THE EARLY REPUBLIC ERA
3. ERKEN CUMHURİYET DÖNEMİ’NDE PLANLI KIRSAL YERLEME YAKLAIM
3.1. Birinci Dönem: Çağdaşlaşma Ülküsünde Köy Sorununun Devlet Tarafından Ele Alınışı
3.1.2. Yasalarda Köye Yönelik Yaklaşım
3.1.2.1. Kuramsal Çerçeve 1921 Anayasası
A reflexão, teológico litúrgica sobre a ecologia, proporciona a formação de uma leitura ecoliturgia, que é hoje uma das formas de desconstruir, construir e reconstruir a liturgia, em um novo paradigma, entendido como um modelo básico interpretativo da realidade.
Paradigma este que significa ―toda a constelação de crenças, valores, técnicas, partilhados pelos membros de uma comunidade determinada‖. (KUHN, 1996), para se realizar uma nova leitura das questões mundiais de forma contextualizada.
Com o objetivo de ampliar paradigmas teológicos da realidade em relação à teologia tradicional, dessa forma também amplia o conceito de liturgia envolvendo a ecologia, surgindo uma nova alternativa à ecoliturgia.
A ecologia como o lugar onde acontece a liturgia, foi desde o principio um lugar de celebração, o local de encontro com Deus, sua influência na comunidade e sua missão no mundo.
Diz White no livro o Culto Cristão:
Deus sempre se encontrou com pessoas em vários lugares. Esses lugares foram separados com um propósito especifico o da renovação da relação entre criatura e Criador. Isto se dá através do encontro entre criatura e Criador num lugar. Este lugar não se torna sagrado e único, mas torna-se Lugar Litúrgico, ou seja, lugar em que Deus se encontra com os Seus. A sua relevância consiste no fato de ser portador de um significado. (WHITE, 1997, p. 66)
McFague, refletindo o mundo como corpo de Deus, fala da ecologia e sociologia, através de um método comparativo, relacional e interdepentende. Ela relaciona a ecoliturgia com a práxis teológica da Criação, e a necessidade de vivenciar uma espiritualidade cotidiana no mundo. (1993)
Ela expressa que é através dos cinco órgãos dos sentidos, ver, sentir, ouvir, tocar, falar, onde se comunica, ―um encontro‖, com a natureza, com Deus, com o próximo e consigo mesmo. (cf. MCFAGUE, 1987, p. 20-47)
A ecologia como modelo do corpo é forma de interpretar o Universo e os átomos, tudo o que existe como base e significado para a conexão do todo da criação, em sua parte e o todo, e as partes como corpo de Deus. Este é Deus como cérebro e a criação como seu corpo, o corpo de Deus comparativo, interrelacional e independentes como um ―todo‖. O método sistêmico que usa atende a desfazer a dicotomia mecanicista e reducionista da tecnologia e suas máquinas como forma de governar o planeta. (cf. McFague, 1993, p. 105)
McFague (1993) fala das dimensões do mundo como corpo de Deus, um modelo de interpretação que pode dar novo significado para a vida, para a liturgia, modelos e metáforas do corpo de Deus para uma leitura hermenêutica da realidade na teologia tradicional, como alternativa para uma ecoliturgia.
Buyst, também apresenta essa interpretação do Cosmos como corpo de Deus:
Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória... Senhor, Deus do universo... A quem falamos, quando falamos com Deus? Como o imaginamos? Ou seja, qual é a imagem que temos dele? Um venerável ancião, de barba, sentado em seu trono, olhando o vai-e-vem das criaturas, anotando tudo em seu livro...? Ou...? Onde, Deus se encontra: no céu, fora e acima do mundo, ou dentro dele? Deus como espírito e nós como matéria? ―E, se espírito e matéria forem intrinsecamente relacionados, em vez de diametralmente opostos?‖ Poderíamos imaginar o cosmos como corpo de Deus, que merece respeito, admiração, cuidado, é o que nos leva à adoração, ao louvor...? (BUYST, 2010, p 4-20)
Em uma releitura ecolitúrgica de Teilhard de Chardin, (1956) ele apresenta que o universo inteiro está dentro de nós, diz, que a liturgia é cósmica desde o Gênesis até o Apocalipse, que interagimos como uma equipe reflexiva, Buyst cita-o:
Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo... Expressa o processo de atração, amortização, inscrita nas forças cósmicas e que vem sendo assumido e conduzido conscientemente. Desde o Multipliquem-se... (Gn 1) até os 144 mil assinalados ao redor do trono e do Cordeiro (Ap 7).Viemos da terra, formados pela lenta maturação das forças do universo. Somos barro e brisa, matéria e espírito. Em nós está presente o universo inteiro, a história inteira do cosmos e da humanidade em consciência reflexiva diz Teilhard de Chardin. (cf. BUYST, 2010, p 4-20)
Teilhard continua dizendo: ―Assim o universo inteiro é uma liturgia, a liturgia cósmica, que eleva ao trono de Deus toda a criação‖. (cf.1994, p. 77-78)
Conforme McFaguel (1987), no livro O Modelo de Deus, o mundo é o lugar de encontro com Deus, o lugar litúrgico. Como interpretação do mundo, como corpo de Deus diz: ―o mundo é nosso ponto de encontro com Deus... como o corpo de Deus, ele é maravilhoso, tremendo... e divinamente misterioso‖. (1993). Assim, liturgia é entendida, na sua essência, como celebração que relembra e vivencia o divino, que traz o significado no caminho da existência, que dá sentido à vida, e que expressa a espiritualidade na práxis, quando o culto inclui a natureza, o meio ambiente e a ecologia na proposta da fé. (cf. MCFAGUEL, 1993, p. 20-47)
Já Maraschin ressalta que a verdadeira liturgia está aberta a uma nova hermenêutica, a uma releitura dos textos sagrados bem como da realidade presente para uma sinalização quanto ao futuro.
A verdadeira liturgia relaciona-se, pois com as tradições culturais vivas do local onde se realiza, e é, já, ao ser liturgia, uma forma cultural renovada (...). E provável que certos elementos da tradição pudessem ser conservados numa nova moldura referencial, (...). É provável que ainda venham a ser necessários espaços litúrgicos como símbolo e lugares sagrados. Não é certo que tais elementos não mais poderão subsistir como simples indicações da tradição, mas num novo contexto, como simples indicações da tradição, mas num novo contexto, como indicadores do futuro. (MARASCHIN, 1996, p. 60)
O principio sistêmico das partes no todo, e com o todo, se fazendo uma verdadeira ―Teia de tecidos‖, está presente no meio ambiente e na ecologia como uma conexão, um inter-relacionamento. Buyst, ainda diz que os elementos da natureza, são fundamentais na conscientização de uma ecoliturgia, que crie nos indivíduos reencantamento da vida, da espiritualidade e da natureza diante de tantos sistemas opressores: ―Para nós, cristãos, o cosmos é habitado; abriga uma presença com a qual mantemos um diálogo: Senhor, Deus do universo... Criador do céu e da terra... No meio de uma civilização que tende a excluir a crença e as referências a um Ser sobrenatural´‖, nós, cristãos, assim como outras tradições espirituais, como as indígenas e as afro-descendentes, expressam em nomear o mistério da vida. (cf. BUYST, 2010, p 4-20)
Para Buyst, a ecoliturgia é o dialogo, real, visível de cada dia. O mistério da vida é visto na liturgia da palavra, dos sacramentos, do espírito e da criação, que complementa a liturgia em nossa tradição.