• Sonuç bulunamadı

IV. HALK BĠLGĠSĠ ÖRNEKLERĠ

IV.8. Halk Hekimliği

A CPLP é um foro multilateral para o aprofundamento da amizade mútua entre os seus países membros, que tem como objectivos gerais, a concertação político-diplomática entre os seus membros em matéria de relações internacionais, a cooperação em todos os domínios e a promoção e difusão da língua portuguesa. A CPLP tem como princípios, da Igualdade soberana dos Estados-Membros; da não ingerência nos assuntos internos de cada Estado; do Primado da Paz; do respeito pela sua integridade territorial e da promoção do desenvolvimento e da cooperação mutuamente vantajosa.

A CPLP possui um elevado potencial estratégico proveniente dos seus factores de ordem geográfica, destacando-se a área ocupada pelos seus oito Estados-Membros, que se encontra distribuída por quatro continentes; a sua dimensão marítima através dos 7.142.753 km2 de área, das quais 5,742.922 km2 são ZEE. Salienta-se ainda que quatro dos seus Estados-Membros flanqueiam as “margens do atlântico Sul”, as riquezas dos fundos marinhos e importância estratégica para o transporte marítimo. Relativamente à população a Comunidade Lusófona possui no total cerca de 250 M hab. Quanto ao aspecto económico podemos concluir que as economias são desiguais e que as economias de Portugal e do Brasil são as mais promissoras, comparativamente aos restantes países membros.

A estratégia da CPLP para os oceanos vem exprimir a importância do mar para a Comunidade e, simultaneamente, responder à necessidade de concentrar esforços entre os Estados-Membros da Organização, no sentido de promover um desenvolvimento sustentável dos espaços oceânicos sob as suas respectivas jurisdições nacionais. É pois evidente a necessidade de cooperar: para a elaboração do Atlas dos Oceanos da CPLP; no desenvolvimento dos projectos de extensão da plataforma marítima continental e da investigação científica e protecção ambiental associada; pesquisa de recursos minerais nos fundos marinhos; identificação de áreas estratégicas no âmbito da segurança e vigilância marítima com vista ao Observatório de Informação Estratégica Marítima.

A Comunidade nasce de um Pacto de Amizade e Solidariedade que se fortalece e expande a partir do somatório das potencialidades das partes. A integração dos países da Comunidade nos respectivos grupos regionais e a concertação político-diplomática permitiu à Comunidade a afirmação internacional, sendo hoje participante em vários fora privilegiados e observador na Assembleia Geral das NU.

A língua portuguesa é falada por cerca de 250 milhões de pessoas, sendo a sétima mais falada no mundo e a oitava língua de comunicação na internet, sendo de realçar ainda o papel das diásporas, nos vários cantos do mundo, na divulgação e afirmação da língua portuguesa.

Em última análise a Lusofonia é essencialmente uma questão de geoestratégia económica, cultural e política que dá sentido a tudo o resto.

Existe uma forte relação entre os Estados-Membros da CPLP e a EU, que está materializada nos vários Memorandos de Entendimento. Ao nível da Comunidade Lusófona existe um Memorando de Entendimento que identifica de forma clara e inequívoca que ambas as partes partilham dos mesmos valores, princípios e objectivos, ou seja na promoção da paz, da democracia e do desenvolvimento sustentável e que reconhecem a cooperação multilateral como o meio mais eficaz para atingir os objectivos. Destaca-se o acordo em abordar as questões de carácter político, através do diálogo e cooperação no que diz respeito à prevenção de conflitos nos países da CPLP, bem como, a exploração da possibilidade de intervenção conjuntas. Estas iniciativas contribuíram para o reforço da afirmação política da Comunidade na Europa, e Portugal como membro da UE tem sido o principal veículo dos interesses e vozes da CPLP neste fora, assumindo o papel de “elo de ligação” entre a Europa e África.

O Brasil tenderá a privilegiar a sua participação no conselho de Defesa da UNASUL, pela necessidade de se afirmar como potência regional no continente sul-americano, sem contudo, menosprezar a sua participação e envolvimento na CPLP motivada pelos elevados interesses económicos que detém em África e pela ligação que obtém ao Continente Europeu através da CPLP, mais concretamente da posição de Portugal.

A actual Arquitectura de Paz e Segurança Africana exige uma participação activa das cinco principais organizações sub-regionais, onde se inserem os cinco países africanos pertencentes à CPLP, constituindo-se numa janela de oportunidade para estes se afirmarem geoestrategicamente nos respectivos espaços regionais de inserção e de desenvolvimento sustentado baseado na CTM ao nível bilateral ou multilateral no quadro da Comunidade.

A implementação do Continental Early Warning System na área dos PALOP constitui uma oportunidade para a Comunidade participar e contribuir para a segurança em África através de uma intervenção estratégica junto dos seus membros, podendo até constituir-se como uma entidade isenta e credível para operacionalizar estes sistemas.

Em suma, podemos concluir que a CPLP é um foro multilateral para concertação político- diplomática e de cooperação entre os seus Estados-Membros, com a finalidade de se afirmar internacionalmente e de atingir os seus objectivos, sejam eles de natureza nacional, regional ou de carácter global. A Comunidade tem um elevado valor geopolítico que emerge da sua Lusofonia, da descontinuidade geográfica dos seus Estados-Membros, da malha de relações internacionais, erguida através da participação dos seus Estados-Membros nas organizações regionais em que se encontram inseridos, e da importância dos Oceanos no contexto actual, de

onde se destaca a Estratégia da CPLP para os Oceanos. Desta forma consideramos respondida a Questão Derivada nº 1 e validada a Hipótese 1.

O Protocolo de Cooperação da CPLP no domínio da Defesa é o instrumento jurídico internacional que define os vectores essenciais da actuação para a afirmação da componente de defesa da CPLP como instrumento para a manutenção da paz e segurança internacionais, constituindo-se como um documento de referência para o que fazer, como fazer e que objectivos atingir.

Portugal tem sido reconhecido como um dos principais impulsionadores da CPLP e nação líder em muitos dos processos no âmbito da defesa e segurança, papel este, que pode e deve continuar a desempenhar, sem no entanto esquecer o Brasil e Angola como parceiros estratégicos neste desígnio.

Para o cabal cumprimento do protocolo falta iniciar actividades em vectores, como, sensibilização das comunidades nacionais quanto à importância do papel das FA na defesa da nação, nas missões de interesse público, no apoio às populações e no combate a outras ameaças; a procura de sinergias para o reforço do controlo e fiscalização das águas territoriais e ZEE dos países da CPLP e a realização de jogos desportivos militares. Desta forma consideramos respondida a Questão Derivada nº 2 e Validada a Hipótese nº 2.

Quanto à caracterização das FA dos países da CPLP podemos concluir que, com a excepção do Brasil, Angola e Portugal, de uma forma geral as FA possuem reduzidos efectivos; com a excepção do Brasil e de Portugal os restantes países membros não possuem meios e capacidades ao nível da componente marítima que lhes permitam um controlo efectivo do mar e com a excepção de Angola, Brasil e Portugal os restantes países membros não têm componentes aéreas. O Brasil está a desenvolver um programa de modernização militar, baseado no conceito estratégico de 2008, no qual dá ênfase ao controlo do mar, nomeadamente na aquisição de meios navais e de meios aéreos vocacionados para a luta anti-submarina e de patrulhamento marítimo.

A necessidade de fiscalização da ZEE e dos recursos naturais territoriais, necessidade de corresponder aos compromissos internacionais em operações de CRO e a estruturação e modernização das FA, são questões de segurança comuns a todos os Estados-Membros da CPLP.

Em suma, podemos concluir que, de forma geral, os países da CPLP necessitam de empreender uma reorganização das suas FA de forma a adquirir maior capacidade de vigilância e defesa do espaço marítimo e aéreo, face às novas ameaças, pescas, ambiente, tráficos de armas, drogas, pessoas, (CPLP, 2006: 90). Desta forma consideramos respondida a

Questão Derivada nº 3 e Validada a Hipótese 3.

São actividades complementares das FA as missões de natureza não intrinsecamente militar, que pressupõem valências existentes ao nível da componente naval, terrestre e aérea que podem contribuir para a afirmação da componente de Defesa da CPLP, que englobam a garantia de liberdade de circulação entre as diversas parcelas do território, vigilância e controlo do território nacional e do espaço interterritorial, onde se inclui a fiscalização dos espaços aéreos e marítimo sob responsabilidade nacional, apoio às populações em situações de calamidade ou desastre naturais e prevenção e combate contra atentados ao ecossistema. Estas actividades encontram-se enquadradas e delimitadas, por ordem hierárquica, pela legislação nacional de cada um dos países membros, pelo Protocolo de Cooperação da CPLP no Domínio da Defesa e pelo carácter voluntário da disponibilização de recursos em favor Comunidade, que poderá ser regulado por “protocolos específicos”.No entanto o Protocolo de Cooperação contempla outras acções para afirmação da componente de defesa da CPLP, salvaguardando apenas a obrigatoriedade da aprovação em sede de Reunião Ministerial. Desta forma consideramos respondida a questão derivada nº 4 e validada a hipótese nº 4.

O conceito de Multilaterização da CTM adoptado por Portugal81, é um modelo que pode ser adoptado por todos os Estados-Membros e é o modelo ideal para ser empregue no futuro como instrumento de desenvolvimento da componente de defesa da CPLP.

Tendo como base a CTM desenvolvida por Portugal com os países PALOP e Timor no modelo de cooperação bilateral, podemos concluir, que todos os países possuem projectos que têm como objectivo final o desenvolvimento da componente marítima e, com excepção da Guiné-Bissau, todos os restantes países possuem projectos destinados a apoiar a estrutura superior das FA, o que por si só, nos identifica necessidades comuns nos seis Estados- Membros da CPLP e que existem capacidades e conhecimentos em Portugal adequados a apoiar estes países nestas áreas.

Julga-se que a curto, médio e longo prazo, a CPLP irá consolidar a componente de defesa através do Protocolo de Cooperação; desenvolver projectos destinados a apoiar a Estrutura Superior de Defesa e reestruturação das FA dos países membros e desenvolver a estrutura necessária ao desenvolvimento e consolidação das componentes Marítima, Terrestre e Aérea dos Estados-Membros, contribuindo desta forma para a afirmação internacional da CPLP. Desta forma consideramos respondida a Questão Derivada nº 5 e validada a Hipótese 5.

Consideramos que o somatório das respostas às questões derivadas responde à nossa

81

Questão Central.

De que forma podem contribuir as Forças Armada dos países da CPLP, através das suas actividades complementares, para os objectivos da Comunidade no domínio da defesa.

No futuro deverá ser estudada e perspectivada a participação das FA dos Estados-Membros da CPLP no combate às novas ameaças, nomeadamente ao crime organizado transnacional, especialmente ao tráfico de droga, pessoas e armamento e terrorismo.

Referências bibliográficas a. Monografias

BERNARDINO, Luís Manuel Brás, (2008). Estratégias de Intervenção em África.1ºed, Lisboa: Prefácio, ISBN: 978-989-8022-87-5

BONIFACE, Pascal - Guerras do Amanhã. Mem Martins, Editorial Inquérito, 2003.

CARDOSO, Fernando e FERREIRA, Patrícia (2005) – A África e a Europa: Resolução de Conflitos, Governação e Integração Regional. Lisboa: Instituto Estudos Estratégicos Internacionais, ISBN 972-8109-34-2.

COUTO, Abel Cabral - Elementos de Estratégia, Volume I. Lisboa, Instituto de Altos Estudos Militares, 1988.

COUTO, Abel Cabral - Elementos de Estratégia, Volume II. Lisboa, Instituto de Altos Estudos Militares, 1989.

LOPES, Luís Ferreira; Santos, Octávio dos Santos (2006) – Os Novos Descobrimentos.1º ed, Coimbra:Ediçõse Almedina, Depósito Legal: 245722/06 MARCHUETA, Maria Regina, (2003). A CPLP e seu Enquadramento. 1º ed,

Lisboa, Instituto Diplomático, Ministério dos negócios Estrangeiros, ISBN: 972- 9245-36-3

MONJARDINO, Carlos Valente, (2002). A Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Lisboa: Academia Internacional da Cultura Portuguesa.29 − MOREIRA, Prof Dr. Adriano Alves, Oliveira, Embaixador aparecido de,

Ramalho, Dr Victor, 1999 – Seminário, A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, 1ª ed, Lisboa: Edições Atenas e Instituto de Altos estudos Militares NEY, Joseph S., Jr 2002. - Compreender os Conflitos Internacionais – Uma

Introdução à Teoria e à História. Lisboa, Gradiva,

QUIVY, Raymond e CAMPENHOUDT Luc Van, (2003). Manual de Investigação em Ciências Sociais.1º ed, Lisboa:Gradiva, ISBN 972-662-275-1 ROGEIRO, Nuno, 2002.Guerra em Paz – A Defesa Nacional na Nova Ordem

Mundial.1ºed, Lisboa: Hugin Editores, ISBN 972-794140-0 b. Contribuições em monografias electrónicas

HOLT, Victoria K. e SHANAHAN, Moira K. (2005) – African capacity-Building for Peace Operations: UN Collaborations with the African Union and

ECOWAS. Washington DC: The Henry L. Stimson Center, February 2005, Disponível em: http://www.stimson.org/fopo/pdf/African_Capacity-building.pdf

MEHARG, Sarah; ARNUSCH, Aleisha; MERRILL, Susan (Eds.) - Security Sector Reform: A Case Study Approach to Transition and Capacity Building. PKSOI Papers. Carlisle, PA: Strategic Studies Institute, January 2010. ISBN 1- 58487-418-[em linha] [consultado em 08 de Março]. Disponível em:

http://www.strategicstudiesinstitute.army.mil/pdffiles/PUB960.pdf

RABELO, Larissa 2007. Política externa brasileira: alguns fatos dos 1805 dias do governo Lula. [em linha] [consultado em 08 de Março]. Disponível em: http://www.pucminas.br/imagedb/conjuntura/CNO_ARQ_NOTIC20071219104 739.pdf?PHPSESSID=8737309bff60eede5fa975bb2e5dd367

− RABELO, Larissa 2008. Conselho Sul Americano de Defesa [em linha]

[consultado em 08 de Março]. Disponível em:

http://www.pucminas.br/imagedb/conjuntura/CNO_ARQ_NOTIC20080514103 654.pdf?PHPSESSID=f514db0840c85b9d0e5b43b935de35c4

SCHÜTZER, Herbert, 2007. A Política Externa Brasileira para A África Subsaariana: Assertativas Cooperativas e Conflitivas. [em linha] [consultado em 08 de Março] Disponível em:

http://www.santiagodantassp.locaweb.com.br/br/simp/artigos/schutzer.pdf c. Publicações em série electrónicas

CPLP, 2006. Pensar, Comunicar, Actuar em Língua Portuguesa - 10 Anos da CPLP, [em linha] [consultado em 08 de Março]. Disponível em:

http://www.cplp.org/Default.aspx?ID=104

THE MILITARY BALANCE, 2010. Annual Assessment Of Global Military Capabilities And Defense Economics. International Institute for Strategic Studies (IISS),[em linha] [consultado em 02 de Março], Disponível em:

http://dx.doi.org/10.1080/04597220903545767 d. Trabalhos

RAMALHO, Coronel José Luís Pinto Ramalho (1997/98). – O conceito de espaço estratégico de interesse nacional. TILD CSCD 2004/2005, IAEM, Lisboa.

e. Documentos Oficiais

− Actas das Conferências de Chefes de Estado e de Governo, [em linha]

[consultados]. Disponíveis em:

http://www.caecplp.org/quem_somos/index.html

− Actas das Reuniões de Ministros dos assuntos do mar da CPLP, [em linha]

[consultados]. Disponíveis em:

http://www.caecplp.org/quem_somos/index.html

− Actas das Reuniões de Ministros de Defesa da CPLP, [em linha] [consultados]. Disponíveis em: http://www.caecplp.org/quem_somos/index.html

− Actas das Reuniões de CEMGFA da CPLP, [em linha] [consultados]. Disponíveis em: http://www.caecplp.org/quem_somos/index.html

− Actas das Reuniões da DGPDN, [em linha] [consultados]. Disponíveis em: http://www.caecplp.org/quem_somos/index.html

− Actas das Reuniões do SPAD, [em linha] [consultados]. Disponíveis em: http://www.caecplp.org/quem_somos/index.html

− Anuário Estatístico da Defesa Nacional 2006, [em linha] [consultado em 08 de Março]. Disponível em:

http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/Defesa/Publicacoes/anuario_estatistico_2006.ht m

− CPLP 2006 – VI Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, Secretario Executivo, Bissau, 17 Julho de 2006, [em linha] [consultados]. Disponíveis em: http://www.cplp.org/

− Declaração Constitutiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, [em linha] [consultados]. Disponíveis em: http://www.cplp.org/

− Estatutos da CPLP (com as revisões de S Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) de 2 de Novembro de 2007, [em linha] [consultados]. Disponíveis em: http://www.cplp.org/

− Memorando de Entendimento entre o Secretariado Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a Comissão Europeia, [em linha]

[consultado em 12 de Fevereiro]. Disponível em:

PEREIRA, Domingos Simões, 2009. A importância Estratégica da CPLP no Mundo Global, (intervenção do Secretário executivo da CPLP no Fórum da lusofonia, em 21 de Janeiro de 2009 no Centro Cultural Mala Posta), [em linha]

[consultados]. Disponíveis em: http://www.cplp.org

− Protocolo de cooperação da CPLP no Domínio da Defesa, [em linha]

[consultados]. Disponíveis em: http://www.cplp.org/

− Relatório de CTM 2008 do Departamento de Cooperação Técnico- Militar/DGPDN/MDN

− Tratado Constitutivo da União de Nações Sul-Americanas, [em linha]

[consultado em 13 de Janeiro]. Disponível em:

http://www.mre.gov.br/portugues/imprensa/nota_detalhe3.asp?ID_RELEASE=5 466

− Uma Visão Estratégica para a Cooperação Portuguesa, [em linha] [consultado

em 14 de Fevereiro 2010]. Disponível em:

http://www.ipad.mne.gov.pt/images/stories/Publicacoes/Visao_Estrategica_edita do.pdf

f. Sites consultados

− Centro de Análise Estratégica/CPLP [em linha] [consultado em 4 de Janeiro]. Disponível em: http://www.caecplp.org/quem_somos/index.html

− Centro de Informação Europeia Jacques Delors [em linha] [consultado em 10 de Janeiro]. Disponível em:

http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe_area?p_sub=52&p_cot_id=79 9&p_est_id=2337

− CPLP [em linha] [consultado em 20 de Novembro]. Disponível em: http://www.cplp.org/

− EMGFA [em linha] [consultado em 18 de Dezembro]. Disponível em: http://www.emgfa.pt/

− IDN [em linha] [consultado em 12 de Dezembro]. Disponível em: http://www.idn.gov.pt/

− Instituto de Estudos Estratégicos Internacionais (IEEI) [em linha] [consultado em 12 de Fevereiro]. Disponível em:

− Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), [em linha]

[consultado em 8 de Dezembro]. Disponível em: http://www.ipad.mne.gov.pt/

http://hdr.undp.org/en/media/HDR_2009_EN_Complete.pdf

− MDN [em linha] [consultado em 18 de Dezembro]. Disponível em: http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/

− União Africana [em linha] [consultado em 21 de Fevereiro]. Disponível em: http://www.africa-union.org/root/au/index/index.htm

UN, 2009 Human Development Report [em linha] [consultado em 21 de Fevereiro]. Disponível em:

− Stockholm International Peace Researh Institute , SIPRI, [em linha] [consultado em 12 de Fevereiro]. Disponível em: http://www.sipri.org/

g. Artigos de publicações em série electrónicas

Jornal de Notícias, (2009). Suazilândia: Portugal é "um gigante da diplomacia em África" - MNE Suazi. [em linha] [consultado em 27 de Fevereiro]. Disponível em: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1505847

h. Normas

IESM. (2007b)). Norma de Execução Permanente nº 218, Trabalhos de Investigação. Instituto de Altos Estudos Militares, Lisboa.

Anexo A – Caracterização das FA dos países da CPLP

Angola  Brasil Cabo Verde Guiné Bissau Moçambique Portugal S T Príncipe Timor TOTAL Exército 100.000 190.000 1.000 4.000 **** 10.000 26.700 1.250 Marinha  1000 67.000 100 ** 350 200 10.540 82 Força Aérea 6000 70.710 100 100** 1.000 7100 Paramilitar 10.000 395.000 2000 47.700 Reserva 1.340.000 210.900 (N) TOTAL 107.000 327.710 1.200 4.450 11.200 44.340 42.340 1.332 EXÉRCITO MBT ‐ Main Battle Tank 300 219* 10 60 225 LT ‐ TK ( Carros Combate) 15 RECCE  600 408 10 10 30 40 APC ‐ Armoured Personnel Carrier 170 807 55 271 353 ACV ‐ Armoured Combat Vehicle  AIFV ‐ Armoured Infantry Fighting Vehicle  250 40 Artilharia (peças superiores a 100mm) 1.408 1.805 42 26 126 350 Helicópteros ( SPT e TRG) 79 MARINHA Air Craft ‐ carriers (porta aviões) 1 Submarinos SSK 5 1 Fragatas 10 12 Corvetas 5 7 Patrol and Coast Combatants (Navios de Patrulha Oceânicos) 9 35 3 2 5 18 2 Mines Warfare 6 Meios anfíbios (2 LSD, 1LS, 2 LSLH e 46 Craft) 50 1 (LCU) Meios Logisticos e de Apoio (AOR, AG, AH, Ak, AGOR, AGHS, AGS, ABU, ATF,  TPT E TRG 39 10 Aviação naval Aircraft  23 Helicóptero ( ASW,SPT,  TRG E Lynx)  67 5 Fuzileiros 15.520 1.430 LT TK  18 Reconhecimento 6 APC ‐ Armoured Personnel Carrier 35 20 AAV (Armoured Armed vehicle) 25 Artilharia (peças superiores a 100mm) 49 Força Aérea Aviões de Combate (FTR, FGA, RECCE, MP, ELINT, AEW, SAR, TKR, FGA E  TRG) 85 334 2 25

Outros aviões  344 4 (transporte) 5 (transporte) 88

Helicóptero SPT e UTL 69 93 3 (utilitários) 2 (transporte) 30

Rank Mundial (de acordo com o CIA fact Book) 13 5 152 44 149 72 147 SC * mais 220 a ser entrgues em 2010‐2011 ** Guarda Costeira *** Transporte **** Com tendência de redução SC ‐ Sem classificação (N) ‐ exército 210.000; marinha 900 (reserva até aos 35 anos de idade) Capacidades

 

Apêndice 1 – Órgãos da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa

São órgãos de direcção e executivos da Comunidade de Países da Língua Portuguesa: a Conferência de Chefes de Estado e de Governo; o Conselho de Ministros; o Comité de Concertação Permanente e o Secretariado Executivo. Além dos supracitados são também órgãos a Reunião dos Pontos Focais de Cooperação e as Reuniões Ministeriais.

A Conferência de Chefes de Estado e de Governo é constituída pelos Chefes de Estado e/ou de Governo de todos os Estados-Membros é o órgão máximo da CPLP reunindo-se de dois em dois anos. Tem como competências, definir e orientar a política geral e as estratégias da Comunidade e adoptar instrumentos jurídicos necessários para a implementação dos Estatutos82. As decisões da Conferência são tomadas por consenso e são vinculativas para todos os Estados-Membros.

O Conselho de Ministros é constituído pelos Ministros dos Negócios Estrangeiros e das Relações Exteriores de todos os Estados-Membros. Tem como competências: Coordenar as actividades; Supervisionar o funcionamento e desenvolvimento da CPLP; Definir, adoptar e implementar as políticas e os programas de acção; Aprovar o orçamento da CPLP e do IILP; Formular recomendações à Conferência em assuntos da política geral, bem como do funcionamento e desenvolvimento eficiente e harmonioso; Recomendar à Conferência o candidato para o cargo de Secretário Executivo; Eleger o Director Executivo do IILP; Convocar conferências e outras reuniões com vista à promoção dos objectivos e programas da