A. Çocuğun Yüksek Menfaatinin Değerlendirilmesinde Dikkate Alınan Hususlar
1. Yaş
Reabilitação Psicomotora - Mestrado em Reabilitação Psicomotora, vertente Perturbações do Desenvolvimento e da Aprendizagem.
Estudo 2
Tabela 3- Caracterização dos Alunos da UEE
Aluno Sexo Data de Nascimento Idade Ano Escolar
A Fem. 12/10/2004 8 1º B Fem. 15/11/2004 8 2º C Masc. 05/11/2003 9 2º D Masc. 07/08/2003 9 3º E Masc. 25/2/2002 10 4º F Masc. 28/6/2000 12 4º Aluno A
A A é a primeira filha de três irmãos, vivendo com os seus pais e os seus irmãos. Aos quatro anos, o médico de família encaminhou a criança para uma consulta de desenvolvimento num hospital público. Após diversos exames complementares de diagnóstico (análises, despiste genético), foi referido, aos 5 anos, o diagnóstico de Perturbação Autística.
Até aos seis anos de idade, a A esteve em casa com a sua avó paterna, tendo nesta idade começado a frequentar o jardim de infância, o qual frequentou durante dois anos, tendo tido adiamento escolar. No presente ano letivo, transitou para o 1º ano, no mesmo agrupamento de escola, sendo abrangida pelo decreto-lei 3/2008, alínea e) Currículo Específico Individual (CEI). Ao abrigo da parceria entre o CRI e o agrupamento, beneficia de psicologia, terapia da fala e psicomotricidade.
É uma aluna com NEE de carácter permanente (baixa frequência e alta incidência), com alterações moderadas nas funções mentais globais e nas atividades e participação, exibindo alteração grave do comportamento. Mantém acompanhamento na consulta de desenvolvimento, estando a realizar terapêutica farmacológica com risperidona.
Aluno B
A aluna B é uma criança do sexo feminino, tendo oito anos de idade, e vive com os seus pais e o seu irmão mais novo. Após uma consulta de desenvolvimento num hospital público, foi diagnosticada aos três anos com PEA, tendo continuado a ser acompanhada nesse mesmo hospital, onde usufruiu de terapia da fala e terapia ocupacional.
Aos quatro anos começou a frequentar um jardim de infância da rede pública, já sinalizada à equipa de educação especial, beneficiando de apoio educativo individualizado, terapia da fala, psicomotricidade e psicologia. Aos seis anos, a aluna beneficiou de um ano de adiamento da matrícula no 1º ano de escolaridade obrigatória.
No ano letivo de 2011/212, a aluna ingressou no 1º ano de escolaridade, num outro agrupamento de Lisboa, onde está presentemente. Atualmente frequenta o 2º ano de escolaridade, abrangida pelo decreto-lei 3/2008, alínea e) Currículo Específico Individual (CEI). Usufrui de psicologia, terapia da fala e psicomotricidade, ao abrigo da parceria entre o CRI e o agrupamento,
É uma aluna com NEE de carácter permanente (de baixa frequência e alta incidência) e com alterações graves nas funções mentais globais e nas atividades e participação, apresentando alteração moderada do comportamento.
Aluno C
O aluno C é uma criança do sexo masculino, com nove anos, e que vive com os seus pais e com dois irmãos mais velhos. Aos dois anos começou a ser acompanhado em consulta de pediatria do desenvolvimento num hospital público, sendo-lhe diagnosticado, aos seis anos, Perturbação Autística.
A criança esteve em casa com a avó materna até aos doze meses, altura em que entra para um colégio em Lisboa, no qual permaneceu até aos quatro anos. Nesta idade começou a frequentar um jardim de infância da rede pública, tendo feito um adiamento escolar. No ano letivo de 2011/2012, com sete anos, transitou para o 1º ano, tendo mudado para a escola atual, de modo a poder beneficiar do apoio da UEEA.
Atualmente, o aluno C frequenta o 2º ano de escolaridade, sendo abrangido pelo decreto-lei 3/2008, alínea e) Currículo Específico Individual (CEI). Ao abrigo da parceria entre o CRI e o agrupamento, beneficia de psicologia, terapia da fala e psicomotricidade.
É um aluno com NEE de carácter permanente (baixa frequência e alta incidência), com alterações moderadas nas funções mentais globais e nas atividades e participação, apresentando alteração grave do comportamento. Mantém acompanhamento em consulta de desenvolvimento num hospital público, estando a ser medicado com ritalina
Aluno D
O D é uma criança do sexo masculino, com nove anos de idade, e vive com a sua mãe e com a irmã. Aos dois anos de idade foi referido atraso global de desenvolvimento e, somente aos sete anos, após avaliação psicológica, foi confirmado o diagnóstico de PEA.
A criança esteve em casa da sua avó paterna até aos três anos de idade, altura em que entrou para o jardim de infância, tendo usufruindo de um adiamento escolar. Aos sete anos de idade, o aluno transitou para o 1º ano do mesmo estabelecimento de ensino, beneficiando de apoio da UEEA e do CRI.
No presente ano letivo, o D frequenta o 3º ano de escolaridade, abrangido pelo decreto-lei 3/2008, alínea e) Currículo Específico Individual (CEI). Beneficia de psicologia, terapia da fala e psicomotricidade, ao abrigo da parceria entre o CRI e o agrupamento.
É um aluno com NEE de carácter permanente (baixa frequência e alta incidência), com dificuldades moderadas a graves ao nível do funcionamento mental global e das atividades e participação, demonstrando alteração moderada do comportamento. O D tem consultas mensais de psicologia, estando a ser medicado.
Aluno E
O E é um aluno com dez anos, do sexo masculino, que vive com os seus pais e a sua irmã na zona de Lisboa.
Aos dois anos começou a frequentar um infantário, onde se manteve até entrar para o 1º ciclo. Nesta altura, o pediatra encaminhou-o para uma consulta de desenvolvimento num hospital público, tendo sido referida a hipótese de diagnóstico de PEA. Aos três anos recebeu o diagnóstico de Autismo Atípico (Perturbação global de desenvolvimento sem outra especificação).
No ano letivo de 2008/2009, com seis anos, transitou para o 1º ano na escola em que está presentemente. Atualmente, frequenta o 4º ano de escolaridade, sendo
abrangido pelo decreto-lei 3/2008, alínea e) Currículo Específico Individual (CEI). Ao abrigo da parceria entre o CRI e o agrupamento, beneficia de psicologia, terapia da fala e psicomotricidade.
É um aluno com NEE de carácter permanente (de baixa frequência e alta incidência) e com alterações moderadas nas funções mentais globais e nas atividades e participação, apresentando alteração grave do comportamento. O aluno é medicado com rubifen e risperidona.
Aluno F
O aluno F tem doze anos e reside com os seus pais e o seu irmão mais novo nos arredores de Lisboa. Aos quatro anos de idade, começou a ser seguido na consulta de desenvolvimento de um hospital público em Lisboa, sugerindo-se uma “Perturbação Global do Desenvolvimento”. Realizou diversos exames complementares de diagnóstico, com resultados dentro da norma.
Aos cinco anos de idade, o aluno começou a frequentar o jardim de infância, beneficiando de apoio educativo, psicologia e terapia da fala, tendo sido pedidos dois anos de adiamento escolar.
No ano letivo de 2007/2008, aos oito anos, o aluno transitou para o 1º ano da escola que frequenta atualmente. Presentemente, frequenta o 4º ano, abrangido pelo decreto-lei 3/2008, alínea e) Currículo Específico Individual (CEI). Beneficia da parceria entre o CRI e o agrupamento, tendo psicologia, terapia da fala e psicomotricidade.
É um aluno com NEE de carácter permanente (baixa frequência e alta incidência), com dificuldades graves no funcionamento mental e nas atividades e participação, com alteração grave do comportamento. O aluno é medicado com rubifen.