1.3. Geleneğin Yapısı
1.3.1. Sosyal Norm Olarak Geleneğin Yapısı
Existem dificuldades naturais inerentes ao desenvolvimento de um modelo para simulação. Preocupado com esta questão SENGE et al. (1997) propuseram uma abordagem para ajudar a compreender a realidade da situação-problema, chamada por ele de “Narração de Histórias”.
O método estabelece que, através do diálogo entre os principais atores envolvidos no processo decisório que produz a situação-problema, se aprofunde o entendimento da mesma (VILLELA, 2000). Ao final de sua aplicação seria possível uma compreensão mais clara da sua dinâmica e a partir daí seria então possível tomar decisões capazes de influir de forma satisfatória na superação de dificuldades identificadas na situação-problema
FORRESTER (1961) descreveu os passos que devem ser seguidos para desenvolver um modelo de simulação dinâmica, os quais serão apresentados a seguir.
1° passo: Definição do problema
O objetivo desta etapa é definir claramente o problema ou questão a ser analisada. Segundo o autor, é necessário ressaltar que o problema escolhido deve ser importante, ou seja, que através de seu entendimento seja possível aprimorar o gerenciamento do sistema estudado.
2° passo: Descrição da situação
Os fatores que sustentam o problema devem ser visualizados, inter- relacionados e descritos. Este trabalho exige que o observador utilize todo sua intuição e percepção para construir uma descrição do sistema de realimentação que envolve o problema estudado.
Neste ponto, levando-se em consideração o passado e o presente, é importante considerar as variáveis que de fato interferem no exercício das atividades atuais, como os fatores sociais, psicológicos e organizacionais que influenciam as decisões. Deve-se prestar atenção nas políticas, delays (defasagens de tempo) e fontes de informação que determinam o comportamento do sistema dinâmico.
O resultado deste passo deve ser uma descrição verbal (modelo verbal ou mental), não ambígua e clara, das variáveis e de seus inter-relacionamentos, os quais fundamentam as questões a serem respondidas.
É neste passo que se aplica o PS. O objetivo é elaborar modelos mentais, ou seja, identificar as crenças ou pressupostos que os atores mantêm em suas mentes e que influenciam seus comportamentos, gerando estruturas no mundo real.
3° passo: A modelagem (o modelo matemático)
Por mais próximo que o modelo mental possa estar de representar fielmente um sistema real, nunca podemos dizer que este modelo é totalmente correto ou definitivo. O modelo corresponde a uma percepção subjetiva e representativa da realidade.
A modelagem é a tradução do modelo mental (desenvolvido na etapa anterior) para a linguagem matemática. As dificuldades inerentes a tradução para a linguagem matemática normalmente estão relacionadas a definição errônea do problema na primeira etapa, ou a construção de um modelo inadequado ou incompleto na segunda etapa.
Em geral, este modelo constituirá uma descrição precisa de um sistema, mas, por outro lado, com pouca complexidade para permitir uma solução matemática ótima. No entanto, torna possível a geração de um modelo de tempo histórico do comportamento, que poderia resultar caso o sistema iniciasse com um estado inicial e com algum outro comportamento do sistema externo.
4° passo: A simulação
O modelo representa o sistema real e simula sua ação sob circunstâncias tão realistas quanto a descrição original do sistema. Isto é o mesmo que testar uma política ou estrutura organizacional no sistema real, mas com um custo relativamente insignificante.
Segundo SENGE et al. (1997), a simulação é uma parte essencial do treinamento em pensamento sistêmico. Quando criamos um mapa de um sistema, através de arquétipos, diagramas de enlaces causais, ou estoques e fluxos, não fazemos nada mais do que propor hipóteses. A simulação é um modo prático de testar as teorias que propomos em nossos mapas sistêmicos, sendo assim um modo prático de aprender acerca da relação entre a estrutura de nossos sistemas e a dinâmica que eles produzem.
Um modelo bem elaborado e bem testado, baseado em computador, permite-nos fechar o enlace de realimentação pelo qual aprendemos, mostrando-nos as implicações dos nossos pressupostos.
5° passo: Interpretação
Após a simulação do modelo de sistema vem a fase de interpretação dos resultados. Nesta etapa ocorre o maior aprendizado sobre o sistema, pois como todas as variáveis do sistema são conhecidas e controláveis, as mudanças no comportamento do sistema podem ser traçadas de acordo com a necessidade (LOURENZANI, 2001).
a) Predizer o curso e os resultados de certas condições; b) Entender porque eventos observados estão ocorrendo;
c) Identificar possíveis problemas antes da implementação de novas políticas;
d) Confirmar se todas as variáveis relevantes são conhecidas; e) Desenvolver idéias e estimular o pensamento criativo; f) Avaliar estas idéias e identificar deficiências;
g) Compartilhar visões e disponibilizar estas informações.
6° passo: Reprojetando o sistema e repetindo o experimento
Reprojetar o sistema significa planejar alterações na estrutura visando alcançar os resultados desejados, considerando as conseqüências sistêmicas destas alterações. Neste caso, podem ser adicionados novos elementos ou novos enlaces ou mesmo quebrar ligações que produzem impactos indesejáveis (ANDRADE, 1997).
Esta ação permite projetar ou implementar um novo processo, monitorar informações de uma nova maneira, ou ainda estabelecer novas diretrizes de trabalho. Também é útil que se busque a eliminação, ou enfraquecimento, de efeitos indesejados, visando suspender estratégias contraproducentes (SENGE et al., 1997).
Quando os resultados representam adequadamente as importantes características comportamentais do passado, o próximo passo na busca de melhorias é replanejar a estruturas e as políticas do sistema. Este trabalho melhora o conhecimento a respeito do sistema e ajuda a obter melhores resultados.