TERMAL TURİZM İŞLETMELERİNDE MÜŞTERİ SADAKATİNE ETKİ EDEN FAKTÖRLER
2.1 TERMAL TURİZM İŞLETMELERİNDE MÜŞTERİ SADAKATİNE ETKİ EDEN İŞLETME İÇİ FAKTÖRLER
2.1.2 Hizmet Kalites
2.1.2.3 Hizmet Kalitesinin Ölçümü
A sentença arbitral é o ato final do processo, onde, após a análise das documentações e das provas e após ouvir testemunhas, o árbitro emite sua decisão, encerrando a disputa. É definitiva e irrecorrível, não cabendo recursos, e é título executivo. Conforme a lei 9307/96 o prazo para que o árbitro declare a sentença é de seis meses, podendo este prazo ser modificado de comum acordo entre as partes:
Da Sentença Arbitral
Art. 23. A sentença arbitral será proferida no prazo estipulado pelas partes. Nada tendo sido convencionado, o prazo para a apresentação da sentença é de seis meses, contado da instituição da arbitragem ou da substituição do árbitro.
Parágrafo único. As partes e os árbitros, de comum acordo, poderão prorrogar o prazo estipulado.
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Sua apresentação deverá ser escrita, por maioria dos votos, no caso de mais de um árbitro. No caso de empate, o voto do presidente do tribunal arbitral decidirá a sentença. Se algum árbitro não concordar com a sentença, poderá separadamente apresentar seus pontos de divergência. Caso existam dúvidas se os direitos são disponíveis ou não, condição fundamental para o processo arbitral, o mesmo é suspenso e as partes são encaminhadas à justiça estatal. Conforme a lei 9307/96:
Art. 24. A decisão do árbitro ou dos árbitros será expressa em documento escrito.
§ 1º Quando forem vários os árbitros, a decisão será tomada por maioria. Se não houver acordo majoritário, prevalecerá o voto do presidente do tribunal arbitral.
§ 2º O árbitro que divergir da maioria poderá, querendo, declarar seu voto em separado.
Art. 25. Sobrevindo no curso da arbitragem controvérsia acerca de direitos indisponíveis e verificando-se que de sua existência, ou não, dependerá o julgamento, o árbitro ou o tribunal arbitral remeterá as partes à autoridade competente do Poder Judiciário, suspendendo o procedimento arbitral.
Parágrafo único. Resolvida a questão prejudicial e juntada aos autos a sentença ou acórdão transitados em julgado, terá normal seguimento a arbitragem.
Para evitar a anulação da sentença, esta deverá conter alguns requisitos obrigatórios estipulados na lei:
O relatório, com a qualificação das partes, e um resumo das ocorrências havidas no decorrer do processo.
A fundamentação da sentença, com o exame das questões, declarando se o julgamento foi feito por eqüidade.
O dispositivo, com a conclusão das questões formuladas, e a declaração da sentença.
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Data e local da sentença. Conforme diz a lei 9307/96:
Art. 26. São requisitos obrigatórios da sentença arbitral:
I - o relatório, que conterá os nomes das partes e um resumo do litígio; II - os fundamentos da decisão, onde serão analisadas as questões de fato e de direito, mencionando-se, expressamente, se os árbitros julgaram por eqüidade;
III - o dispositivo, em que os árbitros resolverão as questões que lhes forem submetidas e estabelecerão o prazo para o cumprimento da decisão, se for o caso; e
IV - a data e o lugar em que foi proferida.
Parágrafo único. A sentença arbitral será assinada pelo árbitro ou por todos os árbitros. Caberá ao presidente do tribunal arbitral, na hipótese de um ou alguns dos árbitros não poder ou não querer assinar a sentença, certificar tal fato.
Na sentença arbitral, segundo o artigo 27 da lei, deverá o árbitro definir os custos e despesas com o processo arbitral, que caberá ao perdedor, podendo também exigir um valor por litigância de má-fé, quando uma das partes tenta alterar, tumultuar, resistir, mentir ou utilizar de outros modos para que a verdade não transpareça.
Conforme o artigo 28 da lei, se durante o processo arbitral o conflito for resolvido por um acordo, caberá ao juiz arbitral declarar isto mediante uma sentença, contendo os requisitos do artigo 26.
Ao se proferir a sentença arbitral, o árbitro ou o presidente do tribunal arbitral simultaneamente encerrará o processo arbitral, e deverá enviar cópias da sentença às partes, que terão cinco dias contados do recebimento para solicitar ao árbitro que corrija erro material da sentença, ou esclareça algum ponto obscuro ou omitido, dúvida ou contradição da sentença. O árbitro ou o presidente do tribunal arbitral terá o prazo de dez dias para
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aditar a sentença e notificar as partes. Como já comentado anteriormente, a sentença arbitral torna-se titulo executivo neste estágio.
A sentença arbitral poderá ser anulada, apenas pelo Poder Judiciário, se houverem as condições dispostas no artigo 32 da lei:
Art. 32. É nula a sentença arbitral se: I - for nulo o compromisso;
II - emanou de quem não podia ser árbitro; III - não contiver os requisitos do art. 26 desta Lei;
IV - for proferida fora dos limites da convenção de arbitragem; V - não decidir todo o litígio submetido à arbitragem;
VI - comprovado que foi proferida por prevaricação, concussão ou corrupção passiva;
VII - proferida fora do prazo, respeitado o disposto no art. 12, inciso III, desta Lei; e
VIII - forem desrespeitados os princípios de que trata o art. 21, § 2º, desta Lei.
As razões para a nulidade são claras, cabendo esclarecer que o inciso VII refere-se aos princípios do contraditório, da igualdade das partes, da imparcialidade do árbitro e de seu livre convencimento. Para que a anulação ocorra, deverá a parte interessada ingressar com ação no Poder Judiciário no prazo máximo de noventa dias após a declaração da sentença arbitral. A sentença será anulada totalmente no caso conforme descrito no artigo 32 da lei:
I - for nulo o compromisso;
II - emanou de quem não podia ser árbitro;
VI - comprovado que foi proferida por prevaricação, concussão ou corrupção passiva;
67 VII - proferida fora do prazo, respeitado o disposto no art. 12, inciso III, desta Lei; e
VIII - forem desrespeitados os princípios de que trata o art. 21, § 2º, desta Lei.
A sentença terá nulidade parcial se, conforme descrito no artigo 32 da lei:
III - não contiver os requisitos do art. 26 desta Lei;
IV - for proferida fora dos limites da convenção de arbitragem; V - não decidir todo o litígio submetido à arbitragem.
Neste caso, o processo poderá ser aproveitado, devendo o árbitro proferir outra sentença, sem vícios.