BÖLÜM 3. 19.YÜZYILDA OSMANLI İMPARATORLUĞUNDA DEĞİŞİM ve YAPILANMA
3.2 Ekonomik Yapı
3.2.1 Uluslararası Ticaret
3.2.1.1 Kapitülasyonlar ve Ticaret Anlaşmaları
As Cratofanias: o Sentido de Permanência das Pedras / Omphalós: o Umbigo do Mundo Grego / O Sentido Sagrado das Colunas Palacianas / A Dimensão Humanizada das Pedras: Os Templos Perípteros / Os
Palácios Micênicos.
Conforme ELIADE (1993), por cratofania entende-se o conjunto de hierofanias que se representam através das pedras.165 É também segundo ELIADE (1993) que a idéia de centralidade está expressa em outra idéia, a
164
Ver o ANEXO 08 “As Primeiras Formas de Fixação dos Homens” onde se encontram informações sucintas sobre essas primeiras formas de fixação desses homens sobre o globo.
165
Eis uma referência ao significado simbólico da sacralidade das pedras ou de cratofania proposto por ELIADE: “A dureza, a rudeza, a permanência representam para a consciência religiosa do primitivo uma hierofania. Nada de mais imediato e mais autônomo na plenitude da sua força, nada de mais nobre e de mais terrível que o majestoso rochedo, o bloco de granito audaciosamente ereto. Antes de mais nada a pedra é. Ela permanece sempre igual a si própria e subsiste. E, o que é mais
importante, ela serve para bater. Antes mesmo de pegar nela para bater, o homem vai de encontro a ela. Não necessariamente com o corpo, mas pelo menos com a vista. Ele verifica assim sua dureza, sua rudeza, seu poder. O rochedo revela-lhe qualquer coisa que transcende a precariedade da sua condição humana: um modo de ser absoluto. A sua resistência, a sua inércia, as suas proporções, tal como os seus contornos estranhos, não são humanos: eles atestam uma presença que fascina, aterroriza, trai e ameaça. Na sua grandeza e na sua dureza, na sua forma ou na sua cor, o homem encontra uma realidade e uma força que pertencem a um mundo
diferente do mundo profano de que ele faz parte.” Tratado de História das Religiões, op. cit., pg. 175. O autor prossegue agregando
à idéia de omphalós outros sentido como “centro da Terra” ou como a “pedra funerária de um túmulo”. Mais uma vez o sentido de centralidade permanece inalterado só que agora em relação ao mundo: “Ao sobrepor-se ao antigo culto ctônico de Delfos, Apolo agregou a si o omphalós, e os seus privilégios. Perseguido pelas Erínias, Orestes é purificado por Apolo junto ao omphalós, lugar
sagrado por excelência, „centro‟ onde as três zonas cósmicas [o mundo, o céu e o inferno] se comunicam, „umbigo‟, que, pelo seu
de omphalós, umbigo, que entre os futuros gregos esteve desde tempos imemoriais relacionados a uma pedra. De acordo ainda com o autor:
“Contentemo-nos, de momento, em lembrar algumas crenças que dizem respeito ao omphalós (umbigo) de que Pausânidas escreve: „O que os habitantes de Delfos chamam omphalós é feito de pedra branca e
acha-se, segundo pensam, no centro da Terra, opinião confirmada por Píndaro numa de suas odes.‟ ” 166
A persistência do sentido místico das pedras atravessa os séculos formadores da civilização grega, fixa-se na tradição oral daquele povo até alcançar, em tempos homéricos, quando então o tema é fixado na tradição escrita.
Posteriormente, a sacralidade das pedras é transportada ao interior das construções na forma de pilares. Esse poderoso símbolo pétreo, anteriormente instalado cuidadosamente em áreas externas ou no interior de cavernas, é internalizado nas construções, inicialmente conferindo a sacralidade aos mégarons,167 posteriormente à casa do rei, e depois ao palácio real, como acontece no palácio do rei Minos em Creta. Segundo ainda BROGGI/LOMBARDINI (1981):
“O culto da pedra sagrada, concebida como manifestação do deus, se encontra entre os mais antigos [cultos] e está documentado em Festo, onde uma massa de ferro magnético foi encontrada junto a um
ídolo neolítico e, ainda, na gruta sagrada de Psycró, onde, numa cavidade entre as estalagmites, surgiam acomodados os ex-votos, assim como na gruta de Dikte. No linguagem metafórica do mito, que narra como Zeus criança fora devorado por Kronos sob forma de pedra envolta em faixas, pode-se distinguir aquele princípio de fusão e de contaminação entre as formas de religião não icônicas e icônicas que permanecerão caracteristicamente do mundo minóico. Aos cultos da pedra sagrada e da árvore pode ser associado o culto ao pilar, amplamente documentado em Creta; a sua sacralidade não é todavia
„intrínseca‟, isolada, mas „mediada‟. O pilar como elemento portante da arquitetura sagrada e civil é símbolo de potência e o seu entorno „carrega-se‟ do mágico poder do céu que é preposto a sustentar ou a
acolher: a imagem sagrada do deus, a inscrição e, igualmente, o templo. E ainda, a sua sacralidade é exposta nos ritos de construção associados aos pontos nodais do edifício: além dos pilares, as portas e os
umbrais, e naturalmente, os alicerces.” 168
Seria inútil tentar argumentar que a eleição das pedras como o material construtivo mais utilizado na arquitetura templária grega deve-se somente à sua resistência ao desgaste do tempo, esse poderoso construtor e destruidor. Associado à sua dureza, e talvez, mesmo por essa razão, o seu significado encontra-se intimamente relacionado a uma instância sagrada. A pedra por sua dureza e conseqüente resistência ao desgaste por abrasão emite a sensação de perenidade, de superação do tempo, de permanência indefinida; algo quase eterno.
Conforme se vê, para a pedra convergem uma série de predicados além de sentidos de ordem sobrenatural. Além do mais, os conteúdos mitológicos conferem a esse material algumas qualidades metafóricas que explicitam a sua importância. Numa determinada passagem mítica o próprio Zeus tem a sua vida salva graças à Geia que o substitui por uma pedra envolta em panos e a oferece a Cronos. Ao que tudo indica o todo- poderoso Zeus só poderia ser substituído por uma pedra e não por outro material conhecido.
A figura 31 169 ao lado, mostra um par de colunas do palácio de Cnossos. Conforme se vê, o espaçamento entre ambas é quase injustificável sob o ponto de vista da estabilidade da construção. Deve-se lembrar que
166
Tratado de História das Religiões, op. cit., pg. 188.
167“Mégarom. Em Homero, provavelmente mégaron significa „grande sala‟, mas tem diversos outros significados no idioma grego
posterior, inclusive „templo‟, „santuário interno‟ e „caverna subterrânea‟.” Arquitetura Grega e Romana, op. cit., pg. 458. O termo mégarom designa um tipo de construção grega utilizada somente por homens e tanto a sua utilização como o seu significado não parecem precisos. Entretanto ele parece anteceder a idéia de sacralidade do templo no que se refere às práticas religiosas ali desenvolvidas. Além do mais, tudo indica que mais tarde os mégarons constituíram-se na parte central dos templos.
168
BROGGI, S./LOMBARDINI, E.: Coleção Documenti di Arti, I Palazzi di Creta, Itália, Novara, Istituto Geografico De Agostini SpA, 1981, pgs. 14 e 15.
169
Legenda da figura 31: “Da varanda da guarda, o rei tinha acesso aos seus aposentos privados, os elegantes motivos dos afrescos, reconstituídos, os escudos bilobados, do tipo usado pelos heróis homéricos.” I Palazzi di Creta, op. cit., pg. 39.
lajes de pedra muito maiores já haviam sido utilizadas por outros povos para vencer vãos muito maiores em vários ambientes construídos anteriores aos cretenses. Esse era o caso de várias construções egípcias. É certo também que os cretenses conheciam essas construções, já que suas relações comerciais com o Egito eram intensas.
Desse modo, alegar o desconhecimento dessa possibilidade estrutural pelo povo de Creta não é uma hipótese plausível. Ou seja, os cretenses poderiam ter-se utilizado de vãos maiores a exemplo das construções há muito conhecidas e o fato de não terem procedido dessa forma indica que, deliberadamente, optaram por outra razão para se representarem nos ambientes construídos. Mais acertado seria supor que os cretenses optaram por vãos
menores de modo que um maior número de pilares fosse necessário para estruturar os seus ambientes construídos. Nessa perspectiva a existência de um número excessivo de colunas somente poderia ser justificada na perspectiva da sacralidade dos pilares de pedra.170
É claro que essa estratégia, a da adoção da redundância estrutural com a repetição desnecessária dos pilares de pedra estruturais, somente poderia favorecer a expressão do sistema simbólico daquele povo. Esses pilares de pedra, originalmente realizados em madeira e instalados no interior dos antigos mégarons, estiveram por muito séculos, apenas destinados a suportar as cargas devidas à sustentação dos sistemas de coberturas. Contudo, a posterior mentalidade grega do período Helenístico fez com que esses pilares interiorizados nos antigos mégarons e palácios ocupassem, gradativamente as posições perimétricas e externas de seus templos. Essa idéia parece formalizar o que se designou posteriormente como os templos perípteros.171
Numa perspectiva mais abrangente e generosa, pode-se afirmar, a partir das antigas construções mesolíticas onde as pedras compareciam como fechamento externo e delimitação do espaço sagrado da aldeola, que as antigas cratofanias passam a ser atualizadas na evocação pétrea dos pilares internos durante o período Neolítico para depois, no período Helenístico, serem colocados externamente como uma delimitação quase ideal de um perímetro imaginário, porque não cerrado, entre o sagrado e o profano. Permanece-se assim num mesmo contexto conceptivo que admite grandes transformações quanto à forma de organização dos ambientes construídos, mas que não perde de vista os seus conteúdos simbólicos e míticos: a permanência do caráter sagrado das pedras.
A essa altura da história grega, situada ali no Helenismo, os pilares exibem toda a carga simbólica dos tempos anteriores. A sofisticação segundo a qual esses elementos construtivos são concebidos e realizados é visível. Assim, o percurso da cratofania indica, no caso grego, que à medida que o espaço humano vai-se abrindo por sobre a natureza de modo a criar uma natureza de segunda ordem, o caráter pétreo e indevassável
170
Outras interpretações existem com relação ao usos de pilares de pedra e o seu caráter hierofânico. PUECH (1986), por exemplo, contesta o seu caráter hierofânico: “Evans considerou o pilar como uma representação não icônica da divindade. Sob esse ponto de vista, sua teoria está errada: provou-se, refutando-o, que os pilares que desempenhavam uma função arquitetônica não possuíam nenhum valor religiosos. Outra coisa é o pilar ou a coluna separada, e ainda assim é difícil a determinação de seu sentido. A coluna ladeada por dois animais, segundo alguns autores é um símbolo da Potnia thêrôn, enquanto Nilsson a considera somente como uma representação abreviada do palácio colocado sob a proteção das feras. Ante à carência de textos, não se pode precisar a função seguramente religiosa dos obeliscos erigidos à frente dos santuários da árvore. Seja como for, a Grécia venerou o betylo, pedra ou coluna: Dionisio Cadmeo tinha o aspecto de uma viga recoberta de pedra; Hermes e Apolo Agyieus (protetor dos caminhos) estavam representados por um pilar; Eros de Téspias, por uma pedra tosca. Tudo parece indicar que esses arcaísmos procedem da
época minóica.” Historia de las Religiones - Volume 2 - Las Religiones Antiguas Vol. II, op. cit., pg. 222. Conforme se vê, o autor
distingue diferentes categorias de pilares e de seus significados. Contudo nada há de contundente que inviabilize uma interpretação que exponha o sentido sacro dos pilares gregos. Assim, se o seu caráter de sacralidade pode ser inicialmente contestado como quer PUECH (1986), não há dúvidas de que em outras circunstâncias as colunas de pedra desempenharam o papel hierofânico.
171 Primeiramente: “Perípteros. Edifício cercado externamente por todos os lados de uma ordem de colunas isoladas, formando
galeria coberta.” Dicionário de Belas Artes - Termos Técnicos e Afins, op. cit., pg. 392. Complementando: “Perípteros: Termo ocasionalmente empregado por autores antigos para designar um „peristylion‟ interior.” Arquitetura Grega e Romana, op. cit., pg. 460. Ver definição de peristilo mais à frente.
vai-se diluindo e tornando-se vazado, alcançável, penetrável, preenchido de uma humanidade que as próprias pedras não possuem mas que o delimitam, ali, na exata medida de uma tradição conceptiva.
Assim os gregos opõem ao caráter pétreo original um outro sentido mais humano, que se constrói pela expressão do sagrado, que permanece pétreo, mas que o transforma segundo a dimensão humana, devassando-o, infiltrando-o.
Os templos construídos no período Helênico apresentam uma forma reificada, dessacralizada e humana, mas que, contudo, admitem ainda a permanência do seu sentido tradicional. Trata-se de uma operação de suprassunção tomada em seu sentido construtivo mesmo. A amplitude da liberdade grega, expressa na cidadania,
constrói em torno das pedras outro sentido que modifica os atributos primeiros de pedra - “a dureza, a
rudeza e a permanência” - em proveito da nova centralidade que é humana, mas que, apesar de expressar-se
através da utilização do mesmo material, situa-se num novo horizonte: o da civilidade da polis grega.
O maior atestado dessa passagem foi expresso no esmero com que cada coluna era construída. A passagem dos pilares toscos e mal-acabados dos tempos anteriores às célebres colunas dos templos gregos não pode ser desconsiderado. Tudo ali é esmero escultórico, tudo ali é atenção no fazer, praxis, tudo ali é precisão de execução construtiva.
Ora, mais uma vez admitindo-se a centralidade da praxis na construção do homem ético, fica claro que por suas novas capacidades técnicas não se trata mais do homem neolítico, mas sim do homem que se esforça por se autodenominar civilizado. Assim, todos os procedimentos técnicos adotados na construção dessas novas colunas foram certamente objeto de cuidadosos estudos de modo que a sua compleição final pudesse ser um atestado dessa nova civilidade.172
Como seria o esperado, mesmo num momento anterior à Grécia Clássica, a centralidade permaneceria como o traço fundamental e conceptivo de organização dos espaços. A figura 32 173 acima, mostra o mesmo argumento da centralidade na cidade de Micenas, um momento anterior à construção da idéia das cidades gregas.174 Sua forma indica os estreitos vínculos existentes entre os antigos cemitérios paleolíticos atualizados na forma das futuras comunidades do período Neolítico. A figura 33 175 ao lado, mostra um
172
Alguns exemplos desses procedimentos construtivos podem ser encontrados no Capítulo 8 dessa Dissertação.
173
Legenda da figura 32: “A Cidadela de Micenas: A. Portal dos Leões; B. Porta posterior; C. Cemitério circular; D. Ponto em que se desenterrou o tesouro; E. Restos de habitações escavadas; F. Escadarias do palácio; G. Palácio; H. Antigo templo dórico; I. Entrada da passagem que conduz ao aqueduto; K. Cisternas; L. Torres na murada circular [indicação não encontrada na ilustração original]; M. Acúmulos originais das escavações de Schliemann; N. Galerias que atravessam a muralha.” La Idea del Espacio en la Arquitectura Griega, op. cit., pg. 29. Retornando ao texto de MARTIENSSEN: “O plano que reproduzimos no texto nos mostra o esquema geral seguido para utilizar a área coberta da acrópolis.. imediatamente depois do limite exterior, assinalado pelas portas (A na planta), e no início da escarpa, existe um círculo de sepulcros (C) e mais além do mesmo, mais ou menos no mesmo nível, pa rece ter existido um grupo contínuo de casas (E). muito acima dessas casas se encontrava o palácio, cuja disposição megarônica se vê em (G). Nesse antigo exemplo de ordenação zonal (que já obedecia fundamentalmente aos ditames da necessidade prática ou aos dos rituais) encontramos certos indícios de um sistema, de um interesse por uma planificação deliberada, que só floresceu cabalmente nas disposições equilibradas e arquitetônicas dos séculos que se seguiram.” La Idea del Espacio en la Arquitectura Griega, op. cit., pgs. 29 e 30.
174
MARTIENSSEN (1958) assim apresenta a cidadela de Micenas: “O plano que reproduzimos no texto nos mostra o esquema geral seguido para utilizar a área coberta pela acrópolis. Imediatamente depois do limite exterior, assinalado pelas portas (A na planta), e no começo da escarpa, há um círculo de sepulcros (C) e mais além do mesmo, mais ou menos no mesmo nível, parece terem existido um grupo contínuo de habitações (E). muito acima dessas habitações se encontrava o palácio, cuja disposição megarônica se vê em (G). Nesse antigo exemplo de zoneamento (que já obedecia fundamentalmente aos ditames da necessidade prática ou aos de ritual) encontramos certos indícios de um sistema, de um interesse de planejamento deliberado, que só floresceu integralmente nas disposições equilibradas e arquitetônicas dos séculos que se seguiram.” MARTIENSSEN, R. D: La Idea del Espacio en la Arquitectura Griega, Argentina, Buenos Aires, Editorial Nueva Visión, 1958, pgs. 29 e 30. Ver ainda o ANEXO 09 “A Centralidade, o Caráter Pétreo, a Concentricidade e o Sentido Místico da Cidadela de Micenas” contendo mais informações sobre a cidadela de Micenas.
175
Legenda da figura 33: “O cemitério circular de Micenas. (reconstituído por De Jong).” The Architecture of Ancient Greece - An Account of Its Development, op. cit., pg. 26.
K
MC
K
HG
N
ED
A
B
E
GF
K
M
I
Figura 32aspecto do cemitério circular de Micenas. Para esse cemitério convergem todos os elementos: a
circularidade, a
concentricidade, o caráter pétreo da construção e o seu sentido místico ou transcendente. Ali em Micenas também se encontrava o Tesouro de Atreu, descoberto posteriormente. Era uma câmara mortuária para
onde convergem, mais uma vez, as idéias da cratofania e o argumento da centralidade. A figura 34 176, também ao lado, ilustra essa idéia.
Séculos mais tarde, já na Grécia Clássica, o coroamento da esfera simbólica dessa coercitividade será suprassumida na perspectiva da esfera da política que encerra a própria praxis citadina, para onde convergem do mesmo modo a noção de centralidade e do divino ou a idéia de unidade. Tão potente é a descoberta da centralidade do Mesolítico que esse modelo se estendeu pelos séculos indefinidamente até a modernidade. Entretanto, para a construção desse sentido de permanência e estabilidade, o homem deverá fixar-se no mundo através da agricultura, o que ocorrerá no período Neolítico. Somente nessa perspectiva os hábitos e costumes se fixarão definitivamente segundo uma possessão estável.
176
Legenda da figura 34: “ „Tesouro de Atreu‟, Micenas.” Arquitetura Grega e Romana, op. cit., pg. 41.
Figura 34 Figura 33