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Okul Öncesi Eğitime İlişkin Sonuçlar

5. SONUÇ VE ÖNERİLER

5.1. Sonuçlar

5.1.1. Okul Öncesi Eğitime İlişkin Sonuçlar

Para auxiliar na apresentação do resultado do diagnóstico organizacional da biblioteca, foram elaborados quatro quadros descritivos com duas colunas, a primeira com os elementos de diagnóstico, organizados conforme as dimensões administração; formação, desenvolvimento e processamento das coleções; serviços de atenção ao usuário e relações com a comunidade externa. A segunda coluna do quadro representa a avaliação dos elementos utilizando a análise SWOT. Os quadros com o diagnóstico são apresentados no Apêndice C.

A análise SWOT é uma avaliação global das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças em uma organização, o termo em inglês significa strengths (forças), weaknesses (fraquezas), opportunities (oportunidades) e threats (ameaças). Na Figura 1, é possível visualizar esses elementos de avaliação (KOTLER; KELLER, 2012).

Fonte: KOTLER, ARMSTRONG, 2007.

A análise SWOT do diagnóstico foi focada no ambiente interno e se baseou nos elementos de diagnóstico organizacional propostos por Almeida (2005b), pelos indicadores de desempenho do Modelo de Avaliação de Biblioteca Universitária (LUBISCO, 2011), pela própria percepção do bibliotecário e por observação durante a visita in loco para definir os pontos fortes e pontos fracos da biblioteca.

Para auxiliar na análise dos pontos fortes e pontos fracos dos itens diagnosticados, foi fundamental complementar a análise utilizando os indicadores de desempenho do Modelo de Avaliação de Biblioteca Universitária (LUBISCO, 2011), que estabelecem uma nota de um a cinco para vários dos elementos avaliados (ANEXO B).

O critério estabelecido para indicar um elemento como ponto forte na análise SWOT, quando cabível a análise sob o Modelo de Avaliação de Biblioteca Universitária (LUBISCO, 2011), foi o enquadramento do elemento diagnosticado com nota três ou superior.

Para a apresentação do resultado obtido das entrevistas foi utilizada a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC), “que é uma proposta de organização e tabulação de dados qualitativos de natureza verbal, obtidos de depoimentos, artigos de jornal, matérias de revistas semanais, cartas, papers, revistas especializadas etc.” (LEFÈVRE; LEFÈVRE, 2005, p. 15-16).

O DSC foi elaborado pelos pesquisadores da área da Saúde Pública, Fernando Lefèvre e Ana Maria Cavalcanti Lefèvre, da Universidade de São Paulo, com o objetivo de demonstrar as individualidades componentes do imaginário social mediante um discurso da coletividade e um discurso individualizado. É, então, “uma estratégia metodológica que, utilizando uma estratégia discursiva, visa tornar mais clara uma dada representação social, bem como o conjunto das representações que conforma um dado imaginário” (LEFÈVRE; LEFÈVRE, 2005, p. 19).

A construção do DSC considera quatro figuras metodológicas: expressões-chave; ideias centrais (IC); ancoragem e o próprio discurso do sujeito coletivo. As expressões- chave decorrem da extração literal de trechos do discurso coletado que expressam a essência do conteúdo discursivo.

As ideias centrais é a expressão linguística que descreve sinteticamente o sentido dos discursos e dos conjuntos homogêneos das expressões-chaves, processo similar ao de indexação na área de Biblioteconomia. Já a ancoragem é o estabelecimento de expressões-chave, que remetem a uma figura metodológica que manifesta uma teoria, ideologia ou crença do autor do discurso (LEFÈVRE; LEFÈVRE, 2005).

O discurso do sujeito coletivo é a construção de um discurso síntese, composto pelas expressões-chave que possuem a mesma ideia central ou ancoragem e sua redação é feita na primeira pessoa do singular, devendo ser observados os princípios de coerência, de posicionamento próprio e dos tipos de distinção entre os DSCs. (LEFÈVRE; LEFÈVRE, 2005)

Os tipos de distinção do DSC se relacionam a dois critérios: o de diferença/antagonismo e o de complementariedade. Quando ocorre o antagonismo, a apresentação separada dos discursos é obrigatória e quando ocorre a complementariedade, é facultado ao pesquisador apresenta-los juntos ou separados (LEFÈVRE; LEFÈVRE, 2005).

Os passos que constituíram a criação dos quadros para análise foi a extração das expressões-chave dos relatos e a identificação das ICs, organizando-os de acordo com as cinco dimensões utilizadas nessa pesquisa: administração; comunidade acadêmica; formação, desenvolvimento e processamento das coleções; serviços de atenção ao usuário e relações com comunidade externa.

A partir da organização das ICs e das expressões-chaves foram criados os DSCs, que são apresentados em quadros no Apêndice D.

Ressalta-se, que, devido a algumas falas, principalmente no discurso dos coordenadores de cursos, serem respostas sintéticas, as expressões-chave foram acrescentados, dentro de colchetes, nos temas das perguntas da entrevista ou questionário, para que o texto se tornasse contextualizado e compreensível.

Também foram realçadas nos quadros as ideias centrais que correspondem a um discurso antagônico em comparação ao discurso dos demais participantes da pesquisa.

A análise e discussão dos resultados são apontadas nos dois capítulos seguintes, que foram organizados de acordo com os dois dos objetivos específicos da pesquisa: (i) avaliar a atuação da sobre a administração, sobre a formação, desenvolvimento e processamento das coleções, sobre a comunidade acadêmica e sobre

os serviços de atenção aos usuários; (ii) demonstrar os papéis da Biblioteca CPEAS em relação ao contexto do IFMG e sua contribuição para o desenvolvimento local e regional.

Diante do uso de diferentes documentos, que basearam a coleta de dados, foram extraídas 11 categorias comuns aos dois documentos base: os elementos de diagnóstico organizacional propostos por Almeida (2005b) e o Modelo de Avaliação de

Biblioteca Universitária, propostos no Seminário Avaliação da Biblioteca Universitária

Brasileira para realizar a avaliação sobre a atuação da biblioteca (LUBISCO, 2011).

As categorias integrantes dos discursos são: gestão ambiental, estrutura organizacional, planejamento, recursos humanos e financeiros, comunicação, formação, desenvolvimento e processamento de coleções, cooperação, TICs, serviços, uso e leitura.

6 AVALIANDO A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA PROFESSORA EBE ALVES

DA SILVA DO IFMG CAMPUS BAMBUÍ

A construção da avaliação da biblioteca foi fundamentada nos resultados obtidos no diagnóstico organizacional da biblioteca e nos DSCs construído por meio das falas dos participantes, os quais são apresentados na seção 6.1.

A avaliação da Biblioteca CPEAS através das categorias integradoras sobre a gestão ambiental, estrutura organizacional, planejamento, recursos humanos e financeiros, comunicação, formação, desenvolvimento e processamento de coleções, cooperação, TICs, serviços, uso e leitura estão dispostas entre as seções 6.2 a 6.12.

Por fim, são apresentadas as recomendações na seção 6.13.

Ressalta-se que, devido à relevância de alguns DSCs, e seu enquadramento em mais de um aspecto analisado, alguns DSCs aparecerão repetidas vezes.