles se dedicavam mais nas atividades propostas, no intuito de serem vistos quando da apresentação das imagens das aulas.

Ao considerar que todo processo investigativo deve ser de afetação mútua, o professor-pesquisador adotou a prática mencionada pelo PEFI com eles próprios, permitindo, assim, que um novo nível de avaliação das práticas de Estágio fosse realizado, já que as imagens trazidas, desta vez, não passavam pelos filtros de seleção e intencionalidade dos licenciandos, e os expunham em situações de mediações que eles próprios realizavam. Nesse sentido, o jogo das relações interpretantes foi de algum modo aprofundado, posto que os PEFI podiam analisar suas condutas ao ministrarem aulas sob três pontos de vista: (i) as relações interpretantes que faziam por si próprios, do ponto de vista de quem é o vivente da situação; (ii) também podiam apresentar estas imagens online e/ou em sala e contar com as relações interpretantes daqueles que, de um ponto de vista mais distanciado (outros PEFI e o professor-pesquisador), lhes observavam na condição de professores; e (iii) todos os PEFI poderiam se ver como debatedores, colocando a situação de mediação entre os PEFI também como foco de análise e gerando, assim, um terceiro nível de relação interpretante que pudesse tornar mais ampla a experiência de compreensão e reflexão das práticas de Estágio. Com esta estratégia, não somente o plano didático dos PEFI poderia ser colocado em análise coletiva e,

assim, ser ampliado, corrigido, melhorado. A conduta comunicativa e avaliativa dos mesmos também passava a ser objeto de observação e análise, permitindo que tanto os aspectos pedagógicos como aqueles referentes à ação comunicativa e investigativa dos PEFI fossem continuamente postos em avaliação.

A esse respeito, alguns PEFI afirmaram que tal prática lhes possibilitou uma percepção diferenciada de como se viam na disciplina:

Mara: Nossa, quando eu vi aquele vídeo surpresa da gente debatendo em sala, foi muito

bacana. Acho que ninguém esperava isso. E foi legal, porque daí todo mundo viu que o que a gente vinha falando era importante mesmo. Fazia sentido, sabe? A gente estava vendo que era importante mesmo a gente falar e que isso ajudava muito os outros. Eu pensava: “Como é importante a gente se expor, né?”. Isso é muito importante pra quem está se formando professor. A gente tem que falar mais uns com os outros e aprender a falar, a observar... e até mesmo a ouvir a crítica, pra todo mundo ir melhorando junto.

Renato: Pra mim foi importante aquele vídeo com as falas nossas em sala. Ali eu vi que eu

era um professor. E não só dos meus alunos, não. Eu era professor também com o meu professor (risos), com outros colegas, sabe? Mas tinha que saber ouvir também, e no vídeo dava pra ver que tinha gente achando ruim ouvir...e não queria ouvir. Mas se a gente vê isso, a gente vai repensando e vendo que é tudo sugestão, que dá pra ouvir, melhorar ou desconsiderar também, né? Mas foi importante a gente se ver nessa de debatedor.

(Grupo de Discussão III, 24/6/2015)

Além das situações de socialização e análise das imagens e comentários que eram postados nas redes sociais, os três últimos encontros desta unidade didática (aulas 12, 13 e 14) foram destinados a sistematizar os principais problemas pedagógicos encontrados pelos PEFI nos campos de Estágio e buscar correlacioná-los e/ou confrontá-los com o conhecimento disponível na literatura científica e também com alguns agentes das escolas que receberam os Estágios, tais como professores de Educação Física e estudantes.

Para a realização destes encontros, primeiramente os PEFI fizeram uma delimitação dos principais pontos que afetaram seus Estágios e, na sequência, buscaram textos em periódicos e livros das áreas de Educação e Educação Física para socializar com os colegas na rede social do Estágio. Cada grupo escolheu um texto acadêmico que já havia lido ou que encontrou a partir de uma busca via internet, e fez uma correlação com suas experiências de Estágio. A partir dessa atividade, foram elencados dois problemas gerais que se fizeram presentes para a maior parte dos grupos de PEFI (i) a dificuldade em transpor atividades e experiências da universidade para os contextos particulares das escolas; e (ii) a expectativa de que as aulas deveriam ser ou poderiam ser racionalmente controladas exclusivamente pela

ação intencional dos professores. Estes temas foram problematizados em sala de aula com o apoio de um texto45 escolhido pelo professor-pesquisador.

Já nas aulas 13 e 14, os PEFI puderam confrontar seus pontos de vista com os demais agentes da escola, como professores de Educação Física e alguns estudantes do ensino médio provenientes das turmas que receberam Estágios. Na aula 13, os professores-supervisores de Educação Física que acolheram os PEFI em suas respectivas escolas foram convidados a participar da aula na Universidade, para debater com os estudantes as experiências de Estágio. Dos seis professores convidados, apenas três puderam comparecer na aula da disciplina Estágio III. Por meio de um roteiro elaborado pelos PEFI, os professores puderam conversar com toda a turma sobre as experiências de Estágio. Nesta conversa, os professores relataram suas experiências como docentes, as expectativas que tinham em relação à Educação Física escolar e ao trabalho dos PEFI. Também comentaram a atuação dos PEFI que observaram e avaliaram a experiência de Estágio e sua conduta como supervisores. Tratou-se de um