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BÖLÜM 2. HERMANN HESSE'NİN HAYATI, EDEBİ KİŞİLİĞİ VE

2.3. Hermann Hesse’nin Romanlarına Genel Bir Bakış

2.3.1. Hesse’nin 1904-1914 Yılları Arasında Yayınlanan Eseleri

2.3.1.3. Gertrud (1910)

O índice de estabilidade (Pf/Pi) variou com a altura pré-pastejo (P=0,0059) e com a interação altura pré-pastejo x dose de N x meses do ano (P=0,0057). De forma geral, pastos manejados a 25 cm de altura apresentaram índice de estabilidade próximo de 1 e com valores superiores àqueles de pastos manejados a 35 cm, particularmente quando estes foram adubados com 200 kg ha-1 de N nos meses de dezembro/09 a fevereiro/10 e com 50 kg/ha de N em março/10 (Tabela 12).

Tabela 12 - Índice de estabilidade (Pf/Pi) da população de perfilhos em pastos de capim-marandu submetidos a estratégias de pastejo rotativo e adubados com nitrogênio de dezembro de 2009 a março de 2010

Dose de nitrogênio (kg/ha)

Altura de entrada (cm) 50 200 Dezembro/09 (EPM= 0, 049) 25 1,00 AB’ 1,13 A’ 35 0,87 BC’ 0,82 C’ Janeiro/10 (EPM= 0, 049) 25 0,97 AB’ 1,09 A’ 35 0,86 BC’ 0,83 C’ Fevereiro/10 (EPM= 0, 049) 25 0,99 A’ 0,93 AB’ 35 0,88 AB’ 0,82 B’ Março/10 (EPM= 0, 049) 25 0,95 A’ 0,84 AB’ 35 0,79 B’ 0,95 A’

Médias de tratamento (dose/altura pré-pastejo) dentro de meses do ano seguidas de mesma letra maiúscula acrescidas de (‘) não diferem entre si (P>0,05). Valores entre parênteses correspondem ao erro padrão da média.

5 DISCUSSÃO

De forma geral, a densidade populacional de perfilhos (DPP) variou de conformidade com a disponibilidade de fatores de crescimento, aumentando do início até o final do período de avaliação (dezembro/09 a maio/10), porém com diferenças apenas entre a etapa inicial e intermediária do período de avaliação (Tabela 9). Os aumentos em DPP foram maiores nos pastos manejados a 25 cm relativamente àqueles manejados a 35 cm, e corresponderam a 70,2 e 37,1% da etapa inicial para a intermediária e 13,0 e 3,5% para a etapa final, respectivamente, o que gerou maior DPP nos pastos manejados a 25 cm somente no final do experimento. Esse padrão de resposta está associado à variação na disponibilidade de fatores climáticos ao longo da estação de crescimento (Figuras 1 a 4), sendo que a magnitude da variação foi determinada pelo tratamento de pastejo imposto. Segundo Langer (1963), variações climáticas relacionadas com as épocas do ano são determinantes para o padrão de perfilhamento, uma vez que este é afetado significativamente pela disponibilidade de fatores como luz, água, temperatura e nutrientes, especialmente o nitrogênio. Pastos manejados a 25 cm foram pastejados mais frequentemente (Figura 12) e com períodos de ocupação mais curtos (Figuras 10 e 11) que aqueles manejados a 35 cm, o que resultou em maior número de ciclos de pastejo (Tabela 4) e possibilitou melhores condições de perfilhamento seguramente associadas com ambiente luminoso de melhor qualidade. Pastos manejados com maior intervalo de desfolhação (Figura 12) e elevada altura (Figura 8) e massa de forragem pré-pastejo (Tabela 5), como os manejados a 35 cm, normalmente apresentam menor DPP que pastos manejados com desfolhações mais freqüentes e menor altura e massa de forragem pré-pastejo (MATTHEW et al., 2000), o fato estando relacionado com a qualidade do ambiente luminoso no interior do dossel (GAUTIER, 1999). A luz é um recurso crítico para o crescimento das gramíneas forrageiras, uma vez que sua produção é determinada pela interceptação da radiação fotossinteticamente ativa (RFA- 400-700 nm) e de sua distribuição no interior do dossel forrageiro (PEARSON; ISON, 1997). Dessa forma, tanto a qualidade quanto a quantidade de luz existente no interior do dossel podem ter sido determinantes para o

padrão de resposta observado nos pastos manejados a 35 cm. Sob condições de pastejo rotativo, gramíneas forrageiras tropicias, a partir de 95% de interceptação de luz durante a rebrotação, apresentam redução do alongamento de folhas e aumento do alongamento de colmos e de senescência (DA SILVA; NASCIMENTO JÚNIOR, 2007), indicando claramente competição acirrada por luz a partir dessa condição de dossel, afetando os processos de aparecimento e morte e, consequentemente, a densidade populacional de perfilhos nos pastos (DA SILVA et al., 2008). Para o capim-marandu, essa condição de pasto corresponde a altura pré-pastejo de 25 cm (TRINDADE et al., 2007), indicando que as respostas medidas em DPP em condições de experimento de pastejo de larga escala seguem o mesmo padrão daquelas medidas em condições de piquete (GIACOMINI et al., 2007; SBRISSIA; DA SILVA, 2008).

As avaliações de demografia do perfilhamento revelaram que a mortalidade de perfilhos permaneceu relativamente estável ao longo do período experimental, com maiores valores registrados nos pastos manejados a 35 relativamente àqueles manejados a 25 cm, a diferença variando de 45 a 67% de Dez/09 a Mar/10 para a dose de 50 kg ha-1 de N e decrescendo de 110 em Dez/09 para 7% em Mar/10 para a dose de 200 kg ha-1 de N (Tabela 11). Em função da drástica redução em mortalidade no tratamento 35/200 no final do experimento, em Mar/10 o contraste ficou somente entre o tratamento 35/50 e aqueles de altura pré-pastejo 25 cm (25/50 e 25/200). No início de cada estação de crescimento o processo de perfilhamento é intensificado, sendo que os perfilhos surgidos são predominantemente basais (GIACOMINI et al., 2007; SBRISSIA et al., 2010). Perfilhos desse tipo apresentam alongamento significativo de colmos quando os pastejos são realizados na condição de máxima IL pré-pastejo (GIACOMINI et al., 2007), o que favorece a decapitação de seus meristemas apicais e resulta em maior mortalidade de perfilhos relativamente à condição em que os pastejos são realizados com 95% de IL, além de favorecer maior aparecimento de perfilhos aéreos nos colmos decapitados, especialmente durante épocas de desenvolvimento reprodutivo (GIACOMINI et al., 2007; SBRISSIA et al., 2010). Os menores valores de relação folha:colmo pós-pastejo nos pastos manejados a 35 relativamente àqueles manejados a 25 cm (Tabela 8), apesar das maiores alturas e massa de forragem pós- pastejo (Tabelas 5 e 6), são indicativos de menor índice de área foliar remanescente, ou

seja, maior severidade de desfolhação e maior presença de substrato para o desenvolvimento de perfilhos aéreos (colmos decapitados). O fato, associado a valores inicialmente baixos de DPP (765 e 864 perfilhos m-2 para pastos manejados a 25 e 35

cm, respectivamente; (Tabela 9), explica a menor mortalidade de perfilhos nos pastos manejados a 25 cm, uma vez que sob aquelas condições o alongamento de colmos é pequeno (ZEFERINO, 2006) e o aumento em número de perfilhos ocorre, primeiramente, como forma de diminuir o espaço entre plantas e aumentar a ocupação da área antes de contribuir para o aumento em altura dos pastos (DA SILVA et al., 2008). Isso se dá seguramente por meio de perfilhos pequenos (GIACOMINI et al., 2007) e com meristemas apicais posicionados abaixo da altura de pastejo relativamente aos pastos manejados a 35 cm. Somente em março de 2010, época de desenvolvimento reprodutivo e florescimento, é que nos pastos submetidos ao tratamento 35/200 houve variação nesse padrão de resposta, situação em que provavelmente havia maior proporção de perfilhos aéreos favorecida pela decapitação de meristemas reprodutivos e maiores alturas pós-pastejo sob aquelas condições (Figura 2). Os perfilhos aéreos são posicionados mais próximos dos colmos dos perfilhos que lhes dão origem, sendo mais difícil a decapitação de seus meristemas apicais, fato que deve ter resultado na menor mortalidade de perfilhos registrada para o tratamento 35/200 naquela época do ano. Provavelmente, se as avaliações tivessem prosseguido por mais tempo, padrão análogo de resposta teria sido observado para o tratamento 35/50, uma vez que as mesmas condições e características estruturais dos pastos foram geradas relativamente ao tratamento 35/200 (Figura 2 e tabelas 3 e 4), a única diferença sendo a velocidade de ocorrência dos eventos, ou seja, o timing da decapitação de meristemas reprodutivos, conseqüência das doses de N utilizadas. Por outro lado, o aparecimento de perfilhos permaneceu estável durante os dois primeiros meses do período experimental (Dez/09 e Jan/10), com diferenças entre alturas pré- pastejo se manifestando somente a partir de fevereiro de 2010 (Tabela 7). Redução em aparecimento de perfilhos ocorreu inicialmente nos pastos manejados a 25 cm, em Fev/10, quando as taxas foram 42% menores em relação àquelas de pastos manejados a 35 cm. Em Mar/10 o aparecimento de perfilhos continuou a diminuir nos pastos manejados a 25 cm e também naqueles manejados a 35 cm (redução de 17,8 e 25,0%

para 25 e 35 cm em relação a fevereiro, respectivamente). O desenvolvimento reprodutivo do capim-marandu inicia-se normalmente em fevereiro e atinge seu máximo em março (CAMINHA et al., 2010), fato que sugere decapitação de meristemas reprodutivos logo no início, em fevereiro, nos pastos manejados a 25 cm relativamente àqueles manejados a 35 cm, conseqüência da maior freqüência de desfolhação sob aquelas condições. Novamente o aspecto central seria o timing da desfolhação de perfilhos reprodutivos que, neste caso, foi função basicamente do intervalo de pastejo resultante das metas de manejo avaliadas (Figura 12). No caso de decapitação precoce ocorrida nos pastos manejados a 25 cm, a produção de perfilhos aéreos é pequena porque o alongamento de colmos é pequeno (ZEFERINO, 2006; GIACOMINI et al., 2007), o que, em associação com redução em fatores climáticos de crescimento (Figuras 1 a 4), gera condições pouco propícias para o perfilhamento aéreo e explica a contínua redução em aparecimento de perfilhos até o final do experimento. No caso de decapitação tardia ocorrida nos pastos manejados a 35 cm, havia a presença de colmos decapitados fornecendo condições para a produção de perfilhos aéreos que, apesar de menores e pouco longevos (GIACOMINI et al., 2009), contribuíram para amenizar a redução em aparecimento de perfilhos sob aquelas condições de manejo.

A análise conjunta dos resultados de aparecimento e morte de perfilhos sugere importância relativa maior do aparecimento na determinação dos padrões demográficos de perfilhamento dos pastos, uma vez que foi essa característica a mais responsiva aos tratamentos avaliados, determinando o balanço entre aparecimento e morte de perfilhos (Figura 14) e interferindo com o índice de estabilidade dos pastos (Tabela 12). De forma geral, nos meses de Dez/09 e Jan/10 a densidade populacional de perfilhos aumentou de forma mais pronunciada nos pastos manejados a 25 cm, uma vez que foi nessa condição que o balanço entre aparecimento e morte de perfilhos foi maior, especialmente para a dose de 200 kg ha-1 de N (Figura 14). Nos pastos manejados a 35 cm o balanço foi positivo, porém próximo de zero, o que gerou aumentos pequenos em DPP relativamente àqueles registrados nos pastos manejados a 25 cm (Tabela 9). A partir de Fev/10, o saldo praticamente nulo do balanço entre aparecimento e morte de perfilhos indica que ocorreu estabilização da DPP nos pastos submetidos ao tratamento 25/200, fato que não ocorreu naqueles submetidos ao tratamento 35/50, provavelmente

em função da menor velocidade de crescimento e de perfilhamento, sugerindo, novamente, o efeito dos tratamentos no timing das respostas e não na modificação das respostas em si. Em Mar/10 os saldos se tornam praticamente muito próximos de zero ou negativos, indicando início de processo de morte de perfilhos dependente de densidade populacional, uma vez que fatores de crescimento começam a se tornar limitantes e, como conseqüência, inicia-se processo de redução da população de perfilhos ao longo do próximo período seco (outono, inverno e início de primavera), completando o ciclo anual de variação com baixos valores de densidade populacional no final da primavera seguinte. Exceção foi o tratamento 35/200, cujo balanço ainda foi positivo, provavelmente em função de maior aparecimento de perfilhos aéreos como discutido acima. Esses resultados corroboram aqueles de índice de estabilidade (Tabela 12), que revelaram o mesmo padrão de resposta.

6 CONCLUSÕES

 Avaliações de densidade populacional de perfilhos e da dinâmica do perfilhamento em experimentos de pastejo de larga escala contribuem com informações adicionais importantes e complementares àquelas de produção de forragem e desempenho animal para a definição de estratégias de manejo do pastejo, uma vez que fornecem informações sobre a estabilidade da população de plantas contribuindo para redução do risco de degradação dos pastos

 A melhor estratégia de manejo foi aquela caracterizada pela altura pré-pastejo de 25 cm, independente da dose de N utilizada, fato que realça a importância da colheita adequada e eficiente da forragem produzida antes do uso da adubação nitrogenada.

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