- A Dimensão Motora da funcionalidade mostrou nos dois grupos piora na alta, seguida de melhora 60 dias após a intervenção, quando os dois grupos apresentaram valores maiores tanto em relação à alta como à antes do procedimento. Na alta hospitalar, os pacientes do grupo cirúrgico quando comparados aos do grupo angioplastia mostraram pior funcionalidade para essa Dimensão. A dimensão motora da funcionalidade piora nos dois grupos na alta hospitalar e já aos 60 dias após a intervenção apresenta melhora, tanto em relação à alta como a fase anterior ao procedimento.
- Nos dois grupos a Dimensão Cognitiva da escala de independência funcional não mostrou diferença entre as avaliações, antes do procedimento, na alta e após o procedimento (60 dias). Entretanto, os pacientes submetidos à angioplastia sempre tiveram melhor funcionalidade.
- A Dimensão Motora da funcionalidade piora com o aumento da idade dos pacientes.
R
Referências –
827 REFERÊNCIAS
Abizaid AAC, Siqueira DA. Revascularização miocárdica em multiarteriais. Arq Bras de Cardiol. 2005 Mar; 84(3):202-5.
Al-Ruzzeh S, Athanasiou T, Mangoush O, Wray J, Modine T, George S, Amrani, M. Predictors of poor mid-term health related quality of life after primary isolated coronary artery bypass grafting surgery. Heart 2005; 91:1557–62.
Almeida FF, Barreto SM, Couto BRGM, Starling CEF. Fatores preditores da mortalidade hospitalar e de complicações pré-operatórias graves em cirurgia de revascularização miocárdica. Arq Bras Cardiol. 2003; 80(1):41-50.
Armitage, P; Berry, G. Estadística para la investigación biomédica. 3 rd ed. Madrid: Harcourt Brace, 1.997. p.593.
Baumgarten MCS, Garcia GK, Frantzeski MH, Giacomazzi CM, Lagni VB, Dias AS, et al. Comportamento da dor e da função pulmonar em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca via esternotomia. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2009; 24(4):497-505.
Borges JBC. Avaliação da medida de independência funcional – escala MIF- e qualidade de serviço – escala servqual – em cirurgia cardíaca [Tese de doutorado]. Botucatu: Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista; 2006.
Borges JBC, Ferreira DLMP, Carvalho SMR, Martins AS, Andrade RR, Silva MAM. Avaliação da intensidade de dor e da funcionalidade no pós-operatório recente de cirurgia cardíaca. Braz J Cardiovasc Surg. 2006; 21(4):393-402.
Brasil LA, Mariano JB, Santos FM, Silveira AL, Melo N, Oliveira NG, et al. Revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea: experiência e resultados iniciais. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2000;15(1):6-15.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. DATASUS. Informações de Saúde.
Estatísticas vitais. Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/obtuf.def>. Acesso em: abril
2010.
Ciconelli RM. Tradução para o português e validação do questionário genérico de
avaliação de qualidade de vida “Medical outcomes study 36-item short-form health survery (SF-36)” [Tese de doutorado]: São Paulo: Escola Paulista de Medicina,
Referências –
83Conover WJ. Practical Nonparametric Statistics. 3rd ed.). Wiley; 1999.
Colombo RCR, Aguillar OM, Gallani MCBJ, Gobatto CA. et al. Caracterização da obesidade em pacientes com infarto do miocárdio. Rev. Latinoam Enferm. 2003(4):461-7.
Corbin JS, Strauss AL. Unending work and care: Managing chronic illness at home. San Francisco: Jossey-Bass Publishers; 1988.
Couceiro TCM, Valença MM, Lima LC, Menezes TC, Raposo MCF. Prevalência e influencia do sexo, idade e tipo de operação na dor pós operatória. Rev Bras Anestesiol. 2009; 59 (3): 314-20.
Dantas, RAS, Góis, CFL, Silva, LMDS. Utilização da versão adaptada da escala de qualidade de vida de Flanagan em pacientes cardíacos. Rev Latinoam Enferm. 2005; 13(1):15-20.
Diretrizes para o Diagnóstico e Tratamento da Insuficiência Cardíaca. Arq Bras Cardiol.2002; 79 (supl IV).
Favarato MECS. Qualidade de vida em portadores de doença arterial coronária submetidos a diferentes tratamentos: comparação entre gêneros [Tese de doutorado]. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo; 2005.
Favarato MECS, Favarato D, Hueb WA, Aldrighi JM. Qualidade de vida em portadores de doença arterial coronária: comparação entre gêneros. Rev Assoc Med Bras. 2006; 52(4):236-41.
Fayers PM. Quality of life: assessment, analysis and interpretation. Chichester: John Wiley; 2000.
Feier, FH, Sant´anna, RT, Garcia, E, Bacco, FWD, Pereira, E, Santos, MF, Costa, AR, M sant`anna, JR, Nesralla, IA. Modificações no perfil do paciente submetido à operação de revascularização do miocárdio. Braz J Cardiovasc Surg 2005; 20(3): 317-322.
Feier, FH, Sant’anna, RT, Garcia, E, Bacco, FD, Pereira, E, Santos, M, COSTA, AR,
Nesralla, IA, Sant’anna, JRM. Influências Temporais nas Características e Fatores
de Risco de Pacientes Submetidos a Revascularização Miocárdica. Arq Bras Cardiol 2006; 87: 439-445.
Referências –
84Garster NC, Palta, M, Sweitzer, NK, Kaplan, RM, Fryback, DG. Measuring health- related quality of life in population-based studies of coronary heart disease: comparing six generic indexes and a disease-specific proxy score Qual Life Res 2009; 18:1239-47.
Gois CFL, Dantas RAS, Torrati FG. Qualidade de vida relacionada à saúde antes e seis meses após a revascularização do miocárdio. Rev Gaúch Enferm., Porto Alegre (RS) 2009 dez; 30(4): 700-7.
Gonçalves FDP, Marinho PEM, Maciel MA, Galindo Filho VC, Andrade AD. Avaliação da qualidade de vida pós-cirurgia cardíaca na fase I da reabilitação através do questionário mos SF-36. Rev Bras Fisioter. 2006; 10(1): 121-6.
Gus I, Fischmann A, Medina C. Prevalência dos fatores de risco da doença arterial coronariana no estado do Rio Grande do Sul. Arq Bras de Cardiol. 2002;78(5):478- 83.
Guyatt GH, Feeny DH, Patrick DL. Measuring health-related quality of life. Ann Intern Med 1993; 118(8): 622-9.
Hobart, JC. et al. Which disability scale for neurologic rehabilitation? American Academy of Neurology. 2001; 57(4).
Hopman WM, Towheed T, Anastassiades T, Tenenhouse A, Poliquin S, Berguer C, et al. Canadian normative data for the SF-36 health survey. Can Med Ass J 2000; 163(3): 265-71.
Hulley SB, Cummings SR, Browner WS, Grady DG, Newman TB. Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica. Porto Alegre: Artmed, 2003.
Iglézias JCR, Oliveira JL, Dallan LAO, Lourenção JR A, Stolf NAG. Preditores de mortalidade hospitalar no paciente idoso portador de doença arterial coronária. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2001; 16(2): 94-104.
Jette DU, Downing J. The relationship of cardiovascular and psychological impairments to the health status of patients enrolled in cardiac rehabilitation programs. Phys Ther 1996; 76(2): 130-9.
Krecki, R; Drozdz, J; SZczesniak, Kasprazk JD; Peruga JZ; Lipiec P; Drabik, KWB; Forys,J; Pakuta, MK. Quality of life in high-risk patients with stable multivessel coronary artery disease treated either medically or with coronary artery bypass graft surgery – 12-month follow-up. Kardiol Pol. 2010; 68(1):22-30.
Referências –
85Lanas, F. et al. Risk factors for acute myocardial infarction in Latin America: the Interheart Latin American Study. Rev Bras Hipertes. 2007; 14(4): 278-9.
Lee G.A. Open Access Patient and Spouse Perceived Quality of Life Five Years After Coronary Artery Bypass Graft Surgery. The Open Nursing Journal. 2008; 2, 63- 7.
Legrand VMG, Serruys PW, Unger F, Van Hout BA, Vrolix MCM, Fransen GMP. et al, Three-year outcome after coronary stenting vs bypass surgery for the treatment of multivessel disease. Circulation. 2004; 109(9): 1114-20.
Lett HS, Blumenthal JA, Babyak MA, Sherwood A, Strauman T, Robins C, et al. Depression as a risk factor for coronary artery disease: evidence, mechanisms and treatment. Psychosom Med. 2004; 66(3):305-15.
Lichtenberg A, Hagl C, Harringer W, Klima U, Haverich A. Effects of minimal invasive coronary artery bypass on pulmonary function and postoperative pain. Ann Thorac Surg 2000; 70(2):461-5.
Lotufo PA. Epidemiologia das doenças isquêmicas do coração no Brasil. In: Lessa I. O adulto brasileiro e as doenças da modernidade. Hucitec/Abrasco, 1998; 115-22.
Mackay, J; George, A. M. The atlas of heart disease and stroke. Geneva: World Health Organization, 2004. p. 115.
Mansur AP, Favarato D, Souza MFM, Avakian SD, Aldrighi JM, Cesar LAM, et al. Tendência do risco de morte por doenças circulatórias no Brasil de 1979 a 1996. Arq Bras Cardiol. 2001; 76:427-40.
Minayo MCS, Hartz ZMA, Buss PM. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciência & Saúde Coletiva. 2000; 5(1):7-18.
Mueller XM, Tinguely F, Tevaearai HT, Revelly JP, Chioléro R, Von Segesser LK. Pain location, distribution and intensity after cardiac surgery. Chest 2000; 118(2): 391-6.
Myles PS, Hunt JO, Fletcher H, Solly R, Wordward D, Kelly S et al. Relation between quality of recovery in hospital and quality of life at 3 months after cardiac surgery. Anesthesiology. 2001; 95(4): 862-7.
Referências –
86Nogueira, CRSR, Hueb, W, Takiuti, ME, Girardi, PBMA, Nakano, T,. Fernandes, F et al.. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio com e sem circulação extracorpórea. Arq Bras Cardiol 2008; 91(4):238-244.
Organização Mundial De Saúde, Relatório Mundial. Cuidados inovadores para condições crônicas: componentes estruturais de ação. Brasília: Organização Mundial de Saúde; 2003.
Ottenbacher KJ, Hsu Y, Granger CV, Fiedler RC. The reliability of the functional independence measure: a quantitative review. Arch Phys Med Rehabil. 1996; 77(12): 1226-32.
Pollock ML, Schimidt DH. Doença cardíaca e reabilitação. 3rded. Rio de Janeiro: Revinter; 2003. p. 437.
Rabelo ER, Aliti GB, Domingues FB, Assis MCS, Saffi MA, Linhares JC, et al. Enfermagem em cardiologia baseada em evidência. Rev HCPA. 2007; 27(2): 43-8.
Regenga MM. Fisioterapia em cardiologia: da U.T.I. à reabilitação. São Paulo: Rocca; 2000. p. 417.
Riberto M, Miyazaki MH, Jorge Filho D, Sakamoto H, Battistella LR Reprodutibilidade da versão brasileira da Medida de Independência Funcional. Acta Fisiátrica. 2001; 8(1): 45-52.
Riberto M, Miyazaki MH, Jucá SSH, Sakamoto H, Pinto PPN, Batistella LR. Validação da versão brasileira da medida de independência funcional. Acta Fisiátrica 2004; 2: 72-6.
Ruo B, Rumsfeld JS, Hlatky MA, Liu H, Browner WS, Whooley MA. Depressive symptoms and health-related quality of life: the heart and soul study. JAMA. 2003; 290 (2): 215-21.
Saccomann ICRS. Qualidade de vida em idosos portadores de insuficiência cardíaca: avaliação de um instrumento específico [Dissertação de Mestrado]. Campinas: Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas; 2006.
Sansone GR, Alba A, Frengley JD. Analysis of FIM instrument scores for patients admitted to an inpatient cardiac rehabilitation program. Arch Phys Med Rehabil. 2002;83(4):506-12.
Referências –
87Scattolin FAA, Diogo MJD, Colombo RCR. Correlação entre instrumentos de qualidade de vida relacionada à saúde e independência funcional em idosos com insuficiência cardíaca. Cad Saúde Pública. 2007; 23(11):2705-15.
Spertus JA, Mcdonell M, Woodman CL, Fihn SD. Association between depression and worse disease-specific functional status in outpatients with coronary artery disease. Am Heart J. 2000; 140 (1):105-10.
Statsdirect(2010). StatisticalHelp from StatsDirect. WebHelp 5.50. StatsDirect Limited, UK,Disponível em Http:www.statsdirect.com/help/statsdirect.htm >>.
Strauss AL. Chronic Illness and the Quality of Life. 2ª ed. St. Louis:Mosby; 1984.
Szygula-Jurkiewicz B, Zembalab M, Wilczeka K, Wojnicza R, Polonski ECH et al. Health related quality of life after percutaneous coronary intervention versus coronary artery bypass graft surgery in patients with acute coronary syndromes without ST- segment elevation 12-month follow up. Europ J Cardio-thoracic Surg. 2005; 27: 882- 6.
Takiuti ME, Hueb W, Hiscock SB, Nogueira CRSR, Girardi P, Fernandes F, et al. Qualidade de vida após revascularização cirúrgica do miocárdio, angioplastia ou tratamento clínico. Arq Bras Cardiol. 2007; 88 (5): 537-44.
The Whoqol Group. The World Health Organization Quality of Life assessment (Whoqol): position paper from the World Health Organization. 2005.
The Whoqol Group. The World Health Organization Quality of Life assessment (WHOQOL): development and general psychometric properties. Soc Sci Med 1998; 46: 1569–85.
Vila, VSC, Rossi, LA. A qualidade de vida na perspectiva de clientes revascularizados em reabilitação: estudo etnográfico. Rev Latinoam Enferm. 2008 16(1):1-8.
Zhang, Z, Mahoney EM., Stables, RH, Booth, J, Nugara, F, Spertus, JA, Weintraub, WS. Disease-Specific Health Status After Stent-Assisted Percutaneous Coronary Intervention and Coronary Artery Bypass.Circulation. 2003;108:1694-700.
WInkelmann ER, Manfroi W. Qualidade de vida em cardiologia. Rev HCPA. 2008; 28(1): 49-53.