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Tarımın Finansmanında Ürün Senedi ve TMO Makbuz Senedi KarĢılaĢtırması

3. BÖLÜM LĠSANSLI DEPOCULUK VE ÜRÜN ĠHTĠSAS BORSACILIĞI SĠSTEMĠNĠN

3.4. Umumi Mağazacılık

3.4.1. Umumi Mağazacılık ve Toprak Mahsulleri Ofisi

3.4.1.2. Tarımın Finansmanında Ürün Senedi ve TMO Makbuz Senedi KarĢılaĢtırması

professores na hora do recreio também merendavam junto. Então, quando houve o corte muita gente mesmo “chiou”, certo, mas depois se chegou a um consenso que o professor realmente ele não precisa merendar na escola. Eu acho até que na época o meu discurso foi o seguinte: que eu era até contra a escola dá merenda aos alunos, eu era a favor de que o governo pagasse um bom salário para os pais dos alunos, para que eles não dependessem da merenda da escola. Então houve muito... teve gente que “chiou”, porque tinha professor que saia de uma escola para outra. Então, não dava tempo de merendar e aproveitava então a merenda da escola. Mas, isso depois, com o tempo, o pessoal aceitou numa boa... isso daí.

3), 3.1) e 3.2) Realmente nós tínhamos professores que davam aula de 1ª a 4ª série, mas tinham licenciatura plena e recebiam então de acordo com a sua habilitação. Se ele tinha licenciatura plena, o salário dele era como licenciatura plena e não o salário de 1ª a 4ª série. E nessa época, muitos professores saíram para o mestrado. Nós vemos hoje que a prefeitura foi um celeiro de professores, se nós citarmos todos os professores que trabalhavam comigo: Carlos Eduardo Ferraço, que hoje está na UFES, a Vânia Carvalho de Araújo, a Isabel Cristina, a Maria do Carmo Paoliello, todas essas pessoas trabalharam junto e foram assim pessoas importantes na época da administração Vítor Buaiz, porque elas trabalhavam inclusive lá dentro da SEME. Então, essa

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Educador Chileno radicado em Genebra (Suíça), que foi contratado pela PMV para trabalhar na capacitação dos professores da rede municipal. Segundo matéria jornalística, o educador ficaria três meses em Vitória. Ver: EDUCADOR do Chile culpa a desordem. A Gazeta, Vitória, 30 ago. 1990. p.11.

206 Segundo o jornal “A Gazeta”, Euzi Moraes, que em 1992 já era professora aposentada da UFES, foi pioneira do

construtivismo no Espírito Santo. O jornal também informa que Euzi Moraes era doutora em Lingüística pela Universidade de Edimburgo, na Escócia. Ver: PIONEIRA condena ensino tradicional. A Gazeta, Vitória, 5 abr. 1992. p.16.

licença-remunerada, houve assim não só para aperfeiçoamento-especialização, mas também para nós participarmos dos Congressos do Sindiupes, para participarmos de seminários fora e dentro do Estado, porque uma das metas do prefeito e da Secretaria de Educação era a questão da valorização do profissional. Então, existia uma formação em serviço e hoje até inclusive foi cortada no governo estadual aqui do Paulo Hartung. Então, essa formação em serviço era esses grupos de estudo. Então, eu vou te contar: eram momentos lúdicos, prazerosos que nós tínhamos para discutir o currículo da escola, o projeto político-pedagógico, a questão da disciplina, utilizávamos muito na época o Michel Foucault, um livro que não me lembro mais, que fala da questão da disciplina. E nós lá na nossa escola, nós tínhamos um grupo de estudo, que se reunia toda semana, onde nós trazíamos as pessoas para falar sobre qualquer coisa que interessasse ao contexto escola. Eram psicólogos, até um político que já morreu, Otaviano, que foi falar da questão do neoliberalismo, do socialismo. Eu acho que foram momentos que realmente ficaram marcados para sempre dentro do contexto das escolas na gestão Vítor Buaiz.

4) - Pergunta específica para professores de 5ª a 8ª series

4.1), 4.2) e 4.3) Na administração de Vítor Buaiz, nós tínhamos as nossas reuniões de área, por exemplo: história e geografia eram todas as terças-feiras. Nesse dia o professor não tinha aula. Então, nós íamos para a reunião de área. Nas reuniões de área, nós discutíamos sobre a nossa prática pedagógica, então nós sempre vínhamos com experiências de alguns professores. Nós professores de História queríamos romper com essa visão factual, conservadora e tradicional da história, aquela história linear, cronológica, europocêntrica. Então, discutíamos muito essa questão de sair do tradicional, ousar mais, ir para uma história mais crítica, mais reflexiva, e talvez isso, alguns professores pontuavam isso como uma dificuldade muito grande, fazer o aluno ser o sujeito da história. Havia muita resistência no nosso grupo, com professores que não queriam mudar, com aquela visão ainda tradicional de história. E dentro da parte curricular foi discutida essa questão que eu digo - currículo de história -, que inclusive até hoje tem essa visão que currículo é apenas conteúdo, ou currículo para muitos professores é o livro didático que esta na escola e nós precisávamos estar rompendo, porque currículo envolve, metodologia, avaliação, planejamento e outros procedimentos. Então nessas reuniões de área... nós sempre ... Por exemplo: na época, a Raquel Comte, que era a nossa coordenadora, então ela sempre trazia alguém para estar falando, por exemplo, no caso da história do Espírito Santo, onde nós

professores tínhamos muita dificuldade. Então, veio o Renato Pacheco, Lea Brígida, Luís Guilherme, Isabel Perini. Essas pessoas criaram um ambiente muito lúdico, muito prazeroso para nós professores de História. Tivemos também formação em serviço, porque em julho tinha um recesso e tinha uns dias que nós fazíamos curso. Me lembro que veio do Rio o Chico Alencar, na época de Odete Veiga. Chico Alencar veio discutir a questão curricular, porque o Chico era professor e parece que estava na proposta curricular do Rio de Janeiro. Então, isso ocorria sempre, todas as semanas, sempre nas terças-feiras.

5) Eu fiz parte do conselho de escola. A resistência de alguns professores era com os