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1.1 SOSYAL BİLGİLER ÖĞRETİMİ

1.1.5 Sosyal Bilgiler Öğretiminin Amaçları

1.1.5.2 Ulusal Amaçlar

tratada em especial no item a seguir.

2.4.Normas de segurança dos brinquedos

Segundo Luder e Rice (2008), a maioria dos países desenvolvidos regula- menta seus brinquedos através de normas voluntárias e obrigatórias. Nos Estados Unidos os órgãos responsáveis pela regu- lamentação de brinquedos são a Consumer

Product Safety Commission (CPSC) com a

Distribuição de Brinquedo: Titulo 16 do Código de Regulamentos Federais (CFR 16) para práticas comerciais, Subcapítulo C- Substâncias Perigosas da Lei Federal de Regulamentação, Parte 1500-1512 e

American Society of Testing and Materials

(ASTM) com o Padrão de Segurança de

Brinquedos Voluntários: F963-96a, espe- cificação do padrão de segurança para consumidores de brinquedo e na Europa são o European CommiĴee for Standardiza- tion através da DIRECTIVA DO CON- SELHO de 3 de maio de 1988, relativa

à aproximação das legislações dos Esta- dos-Membros respeitantes à segurança dos brinquedos(88/378/CEE) e a EN-71

Safety of Toys.

Estes são os padrões mais comu- mente adotados pelos países da Améri- ca Latina, Austrália e Hong Kong e até mesmo o padrão internacional ISO para brinquedos adotam ou tomam como referência as normas de brinquedos americanas ou européias.

No Brasil, os brinquedos que es- tão no mercado tanto os internacionais e os nacionais são certificados conforme a segurança (figura 29). Em 1998, estes cer- tificados eram baseados na norma brasile- ira NBR 11786 publicada pela ABNT (As- sociação Brasileira de Normas Técnicas) e regulamentada pela Portaria Inmetro nº 177 de 30 de novembro de 1998.

Estas normas referem-se à segu- rança do brinquedo e o risco que ele pode causar ao público durante o uso normal ou mesmo em conseqüência de abusos previsíveis durante a utilização. O objetivo da certificação de brinquedos

ção da vida humana no momento da sua utilização.

A NBR 11786/98 foi substituída pela NBR 11786/03 e, desde 2005 a cer- tificação está baseada no Regulamento Técnico Mercosul sobre segurança de brinquedos, de 8 de outubro de 2004, que se fundamenta na NM nº 300/2002, da Associação Mercosul de Normaliza- ção (Anexo II)

Basicamente, esta norma se aplica a todos os brinquedos destinados às cri- anças menores de 14 anos, independente do tipo de material utilizado para sua fabricação. Estes requisitos são aplicados aos brinquedos novos no estado em que serão recebidos pelo consumidor.

Segundo a ABRINQ as indústrias já se adequaram no sentido de respeitar estas Normas e imprimem em suas em- balagens a garantia de que seus produtos estão de acordo, pois, é aos fabricantes de brinquedos que cabe a responsabilidade de desenhar e produzir brinquedos se- guros, assim como recomendar a super- visão adequada por parte de adultos.

Seguindo as Normas Regulamen-

tares, a ABRINQ disponibilizou um guia, que passa algumas instruções importantes relacionadas ao brinquedo e a criança. Segue em anexo abaixo, alguns pontos importantes mencionados (ANEXO II):

Medidas de segurança:

- Guiar-se pela idade recomendada pelo fabricante e ler as mensagens e ad- vertências que apareçam na embalagem;

- Levar em consideração as características da família e, sobretudo as idades das crianças menores; ser caute- loso ao escolher brinquedos para menores de 36 meses.

- Evitar a compra de brinquedos com peças muito pequenas que podem ser engolidas ou aspiradas, inclusive bolinhas e brinquedos com pontas afia- das e bordas cortantes;

- Certificar-se de que as costuras dos bichos de pelúcia e das bonecas de pano estejam firmes e resistentes, bem como olhos, nariz, botões, laços e outros enfeites, estejam bem costurados e não se desprendam nem possam ser mordidos;

- Atentar-se aos brinquedos de ex-

Figura 28: Certificado de Segurança do Brinquedo

Fonte: Marca de Conformidade INMETRO Brinquedos, 2004

C

periências científicas que podem conter matérias químicas tóxicas, além dos brinquedos científicos ou de atividades manuais que podem incluir instrumen- tos afiados, como tesouras ou vidros;

- Atentar-se aos brinquedos de construção para adultos que tenham pontas e quinas agudas antes de mon- tados.

Numa revisão de lesões e fatali- dades de incidentes com brinquedos, Luder e Rice (2008) revelam em sua pes- quisa, embasados em dados da Consumer

Product Safety Commission (CPSC) – Es-

tados Unidos, que: crianças menores de cinco anos têm maior risco de lesões e mortes, pois, durante os primeiros anos de vida, os bebês correm maior risco quando se tornam móveis e aprendem a girar, rolar, engatinhar e andar, além do uso da boca como estratégia de ex- ploração, o que aumenta o risco de as- fixiamento. Por sua vez, esta, segundo a Consumer Product Safety Commission

(CPSC) – Estados Unidos, é a principal

causa de mortes ligadas a brinquedos. Apesar das precauções expostas

anteriormente, não podemos impedir que a criança interaja com o meio e se de- senvolva através da dinâmica do brincar, pois, estas são ações ideais de aprendiza- do. Por isso, toda criança passará pela experiência de alguns cortes, contusões, inchaços e dores, pois, isto, faz parte de todo processo de crescimento.

No entanto, o designer ao criar brinquedos pode dispor destas referên- cias durante o inicio da fase conceitual do desenvolvimento do produto, buscando sempre a melhor forma para minimizar os potenciais de riscos e acidentes letais.

A criança, com seu senso inato de curiosidade, sempre procura um meio de estimulação do seu ambiente e, este processo de descobertas não se estagna. Por isso, as empresas de brinquedos não conseguem controlar o comportamento das crianças. Apenas designers, segun- do Luder e Rice (2008), podem prever esses comportamentos com base em es- tágios de desenvolvimento da criança e do ambiente, projetando produtos que sejam seguros quando possível, em cada

A partir do momento em que o designer sabe qual é a interação entre o brinquedo e a criança, ele deve entender quais as conseqüências da interação.

Por exemplo, se uma criança em idade pré-escolar tem a tendência a inserir partes de seu corpo em objetos, o designer deve prever que como conseqüência ela pode inserir seu dedo em um buraco re- dondo de pequeno porte. Ele poderá pre- ver este resultado através dos estudos an- tropométricos, anatômicos e fisiológicos da criança e determinar se faz um objeto com buracos maiores que facilitem a en- trada e saída do dedo da criança ou com buracos menores que não permitam a en- trada dos dedos da criança.

Tilley (2005, apud MARCATO, 2009) cita alguns fatores projetuais que podem tornar um brinquedo seguro à criança:

- Nenhum brinquedo (ou parte dele) deve ser suficientemente pequeno para caber em um cilindro de 32 mm de diâmetro.

-Os brinquedos devem ter cores sólidas (pintura e revestimento não po-

dem descascar).

- Cordões ou cordas flexíveis com mais de 3.048 mm em brinquedos de puxar para crianças com três anos ou menos não devem ser dotados de esferas ou qualquer outro elemento que possa enredar e formar um laço.

- Não se deve dar brinquedos ou jogos com dobradiças.

- Os materiais texturizados são melhores.

- Devem-se prever situações na quais as crianças possam se ferir ou ferir outra pessoa (evitar superfícies duras).

Portanto, os fabricantes e os de- signers de brinquedos podem alcançar a segurança essencial nos brinquedos através da percepção de como a criança interage com ele, analisando o uso inten- cional, previsível e a ergonomia da crian- ça. Assim, segundo Luder e Rice (2008): eles podem criar o brinquedo que é se- guro para essa interação, evitando a inte- ração ou tornando-a segura para fazê-lo. Da mesma forma que o designer busca a informação para descobrir o que vai fazer

pode ser usado para descobrir a maneira de se fazer um brinquedo seguro.

De fato, após todo o contexto que se seguiu, percebeu-se a importância do brinquedo em relação à criança e como o designer deve atuar na concepção do pro- jeto deste. Atualmente, existe uma grande variedade de brinquedos no mercado, e a cada dia este leque de opções se abre mais, entretanto, não ocorre o mesmo para as crianças portadoras da deficiência visual e é o que veremos a seguir.

3.Os brinquedos para crianças não