2. BÖLÜM: SEYYAHLAR VE BATI’DAN DOĞU’YA KİTAP KÜLTÜRÜ
2.3. SEYYAHLARIN ESERLERİNİN ORTAK ÖZELLİKLERİ
Os componentes de condução da luz natural através dos quais é possível iluminar um ambiente, além de um banheiro para outro banheiro, são as varandas e as circulações. Os modelos de sala e quartos são analisados com aberturas para uma varanda contígua e os modelos de cozinha, banheiros e quarto de empregados com abertura para uma circulação também contígua. Foram definidos cinco modelos de varanda/circulação em relação à profundidade: 1,20 m; 1,50 m; 2,00 m, 2,50 m e 3,00 m. Foi considerada a profundidade de 3,00 m com o objetivo de verificar a possibilidade de aumentar a profundidade máxima permitida dos componentes de condução. As larguras destes espaços são definidos de acordo com as larguras dos ambientes ao quais eles servem. Quanto à posição da varanda e da circulação em relação ao volume edificado, são definidas duas variações: os componentes encravado e saliente. A varanda da sala ainda tem outra variação, são simulados um peitoril opaco e um peitoril transparente.
2.1.2. Sala
O modelo virtual da sala tem área de 8,00 m²; largura de 2,60 m; 3,08 m de comprimento e altura de 2,60 m. A abertura (porta) tem 2,01 m² de área; com 2,10 m de altura e largura de 0,96 m. O índice K deste ambiente é de 1,04; sendo necessários 16 pontos de avaliação, no mínimo. A malha elaborada contém 30 pontos à altura de 0,75 m. A Figura 12 representa esse ambiente.
Figura 12 – Desenhos esquemáticos do modelo virtual da sala.
Fonte: Elaboração própria.
2.1.3. Quartos
a) O primeiro igual a sala;
b) O segundo, com 6,00 m² de área; largura de 2,20 m; 2,73 m de comprimento e 2,60 m de altura. A abertura (janela) tem 1,50 m² de área; altura de 1,10 m e largura de 1,37 m. O índice K desse ambiente é 0,90; sendo necessários 9 pontos de avaliação, no mínimo. A malha elaborada contém 20 pontos à altura de 0,75 m. A Figura 13 representa esse ambiente.
Figura 13 – Desenhos esquemáticos do modelo virtual do quarto 02.
Fonte: Elaboração própria.
c) O terceiro, um quarto de empregados, com 5,00 m² de área; largura de 2,00 m; 2,50 m de comprimento e altura de 2,40 m. Para atendimento da área de abertura,
foi adotada uma abertura (janela) de 1,26 m² de área; 0,63 m de altura e 2,00 m de largura e peitoril de 1,77 m. O índice K desse ambiente é 1,08; sendo necessários 16 pontos de avaliação, no mínimo. A malha elaborada contém 20 pontos à altura de 0,75 m. A Figura 14 representa esse ambiente.
Figura 14 – Desenhos esquemáticos do modelo virtual do quarto de empregados.
Fonte: Elaboração própria.
2.1.4. Cozinha
O modelo da cozinha tem 4,00 m² de área; largura de 1,60 m; comprimento de 2,50 m e altura de 2,60 m. Assim como no quarto de empregados, a abertura (janela) tem peitoril de 1,77 m; 0,63 m de altura e 1,60 m de largura e área de 1,00 m². O índice K deste ambiente é 0,65; sendo necessários 9 pontos de avaliação, no mínimo. A malha elaborada contém 15 pontos à altura de 0,90 m. A Figura 15 representa esse ambiente.
Figura 15 – Desenhos esquemáticos do modelo virtual da cozinha.
2.1.5. Banheiro
A área do modelo é de 3,00 m²; largura de 1,30 m e 2,31 m de comprimento. A abertura (janela) tem área de 0,37 m²; 0,60 m de altura e largura de 0,63 m e peitoril de 1,80 m; O índice K deste ambiente é 0,55; sendo necessários 9 pontos de avaliação, no mínimo. A malha elaborada contém 15 pontos à altura de 0,90 m. A Figura 16 representa o ambiente.
Figura 16 – Desenhos esquemáticos do modelo virtual do WC.
Fonte: Elaboração própria.
2.2. CARACTERIZAÇÃO DO CENÁRIO
A análise realizada através de cenários, ao invés de uma situação real, tem como vantagem a possibilidade de simplificar e isolar as variáveis, diminuindo possíveis erros, além de facilitar a experimentação de variações. Porém, a desvantagem é que os resultados obtidos podem não ser diretamente relacionados ao problema. Na maioria das vezes, os resultados indicam prováveis desempenhos devido a um parâmetro, o que pode ser útil para o estudo inicialmente (NG et al., 2006).
Para este estudo, é considerado um cenário urbano de ocupação máxima, com edificações de quatro pavimentos (térreo + três andares), classificadas como R5 pela legislação vigente (JOÃO PESSOA, 1971; JOÃO PESSOA, 2007). O estudo de cenários com ocupação máxima é amplamente realizado, tanto no Brasil quanto no exterior (CAPELUTO, 2002; LEDER et al., 2006; NG et al., 2006; SCALCO, PEREIRA & RIGATTI, 2010), devido ao crescente valor dos terrenos e por ser uma situação crítica cada vez mais presente em diversos locais das cidades.
A partir da aprovação do Decreto nº 5.900/2007 (JOÃO PESSOA, 2007), a menor dimensão de um lote urbano para o uso residencial na cidade de João Pessoa é de 10,00 x 20,00 m. Neste lote, é admitida unicamente uma edificação unifamiliar. A Figura 17 apresenta o mapa do bairro Planalto da Boa Esperança, na cidade de João Pessoa, e, nele, pode-se perceber a grande quantidade de lotes ainda vazios, por ser um loteamento recente, e as formas comuns de remembramento desses lotes. As quadras desse e de outros loteamentos, aprovados posteriormente à aprovação do Decreto, possuem aproximadamente 40 lotes e apresentam traçado regular.
Figura 17 – Mapa temático do bairro Planalto da Boa Esperança.
Fonte: Adaptado de Jampa em mapas, 2013.
A malha urbana virtual para inserção dos modelos dos ambientes simulados foi elaborada a partir das diretrizes da legislação municipal e da análise dos novos loteamentos realizados em conformidade com o Decreto 5.900/2007 (JOÃO PESSOA, 2007). Foi criada uma malha de quadras de 3 x 3, e cada quadra possui 40 lotes de 10,00 x 20,00 m. Para possibilitar a inserção de uma edificação multifamiliar R5, é necessário o remembramento dos lotes; os lotes foram remembrados a cada 4, tornando-se um lote de 20,00 x 40,00 m. Dessa forma, cada quadra apresenta 10 lotes de 20,00 x 40,00 m.
Quanto aos recuos, em maior parte da cidade de João Pessoa, para o uso R5 são exigidos 3,00 m de recuos laterais e de fundos e 5,00 m de recuos frontais. Dentro do lote 20,00 x 40,00 m, foram modelados volumes edificados de 14,00 x 30,00 x 12,30 m (L x P x A). A rua foi elaborada com duas faixas de rolamento de 5,00 m e duas calçadas de 2,00 m. A Figura 18 ilustra a planta do cenário proposto.
Em destaque, na planta abaixo apresentada na Figura 18, o volume onde são inseridos os modelos simulados de cada ambiente. Cada ambiente está locado no centro do volume edificado. São verificados dois pisos do edifício, o térreo e o último pavimento – níveis +0,50 m e +8,60 m – para cada orientação – Norte, Leste, Sul e Oeste.
Figura 18 – Malha urbana elaborada para simulação.
Fonte: Elaboração própria.