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4.1. Alt Amaçlara Yönelik Bulgular

4.1.5. Sosyal Bilgiler (6 Sınıf) Ders Kitabında ve Tarih (9 Sınıf) Ders

Em cumprimento às exigências da NOAS-2001, e dentro dos princípios preconizados pelo SUS, foi elaborado o Plano Diretor de Regionalização de Minas Gerais de 2000/2002 (PDR-MG – 2000/2002). A proposta de regionalização do PDR-MG – 2000/2002 está em coerência com as diretrizes de organização e regionalização estabelecidas no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado de 1999/2002, e no Modelo de Organização dos Serviços, aprovado pela Comissão Intergestores Bipartite do Estado de Minas Gerais – CIBE/MG (MINAS GERAIS, 2002).

A elaboração do PDR-MG – 2000/2002 levou em consideração: a produção de serviços; a capacidade ambulatorial e hospitalar instalada; os fluxos de Autorizações de Internações Hospitalares (AIHs); Autorizações de Procedimentos de Alto Custo (APACs); as condições socioeconômicas e geográficas; e os fluxos viários. Cada Diretoria Regional de

Saúde (DRS), atualmente denominada Diretoria de Ações Descentralizadas (DAD), tinha por responsabilidade a coordenação técnica e administrativa. Foram identificados vários níveis de agregação, definindo a abrangência populacional com base na capacidade instalada ou no plano de investimentos, de forma a garantir referência para atendimentos de média e alta complexidade. Cabe mencionar que os pólos regionais nem sempre coincidiam com as sedes das DRS (MINAS GERAIS, 2002).

A observação de reversões dos fluxos de alta complexidade, resultantes, principalmente, do reforço de investimentos nas Regiões do Baixo e Alto Jequitinhonha, do Mucuri e Norte de Minas evidenciou a necessidade de uma revisão do PDR-MG 2000/2002. Fundamentado no plano de governo 2003/2006 e na NOAS-2002, e com base no PDR-MG – 2000/2002, foi elaborado o Plano Diretor de Regionalização de Minas Gerais de 2003/2006, com a participação dos municípios na sua elaboração. O PDR-MG – 2003/2006 foi aprovado pela CIB e pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT) em novembro de 2003 (MINAS GERAIS, 2003).

Os princípios do PDR-MG – 2000-2002 eram a qualidade da atenção dos serviços de saúde do SUS e o acesso aos mesmos. Já o PDR-MG – 2003/2006 tem como princípios, além dos já mencionados, as economias de escala e de escopo. As diretrizes do PDR-MG – 2000/2002 são: organização dos serviços assistenciais, tendo o município como referência; equidade; racionalidade; otimização; subsidiar Plano Diretor de Investimentos (PDI) e Programação Pactuada Integrada (PPI). O PDR – MG – 2003/2006 possui, além das quatro últimas diretrizes mencionadas, a definição de redes assistenciais – Viva Vida, Urgência e Emergência – e a expansão da atenção básica e do PSF, tendo como referência uma Unidade Hospitalar e não apenas o município (MINAS GERAIS, 2003).

O PDR-MG – 2000/2002 estabeleceu teto financeiro por município e a contratação de serviços por procedimento, além de propor a revisão periódica da PPI. O PDR-MG – 2003/2006 identifica e financia Unidades de Referência Hospitalar por nível assistencial, com controle e regulação microrregional da PPI. O PDR-MG – 2000/2002 não atentou muito para a questão da escala. Daí os esforços do PDR-MG – 2003/2006 em promover não apenas maior economia de escala, como também de escopo. Foram identificadas microrregiões que pudessem ser agregadas, de forma a garantir racionalidade e eficiência

na prestação descentralizada de serviços de média complexidade ambulatorial e hospitalar e também de alguns serviços de alta complexidade (MINAS GERAIS, 2003).

Ainda que a escala tenha sido um critério relevante como garantia de eficiência, os critérios da garantia da acessibilidade e da qualidade da atenção à população prevalecem. O critério de escala não prevalece quando as distâncias e condições viárias e geográficas não forem adequadas ao atendimento (MINAS GERAIS, 2003).

Com estudos efetuados sobre o fluxo hospitalar das internações durante o ano de 2002 e com o desenvolvimento da PPI – 2001/2003, confirmou-se a necessidade de ajustes no desenho das macrorregiões e microrregiões. Foi constituída uma equipe, denominada Grupo de Trabalho da Regionalização (GTR), que, possuindo como base técnica o Centro de Planejamento/Assessoria de Gestão Estratégica (CP/AGE), procurou identificar as microrregiões que pudessem agregar potencial de escala, de forma a proporcionar, com qualidade, racionalidade e eficiência, a prestação descentralizada de média complexidade ambulatorial e hospitalar, incluindo alguns serviços de alta complexidade. Além de estudos referentes à economia de escala, foram feitos estudos das malhas viárias, de tal forma que se pudesse avaliar a possibilidade de se agregar determinadas microrregiões.

Considerou-se, dependendo da malha viária, que uma microrregião deve possuir, no mínimo, 150.000 habitantes. Os critérios de acessibilidade geográfica e viária propostos foram: (i) até 150 km em estrada de asfalto; (ii) até 2 horas em condições viárias deficientes (MINAS GERAIS, 2003).

As sete Macrorregiões e as 21 Regiões Assistenciais estabelecidas pelo PDR-MG – 2000/2002 tiveram suas funções e papéis redefinidos, passando a compor 13

Macrorregiões3. Vinte Microrregiões foram agregadas a outras 17, reduzindo o número de

Microrregiões de 95 para 75. Os pólos definidos no PDR-MG – 2000/2002, assim como a referência e o custeio dos serviços existentes, foram mantidos, obtendo-se microrregiões bipolares/tripolares. Essa nova proposta de regionalização, PDR-MG – 2003/2006 norteia, também, o novo Plano Diretor de Investimentos, de tal forma que determinados procedimentos que exijam economias de escala tenham condições de obtê-las e, além

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São consideradas macrorregiões de grande escala aquelas com população acima de 1.000.000 de habitantes e que possuem serviços hospitalares de ensino e pesquisa. As demais macrorregiões são consideradas de pequeno porte ou de menor escala (MINAS GERAIS, 2003).

disso, busca proporcionar reforços para uma maior descentralização àquelas regiões que os necessitassem (MINAS GERAIS, 2003).

A agregação das microrregiões não pressupõe a anulação da microrregião de menor porte; por outro lado, serão considerados os serviços existentes e o custeio dos mesmos em ambos os pólos microrregionais. Isso é válido também para as macrorregiões. O PDR-MG – 2003/2006 contempla uma tipologia assistencial que propõe a organização dos serviços em níveis de complexidade tecnológica crescente, pressupondo, nos municípios-pólo microrregionais e macrorregionais, os níveis de atenção presentes nos demais municípios. A identificação dos pólos microrregionais e macrorregionais baseia-se no porte e prestação de serviços ambulatoriais e hospitalares, na capacidade instalada e na polarização de internações por clínica, segundo níveis de complexidade dos atendimentos definidos pela

tipologia assistencial4 presente no PDR-MG – 2003/2006 (MINAS GERAIS, 2003).