Cross-Section of the Implementations in Turkey
2. Türkiye Örneğinde Medya Okuryazarlığı
Da mesma maneira 3ue em 7;<=> ?amos analisar o caso em 3ue M
4 é uma
@ipersuperBCcie e B
n = R
D Com esse …m> usaremos técnicas da teoria de sistemas
dinGmicos H ?er ApIndice I). Jspeci…camente estamos a considerar nessa seção 3ueM está munida do seKuinte elemento de lin@a
ds2 = e2fh dx dx dl2; H;DMQR
onde f = f (l) e h = h (x)D Sara esta métrica éBácil
?er3ue U (5) 44= 0 H;DMMR (5) 4 = 1 2g g ;4 = df dl = f 0 D H;DM<R
Vssim a eWpressão da força extra emH;DXR se reduYa
= 2f0dx
d dl
d H;DM;R
VKora as e3uaçZes H;DXR tornam\se
d2x d 2 + (4) dx d dx d = 2f 0dx d dl d : H;DMXR É e?idente 3ue se tomarmos 3ue l = l0 =constante> o lado direito …ca
identicamente nuloD
Com isso> não é diBCcil mostrar 3ueH;D*R conduY^ eWpressãoU
d2l d 2 + f 0e2fh dx d dx d = 0: H;DM*R Jm conse3üencia> as e3uaçZesH;D_R resduYem\se a e3uaçãoU
d2l d 2 + f 0 K + dl d 2! = 0: H;DM`R
Movimento no Hiperespaço ac
deeuação ijklmndiorespeito pparte pentadimensional do morimentoseot
désicok Como
uá ewpostoyos
ralores deK de…nemeue tipo deseodésicas estaremos a
estudark Decertoy nos interessamos por part{culas cuuo morimento satis|aoo }rinc{t
pio da Causalidadek dssim osralores de K dererão ser ou0 ou 1k deeuação ijklmn
é uma eeuação di|erencial de sesunda ordemy eue em princ{pioy pode ser resolrida
se admitirmos con~ecida a |unção f
0 = f0(l)
k
eciprocamentey se l = l( ) é então
con~ecidoyconseeentementef = f (l) será determinadoia menos de uma constante
de intesraçãoncontanto eue possamos escrerer = (l)k
.
An
lise qualitativa do movimento na quinta
dimensão
ecordemos eue a~ipersuper|{cie …wa as condiçes de limite para o|ator de
distorçãok e o|ator de distorção f = f (l) não é con~ecidoa prioriy não disporemos
de uma maneira eue nos lere a oter in
|ormaçes conclusi
ras sore o morimento
na euinta dimensãok Contudoy aeui mostraremos eue uma análise eualitatira ria
sistemas dinmicos nos
|ornecerá in|ormaçes rele
rantes sore tal morimentok }ara e|etuar a análise de…nimos a rariárel q =
dl
d ey assimy passamos a
considerar ij klmncomo o sesuinte sistema dinmico autônomoirideApndice I)k
dl d = q; ijkln dq d = P (q; l); com P (q; l) = f0(K + q2): ijkln
a inrestisação de sistemas dinmicosy um papel preponderante é desemt
pen~ado pelos pontos de equilíbrio, eue neste caso particular do sistema ijkjn é
Movimento no Hiperespaço
q = 0
P (q; l) = 0
conecimento desses pontosuntamente com as propriedades de estail
idadepermite auerir importantes inormaçes relatias aos tipos de comportamen
tos permitidos ao sistema ssim se para uma eodésica particular conecemos t
como uma unção do par¡metro isto é t = t( ) então como
dt
d 6= 0 e saendo
a priori o comportamento de l = l( ) a análise ¢ualitatia nos permitirá dedu£ir
a eolução temporal do moimento de uma part¤cula ou ei¥es de lu£ na ¢uinta
dimensão
¦
.
§.
¨Movimento geod
©sico pentadimensional de partículas
maciças nas imediaç
ªes de uma hipersuper
«ície tetradi-
mensional
¬niciemos por considerar o caso das part¤culas de massa de repouso nãonulas K = 1 cuo moimento na¢uinta dimensão é oernado pelo sistema din¡mico
dl d = q dq d = f 0(1 + q2)
ponto de e¢uil¤ rio é determinado por q = 0 e os £eros da unção f
0(l)
se e¥istem denotamos enericamente por l0 stas soluçes são interpretadas
como pontos cr¤ticos no plano de ase e correspondem a curas ¢ue se mantém
completamente em umaipersuper¤cieouola 0de umaoleaçãol = constante
deM
e¥ist®ncia de pontos de e¢uil¤ rio do sistema din¡mico tem a im
portante conse¢u®ncia de ¢ue as eodésicas do iperespaço e as da ipersuper¤cie l = l0 =contantecoincidem ¯ote¢ue para a métricaa curatura e¥tr¤nseca
daipersuper¤cie 0 é dada por
Movimento no Hiperespaço °±
²ue é claramente nula para os pontos de e²uili³r´oµ ondef
0 = 0
¶ ·ntãoµna aus¸ncia
de pontos de e²uili³r´oµ ¹i
¶e¶ f
0 6= 0
ºa cur»atura e¼tr
´nseca não se anulaµe de acordo
oteorema ½µ com e¾eitoµa ¿ipersuper¾´cie não será totalmente Àeodésica¶ Áara o³ter in
¾ormaç
Âes so³re os poss´»eis modos de comportamento de
part´culas e raios de luÃem tais¿ipersuper¾´cies é importante estudar a natureÃa e esÄ
ta³ilidade dos correspondentes pontos de e²uil´³rio¶
Åsto pode ser¾eito lineariÃando
as e²uaçÂes¹Æ¶± Ǻ ¹»er ApÈndice I). Êemosµ entãoµ as e²uaçÂesË
dl d = qµ ¹Æ¶±Ìº dq d = f 00(l 0)l(1 + q2)µ ¹Æ¶±°º
²ue podem ser representados pela e²uação matricial
_l _q = 0 @ 0 1 f00(l 0)(1 + q2) 0 1 A l q cuÍo polinÎmio caracter´stico éË
2+ f00(l
0)l(1 + q2) = 0
·studando os auto»alores da correspondente matrià Íaco³iana nos pontos
de e²uil´³rio e supondo²ue a ¾unção f
0(l) se anula em pelo menos al
Àum pontol0µ
podemos prontamente mostrar²ue os correspondentes auto»alores são determinados
pelo sinal da seÀunda deri»ada f
00(l
0)µ as seÀuintes possi³ilidades emerÀem para os
pontos de e²uil´³rio do sistema dinÏmico Ë
Caso
ж Ñe f00(l
0) > 0µ então o ponto de e²uil´³rio ¹q = 0; l = l0º é um
vórtice ou centro¹»er …ÀuraƶҺ¶ ·ste representa o caso no²ual as soluçÂes prÓ¼imas
ao ponto de e²uil´³rio tem a topoloÀia de um c´rculo¶ Ôeste casoµ o retrato de ¾ase
consiste em cur»as ¾ec¿adas ²ue descre»em o mo»imento da part´cula oscilando em
torno da¿ipersuper¾´cie 0¹l = l0ºinde…nidamente ¹»er …Àura ƶ Ǻ¶
Õs amplitudes das oscilaçÂes dependerão somente das condiçÂes iniciais¶ Ôotemos ²ue a e¼ist¸ncia de tais mo»imentos c´clicos é independente do espaçoÄ
tempo tetradimensionalµ e¼ceto pelas condiçÂes f
0(l
Movimento no Hiperespaço Ö×
ØiÙura×ÚÛÜ Ý ponto de eÞuilßãrioE no caso onde f (l0) > 0Ú
distorçãof (l) continuando completamente arãitrárioÚ ä presença de tais pontos de
eÞuilßãrio tem como conseÞåæncia oÞuaseçcon…namento de partßculasè Þue pode ser
entendido como um eëemplo de hipersuperfícies quase totalmente geodésicas ì îer
ilustração ì…Ùura× ÚÛïïÚ
Caso
ðð Ú ñe f00(l
0) < 0è então o ponto ìq = 0; l = l0ï é um ponto de selaÚ òeste casoè a solução correspondente ao ponto de eÞuilßãrioE é altamente instáöelÚ ÷sto Þuer diøer Þue a menor perturãação leöa a uma diöerÙæncia eëponencial das
soluçùesÚìöer …Ùura×ÚûïÚ
ým eëemplo deste con…namento altamente instáöel é dado pelo þator de
distorçãoÿ×5]Ú
f (l) = bln cosh(cl); ì×Úû7ï
onde b e c são constantes positiöasÚ äÞui temos um único ponto de eÞuilßãrioè
em l = 0Ú Tamãém podemos öeri…car Þue f
00(0) < 0 neste caso
Ú äproöeitando
Movimento no Hiperespaço 6
Figura 4.3: As partículas entram e saem inde…nidamente da ipersuperfície (l =
l0). Isto dá origem a um mecanismo dequasi-con…namento.
aproxima-se daquele presente na métrica de Randall- Sundrum[1 6,[1
ds2 = e 2kjlj dx dx dl2 (4. 38)
onde k é uma constante. Neste casof
0(l) = k
, conforme ovalor del seja positivo
ou negativo. Então, para l 6= 0 não existem pontos de equilíbrio e, portanto, não á con…namento de partículas devido puramente a efeitosgeometricos. No entanto,
neste limite de …na espessura,se assumirmos nulo ovalor da curvatura extrínseca da branal = 0,então(4. 32)implica em con…namento. odavia,como apontado em[46
este é um con…namento altamente instável no sentido dequequalquer perturbação
transversal no movimento das partículas maciças ao longo dabrana acarretará uma fuga para a dimensão extra. Porém, este caso está fora do elenco das métricas que estamos considerando aqui, pois, o fator de distorção não é suave (a primeira
devivada def (l) com respeito à coordenada extra não é contínua eml = 0).
Caso
. Se f00(l
0) = 0, então ambos os autovalores são nulos, o que
corresponde a um caso degenerado. Para continuar analisandoqualitativamente as
soluções próximas do ponto de equilí brio, neste caso, necessitaríamos conecer a
derivada terceira (ou de ordem superior) dafunção f (l). Não desejamos considerar
este caso em sua generalidade. No entanto, se f (l) é constante (caso IV), então
podemosfacilmente desenar um retrato defaseglobal do sistema.
Caso
.Se f (l) =contante, entãof0(l) se anula para todos os
Movimento no Hiperespaço
i ura Quandof
00(l
0) < 0 o ponto de e uilrio é um ponto de sela este caso
o con…namento é altamente instáel nica eceção correspondendes linasAE
eBEao lon o das uais partculas são atradas de
olta para a ol
a
l o ue implica ueá uma in…nidade de pontos de e uilrio nãoisolados ou sea
temos uma lina contnua de pontos de e uil rio q = 0 erturaçes ao lon o
desta lina são neutramente estáeis o ue implica ue partculas colocadas em ual uer uma das ipersupercies da oleação l = l0 =constante irão permanecer
lá até receerem uma elocidade tranersal ipersupercie
Caso
e não temos pontos de e uilrioou sease noator de distorçãof (l) não eiste ponto de retorno para nenum alor de l então não podemos ter
con…namento de partculas clássicas nas ipersupercies deido somente a eeitos eométricos Um eemplo desta situação é ilustrado peloator de distorção
f (l) = 1 2ln ( l
2=3)
!9
considerado na reerência "9#
otamos ue mesmo uando nãoá pontos de e uilrioa representação da
dinâmica ainda pode ser o
tida sef (l) é con ecido
otendo
se a primeira inte
ral do
Movimento no Hiperespaço &' de primeira ordem dl dq = q f02(K + q2); *+/+0;
a<ual pode ser prontamente inte=rada> le?ando a
f (l) = ln pK + q2+ B
> *+/+@;
onde B é uma constante de inte=ração /
Movimento no Hiperespaço BC
D
.
GO movimento de
Hótons nas proximidades de
uma hipersuper
Hície do tipo tempo
JKaminemos aLora asLeodésicas nulasMmoOimento deWXtonsYno intuito de
saZer\uando são elas con…nadas na^ipersuperW_cie ou`pelo menos numaOizin^ança
destaa ceste caso` o sistema dindmico MeaiCY tornaksel
dl d = q MeaeiY dq d = f 02q2 MeaemY
ns pontos de e\uil_Zrio são dados` aLora` por q = 0` \ue consiste em uma
lin^a de pontos de e\uil_Zrio ao lonLo de eiKo l` com amZos os autoOalores iLuais
a zeroa Como resultado` eKistem Leodésicas nulas 5D em \ual\uer ^ipersuperW_cie
l =constantea osto demonstra \ue o con…namento de WXtons na ^ipersuperW_cie não
depende doWator de distorçãoa pá` tamZém` reLires de estaZilidade e instaZilidade
com respeito spe
\uenas perturZaçres ao lonLo do eiKo l a
Como Woi apontado na seção anterior` podemosWacilmente oZter uma intek Lral primeira do sistema MeaeiY \ue é dado por MeaetYa co caso do moOimento dos WXtons` MK = 0Y isto dá
q = Ae f(l)
MeaeeY
onde A é uma constante de inteLraçãoa uortanto` podemos oZter uma dindmica LloZal das soluçresMeaeiYa partir de certo con^ecimento\ualitatiOo daWunçãof (l)a
Muitos casos diWerentes podem surLir` dependendo da natureza de f (l)a w\ui` por simplicidade` Oamos impor a simetria Z2
y
soZre a Leometria do bulka n \ue se seLue são alLuns eKemplos poss_Oeisl
ta f (l) é umaWunção monotonicamente crescente paral 0\ue se aproKima
do limite f (l) ! 1 \uando l ! 1M isto pode ser perWeitamente Oisto em Mea{YYa osto inclui o caso do Wator distorção considerada em|e}~a
ia f (l) é uma Wunção monotonicamente decrescente para l 0 \ue se
aproKima do limite f (l) ! 1 \uando l ! 1` \ue é o caso do Wator distorção
Movimento no Hiperespaço
iura etrato dease do moimento detons em presença de simetriaZ2 com
uma unção f (l) monotônica crescente para l 0 e f (l) ! 1 uando l ! 1
con…nados se os colocamos em moimento em direção
ipersuper cie
l = 0
então aps alcançar uma distncia mnima de ; são lançados de olta ao in…nito
mostrando claramente ue são repelidos por
f (l) é constantee neste caso temos o mesmo diarama deaseue temos
no caso de partculas maciças
inalmente é releante notarue no caso deeodésicas nulas os pontos de
euilrio da euação não eiemuef
0 = 0
ue é uma conseuncia da apli
cação dolemaaocorolárioisso é como asolas espaçotempo são umlicas
então as eodésicas do tipo lu da ola tamém são eodésicas do bulk utra
conclusão importante éuenos casos emue asipersupercies são localiadas nos
pontos de retorno l = l0 das unç
es f H = f
0e2fh (x) satis
a a simetria Z2
Movimento no Hiperespaço ¡
¢i£ura ¤¥¦§ ¨etrato de ©ase correspondente ao caso onde f (l) é um ©unção
monotªnica decrescente para l 0¥ «essa con¬untura f (l) ! 1 uando l ! 1¥
®
.
¯Movimento de partículas nas proximidades da
subvariedade M
4com M = R
nF
M
4°or simplicidade± consideraremos o caso em ue a métrica kab± de ²¤¥³´± é
euclidiana± isto é± kab = diag(+:::+)¥ µsto irá nos permitir ¶eri…car ©acilmente a
e·ist¸ncia de pontos de euil¹ºrio» ¤ ¼¥ ½e de…nirmos
dya
d = z
a podemos
± então± e·pressar as euaç¾es ²¤¥¿´ como
um sistema dinÀmico autªnomo dado por
dya d = z a ± ²¤¥ ¤Á´ dza d = P a(z; y) ± com Pa(z; y) = f;a(K + kbczbzc) abcz b zc; ²¤¥ ¤¦´ e za = (z1; :::zn); ya = (y1; :::; yn): ²¤¥ ¤ ´
Movimento no Hiperespaço ÂÃ
ÄoÅamente K = 1 para partÆculas de maciças eK = 0 para partÆculas com massa
de repouso nula Çcaso dos ÈÉtonsÊË ÌamÍém temos Îue
za = 0 e Pa(z; y) = 0Ï ÇÐËÐÑÊ
determinam os pontos de eÎuilÆÍrio de ÇÐËÐÒÊ ÇÅer ApÓndice IÊË
ÔconÕecimento destes pontosÖunto com as suas propriedades de estaÍili×
dade nos permitiráØanÕar muitas inÈormaçÙes relatiÅas aos tipos de compotamento
permitido ao sistemaË Úe as e ÎuaçÙes f;a = 0 possu Ærem raÆÛes reais Ç Îue denotamos por yo = (y1
o; :::; yno)ÊÏos pontos de eÎuilÆÍrio estarão determinados por (z
a= 0; y = y o)Ë Ìanto a natureÛaÏcomo tamÍém a estaÍilidade destes pontos de eÎuilÆÍrioÏ
podem ser oÍtidos atraÅés de lineariÛação das eÎuaçÙesÇÐËÐÒÊÏestudando×se os auto× Åalores da matriÛÖacoÍiana correspondente calculada nos pontos de eÎuilÆÍrioË Äeste
casoÏ esta é uma matriÛ 2n 2n dada por
J = 2 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 4 0 ::: 0 1 0 ::: 0 0 ::: 0 0 ::: 1 0 ::: ::: ::: ::: ::: ::: 1 f11 f12 ::: f1n 0 ::: 0 f21 f22 ::: f2n 0 ::: 0 ::: 0 ::: 0 fn1 fn2 ::: fnn 0 ::: 0 3 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 5 ÇÐËÐÜÊ onde f;ab = @ 2f @ya@yb: Äão é diÈÆcilÅer
Îue o determinante det J e o traço I de J são
determinadosÏ respectiÅamente por
det J = (1)n+1det f;ab ÇÐËÒÝÊ
eI = 0Ë
Þara Èormas Øerais do Èator de distorção f os auto×Åalores do sistema são
raÆÛes de um polinßmio de ordem2nÏÎue seria diÈÆcil analisar analiticamenteË ÞorémÏ
aÎui nosso propÉsito primário
Ï é desco
Írir se o sistema é
Ï em princÆpioÏ capaÛ de
Movimento no Hiperespaço äå
M4
æ çssim em luèar de procurar o caso èeralé aëuié nos perèuntaremos se eìistem
classes deîatores de distorção especiaisf para os
ëuais tal o con…namento é poss ïðel
æ
Como eìemploé consideremos os casos em ëue onde fij possua pontos de
eëuilïñrio nulos para todo o i 6= jé e nòmeros reais positi
ðos caso i = j
æ öm tal
circunst÷ncia a matriø J simpli…caùse e os autoùðalores podem ser encontrados
prontamenteû
= ipf;aa; a = 1::::2n üýæþÿ)
onde f;aa não suñtende nenhuma somaæ östa condição seria satisîeita para îunções
do tipo
f =X
a
ca(ya)né üýæþå)
para n 2 Z+
éisto éé ðalores inteiros e positiðos næ
Isto nos permiteðer o sistema como um conjunto de osciladoresharmônicos
acopladosû d2yi dt2 = ! 2 iy i
onde noðamente nenhuma adição é suñtendida em !i = fiiæ çssimé no caso de
codimensão né o moðimento está con…nado a um nùtoroæ Istoèeneraliøa o caso do
ponto de eëuilïñrio deðórticeëueîoi encontrado para codimensão umé a um caso de
con…namento toroidal de partïculas nas proìimidades da suñðariedade espaçoùtempo
M4
Conclusões 73