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7. KÜRESELLEŞME SÜRECİNDE TÜRKİYE’DE KOOPERATİFÇİLİK HAREKETİ Türk örf, adet, gelenek ve görenekleri incelendiğinde kooperatifçilik benzeri faaliyetler

7.2.1. Tarım Kooperatifleri

Nenhum processo de seleção poderá ser iniciado sem a apresentação do RIPP pela instituição promotora do projeto. No caso de projetos de PPP para o setor rodoviário do Estado do Ceará, o DERT poderia ser o responsável pela elaboração do referido relatório. É recomendado que a instituição utilize consultores especializados na elaboração dos relatórios até que o órgão obtenha a experiência necessária no assunto.

A aprovação do RIPP é efetivada após a constatação de que todas as informações exigidas foram apresentadas no relatório, através de um “check list” (vide Tabela 5.10). Caso o relatório não contenha todas as informações, esse deverá retornar à instituição promotora para complementação e/ou ajuste, para que o processo de seleção tenha andamento.

2ª Etapa: Verificação das exigências da Lei Federal

• Valor do contrato: se valor do contrato proposto for inferior a vinte milhões de reais, o projeto será rejeitado;

• Prazo do projeto: se o prazo para desenvolvimento do projeto for inferior a cinco anos ou superior a trinta e cinco anos (incluindo eventuais prorrogações), o projeto será rejeitado;

• Objeto do projeto: caso o projeto tenha como objeto único o fornecimento de mão-de-obra, o fornecimento e instalação de equipamentos ou a execução pura e simples da obra pública, o projeto será rejeitado.

• Mecanismo de pagamento: caso o mecanismo de pagamento proposto não envolva nenhuma contraprestação pecuniária do governo, o projeto será rejeitado;

Tabela 5.10: Check List das informações do RIPP

ITEM INFORMAÇÃO SIM NÃO OBSERVAÇÃO

01 Instituição promotora (Órgão)

02 Políticas do Governo ligadas ao Órgão

03 Equipe técnica e disponibilidade de recursos para gestão do contrato de PPP

04 Demandas para o projeto de infra-estrutura 05 Avaliação da instituição junto ao setor

privado

06 Objetivo do projeto de infra-estrutura 07 Expectativa do projeto de infra-estrutura

08 Alternativas para escolha do projeto de infra- estrutura

09 Ganhadores e perdedores em decorrência da implementação do projeto de infra-estrutura 10 Resultado da avaliação custo/benefício 11 Custo de implementação do projeto 12 Prazo de implementação do projeto

13 Impactos ambientais do projeto e medidas de mitigação dos impactos relacionados

14 Aspectos legais de implementação do projeto 15 Possibilidade de inovação no projeto

16 Resultado do estudo de tráfego do projeto 17 Capacidade do projeto para geração de receita 18 Rotas alternativas para os motoristas

19 Disponibilidade orçamentária do projeto 20 Previsão de contraprestação pecuniária 21 Forma e prazo de amortização do capital

22 Vinculação do projeto às estratégias de desenvolvimento do Governo

23 Estágio atual do projeto de engenharia 24 Indicadores de resultados

25 Resultado do estudo acerca do interesse da iniciativa privado no projeto de infra-estrutura 26 Análise das opções de financiamento do

projeto de infra-estrutura

27 Resultado dos testes de viabilidade do projeto de parceria

28 Estimativa do impacto orçamentário- financeiro nos exercícios de vigência do contrato de PPP

29 Declaração do ordenador de despesa

30 Estimativa do fluxo de recursos públicos para o projeto de PPP

31 Comprovação de que o objeto do contrato de PPP está previsto no PPA

• Possibilidade de Concessão: na análise das opções de financiamento, caso se verifique que o projeto é auto-sustentável, ou seja, pode ser implementado por um contrato de concessão, o projeto será rejeitado.

• Objetivo do projeto: caso o projeto não objetive a eficiência no cumprimento da missão do instituição patrocinadora, o projeto será rejeitado; da mesma forma, se o projeto não respeitar os interesses e direitos dos usuários da infra-estrutura e dos entes privados incumbidos da sua execução, o projeto será rejeitado;

• Conveniência e oportunidade da contratação: a identificação das razões que justificam a opção pela forma de PPP é verificada no teste de viabilidade do projeto. Caso o projeto não seja viável, será rejeitado.

• Aspectos orçamentários: se o orçamento do projeto ultrapassar os limites de endividamento estabelecidos em lei, o projeto será rejeitado.

3ª Etapa: Verificação das exigência da Lei Estadual

• Comprovação de vantagens: caso o teste de viabilidade não comprove as vantagens financeiras e operacionais do projeto PPP em relação ao modelo comparador, o projeto será rejeitado;

• Especificações de resultado: a falta de especificações claras para remuneração, metas e resultados implicará na rejeição do projeto;

• Indicadores de resultados: a instituição deve demonstrar, através de exemplos de contratos concluídos ou em execução e gerenciados pelo órgão, que esses contratos utilizam ou utilizaram, com sucesso, os indicadores de resultados propostos para remunerar a empresa contratada. Se isto não for demonstrado claramente, o projeto será rejeitado;

• Manutenção da infra-estrutura: se a infra-estrutura rodoviária a ser implantada, ampliada ou melhorada, através do projeto de PPP, não incluir a obrigação do contratado de mantê-la, por menos, quatro anos, excluída a responsabilidade do construtor na forma de legislação civil, o projeto será rejeitado;

• Tipo de contrato: embora não seja normal em um projeto de infra-estrutura rodoviária, se o tipo de contrato envolver a mera terceirização de mão-de-obra, o projeto será rejeitado;

• Mecanismo de pagamento: caso o mecanismo de pagamento envolva prestações singelas ou isoladas, o projeto será rejeitado. Isso pode acontecer quando os valores do projetos são inferiores a vinte milhões de reais, que já é um motivo de rejeição do projeto.

4ª Etapa: verificação da viabilidade do Projeto PPP

• Ambiente apropriado: o CGPPP deve avaliar se existe uma estrutura institucional e legal para contratação do projeto, um ambiente econômico favorável e o interesse do setor privado em projetos de infra-estrutura rodoviária no Estado. Se esta situação não existir, o projeto deve ser rejeitado.

• Políticas do Governo: o projeto da infra-estrutura precisa estar incluído na política estratégica do governo. Caso não esteja incluído, será rejeitado;

• Recursos humanos: o CGPPP precisa estar certo de que o Órgão responsável pelo projeto tem recursos humanos suficientes para desenvolver o projeto de PPP (ou que disporá de recursos orçamentários para contratação de consultores especializados), e que estes recursos humanos serão treinados e exclusivos do projeto. Caso não se constate isso no RIPP, o projeto será rejeitado.

• Conhecimento do projeto: a instituição patrocinadora deverá demonstrar o total conhecimento do projeto proposto e que realizou (ou que serão realizados) todos os estudos técnicos, legais, econômicos, ambientais e sociais. Se isto não for constatado no RIPP, o projeto será rejeitado;

• Participação popular: O RIPP, apresentado pela instituição patrocinadora, deverá demonstrar o envolvimento da comunidade local (afetada e usuária) na preparação do projeto, inclusive se existe alguma predisposição de a população pagar (mesmo que seja um pequeno valor) pelo uso da rodovia. Caso não exista o envolvimento formal da comunidade, o projeto deve ser rejeitado;

• Se não existir disponibilidade orçamentária para a opção de PPP, o projeto será rejeitado.

Se a opção PPP não apresentar um value for money melhor do que o modelo comparador, o projeto de PPP será rejeitado.

Para um melhor visualização da metodologia proposta, na Figura 5.4 é apresentada um detalhamento gráfico de todas as etapas do processo de seleção da metodologia proposta.

CAPÍTULO 6

CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

Este capítulo apresenta as principais conclusões sobre a introdução das Parcerias Público-Privadas no Brasil, destacando a importância do estudo de viabilidade dos projetos de PPP e do processo de seleção de projetos para os programas de PPP. Além disso, são apresentadas algumas recomendações para trabalhos futuros nesta área de pesquisa.