• Sonuç bulunamadı

Roe yaklaşımı

1. GİRİŞ

1.3. Kariyer İle İlgili Temel Kavramlar

1.3.3. Kariyer

1.3.3.2. Kariyer gelişim kuramları

1.3.3.2.7. Roe yaklaşımı

Em um primeiro contato com a pró-reitora de graduação da UECE solicitamos a autorização para realizar a pesquisa, uma vez que o PET é um programa vinculado a esta pró- reitoria na IES.

Em seguida realizamos o contato com a interlocutora do PET e, tão logo iniciamos a pesquisa de campo, no mês de junho de 2015, a interlocutora prontamente se disponibilizou a apresentar os pormenores do PET,concedeu todos os contatos dos tutores do programa de tutoria e nos mostrou alguns documentos que regulamentam o programa de Educação Tutorial (PET). Ressaltamos que, com os e-mails em mãos, iniciamos efetivamente a coleta de dados no PET, que foi realizada de forma intensa no período de junho a agosto de 2015.

Nesta oportunidade, a interlocutora nos convidou para a reunião do CLAA, na qual participam interlocutora, tutores e representantes petianos de cada grupo. A reunião do CLAA do PET ocorreu no dia 19 de junho de 2015.

A partir desse momento com a posse dos e-mails dos professores tutores e alunos tutorandos dos grupos do PET, realizamos um levantamento estruturado para o qual elaboramos um roteiro de formulário on line24, com questões abertas e fechadas para ter um conhecimento preliminar do PET e dos sujeitos envolvidos no Programa.

Obtivemos resposta de seis (6) tutores e de quarenta e um (41) tutorandos. O objetivo desse levantamento estruturado foi traçar um perfil do PET da UECE para escolher um curso a ser trabalhado. Os dados do questionário permitiu tomarmos a decisão de trabalhar com todos os grupos PET da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Além disso, o questionário – que favoreceu obter as respostas prévias sobre algumas questões do PET – ajudou a melhorar o intrumento da segunda etapa, que seriam as entrevistas.

No dia 19 de junho participamos da reunião do CLAA com a nossa orientadora de tese e procedemos à explanação dos objetivos da investigação e ao convite para participarem da investigação. A aceitação dos tutores e tutorandos representantes que estavam presentes foi bastante positiva.

Nesta reunião do CLAA, reforçamos o envio do questionário para os seus e-mails e solicitamos o preenchimento. A partir de então todos os grupos receberam o formulário on line. Também neste dia levamos o formulário dos tutores impresso junto com a carta convite25 da pesquisa para cada um deles e pedimos autorização para visitar os grupos PET e apresentar a pesquisa para cada grupo individualmente.

A proposta que levamos para o grupo foi de que daríamos um retorno para os colaboradores da pesquisa por meio de formações ministradas por nós, para os tutorandos (petianos) e pela professora orientadora, e para os tutores. Percebemos que eles ficaram muito animados. Ressaltamos que a nossa visão de pesquisa é que devemos colaborar com os nossos investigados, consistindo em uma relação de parceria.

Na ocasião, agendamos a entrevista com alguns tutores. E com alguns petianos que estavam presentes solicitamos que pedissem autorização ao grupo para a visita individual. Eles nos deram o conhecimento dos horários de suas reuniões e ficaram de mencionar com os outros petianos para que em uma próxima reunião pudéssemos apresentar a proposta da pesquisa para todos.

24 Apêndices C e D.

Os grupos que não tinham representantes na reunião CLAA, à medida que visitávamos alguns, informávam-nos os dias em que poderíamos encontrar os outros e fomos batendo de porta em porta nas salas do PET, insistindo nos e-mails até conseguirmos marcar outros encontros.

Os tutores que não estiveram presentes contatamos por e-mail e eles agendaram as datas das suas entrevistas. Mesmo assim, precisamos participar de uma segunda reunião do CLAA, no dia 15 de julho de 2015, para conseguirmos fechar o agendamento com mais alguns tutores e grupos.

O contato com os grupos ocorreu em três momentos: o primeiro para apresentação da pesquisa e coleta de sugestões dos petianos; o segundo , que consistiu em um minicurso com um tema escolhido por eles26;o terceiro momento, no qual seria o grupo de discussão- GD propriamente dito para a coleta dos dados necessários à pesquisa.

Após o primeiro contato com os grupos – em que realizamos a apresentação dos objetivos da pesquisa e obtivemos a aceitação de todos eles –, optamos por realizar a formação antes da coleta de dados para poder romper um pouco com as barreiras do distanciamento. Consideramos que esta foi uma estratégia metodológica muito feliz.

Para o Grupo de discussão (GD) elaboramos um roteiro27 e o realizamos a partir de eixos de discussão, com os tutorandos (petianos) dos grupos PET. Cada grupo tem aproximadamente 12 alunos bolsistas, podendo também ter voluntários. Conseguimos quase a totalidade de participação nos grupos: PET de Ciências Biológicas (10 membros); Sociologia (09 membros); Serviço social (09 membros); Computação (10 membros); Enfermagem (08 membros); Geografia (10 membros); História (12 membros), totalizando 68 petianos.

O roteiro dos GD trazia um eixo com questões, que promoveram a nossa aproximação e também a autovalorização de cada membro do grupo. Quando perguntamos, por exemplo, a característica pessoal que cada um trouxe e que contribuía para o grupo, eles se divertiram muito. Acreditamos que esse foi um elemento muito importante de aproximação e que todo investigador deve considerar em técnicas como estas.

Os GD foram realizados sem a presença do tutor para que eles não se sentissem constrangidos de falar sobre a tutoria exercida. Percebemos que eles se sentiram bem à vontade para colocar as suas opiniões para o grupo. Também filmamos e gravamos em dois

26 Na reunião do CLAA um dos petianos da Biologia sugeriu que fosse trabalhado sobre o Projeto Individual e

sobre a produção de artigos científicos. Então, todos os grupos quiseram a mesma formação por se tratar de um tema emergente e necessário para eles, pois teriam que propor um artigo para a Semana Universitária, e também porque todos têm que fazer o seu projeto individual ou melhorar o que já tem.

gravadores devido à quantidade de pessoas – ora quem falava estava perto de um gravador, ora perto do outro – e também devido à acústica das salas. Assim, garantimos que todos os discursos fossem registrados com segurança, muito embora ainda apresente alguns trechos inaudíveis. Ressalte-se que quando percebíamos que havia constrangimento em filmar o encontro, não o fazíamos: deixávamos somente o registro do som.28

A seguir apresentamos um quadro com o resumo de todos os encontros realizados com os grupos PET, que ocorreram nas respectivas datas29:

Quadro 4 – Datas dos encontros com os Grupos PET-UECE GRUPO PET APRESENTAÇÃO DA

PESQUISA MINICURSO GD GD 1 20/07/2015 22/07/2015 27/07/2015 GD 3 28/07/2015 28/07/2015 28/07/2015 GD 6 22/07/2015 29/07/2015 29/07/2015 GD 5 22/07/2015 14/08/2015 18/08/2015 GD 4 07/08/2015 -- 07/08/2015 GD 2 17/08/2015 17/08/2015 19/08/2015 GD 7 22/07/2015 19/08/2015 19/08/2015 Fonte: Elaborado pela pesquisadora.

Simultaneamente, aos encontros com os grupos, realizamos também as entrevistas semiestruturadas: elaboramos um roteiro30 de entrevistas com questões abertas e aplicamos com sete (07) Professores tutores dos grupos PET – nas áreas de Ciências Biológicas, Sociologia, Serviço Social, Computação, Enfermagem, Geografia e História (FAFIDAM) – e com duas (02) Interlocutoras do PET na UECE (a atual e a ex-interlocutora).31

Todas as entrevistas também foram registradas em áudio e em vídeo, com a finalidade de obtermos uma melhor percepção do momento e de evitarmos a perca de algum dado, visto que os recursos tecnológicos podiam e podem falhar.

Apresentamos a seguir um quadro com o resumo de todos as entrevistas realizadas com os tutores e as interlocutoras:

28 Registramos que somente um dos grupos teve a filmagem para garantir somente o som, devido a um petiano

que não se sentia à vontade com filmagens e fotos.

29 Alguns GD ocorreram no mesmo dia da formação, porque os petianos não teriam outra data disponível, devido

ao volume de atividades que eles tinham para realizar e porque estavam em fim de semestre.

30 Apêndice E. 31 Apêndices F e G.

Quadro 5 – Datas das entrevistas com tutores e interlocutores do PET-UECE ENTREVISTADO DATA TUTOR 3 28/07/2015 TUTOR 6 30/07/2015 TUTOR 1 05/08/2015 INTERLOCUTORA 2 06/08/2015 TUTOR 5 06/08/2015 INTERLOCUTORA 1 07/08/2015 TUTOR 2 11/08/2015 TUTOR 4 13/08/2015 TUTOR 7 19/08/2015

Fonte: Elaborada pela autora (2016).

Por fim, realizamos a Análise documental. Observamos alguns pontos que consideramos importantes de ser analisados no Manual de Orientações do Programa de Educação Tutorial (PET) para obter uma compreensão do que está no PET idealizado nos textos legais e o que existe na realidade. Utilizamos também os planejamentos e os relatórios do ano de 2015 para tomar conhecimento das atividades realizadas pelos grupos, com mais propriedade e como referência para elaborar os dados de contexto.

B. ETAPA II / Campo Social II - Coleta de dados na Faculdade de Psicologia da