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Bu telafi edici güvence Koduna çağdaş metinlerin iddia ve tartışmalarından çok retorik yapılarında rastlanır. Kuramlar ontolojik güvence veren bir retorik d e

B. ÖZGÜRLÜK VE BAĞIMLI BELİRSİZLİK

1. Bu telafi edici güvence Koduna çağdaş metinlerin iddia ve tartışmalarından çok retorik yapılarında rastlanır. Kuramlar ontolojik güvence veren bir retorik d e

Princípio da legalidade tributária: O princípio ora em destaque

preconiza que nenhum tributo pode ser majorado ou instituído sem que isto se dê por intermédio de lei.

Por outro giro, só é lícito e possível criar novel texto positivo de índole tributária, tampouco majorar a base de cálculo ou a alíquota, o consoante os critérios da Regra Matriz de Incidência Tributária - RMIT implicaria num notável aumento da carga tributária de determinado tributo, por intermédio de lei regularmente instituída.

Por isso, então, o princípio da legalidade tributária é possivelmente visto sob os aspectos que da legalidade formal e material.

No que toca à legalidade formal, a regra tributária há de ser inserta no ordenamento jurídico positivo, atentando aos trâmites instituídos, e por isso necessários, para sua ponência no sistema.

Concernente à legalidade, no que diz respeito ao seu aspecto material, que, notemos, é a concretização do princípio da tipicidade tributária, percebe- se que há uma imposição apontando pão o sentido em que a lei tributária deve trazer especificado todos os elementos que descrevem o fato jurídico, bem como os elementos que prescrevam o conteúdo da relação obrigacional.

É neste sentido, inclusive, que Mizabel Derzi78, leciona quando da atualização que efetuara na obra de Aliomar Baleeiro:

"Ora, os arts. 150,I e 5º, II, da Constituição vigente, referem-se à legalidade, como princípio necessário à instituição e majoração de tributos, tanto do ponto de vista formal – ato próprio, emanado do poder legislativo – como do ponto de vista material, determinação

78 BALEEIRO, Aliomar. Limitações Constitucionais ao poder de tributar. Editora Forense, 7ª Edição revista e atua.por DERZI, Mizabel, Rio de Janeiro, página 34.

conceitual específica, dada pela lei aos aspectos substanciais dos tributos, como hipótese material, espacial e temporal, conseqüências obrigacionais, como sujeição passiva e quantificação do dever tributária, alíquotas e base de cálculo), além das sanções pecuniárias, dos deveres acessórios, da suspensão, extinção e exclusão do crédito tributário." (Grifos postos)

Com efeito, mister se faz destacar que há exceções no que toca a observância do princípio em debate. Em casos específicos, em detrimento de um caráter urgencial, este primado deixa de ser uma exigência constitucional e, por isso, é retirado posto que, se assim não fosse, mostrar-se-ia como um óbice à resolução da alardeada situação de urgência.

A guisa de exemplo, tragamos a colação o empréstimo compulsório.

Como se sabe, a referida modalidade de tributo há de ser instituído, apenas e tão somente, em caso de guerra externa em que o Brasil configure como participante desta e em casos de evidente calamidade pública.

Nestes casos o Poder Executivo tem a prerrogativa de, dentro dos limites constitucionais que lhe são impostos, alterar as alíquotas dos impostos de importação e exportação, por exemplo.

Percebamos que estamos, in casu, diante de uma exceção ao princípio em tela que, entretanto, não se opera acriteriosamente. Não. Observa, sobretudo uma real necessidade advinda de situação que exige tomada de iniciativas urgentes e extremas.

Afora questões deste porte, a observância deste primado constitucional mostra-se de absoluta obrigatoriedade.

O princípio da irretroatividade tributária: Nossa Lei Maior em

seu artigo 150, inciso III, alínea a, enunciaque:

“(...)

Art. 150.Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios:

(...)

III- cobrar tributos:

a)em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado;

(...)"

Princípio da capacidade contributiva: Trata-se de um primado

que se encontra alocado no artigo 145, § 1º da Constituição Federal:

"(...)

Art.145.(...)

§1º.Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais me nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.

De inconteste percepção, o princípio em destaque tem o fito de impor uma carga tributária eficiente a ponto de permitir que o Estado garanta suas necessidades de índole econômica, e, em contraponto, que possibilite aos contribuintes arcar com o ônus tributário sem que percebam seus recursos básicos exauridos além do devido.

Inclusive, se buscarmos as acepções semânticas do vocábulo “capacidade”, notaremos que, dentre várias possibilidades, percebe a significação de qualidade de satisfazer a certo fim; qualidade de satisfazer a certo fim.

De se notar, o princípio da capacidade contributiva é uma extensão do princípio da isonomia preteritamente ressaltado, todavia, operando, doravante, no Direito Tributário.

Princípio da pessoalidade dos impostos: Disposto, de igual

sorte, no artigo 145, § 1º da Constituição Federal, ao lado do princípio da capacidade contributiva, determina que:

"(...)

Art.145.(...) (...)

§1º.Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais me nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.

No enunciado prescritivo acima transcrito, o constituinte procurara salientar a necessidade de se tributar determinado indivíduo consoante suas características pessoais, não se transferindo, pois, este encargo a terceiros.

Princípio da isonomia tributária: O presente princípio mostra-

se esculpido no artigo 150, inciso II, da nossa Lei Maior, nos seguintes termos:

"(...)

Art.150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios:

(...)

II – Instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos.

(...)"

Assim como o princípio da capacidade contributiva, é, também, uma extensão do princípio da isonomia, porém, inclinado especificamente para o Direito Tributário.

Urge alvitrar, neste momento, que parte de doutrinadores e articulistas são claros em criticar o constituinte alegando que, por conta da repetição do princípio em voga, o texto tornara-se redundante, e, por conta disso, inócua tal repetição.

De certa parte, as referidas críticas procedem. Realmente há uma repetição principiológica neste sentido.

Todavia, dizer que chegam ao nível da inocuidade, ao nosso ver, extrapassa os limites da coerência.

Se admitimos que há uma hierarquia entre princípios e, por assim ser, se espraiam por todo sistema, partindo do píncaro do sistema até suas bases, nada mais lógico que os princípios atinentes e exclusivos de cada segmento do Direito Positivo, de certa forma, tragam repetições ou reedições daqueloutros.

É uma justa obediência aos primados de maior grau de relevância.

Princípio do não-confisco: Nossa Lei Magna determina,

conforme artigo 150, inciso IV, o denominado princípio do não-confisco. Vejamo-lo:

“(...)

"Art.150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios:

(...)

IV – É vedado utilizar tributo com efeito de confisco. (...)"

Conquanto pareça evidente, havemos de, exordialmente, chamar atenção para o fato de que o impedimento trazido pelo artigo acima sublinhado é genérico. Destarte, aplicável não só a impostos e sim a todos os tipos de tributos.

Princípio da generalidade, progressividade e uniformidade sobre a renda: Alocado no artigo artigo153, § 2º da Constituição Federal, preconiza

que:

"(...)

Art.153. Compete à União instituir impostos sobre: (...)

§2º.O imposto previsto no inciso III:

I – será informado pelos critérios da generalidade, da universalidade e da progressividade.

(...)"

Concussando nossa Carta Magna, notamos que a progressividade está posta no fato de que quando há a elevação do valor do objeto a ser tributado, a sua alíquota cresce.

Se atentarmos ao outrora destacado princípio da isonomia, que determina que, para que se haja igualdade, devemos tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual, perceberemos que a progressividade dos tributos da qual agora falamos, é a única fórmula que possibilita a concretização da pessoalidade dos impostos, que, notemos, traduz-se na observância da capacidade contributiva dos sujeitos passivos da relação tributária e, por via lógica, na obediência do princípio da isonomia.

Princípio da progressividade sobre a propriedade territorial urbana ou rural: Encontra-se gravado nos artigos153, §4º e 156, §1º, da Lei Maior da

seguinte maneira:

"(...)

(...)

§4º O imposto previsto no item VI terá suas alíquotas fixadas em lei de forma a desestimular a manutenção de propriedades improdutivas e não incidirá sobre pequenas glebas rurais, definidas em lei, quando as explore, só ou com sua família, o proprietário que não possua outro imóvel.

(...)”

“(...)

Art.156.Compete aos municípios instituir imposto sobre:

§1º.O imposto previsto no inciso I poderá ser progressivo, nos termos da lei municipal, de forma a assegurar o cumprimento da função social da propriedade.

(...)"

Trata-se dos mesmos conceitos atinentes ao princípio predecessor, advertindo-se, contudo, que o princípio em tela traz de forma clara uma função extra- fisca.

Princípio da vedação de criação de impostos federais novos cumulativos ou que tenham a mesma base de cálculo ou fato gerador daqueles previstos na Constituição: Nosso Texto Supremo Constituição obsta a cobrança de

tributos que se cumulem ou que observem a mesma base de cálculo ou hipótese de incidência de imposto com previsão constitucional.

Uma série infindável de princípios poderia ser trazida à tona. O que importa destacar, todavia, é verificar a função basilar que desempenham. Dão fundamento de validade para normas que formam nosso Direito Posto.

Nota-se, também, que se postam como uma colcha de retalhos. São concatenados e, por isso, se completam. Nesse diapasão, a ofensa direta de um desses, implica, necessariamente, a agressão indireta de outros.

Desta forma, inobservar um dos princípios jurídicos, resulta na desobediência de todo um sistema principiológico. E isso se dá em qualquer escala de hierarquia.