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Lojistik Yönetimi

Şekil 2.9: Ülkelerin Lojistik Giderleri (Tanyaş, 2005)

3.3. Akıllı Ulaştırma Sistemleri (ITS: Intelligent Transport Systems) ile Kentsel Lojistik

3.3.3. Veri İşleme

As variáveis informadas pelo BB foram peso do aluno, MX, MY, MBL, MBR, MTL e MTR, tanto com olhos abertos quanto com olhos fechados. A Tabela 3 apresenta as estatísticas descritivas para as medianas das três medidas realizadas para cada variável (Clark et al., 2010).

Tabela 3 - Número de alunos, média*, desvio padrão e intervalo de confiança

Quanto às aderências à distribuição normal das variáveis Dif MX e Dif MY não foram rejeitadas tanto para crianças (P = 0,295 / P = 0,532) quanto para adolescentes (P = 0,554 / P = 0,853). Desta forma, para testar a igualdade de variâncias foi utilizado o teste F, (P = 0,163 para Dif MX e P = 0,380 para Dif MY), sendo tal hipótese não rejeitada. Para testar a igualdade das médias das variáveis Dif MX e Dif MY nas duas faixas etárias foi realizado um teste t de Student supondo variâncias iguais. Este teste não foi rejeitado (P = 0,193 para Dif MX e P = 0,905 para Dif MY). Conclui-se ao nível de significância de 5% que a DIf MX média e Dif MY média não diferem nas duas faixas etárias, apresentados na tabela 4.

Para as aderências à distribuição normal das variáveis Dif MBL e Dif MBR não foram rejeitadas tanto para crianças (P = 0,364 / P = 0,809) quanto para adolescentes (P = 0,755 / P = 0,305). Desta forma, para testar a igualdade de variâncias foi utilizado o teste F (P = 0,003 para Dif MBL e P = 0,021 para Dif MBR), sendo tal hipótese rejeitada, tendo os adolescentes apresentado maior variabilidade nas medidas. Para testar a igualdade das médias da variável Dif MBL e Dif MBR nas duas faixas etárias foi realizado um teste t de Student supondo variâncias diferentes. Este teste não foi rejeitado (P = 0,199 para Dif MBL e P = 0,966 para Dif MBR). Conclui-se, ao nível de significância de 5%, que as médias das Dif MBL e MBR não diferem nas duas faixas etárias (Tabela 4).

As aderências à distribuição normal das variáveis Dif MTL não foram rejeitadas tanto para crianças (P = 0,081) quanto para adolescentes (P = 0,374).

Desta forma, para testar a igualdade de variâncias foi utilizado o teste F (P = 0,008), sendo tal hipótese rejeitada, tendo os adolescentes apresentado maior variabilidade nas medidas. Para testar a igualdade das médias da variável Dif MTL nas duas faixas etárias foi realizado um teste t de Student supondo variâncias diferentes. Este teste não foi rejeitado (P = 0,051), logo, conclui-se ao nível de significância de 5% que a Dif MTL média não difere nas duas faixas etárias. Note, entretanto, que o valor-P está muito próximo de 5%, sugerindo que futuras pesquisas possam ou não confirmar tal conclusão, conforme Tabela 4.

Também para as aderências à distribuição normal das variáveis Dif MTR não foram rejeitadas tanto para crianças (P = 0,045 para o teste de aderência de Anderson-Darling, mas P = 0,085 para o teste de aderência de Kolmogorov-Smirnov) quanto para adolescentes (P = 0,976). Desta forma, para testar a igualdade de variâncias foi utilizado o teste F (P = 0,037), sendo tal hipótese rejeitada, tendo os adolescentes apresentado maior variabilidade nas medidas. Para testar a igualdade das médias da variável Dif MTR nas duas faixas etárias foi realizado um teste t de Student supondo variâncias diferentes. Este teste não foi rejeitado (P = 0,692), logo, conclui-se ao nível de significância de 5% que a Dif MTR média não difere nas duas faixas etárias. Tais resultados são apresentados na Tabela 4.

Tabela 4 - Diferença das médias* analisadas para crianças e adolescentes

Foi realizado um teste t de Student para testar se a variável Eixo X para crianças com os olhos abertos e fechados teve média igual a zero. O mesmo não foi rejeitado com os olhos abertos (P = 0,190), logo, conclui-se ao nível de significância

de 5% que os valores da direita são em média iguais aos da esquerda. A média para tais diferenças foi igual a – 0,93 (I.C. = [– 2,34; 0,48]). Para os olhos fechados houve rejeição para o teste t de Student (P = 0,006), concluindo-se ao nível de significância de 5% que os valores da esquerda são em média maiores que os da direita. A média para tais diferenças foi igual a – 1,49 (I.C. = [– 2,52; – 0,46]). Conforme Gráficos 1 e 2.

Gráfico 1 - Valor individual para o Eixo X em crianças com olhos abertos

Gráfico 2 - Valor individual para o Eixo X em crianças com os olhos fechados

O mesmo procedimento foi adotado para verificação do Eixo Y para crianças com os olhos abertos e fechados. O teste t de Student foi rejeitado para ambos (P = 0,000 para olhos abertos e fechados), logo, conclui-se ao nível de significância de 5%, que os valores do Top são em média maiores que os do Bottom. A média para tais diferenças foi igual a 10,62 (I.C. = [7,46; 13,78]) para olhos abertos e 10,99 (I.C. = [5,19; 12,22]) para os olhos fechados (Gráficos 3 e 4).

Gráfico 3 - Valor individual para o Eixo Y em crianças com os olhos abertos

Gráfico 4 - Valor individual para o Eixo Y em crianças com os olhos fechados

Na análise do grupo dos adolescentes para o Eixo X observou-se nas situações olhos abertos e fechados o teste t de Student não foi rejeitado respectivamente (P = 0,515 e P = 0,240), logo, conclui-se ao nível de significância de 5% que os valores da direita são em média iguais aos da esquerda. A média para tais diferenças foi igual a – 0,77 (I.C. = [– 3,13; 1,59]) para olhos abertos, e com os olhos fechados – 1,16 (I.C. = [– 3,11; 0,80]). Tais resultados estão ilustrados nos Gráficos 5 e 6.

Gráfico 5 - Valor individual para o Eixo X em adolescentes com os olhos abertos

Gráfico 6– Valor individual para o Eixo X em adolescentes com os olhos fechados

Para testar se a variável Eixo Y para adolescentes com os olhos abertos e fechados teve média igual a zero foi realizado um teste t de Student. Este teste foi

rejeitado em ambos os casos (P = 0,000 para olhos abertos e fechados). Conclui-se ao nível de significância de 5% que os valores do Top são em média maiores que os do Bottom. A média para tais diferenças foi igual a 20,67 (I.C. = [14,67; 26,66]) para olhos abertos e 17,26 (I.C. = [11,50; 22,53]) para olhos fechados. Abaixo ilustrado nos Gráficos 7 e 8.

Gráfico 7 – Valor individual para o Eixo Y em adolescentes com os olhos abertos

Gráfico 8 – Valor individual para o Eixo Y em adolescentes com os olhos fechados

A Tabela 5 apresenta algumas estatísticas descritivas, os intervalos com 95% de confiança para a média, as estatísticas T do teste t de Student no qual é testado se o valor médio é igual a zero, bem como seus respectivos níveis descritivos para as variáveis Mediana do MX e do MY fornecidas pelo software LabView ligado ao BB para cada combinação de faixa etária (crianças ou adolescentes) e condição dos olhos (abertos ou fechados).

Nota-se que a variável MX se comportou de forma análoga à variável Eixo X, assim como a variável MY se comportou de forma análoga à variável Eixo Y. Os resultados mostraram que para as crianças e para os adolescentes, a variável MY teve as medidas na posição Top, em média, maiores que as do Bottom, tanto para olhos abertos quanto para olhos fechados; já a variável MX para as crianças teve os valores da esquerda em média maiores que os da direita quando as medidas foram realizadas com olhos fechados.

Tabela 5 - Estatísticas descritivas para crianças e adolescentes com olhos abertos e fechados