BULGULAR ve YORUM
5.3. Tüketicilerin Oturdukları Konutların Özellikler
1) Qual seu nome, sua formação, a função e em qual setor você trabalha aqui no Museu de Ciências Naturais da PUC-Minas.
2) Há quanto tempo existe o Setor educativo e qual seu objetivo geral. 3) Quais ações o SE mobiliza para alcançar seu(s) objetivo(s)?
4)
O espaço do educador foi formulado/idealizado para atrair o professor e, assim, possibilitar um trabalho melhor. Antes, a recepcionista é quem mostrava o museu para os professores e, a partir daí, eles escolhiam o roteiro. Rompemos com essa estrutura. Criamos roteiros mais livres para a escolha do professor. Ana Cristina Sanches, 26/02/2013 – notas de caderno de campo.
Essa sua fala, em conversa anterior, nos remete a algumas indagações:
a) Quais mudanças foram percebidas a partir desta ação empreendida pelo SE nas práticas dos professores que vocês recebem?
b) Especificamente na questão da Pré-história, do ensino de história, houve alguma mudança ou percepção nova de vocês em relação às práticas educativas?
5) Quantos profissionais estão envolvidos nas ações do SE (incluindo os alunos/estagiários da PUC-Minas?)?
6) A escola é considerada uma visita particular?
7) Como o museu/setor educativo se prepara para receber o público, em especial, o público escolar?
8) O que o museu pode propor como atividades específicas a uma prática educativa eminentemente pedagógica?
9) Como o museu colabora para uma prática/ensino da Pré-História do Brasil e Minas? Exemplifique, por favor!
10) De que maneira as práticas desenvolvidas pelo SE, em especial, o Espaço do Educador, colaboram para sua inserção no espaço museal; na (re)elaboração de sua noção de museu; na futura prática que desenvolverá e na própria noção do conhecimento (histórico e educativo neste ambiente)?
11)
“A minha menina dos olhos”. Sem esse espaço não ocorre aprendizagem pelos alunos. O museu não sabe as
expectativas do professor da Escola. É o momento de conversa entre as duas instituições. O professor muitas das vezes não sabe como o museu funciona. No espaço do educador, ele é levado a repensar e entender melhor como funciona o ambiente. O professor pode falar sobre suas demandas. Faz o diferencial na hora da visita. É nítida a diferença entre quem frequentou o Espaço e não frequentou.” Ana Cristina Sanches, 26/02/2013 – notas de caderno de campo.
Gostaria que você falasse mais sobre o tudo isso que você já me disse anteriormente. 12) Por fim, gostaria que você falasse partir das práticas estabelecidas no/do SE sobre essa
assertiva a seguir:
Não existe a primeira nem a última palavra e não há limites para o contexto dialógico (...). Nem os sentidos do passado, isto é, nascidos no diálogo dos séculos passados, podem jamais ser estáveis (...): eles sempre irão mudar (renovando-se) no processo de desenvolvimento subseqüente, futuro do diálogo. (...) Não existe nada absolutamente morto: cada sentido terá sua festa de renovação. Questão do grande tempo (BAKHTIN, 2003). RETIRADO DO SÍTIO DO MUSEU EM 12/10/2013.
Anexo IV - Roteiro para entrevista setor educativo/coordenadora tarde
1) Qual seu nome, sua formação, a função e em qual setor você trabalha aqui no Museu de Ciências Naturais da PUC-Minas.
2) Há quanto tempo existe o Setor educativo e qual seu objetivo geral. 3) Quais ações o SE mobiliza para alcançar seu(s) objetivo(s)?
4) Quantos profissionais estão envolvidos nas ações do SE (incluindo os alunos/estagiários da PUC-Minas?)?
5) A escola é considerada uma visita particular?
6) Como o museu/setor educativo se prepara para receber o público, em especial, o público escolar?
7) O que o museu pode propor como atividades específicas a uma prática educativa eminentemente pedagógica?
8) Como o museu colabora para uma prática/ensino da Pré-História do Brasil e Minas? Exemplifique, por favor!
9) De que maneira as práticas desenvolvidas pelo SE, em especial, o Espaço do Educador, colabora para sua inserção no espaço museal; na (re)elaboração de sua noção de museu; na
futura prática que desenvolverá e na própria noção do conhecimento (histórico e educativo neste ambiente)?
10) Por fim, gostaria que você falasse partir das práticas estabelecidas no/do SE sobre essa assertiva a seguir:
Não existe a primeira nem a última palavra e não há limites para o contexto dialógico (...). Nem os sentidos do passado, isto é, nascidos no diálogo dos séculos passados, podem jamais ser estáveis (...): eles sempre irão mudar (renovando-se) no processo de desenvolvimento subseqüente, futuro do diálogo. (...) Não existe nada absolutamente morto: cada sentido terá sua festa de renovação. Questão do grande tempo (BAKHTIN, 2003). RETIRADO DO SÍTIO DO MUSEU EM 12/10/2013.
Anexo V - Roteiro para entrevista com a professora Margarida e Rosa.
1) A partir da sua experiência docente, quais as contribuições que o museu de ciências naturais da PUC promoveu para abordagem da relação passado e presente ou da relação entre as temporalidades?
2) De que forma a literatura pôde auxiliar no ensino de história? Fale um pouco dessa experiência e o uso do livro do Cartelle também. Fale um pouco se você quiser, e por fim relação entre a literatura os museus e o ensino de história.
3) Quais atividades você promoveu na pós-visita e quais trabalhos você ainda pretende realizar durante o ano letivo.
4) O que você ressaltaria de relevante para os estudantes na prática educativa mediada por outro ambiente, no caso museu e por uma obra de divulgação científica.
5) Quais foram os objetivos e perspectivas que lhe de mobilizaram e empreender essa prática de ensino da pré-história brasileira e mineira no museu com apoio da literatura.
6) Você visitou previamente o museu antes da visita educativa? Se sim como a visita auxiliou sua prática em suas atividades e você já acessou em visita virtual?
7) Qual a sua concepção de museu de história e porque levar alunos ao museu para estudar e aprender história?
8) Qual é em sua opinião, a principal contribuição do museu de história para reflexões das questões da memória e do patrimônio?
9) Como o livro Os meninos da planície pode contribuir para o ensino da pré-história brasileira e mineira?