3.3. Veri Toplama Araçları
3.3.1. Bilişim Teknolojileri (BT) Yeterlilikleri Anketi
32 reforma curricular do curso de Pedagogia quando passa a oferecer formação complementar em EJA; Políticas públicas, movimentos sociais e cidadania e Fundamentos teórico-‐ metodológicos da educação popular. A partir de 2009 apresenta no currículo da Pedagogia as disciplinas de 60h/a: Organização de Educação de Jovens e Adultos; Metodologia da Alfabetização de Jovens e Adultos e Prática em Educação de Jovens e Adultos. Mantém, desde 1987, o Programa de Educação Básica, nos níveis Fundamental e Médio, para funcionários da UFMG e da comunidade em geral coordenado pelo Núcleo de Educação de Jovens e Adultos da UFMG (NEJA). Os educadores são alunos da UFMG dos cursos de Licenciatura. O NEJA presume que o Programa avalia no processo e certifica a conclusão da Educação Básica a cerca de 500 alunos por ano.
ii. Critério de escolha dos Projetos
De posse da resposta das dezenove IES a Equipe de Pesquisa verificou que duas delas desenvolvem projetos de EJA com regularidade antes mesmo de marcos legislativos garantidores da EJA – Constituição de 1988 e LDB 9.934/1996. Esta revelação, por si só, já daria bons questionamentos: Sob quais pressupostos são criados esses Projetos de EJA? Que desafios enfrentam? Como organizam a formação dos educadores? E, o fato de o Projeto anteceder às normativas seria um critério válido. Um Projeto viria em 1990 como demanda de movimento social.
Os Projetos acontecem em três regiões diferentes: Sudeste, Centro-‐Oeste e Nordeste. Outro ponto de interesse: ampliar o debate com experiências regionais a fim de evitar centralidade no olhar. Faltaria contemplar outras duas regiões brasileiras. Os dados vindos das regiões Norte e Sul não revelaram projetos de EJA constantes e longevos nas IES. Daí, buscamos ações fora da ambiência universitária. O resultado apontou uma experiência gaúcha longeva, constante e política de estado. Esta ação se desenvolve em Porto Alegre e tem recebido estudos e pesquisas pelas suas características ímpares de atendimento ao jovem e ao adulto da EJA enquanto política pública. É o caso do Centro Municipal de Educação do Trabalhador Paulo Freire. Vale ressaltar que todos os Projetos organizam e asseguram dentro do próprio Projeto formação aos educadores. Fator decisivo na escolha dos estudos de caso da pesquisa anterior.
33 Escolhidas as experiências, esforços foram evidados pelo Grupo de Pesquisa em reunir todo material disponível sobre elas, acadêmico ou não. Nesta fase de aprofundamento da pesquisa recolhi e completei os dados disponíveis no Relatório de Pesquisa. A partir daí, elaborei o quadro demonstrativo abaixo.
Quadro 3: Dados gerais do PROEF-‐ 2
UFMG/PROEF-‐2 (Criado em 1986)
Referência Centro Pedagógico da UFMG. Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 -‐ Pampulha, Belo Horizonte.
(31) 3409-‐5187
Tempo de aula Aulas de 2a a 5a nos horários das 17h50 às 21 horas ou das 18h50 às 22horas. As 6as-‐feiras acontecem as reuniões gerais, por área e por turma (6 horas semanais de formação).
Educando Funcionários do CAMPUS da UFMG e comunidade em geral.
Educador Aluno das Licenciaturas da UFMG.
Formação Inicial
Continuada: geral, por turma e por área. Política
compensatória
Políticas de alimentação: possui janta.
Bolsa/Salário Educadores recebem mensalmente uma bolsa de extensão de R$ 360,00.
Recurso didático Recursos didáticos: vídeos, músicas, slides.
Livros Não possuem livro didático fixo. Elaboração de acordo com as demandas dos alunos.
Espaços Acesso a outros espaços além da sala de aula: biblioteca, sala de informática, auditório, pátio.
Relação família/escola
Excursões e festas com participação da família.
Produção Monografia Dissertação
Tese Artigos Fonte: Equipe de Pesquisa, 2012.
Quadro 4: Dados gerais do UnB/Paranoá UnB/Paranoá (Criado em 198640)
Referência Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá (CEDEP): e-‐mail: [email protected] Quadra 19, Conjunto D, Área Especial n° 01,
Paranoá, Brasília-‐DF, CEP: 71570-‐090 Telefone: (61) 39017562/
39017566/ 39017561
40
34 Grupo de Ensino, Pesquisa, Extensão em Educação Popular e Estudos Filosóficos e Histórico-‐Culturais (GENPEX): Sala 11, Faculdade de Educação, Universidade de Brasília Campus Universitário Darcy Ribeiro Asa Norte, Brasília-‐DF CEP: 70910-‐900.
e-‐mail: [email protected]
Tempo de aula Aula de 2a à 5a-‐feira, com duas horas de duração e às 6as-‐feiras ficam, destinadas para os Fóruns, reuniões de planejamento e estudos só para alfabetizadores.
Educando Moradores da Vila Paranoá.
Educador Agentes sociais moradores do Paranoá, educadores das redes públicas de ensino
Formação Inicial e continuada. Fóruns com educandos às 6as feiras para elaboração dos planos de aula semanais.
Política compensatória
Políticas de alimentação: não possui.
Bolsa/Salário Educadores são voluntários e não recebem nenhuma ajuda de custo ou bolsa.
Recurso didático Recursos didáticos: não muito além de xerox de atividades.
Livros Não possuem livro didático fixo. Elaboram de acordo com as demandas dos alunos.
Espaços Acesso a outros espaços além da sala de aula: não vivenciamos todos os espaços. Não sabemos dizer.
Relação família/escola
Excursões e festas com participação da família. Produção Monografia Dissertação, Tese, Artigos
Vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=L3DL9awclsQ) Fonte: Equipe de Pesquisa, 2012.
Quadro 5: Dados gerais do CMET Paulo Freire
CMET Paulo Freire (Criado em 1989) Referência Rua Jerônimo Coelho, 254 -‐
Centro, Porto Alegre / RS
(51) 3227-‐4365
Tempo de aula Manhã: 08:00 às 11:45. Tarde: 13:45 às 18:00, Noite: 18:45 às 22:00.
Educando Incluem-‐se jovens e adultos com necessidades educativas especiais desde 2000.
Educador Educadores da rede municipal de educação
Formação Continuada, em serviço, algumas junto aos educadores da rede municipal e outra semanal com a coordenação do CMET.
35 compensatória
Bolsa/Salário Remuneração de acordo com o piso municipal Recurso didático Recursos didáticos: vídeos, músicas, slides.
Livros Não possuem livro didático fixo. Estão sempre produzindo de acordo com as demandas dos alunos, inclusive em Braille.
Produziram Palavra de Trabalhador
Espaços Acesso a outros espaços além da sala de aula: biblioteca, sala de informática, auditório.
Relação família/escola
Excursões e festas com participação da família. Produção Monografia, Dissertação, Tese, Artigos
Fonte: Equipe de Pesquisa, 2012.
Quadro 6: Dados gerais do UFPB/Zé Peão UFPB/Zé Peão (Criado em 1990) Referência João Pessoa/ UFPB
Jardim Luna, Manaíra, Bairro São José, Cabo Branco, Bessa e Geisel em João Pessoa, Intermares e Cabedelo (bairros onde há salas do Projeto Escola Zé Peão) em 2010.
SINTRICOM/ CUT (83) 3221-‐1807 Projeto Escola Zé Peão (83) 3216-‐ 7687
Tempo de aula 2a a 5a, no horário das 19h00 às 21h00 horas.
Sexta-‐feira é para reuniões de coordenação e formação. Educando Trabalhador da construção civil de João Pessoa.
Educador Licenciando da UFPB, (preferência do Curso de Pedagogia) Formação Inicial: como parte do processo seletivo do educador.
Continuada Política
compensatória
Políticas de alimentação: não possui no momento. Os operários jantam na obra mesmo.
Bolsa/Salário Educadores recebem mensalmente uma bolsa de R$ 250,00, paga pelo SINTRICON e quando da parceria com o Projeto Brasil Alfabetizado.
Recurso didático Recursos didáticos: variados (xerox de atividades, livros, vídeos, ábaco, calculadora, etc.).
Livros Não possuem livro didático fixo. Estão sempre produzindo de acordo com as demandas dos alunos. Produziram: Benedito: um homem da construção (1995) e Aprendendo com o trabalho (1995).
Espaços Acesso a outros espaços além da sala de aula: biblioteca, sala de informática, auditório.
Relação família/escola
Excursões e festas com participação da família. Produção Monografia Dissertação, Tese, Artigos
Vídeo http://www.sintricomjp.com.br/index/escolazepeao Fonte: Equipe de Pesquisa, 2012.
36
O momento em que surgem os Projetos é significativo e ponto de convergência entre eles, pois, a reivindicação pela escolarização se repete no PROEF, Zé Peão e Paranoá. O CMET Paulo Freire, mesmo que não seja uma reivindicação do educando ou do movimento social, pode-‐se dizer que há uma reivindicação, quando educadores da Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre se mobilizam em torno da EJA e iniciam o -‐ SEJA -‐ Serviço de Educação de Jovens e Adultos dentro da Secretaria Municipal. Soares41 lembra que;
A origem de cada uma das propostas é marcada por algumas convergências: as quatro nasceram praticamente no mesmo período, final da década de 1980 e início da década de 90. O contexto daquele momento foi de resistência e de conquistas, em que a sociedade esteve mobilizada em prol da redemocratização, cujo auge foi a Constituição de 1988.
A experiência de trabalho na região Metropolitana de Belo Horizonte no início dos anos de 1980 levou Soares42 a ter contato com o intenso movimento comunitário de Ibirité por intermédio da Federação das Associações Comunitárias de Ibirité (FACI) que agrupava 30 associações de bairros. Nas várias frentes de trabalho da Associação havia uma de educação de adultos, Projeto Supletivo, a qual o autor fez parte. De maneira semelhante, a atuação dos movimentos sociais se faz presente no Projeto Paranoá e na Escola Zé Peão e vai impulsionar a luta pelos direitos sociais. Em se tratando de resistências e conquistas, outro ponto em comum aos Projetos é a importância do saber ler e escrever para a efetivação da luta cotidiana, pessoal e/ou coletiva. Reis43 ajuda a entender a questão da seguinte maneira;
Nesse movimento de construção da história, a alfabetização de jovens e adultos se colocava como necessária ao fortalecimento da luta coletiva. É quando esses grupos recorrem à Universidade de Brasília e buscam nessa instituição o apoio necessário aos seus objetivos: ler, escrever e calcular e, simultaneamente, buscar soluções para os problemas do Paranoá e, posteriormente, do Centro de Cultura e Desenvolvimento Popular do Paranoá -‐ CEDEP.
As singularidades da luta de cada Projeto aparecem nas propostas das Universidades, do CMET Paulo Freire, da Escola Zé Peão e no PROEF-‐2 ora mais ora menos evidente. Ao
41
Leôncio Soares. As especificidades na formação do educador de jovens e adultos: um estudo sobre propostas de EJA, 2011, p.310.
42
Leôncio Soares. Do direito à educação à formação do educador de jovens e adultos, 2005, p.274.
43 Renato Hilário dos Reis. A constituição do sujeito político, epistemológico e amoroso na alfabetização de jovens e adultos,
37 longo da trajetória de conquistas e recuos, às vezes não está visível o processo de negociação das realidades dos Projetos.
iii. Os sujeitos
A população base entrevistada foi estabelecida pela Equipe de Pesquisa segundo alguns critérios objetivando uma coleta de dados para análise qualitativa que desse conta de verificar quem são os sujeitos envolvidos com o Projeto, qual a inserção deles no campo da EJA e, sobretudo como percebem o processo de formação. Os critérios, criados a priori, estabeleciam que os sujeitos da amostra seriam coordenadores, educadores e educandos – atuais e egressos – dos Projetos. Acrescento ao relatório final da segunda pesquisa que o grupo de educadores se apresenta em consonância com o Projeto: graduandos da Pedagogia e das Licenciaturas no Projeto Escola Zé Peão e no PROEF-‐2; agentes sociais no Projeto Paranoá e professores concursados no CMET Paulo Freire e, que as IES (UFPB e UnB) fazem a coordenação do Projetos de forma colaborativa com outra instituição – sindicato e associação de moradores. Com isso, percebo nas entrevistas o interesse da Equipe de Pesquisa em abranger o maior número possível de envolvidos das várias instituições com os Projetos. Os quadros abaixo buscam retratar essa realidade.
Quadro 7: Entrevistas realizadas no PROEF-‐2
Nome Formação/Atividade Entrevista
Gustavo Educador. Licenciando em Teatro, 7º período. Primeiro contato com a
EJA. 2011
Vinicius Educador. Licenciando em Teatro, 5º período. Está a 1 ano no projeto. 2011 Érica Educadora. Licencianda em Matemática – 8º período. Primeira
experiência em EJA. 2011
Juliana
Coordenadora. Licenciada em Matemática. Mestrado em Educação. Coordenadora de área (Matemática). Atua como professora do Centro Pedagógico da UFMG (CP) e como Coordenadora do 2º ciclo da manhã. Desde 2005 trabalha com a EJA.
2011
Edna
Coordenadora. Licenciada em Letras. Mestre em Linguistica e Doutora em Educação. Coordenadora Geral do PROEF-‐2. Coordenadora da Área de Inglês. Coordenadora de equipe.
2011
Conceição
Coordenadora. Professora da FaE /UFMG. Desde 1993 na EJA. Coordenadora do Programa de Educação de Jovens e Adultos da UFMG (PEJA) e Coordenadora de equipe.
2011
Ricardo Coordenador. Licenciado em Artes Cênicas. Professor UFMG.
Coordenador da Área de Teatro. 2011
38 Biológicas. Trabalho no CP em 1990. Ex-‐coordenador do PROEF-‐2.
Leonor Ex-‐coordenadora. Licencianda em Letras. Primeira Coordenadora do
PROEF-‐2. 2011
Fátima Educanda. 50 anos. Casada e tem 2 filhos. Natural de Goiás. Tinha
experiência escolar anterior. Formou-‐se no Ensino no PROEF-‐1/UFMG. 2011 Andréia Educanda. 39 anos. Natural de Belo Horizonte. Manicure. Parou de
estudar na 7a série. Retornou após 20 anos. 2011
Bety
Educanda. 70 anos. Viúva. 3 filhos. Natural de Santa Bárbara. Aposentou-‐se como auxiliar de enfermagem após 33 anos de trabalho no Ministério da Saúde. É voluntária da Cruz Vermelha.
2011
Mário César
Educando. 48 anos. Natural de Brasília. Trabalhador autônomo – bombeiro eletricista e auxiliar administrativo em Cursinho Preparatório. Interrompeu os estudos na 8a série.
2011
Maura
Ex-‐educanda. Solteira. 58 anos. Natural de Belo Horizonte. Trabalha na Escola de Belas Artes há 32 na sessão de pessoal. Formou-‐se no Ensino Fundamental PROEF-‐1 e 2 e depois no PEMJA/UFMG.
2011
Ivone
Ex-‐educanda. 86 anos. Viúva com 6 filhos. Natural de Santa Bárbara. Aposentou-‐se pela Prefeitura de Santa Bárbara e mudou-‐se para Belo Horizonte. Formou-‐se no Ensino Fundamental PROEF-‐2 e no PEMJA/UFMG.
2011
Maria da Conceição
Ex-‐educanda. 62 anos. Trabalha na UFMG há 32 anos. Formou-‐se no PROEF-‐1 e 2 e no PEMJA/ UFMG. Ganhou uma bolsa de estudos para o cursinho pré-‐vestibular da UFMG. Passou no vestibular do Centro UNI-‐ BH para História.
2011
Fonte: Equipe de Pesquisa, 2012.
Quadro 8: Entrevistas realizadas no Projeto Paranoá
Nome Formação/Atividade Entrevista
Valmira
Educadora. Ensino Médio Completo. Moradora do Paranoá. Trabalha há três anos com alfabetização. Há dois com alfabetização de criança na pré-‐escola do CEDEP e desde novembro de 2008 no Grupo de Alfabetização Popular do CEDEP/Paranoá.
2009
Lourdes
Coordenadora Grupo Alfabetização Popular. Magistério. Pedagoga. Pós-‐graduação em Educação Especial (em curso). Curso de Formação de Educadores de EJA (à distância – em curso). Trabalha na Secretaria de Educação. Fundadora e moradora do Paranoá.
Presidente do CEDEP. Estará como Presidente da Associação (CEDEP) por dois anos.
2009 2011 Rosélia
Educadora. Magistério. Superior incompleto (História). Tem experiência com crianças e jovens. Conheceu a educação de adultos em Juazeiro, local de origem.
2009
Joselice
Educadora. Magistério. Pedagogia. Pós-‐gradução em Educação (em curso). Alfabetizadora atualmente, mas iniciou as atividades no CEDEP desde 1989 quando terminou o Ensino Médio. Moradora do Paranoá. Trabalha durante o dia com jovens (15-‐24 anos) em situação de risco.
2009
Jaqueline
Equipe da UnB. Estudante de Pedagogia (UnB). Iniciou como auxiliar em sala de aula do CEDEP e depois passou a alfabetizadora. Moradora do Paranoá. Faz parte da equipe de formação da UNB.
2009
Roger Equipe da UnB. Estudante Pedagogia (UnB) no 8º período. Monitor
de turma do GAJA. 2011
Eva Educadora. Ensino Médio. Foi alfabetizanda em 1983. Foi secretária
de 2001-‐2010 da Associação. Alfabetizadora desde 1997. 2011 Leila Tesoureira. Mestre em Educação. Moradora do Paranoá. Atual 2011
39 tesoureira da Associação.
Educandos
1,2,3,4,5 Educandos. Alfabetizandos 2009
Antônio Educando. Natural do Piaui. Deixou 3 filhos lá. Chegou no Paranoá
em 2002. Não havia estudado antes. Cursa Alfabetização. 2011 Maria Amélia Educanda. Natural de Fortaleza. Chegou no Paranoá em 1971.
Casada. Mãe de seis filhos. Cursa Alfabetização. 2011 Ângelo Educando. Natural de Goiás. Chegou no Paranoá em 1989. Já havia
passado pela escola e fez o ensino primário. Cursa Alfabetização. 2011
Francisco
Educando. Chegou em Brasília em 1978. Natural de Teresina. Morador do Paranoá. Estudou seis meses quando era criança. Saiu sabendo escrever o nome.
2011
Maria de Lourdes
Educanda. Curso de Alfabetização. Natural do Pernambuco. Está há
40 anos no Paranoá. Trabalha como diarista. 2011
Jerry
Ex-‐educando. Nasceu em Brasília, mudou-‐se para o Piauí com 3 anos e, depois, aos 15 regressou a Brasília, para o Paranoá. Primeira experiência escolar foi no Paranoá. Concluiu o Ensino Médio e quer chegar a Faculdade.
2011
Maria Zélia
Ex-‐educanda. Natural do Piauí. Chegou no Paranoá em 1975. É Conselheira de Saúde no CEDEP. Está na 4a série na escola pública. Quer chegar a UnB.
2011
Fonte: Equipe de Pesquisa, 2012.
Quadro 9: Entrevistas realizadas no CMET Paulo Freire
Nome Formação/Atividade Entrevista
Ceres Coordenadora. Pedagoga. Ingressou no SEJA em 1991. Professora das
Totalidades Iniciais: Alfabetização. Coordenadora Cultural desde 2008. 2009
Rose
Coordenadora. Pedagoga. Especialização em EJA. Entrou no SEJA em 1991. Atualmente está Coordenadora Pedagógica das Totalidades Iniciais.
2009 2011
Dione
Coordenadora. Está na EJA desde 1989. Esteve como Coordenadora do SEJA em 1991. Especialização em EJA. Atualmente está Coordenação Pedagógica das Totalidades Iniciais.
2009
Marilena
Educadora. Licenciada em Letras. Educadora – classe especial visual. Entrou no CMET em 2000 para atuar com educandos cegos. Fez concurso do Estado para dar aula de espanhol para crianças.
2009
Rosa
Bibliotecária. Licenciada em Letras. Pós-‐graduação em Orientação Profissional. Aposentada do Estado. No CMET desde 1994. Trabalhou com Português para as Ts Iniciais e Português para surdos. Atualmente está na biblioteca. Coordena um grupo de letramento e outro de leitura e interpretação de textos.
2009
Walter
Coordenador. Magistério Ensino Médio. Licenciado em Letras. Mestre em Educação. Foi educador de EJA em outra escola do município. Coordenador de turno no CMET.
2009
Cristina Educadora. Magistério. Pedagoga. Especialização EJA. Educadora –
classe especial surdez desde 2006. Entrou no SEJA desde 1989. 2009 Elisa Educadora. Classe especial para surdos em LIBRAS. Simone SMED. Atua na EJA desde 2000 e na SMED desde 2005. Vice-‐
coordenadora da Divisão de Educação de Jovens e Adultos. 2009 Paulo SMED. Está na Secretaria Municipal de Educação desde 1989.
Coordenador da Divisão de Educação de Jovens e Adultos. 2009 Paulo Educando. Morador de Gravataí. Casado. Cursa classe especial visual.
40 Erick Educando. Solteiro, 17 anos. Frequenta o turno da tarde. Natural de
Porto Alegre. Cursa a T6. Participa do teatro. 2011 André Educando. Solteiro, 32 anos. Natural de Porto Alegre. Desde 1996 no
CMET. Cursa a T5. 2011
Cibele Educanda. 17 anos. Solteira. Nascida em Porto Alegre. Está na T6. Foi
encaminhada da escolar anterior para o CMET. 2011
Hilma
Educanda. Casada, tem filhos e está com 81 anos. Cursa a T6. Está há 15 anos no CMET. Oferece uma oficina de pintura em tecido. Participa do teatro.
2001
Conceição Ex-‐educanda. Iniciou na T4 e terminou o Ensino Fundamental. Casada.
Trabalha como diarista. 2011
Ney
Ex-‐educando. Nascido em Santana do Livramento. Chegou em Porto Alegre há 66 anos. Serviu o exército. Foi locutor de rádio, candidato a vereador de Porto Alegre por 4 vezes, duas vezes a deputado federal antes de ter o ensino fundamental. No CMET concluiu o Ensino Fundamental.
2011
Antonio Ex-‐educando. Aposentado. Solteiro. Na infância completou a 4a série.
Terminou o Ensino Fundamental. Participa das Tertúlias Literárias. 2011 Fonte: Equipe de Pesquisa, 2012.
Quadro 10: Entrevistados do Projeto Escola Zé Peão
Nome Formação/Atividade Entrevista
Edvilma
Educadora. Estudante de Comunicação. Coordenadora Pedagógica. Não havia tido contato com a EJA antes de ingressar no Projeto durante o 3º período do curso. De 2006 a 2008 esteve com a turma de alfabetização (Alfabetização na Primeira Lage-‐ APL).
Coordenadora Pedagógica. 2009 2011 Raíza
Educadora. Estudante de Pedagogia, 7º período. Alfabetizadora na APL. Não havia tido contato com a EJA e não conhecia o Zé Peão até ingressar no Projeto. Há 1 ano e meio como alfabetizadora.
2009
Patrícia
Ex-‐alfabetizadora. Pedagoga. Ex-‐coordenadora pedagógica. A experiência com EJA começou no Projeto. Trabalhava durante o dia com crianças.
2009
Ruth Helena
Educadora. Estudante de Pedagogia, 8º período. Educadora nas séries sequenciais (Tijolo Sobre Tijolo – TST).
Coordenadora Pedagógica.
2009 2011
Rosiane
Educadora. Estudante de Pedagogia, 7º período. Tem experiência na educação infantil e a com EJA começa com o Projeto. No Projeto desde 2007. Trabalha na área da saúde.
2009
Ozilma Educadora. Estudante de Psicologia. Teve experiência na educação infantil. Educadora de sala mista (sala com alunos da APL e TST)
2011
Marcos Educador. Estudante de Pedagogia. Educador de sala mista. Experiência em EJA começa com o Projeto.
2011
Socorro Professora da UFPB. Coordenadora do curso de Pedagogia no Pronera 2009 Evelim Professora da UFPB. Trabalha com a formação do educador da EJA 2009
José Coordenador. Professor UFPB. Coordenador do Projeto. Ajudou no Projeto com a sala Varanda Vídeo.
2009
Socorro Professora da UFPB. Coordenadora do curso de Pedagogia no PRONERA.
2009
Evelim Professora UFPB. Responsável pelo Projeto de Formação do Educador de Jovens e Adultos utilizando como recurso os filmes.
2009
41 Coordenadora Pedagógica do Projeto pelo Sindicato.
Zezinha Ruth Lindemberg
Coordenadora Pedagógica – Sindicato Coordenadora Pedagógica
Coordenador Geral do Projeto -‐ UFPB
2011
Eneildo Educando atual. Natural de Alagoinha, casado e pai de três filhos. É