3.4 Verilerin toplanması
3.4.1 Nicel Veri Toplama Araçları
3.4.1.2 Öğrencilerin Değerlendirmeye Yönelik Algıları Ölçeği (ÖDAÖ)
• Tipo de paciente – variável qualitativa categórica. O paciente foi classificado
como clínico ou como cirúrgico;
• Diagnóstico médico à internação e diagnóstico médico na UTI – variável
qualitativa categórica. O paciente foi classificado com doença infecciosa, neoplasia, pneumonia, doença renal, doença neurológica, doença hematológica, doença gastrointestinal, doença cardíaca, trauma, doença
músculo-esquelética, outras doenças não categorizadas, doença do aparelho reprodutor, doença vascular, doença metabólica, doença mental, doença pulmonar, doença genética, choque e sepse, a partir do diagnóstico médico do prontuário (APÊNDICE 9);
• Estado Nutricional – variável qualitativa categórica. A classificação foi
coletada a partir da avaliação realizada pelo serviço de nutrição do hospital em estudo. Segue a classificação: risco nutricional; eutrófico; desnutrição e obesidade. Dado coletado do prontuário do paciente – avaliação nutricional;
• Acute Physiology And Chronic Health Evaluation (APACHE II) – variável
quantitativa discreta. O APACHE II foi desenvolvido por Knaus em 1981, sendo revisado e simplificado em 1985. A escala tem o intuito de responder à possibilidade de recuperação dos pacientes críticos (KNAUS et al, 1985). Calculada pela enfermeira intensivista. Número absoluto;
• Terapheutic Interventions System Score (TISS 28) – variável quantitativa
discreta. Trata-se de um índice de prognóstico que classifica a gravidade dos pacientes, quantificando as intervenções terapêuticas de procedimentos médicos e de enfermagem utilizados, bem como o cálculo da medida indireta da carga de trabalho da enfermagem em UTI (MIRANDA, RIJK e SHAUFELI, 1996). Calculada pela enfermeira intensivista. Número absoluto;
• Sepsis-related Organ Failure Assessment (SOFA) – variável quantitativa
discreta. O SOFA descreve quantitativamente o grau de disfunção orgânica ao longo do tempo e avalia morbidade em pacientes críticos e sépticos. Pode ser utilizado em pacientes sem sepse, para avaliar mortalidade e como indicador de gravidade (MINNE, ABU-HANNA e JONGE, 2008). Calculada pela enfermeira intensivista. Número absoluto;
• Escala de Coma de Glasgow (ECG) – variável quantitativa discreta. A ECG foi
elaborada para propor consistente avaliação clínica do nível de consciência dos pacientes com dano cerebral. Um escore menor que 8 é comumente aceito como ponto crítico das alterações do nível de consciência e como a pontuação que define um indivíduo em estado de coma (TEASDALE e JENNETT, 1974). Avaliada e calculada pela enfermeira intensivista. Número absoluto;
• Escala de Sedação de Ramsay – variável quantitativa discreta. Trata-se de
uma escala para avaliar o nível de sedação. Esta escala foi descrita por Ramsay em 1974, varia de um a seis. Sendo um o paciente acordado e agitado e o seis o paciente sedado e sem reposta a qualquer estímulo (RAMSAY et al, 1974). Avaliada e calculada pela enfermeira intensivista. Número absoluto;
• Sedação – variável qualitativa categórica. O paciente foi classificado como
sedado (sim) ou sem sedação (não) através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista e dados do prontuário;
• Administração da dieta – variável qualitativa categórica. O paciente foi
classificado recebendo dieta sim ou não. Coletada através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista e dados do prontuário;
• Via de administração da dieta– variável qualitativa categórica. O paciente foi
classificado recebendo dieta oral, enteral e parenteral. Coletada através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista e dados do prontuário;
• Intubação – variável qualitativa categórica. O paciente foi classificado em
intubado sim ou não. Coletada através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista e dados do prontuário;
• Traqueostomia (TQT) – variável qualitativa categórica. O paciente foi
classificado em traqueostomizado sim ou não, através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Fixação do Tubo Orotraqueal (TOT) ou traqueostomia (TQT) – variável
qualitativa categórica. Os pacientes foram classificados como: com fixação acima ou abaixo do pavilhão auricular. Dado coletado durante a avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Ventilação mecânica (VM) – variável qualitativa categórica. O paciente foi
classificado como: em VM (sim) ou fora da VM (não), através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Modo ventilatório – variável qualitativa categórica. Essa variável foi
classificada de acordo com os modos ventilatórios utilizados na UTI de estudo, a saber: ventilação mandatória controlada (CMV); suporte pressórico (PSV); pressão positiva intermitente (IPPV) e ventilação a pressão controlada (PCV). Dado coletado durante a avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Tempo de VM – variável quantitativa contínua. Estimada em dias. Dado
coletado do prontuário do paciente;
• Fração inspirada de oxigênio (FiO2) – variável quantitativa contínua. Coletado no momento da avaliação clínica pela enfermeira intensivista. % de O2;
• Pressão expiratória final (PEEP) – variável quantitativa contínua. Coletado no
momento da avaliação clínica pela enfermeira intensivista. Centímetros de água;
• Ventilação não invasiva (VNI) – variável qualitativa categórica. O paciente foi
classificado como, em VNI (sim) ou fora da VNI (não) pela enfermeira intensivista e dado do prontuário do paciente;
• Tempo de VNI – variável quantitativa contínua. Estimada em horas. Dado
coletado do prontuário do paciente;
• Outro dispositivo de assistência ventilatória – variável qualitativa categórica. O
paciente foi classificado como utilizando cateter nasal, máscara facial ou ar ambiente, através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Grau de elevação da cabeceira – variável qualitativa categórica. Os pacientes
foram classificados como posicionados a 0º, 45º ou 90º. Dado coletado durante a avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Edema – variável qualitativa categórica. O paciente foi classificado como
presença (sim) ou ausência (não) de edema através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Localização do edema – variável qualitativa categórica. A localização do
edema foi categorizada como sendo: anasarca; face; palpebral, membros inferiores (MMII) e membros superiores (MMSS), através de avaliação clínica pela enfermeira intensivista;
• Balanço Hídrico Acumulado (BHA) – variável quantitativa contínua. Dado
coletado da folha de balanço hídrico do setor. Valor em mililitro, variando de valores negativos a positivos;
• Medicamentos em uso – variável qualitativa categórica. Os medicamentos
foram dispostos nas seguintes classes: em uso (sim ou não) de: anticoagulantes; trombolíticos; insulina/hipoglicemiantes; antiarrítmicos; anti- hipertensivos; betabloqueadores; drogas vasoativas; atropina; anti- inflamatórios; antibióticos; diuréticos; anestésicos; antipsicóticos; analgésicos; hipnóticos/sedativos/ansiolíticos; antiepiléticos; antivirais; antifúngicos; anti- helmínticos; antiprotozoários; corticosteroides; outra droga não categorizada;
hormônios; eletrólitos; hipolipimiantes; anti-heméticos, procinéticos, hiperosmolares; vitaminas; inibidores de secreção gástrica; hemoderivados; digitálicos; broncodilatadores; antidepressivos; bloqueadores musculares. Dado coletado a partir da prescrição médica na UTI (APÊNDICE 10);
• Contagem de leucócitos – variável quantitativa contínua. Dado coletado no
prontuário do paciente em mil/mm3.