BÖLÜM 1: KENT OLGUSU VE KENTSEL DÖNÜ ÜMÜN ANAL Z
1.1. Kent Olgusunun Geli im Süreci ve Temel Yakla ımlar
1.1.2. Kentlerin Yeniden Yapılanması ile Temel Yakla ımlar
1.1.2.2. Küreselle me ve Küreselle menin Getirdi i Yeni Kent Biçimleri
Para o método de grelhas será utilizado o software TQS 17.9. Para fins comparativos, foram utilizadas Regiões de Protensão Uniforme (RPUs) nas mesmas posições e larguras que as faixas das tributárias apresentadas no MPE.
Como o software TQS inicialmente apresenta resultados de quantitativo de cabos por RPU para cobrir os esforços máximos e mínimos, e esse exemplo é de protensão parcial, pode-se diminuir a quantidade de cabos, desde que a fissuração, caso ocorra, não extrapole 0,2mm, conforme indicado na Tabela 1.
Nas Figuras 49 a 54 são apresentados os esforços gerados pelas elevações dos cabos em cada tributária na combinação do ato de protensão.
A linha rosa apresenta os momentos máximos, a linha azul apresenta os momentos mínimos, a linha vermelha apresenta a média dos momentos e a linha verde apresenta os momentos combatidos pelos cabos no traçado em que eles
estão. Se os momentos provocados pelos cabos estiverem cobrindo o diagrama, os reforços em armadura passiva e a fissuração na laje serão mínimos.
Figura 49: Tributárias 1 e 3 – Elevações dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Fonte: Autor
Figura 50: Tributária 2 – Elevações dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Figura 51: Tributárias 4 e 6 – Faixa externa – Elevações dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Fonte: Autor
Figura 52: Tributárias 4 e 6 – Faixa interna – Elevações dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Figura 53: Tributária 5 – Faixa externa – Elevações dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Fonte: Autor
Figura 54: Tributária 5 – Faixa interna – Elevações dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Fonte: Autor
Nota-se que os esforços de momento gerados pelos cabos estão próximos ao valor médio da envoltória. Nas Figuras 55 a 60 são apresentados os esforços gerados pelas elevações dos cabos em cada tributária na combinação frequente.
Figura 55: Tributárias 1 e 3 – Elevações dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Fonte: Autor
Figura 56:Tributária 2 – Elevações dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Figura 57: Tributárias 4 e 6 – Faixa externa – Elevações dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Fonte: Autor
Figura 58: Tributárias 4 e 6 – Faixa interna – Elevações dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Figura 59: Tributária 5 – Faixa externa – Elevações dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
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Figura 60: Tributária 5 – Faixa interna – Elevações dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
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Nota-se que os esforços de momento gerados pelos cabos estão próximos ao valor médio da envoltória. Nas Figuras 61 a 66 são apresentadas as tensões na seção de concreto, geradas pelas elevações dos cabos em cada tributária na combinação do ato de protensão.
No ato da protensão não pode ter uma tensão maior do que 70% do fckj, ou
Figura 61: Tributárias 1 e 3 – Tensões dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
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Figura 62: Tributária 2 – Tensões dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Figura 63: Tributárias 4 e 6 – Faixa externa – Tensões dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
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Figura 64: Tributárias 4 e 6 – Faixa interna – Tensões dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
Figura 65: Tributária 5 – Faixa externa – Tensões dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
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Figura 66: Tributária 5 – Faixa interna – Tensões dos cabos no ato da protensão – depois de ajustar
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Nota-se que em nenhuma das tributárias os esforços de compressão estão excedendo o limite, porém, os esforços de tração estão. Para isso, serão analisadas as fissurações da laje. Nas Figuras 67 a 72 são apresentadas as tensões na seção de concreto, geradas pelas elevações dos cabos em cada tributária na combinação frequente.
Na combinação frequente não pode ter uma tensão maior do que 60% do fck,
ou seja, no exemplo em questão, não pode ultrapassar 180 kgf/cm² (18 MPa).
Figura 67: Tributárias 1 e 3 – Tensões dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
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Figura 68: Tributária 2 – Tensões dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Figura 69: Tributárias 4 e 6 – Faixa externa – Tensões dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
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Figura 70: Tributárias 4 e 6 – Faixa interna – Tensões dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Figura 71: Tributária 5 – Faixa externa – Tensões dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Fonte: Autor
Figura 72: Tributária 5 – Faixa interna – Tensões dos cabos na combinação frequente – depois de ajustar
Fonte: Autor
Nota-se que em nenhuma das tributárias os esforços de compressão estão excedendo o limite, porém, os esforços de tração estão. Para isso, serão analisadas as fissurações da laje. Nas Figuras 73 a 78 são apresentadas as fissurações em cada tributária.
Figura 73: Tributárias 1 e 3 – Fissuração – depois de ajustar
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Figura 74: Tributária 2 – Fissuração – depois de ajustar
Figura 75: Tributárias 4 e 6 – Faixa externa – Fissuração – depois de ajustar
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Figura 76: Tributárias 4 e 6 – Faixa interna – Fissuração – depois de ajustar
Figura 77: Tributária 5 – Faixa externa – Fissuração – depois de ajustar
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Figura 78: Tributária 5 – Faixa interna – Fissuração – depois de ajustar
Como em nenhuma tributária foi excedido o limite de fissuração estabelecido por norma (0,2mm), a laje está dentro dos limites.
Na Figura 79 é apresentada a disposição de cabos calculados pelo método de Grelhas.
Figura 79: Disposições dos cabos – Método de Grelhas
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