1.5. SÜRDÜRÜLEBİLİR KALKINMANIN ÖLÇÜMÜNDE KULLANILAN
1.5.1. Sosyal (İnsani) Göstergeler
Nos últimos tempos, observa-se um grande número de casos criminais reais de repercussão regional, nacional e até internacional que, por meio da imprensa, divulgam uma instituição que se utiliza da vanguarda do conhecimento científico e tecnológico para investigar e desvendar crimes. Aliado a isso, filmes e seriados de televisão também funcionam no sentido de popularizar a ciência forense. Os seriados televisivos, como o CSI (Crime Scene Investigation), Law and Order, Cold Case, entre outros, têm uma importante parcela de responsabilidade em dar visibilidade ao público sobre a atuação da ciência forense. No caso do CSI, o seriado se concentra na investigação da cena do crime e focaliza a evidência científica em sua elucidação. Na série, é analisado cada detalhe das cenas dos crimes, ainda que seja aparentemente irrelevante. O seriado estreou nos EUA em 2000 e a partir de 2001 passou a ser exibido no Brasil, tendo importante papel na divulgação do trabalho da perícia criminal (FACHONE,2008).
Dessa forma, a população e a sociedade em geral passou a reconhecer que as perícias têm implicações diretas nos resultados das investigações criminais e no futuro veredicto a que estarão sujeitos os envolvidos em um crime.
Esse fato tem suscitado questões decorrentes das relações de poder nos órgãos policiais. Historicamente a atuação da polícia sempre colocou em maior evidência os investigadores responsáveis pela busca dos criminosos, que investigavam a partir das informações subjetivas (relativas aos sujeitos – vítima, testemunhas, autor, cúmplices, etc....) e a própria mídia reproduzia o que se via nas investigações, ou seja, a polícia tentando provar que determinado suspeito realmente havia perpetrado o crime.
A recente e crescente repercussão midiática do trabalho da perícia criminal, tem mostrado outro lado da investigação: a sequência lógica de eventos (evidências e provas) que conduzem ao criminoso. Essa realidade, sobretudo em investigações de casos de grande repercussão, se por um lado gerou benefícios à perícia, chamando a atenção para as necessidades de aporte de recursos, treinamento e atualização tecnológica da instituição, por outro lado, acirrou também uma disputa por espaço e poder no órgão, que até então era incipiente e velada. Pelo menos no
que tange à Polícia Federal, até o final dos anos noventa, as relações de trabalho dentro da investigação criminal entre a perícia e os investigadores era melhor definida, estando, mais claramente, a atividade de perícia independente da investigação criminal. Entretanto, com o novo status obtido pela perícia criminal, passou a ocorrer, dentro das polícias judiciárias, um movimento buscando controlar a perícia e, por conseguinte, “capitalizar” esse reconhecimento e crescimento das ciências forenses para toda a polícia e, sobretudo para os delegados de polícia, na grande maioria das vezes os destinatários primários do laudo pericial.
Por outro lado, é realidade que a quase totalidade dos cursos de direito no Brasil não possuem uma cadeira destinada ao ensino da criminalística, o que contribui também para o desconhecimento e a subestimação dessa disciplina, ou ramo do conhecimento humano pela imensa maioria dos operadores do direito. Essa situação também contribui para a falta de reconhecimento da perícia criminal como um processo complexo e independente que deve se desenvolver, externa e paralelamente, e não dentro ou como um mero apêndice ou uma mera atividade da investigação criminal. Na realidade a criminalística deve ser entendida como uma ponte que possibilita o acesso do direito penal e da justiça criminal a todos os demais ramos do conhecimento científico.
Os crimes ocorrem envolvendo os mais diversos ramos do conhecimento humano e em cada uma dessas dimensões do conhecimento, certamente deixarão seus rastros (vestígios). Desse modo, é necessário que ocorra paralelamente à investigação dos elementos subjetivos do crime, também um processo investigativo de caráter eminentemente técnico-científico, apto a localizar, identificar e interpretar esses vestígios.
Na realidade, o que se conclui ao se estudar a atual estrutura e o funcionamento do Subsistema de Segurança Pública, é que a solução de suas dificuldades depende de melhorias na sua administração, organização e, principalmente logística. Entretanto, a abordagem normalmente adotada é voltada para questões como a alteração do ordenamento jurídico, como aumento de pena, criminalização de novos delitos, alteração da idade para responsabilidade penal, demandas classistas das polícias, entre outras questões.
As figuras 4 e 5 percepção dessa realidad
Figura 4: Para os operado uma maneira geral, a representa uma ínfim conhecimento ou informa “conhecimento jurídico”. (2013).
Nesse talante, me Militar de Minas Gerais d bacharéis em direito. A portanto, demanda profis habilidades diversificada circunstâncias e peculiari
A atual estrutura d para o procedimento b resultado efetivo, decorre de sua estrutura de pod interesses (MISSE et al, poder e, nesse trabalho, meio de serviço ao cidad
5, apresentam, de forma ilustrativa,com ade. dores do direito de a Criminalística fima parte de mação relativo ao . Fonte: O autor Figura 5: Entretanto, n ponte que une a ap sobretudo o direito pena a todos os demais ram científico. Fonte: O auto
merece observação o fato recente de o C s de restringir o ingresso no Curso de Form . A atividade policial apresenta nature
fissionais das mais diversas formações, c das capazes de atender toda a multiplicid iaridades que envolvem o trabalho policial (
a do subsistema de segurança pública no burocrático do que para os processos rre de suas origens históricas, da socieda oder, marcadamente orientada para uma , 2010), sem a percepção republicana de ho, especificamente do poder de polícia s
adão.
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na realidade, ela é a aplicação do direito, nal e processual penal mos do conhecimento tor (2013). Comando da Polícia ormação de Oficiais a reza multidisciplinar, , com competências e icidade de atividades, (BITTINER, 2003)
o Brasil, voltado mais os envolvidos e seu dade patrimonialista e a intrincada rede de de que o exercício do só se justifica como