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3.2.4.1. Mevcut Köylerdeki Uygulamalar

Os rabinos interpretaram a torah com princípios básicos no talmude quanto ao meio ambiente:

Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha. Lv 25.23 ―Minhas são todas as feras do campo. Se tivesse fome não to diria, pois meu é o mundo e a sua plenitude.‖ Sl 50.11- 12 ―Não destruirás o seu arvoredo (...); porque dele comerás, pelo que não cortarás para que sirva de tranqueira para si.‖ Dt 20.19 ―No Éden nascia um rio que irrigava o jardim, e depois se divida em quatro.‖ Gn 1.10 ―Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego da vida, e o homem se tornou um ser vivente. Gn 2.7 (TORAH, 2001)

Conforme Kahaner, os princípios do talmude refletem no cotidiano da vida e sua relação com a espiritualidade. Seu interesse em manter o meio ambiente sadio tinha uma base econômica, social, assim como espiritual. (KAHANER, 2005, p. 135- 149).

Os princípios são:

a) Não pegue mais que o necessário; b) Para produzir lucros, os recursos naturais podem ser explorados, mas não desperdiçados; c) Os processos produtivos que geram lixo industrial são ineficientes e menos rentáveis, por isso devem imitar a economia da natureza; d) Causar poluição é moralmente inaceitável; e) A saúde ambiental deve ser equilibrada com o crescimento econômico; f) Uma coisa não é mais importante que a outra; g) Não existe poluição local. h) A poluição gerada localmente pode ter um impacto sobre lugares e pessoas muito distantes. i) A ideia

Os elementos da natureza, terra, água, ar, plantas, animais e o ser humano são componentes da criação, obras da ação de Deus para se relacionar com o homem e sua Criação. De que a humanidade tem sua responsabilidade com a ecologia, de zelar pela natureza, tem o seu papel de obter um melhor modo de administrar e salvar os recursos naturais.

Deus deixa claro, na torah, atos de mordomia cristã, como administração do cuidado e um ritual de liturgia pedagógica. Fomos criados e responsabilizados por lavrar e cuidar do jardim (Gn 2.15). O cuidado para futuras gerações e para a sustentabilidade do santuário de Deus. De modo geral, as regras dietéticas, de pureza e de conduta têm alcance ecológico, na medida em que orientam sobre a alimentação, a higiene, o contato com animais e o respeito pela Natureza.

Os rabinos citam que: ―O Talmud ensina que sempre se deve considerar o bem das criaturas, antes de tomar decisões. Nos casos incontornáveis, se for necessário adotar alguma medida que prejudique o meio ambiente, então que se escolha a menos danosa possível.‖ (Bava Kamma, 91b)

Há também o princípio de Bal Taschit, que limita o aproveitamento de animais, com regras sobre seu uso doméstico ou produtivo e os cuidados com a limpeza. Alguns rabinos, ao comentar o capítulo talmúdico de Shabat 140b, entendem que se alguém consome em excesso ou de forma irracional, está indiretamente infligindo o princípio de Bal Taschit.

O capítulo de Zeraim trata da agricultura e veta o uso de certos vegetais, próprios do meio-ambiente palestino. Fica proibido, por exemplo, o consumo de frutos de árvores que não tivessem alcançado ao quarto ano (orlah) e contra certos tipos de plantação conjunta de diferentes espécies de sementes (kilaim). (cf. STEINSALTZ, 1989, p. 255-285)

Conforme Strack, o talmude interpreta a torah com vários pensamentos e regras contra danos ao meio ambiente, ao próximo, ao negócio; questões jurídicas, normas relativas a aterros, a poluição, a acessibilidade de direitos de igualdade a todos. A espiritualidade do dinheiro, ao trabalho como ato sagrado, a harmonia do meio ambiente e o lucro.

A concorrência das empresas e a educação são como processo vitalício, assim como a caridade e a justiça. Curiosidades como essas são expressas em alguns textos:

―É proibido deixar óleo de um candeeiro queimar rápido demais, desperdiçando combustível.‖1 Shabat, 67;

Três coisas são de igual importância: a Terra, os seres humanos e a chuva. ‖(igualdade), Midrash, Gênesis Rabbah 13:3;

―Não é permitido ter fornalhas lá – por causa da fumaça nas cidades‖ Bava Kama,82b (poluição);

―Um curtume não deve se situar de tal modo que os ventos predominantes enviem seu desagradável odor para a cidade.‖, Talmude de Jerusalém, Bava Batra 2:9;

―Um homem não deve abrir uma padaria ou oficina de tingimento sob o armazém do seu vizinho, tampouco um estábulo. ―Os rabinos permitiam que uma padaria ou oficina de tingimento fosse aberta sob vinho, mas não um estábulo.‖ Bava Batra, 20b;

―Não viva em uma cidade que não tenha um jardim com árvores.‖ (STRACK, 1945, Talmude de Jerusalém, Kiddushin 4.12)

Tais regras estavam intimamente relacionadas ao culto, à liturgia, sua relação com a natureza e sua forma de expressar a espiritualidade e a sacralidade da vida. Isso foi feito por motivos de saúde, estéticos e espirituais.

Para que a liturgia, seja uma ferramenta eficaz de prestação de serviços dentro de uma comunidade, deverá estar relacionada aos assuntos cotidianos, sem perder a dimensão do compromisso.

A celebração litúrgica cúltica, para a adoração ao Deus da Aliança, único soberano da criação, e o reconhecimento da generosidade da Natureza, provedora de beleza e sustento, forjaram no judaísmo uma visão doxológica do cosmos (cf. Sl 104 e 136.1-9).

Conforme Strack isto têm relevância litúrgica nos cultos e no calendário:

Em suas mãos estamos nós, nossas palavras, toda a inteligência e a perícia do agir. Ele me deu um conhecimento infalível dos seres para entender as estruturas do mundo, a atividade dos elementos, o começo, o meio e o fim dos tempos, as alternâncias dos solstícios, as mudanças de estações, os ciclos do ano, a posição dos astros, a natureza dos animais, a fúria das feras, o poder dos espíritos, os pensamentos dos homens, a variedade das plantas, as virtudes das raízes. Tudo conheço oculto ou manifesto. Pois a Sabedoria, artífice do mundo, me ensinou. (cf. STRACK, 1945, Sab 7,16-22)

A ecoliturgia pode ser filosófica demais e menos exata, mas, na natureza tudo é bem cientifico. A dificuldade de ver sua espiritualidade vinculada aqui, não quer

2.22 Liturgia um processo pedagógico para celebração da vida