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İkinci Bölüm

2.3. ARAŞTIRMADA KULLANILAN VERİ TOPLAMA ARAÇLARI

2.3.6. Kişisel Bilgi Formu

No ponto 1 (Sangradouro da lagoa do Porangabussú), durante o período de monitoramento, somente no mês de dezembro (período seco) observaram-se indícios de toxicidade (3,33% de imobilidade), sendo que, neste mesmo mês foi evidenciada mortandade de peixes e camarão dias antes à coleta (Tabela 18). De acordo como os dados físico-químicos

19 e 20/10/10 7/12/11 23/3/11 26 e 27/04/11 P1 3 30 0 3,33 0 0 P2 3 30 3,33 0 0 6,66 P3 3 30 13,33 13,33 0 10 P4 3 30 3,33 3,33 0 0 P5 3 30 0 0 0 60 P6 3 30 0 0 13,33 93,33 P7 3 30 0 0 0 0 P8 3 30 0 0 3,33 86,66 P9 3 30 26,66 0 0 66,6 P10 3 30 0 0 0 0 P11 3 30 6,66 0 0 - P12 3 30 0 0 36,66 0 P13 3 30 0 0 0 0 P14 3 30 0 0 0 0

P1 - Sangradouro da Lagoa do Porangabussu P8 - Riacho afluente ao riacho Parreão

P2 - Riacho Afluente a Lagoa Damas I P9 - Riacho Sangradouro do Opaia aflunte ao Riacho Parreão P3 - Riacho afluente a Lagoa Damas II P10 - Nascente do Parque Rio Branco

P4 - Sangradouro da Lagoa Damas II P11 - Confluência dos riachos afluentes ao Parque P5 - Riacho Sangradouro da Lagoa do Porangabussu P12 - Exutório do canal da Eduardo Girão P6 - Canal do Jardim América P13 - Exutório do Canal da Aguanambi P7 - Sangradouro da Lagoa do Opaia P14 - Exutório da sub-bacia B1 _Amostra perdida LE G EN D A : % Imobilidade 100% Ponto N° Réplicas Total de

Organismos

Fonte: Do Autor.

Tabela 18 - Resultados de imobilidade dos organismos-teste dos ensaios ecotoxicológicos da sub-bacia B1 (Fortaleza-CE) no período de out/2010 a abr/2011.

128 (Tabela 19), o mês de dezembro apresentou os maiores teores de sais dissolvidos (Ca, Mg e

Cl-) e a concentração dos sólidos dissolvidos totais (641mg/L) ultrapassou o padrão vigente

(500mg/L). A transparência aumentou de 0,1cm para 0,3cm, acompanhada da redução dos valores de sólidos suspensos totais e turbidez. A coloração da água, durante todo o período de estudo, apresentava-se bastante verde, tendo, somente nesse mês, apresentado coloração marron, o que é devido à morte da biomassa fitoplanctônica e, possivelmente, deve ter havido a liberação de toxinas pelo rompimento das células, pois, de acordo com os dados fitoplanctônicos (ver na Seção 5.6), na lagoa do Porangabussu predomina a espécie de Cianobactérias durante todo o monitoramento.

Como o oxigênio dissolvido (0,3mg/L) foi o menor durante o monitoramento, estando inferior ao limite legal ( 5mg/L), no momento da coleta ainda observavam-se muitos camarões mortos e muitos peixes próximo à superfície. O teor de amônia total (2,505mg/L), com pH de 7,62, ultrapassou o padrão da Resolução CONAMA 356 para classe 2 (2,0mg/L para 7,5<pH 8,0). De acordo com Pohling (2009), em pH 8, somente 4% no nitrogênio

amoniacal se apresenta na forma de amônia livre e 96% na fração ionizável (NH4+). A amônia

livre é tóxica aos peixes sendo que, o grau de toxicidez da água depende da sensibilidade do peixe e do tempo de exposição. Segundo Esteves (1998), altas concentrações do íon amônio podem causar desequilíbrio ecológico, como por exemplo, reduzir o teor de oxigênio

dissolvido na coluna d’água, visto que para oxidar 1mg/L NH4+ são necessários 4,3mg/L O2.

Tabela 19 - Resultados físicos e químicos do sistema Porangabussu durante o período de monitoramento do fitoplâncton.

out/10 dez/10 mar/11 abr/11 out/10 dez/10 mar/11 abr/11

Transparência (m) 0,1 0,3 0,1 0,2 - - - -

pH 8,06 7,62 6,74 7,70 7,86 7,69 5,14 6,93

Turbidez (NTU) 66 22 40 25 21 9 32 49

Sólidos Suspensos Totais (mg/L) 78 38 41 63 109 22 18 63

Sólidos Dissolvidos Totais (mg/L) 475 641 277 247 422 713 419 387

Cálcio (mg/L) 41,8 47,0 25,8 25,8 39,0 35,8 36,7 36,7 Magnésio (mg/L) 22,0 23,2 12,7 12,7 16,4 20,5 14,9 14,9 Oxigênio Dissolvido (mg/L) 3,6 0,3 8,8 6,6 6,2 6,1 4,8 3,8 DBO5 (mg/L) 68 27 14 14 41 29 7 19 DQO (mg/L) 230 89 40 53 156 145 21 84 Cloretos (mg/L) 134,89 166,60 57,71 57,71 111,58 224,12 85,31 85,31 Amônia (mg/L) 1,070 2,505 0,330 0,256 1,748 2,993 1,069 1,348 Clorofila "a" (µg/L) 44,6 27,7 109,0 124,7 25,6 3,3 29,0 34,3 PONTO 1 PONTO 5 PARÂMETRO Fonte: Do Autor.

129

A relação DQO/DBO5 permaneceu, em dezembro, 3,3. Isto mostra que a fração

biodegradável não é tão elevada quando comparada com os valores de DQO, entretanto, os

valores de DBO5 estiveram acima do padrão do CONAMA para classe 2 ( 5mg/L) durante

todo o período de coleta.

Com relação ao Ponto 5 (Canal sangradouro da lagoa do Porangabussu), observou-se toxicidade na coleta de abril (60% de imobilidade). De acordo com os dados físico-químicos, essa coleta apresentou o menor valor de oxigênio dissolvido (3,8mg/L),

estando abaixo do limite legal permitido para classe 2 ( 5mg/L). Apesar do valor de DBO5

estar acima do limite legal da classe 2 ( 5mg/L), a relação DQO/DBO5 foi de 4,4,

caracterizando uma fração composta por elementos não-biodegradáveis.

O teor de clorofila “a” ultrapassou o limite estabelecido pela legislação vigente, na ordem de 14%, sendo o único mês com esse comportamento. De acordo com a avaliação quantitativa e qualitativa dos fitoplânctons presentes na amostra, é visto que a espécie que predomina é a cianobactéria, e os gêneros mais presentes são: Aphanocapsa (978.545,32 CEL/mL), seguida pela Pseudanabaena (6.711,32 Cel/mL) e Synechocystis (762,65 CEL/mL) – ver na Seção 5.6. De acordo com Brasília (2003), as cianobactérias tendem a predominar no meio eutrofizado devido haver grande disponibilidade de alimentos (nutrientes –N e P), que garantem seu crescimento, e por liberarem toxinas que inibem sua predação, nos quais os consumidores primários irão procurar por microalgas não-tóxicas, reduzindo a diversidade. A ocorrência de florações das cianobactérias é preocupante, pois esses microorganismos produzem e liberam para o meio aquático toxinas (cianotoxinas) que podem afetar a saúde humana através da ingestão, contato ou pelo consumo do pescado contaminado (BRASÍLIA, 2003).

De acordo com os dados pluviométricos do posto Pici (Figura 63), houve precipitação em quatro dias antecedentes à coleta, totalizando 18,1mm, o qual pode ter contribuído para carrear algum componente tóxico para o canal, haja vista que nas suas proximidades existem revendas de carro, oficinas mecânicas e postos de gasolina.

130 Fonte: CEARÁ, 2011b.

5.5.2 Sistema Damas

O ponto 2 (Riacho afluente à zona de amortecimento de cheias Damas I) apresentou indícios de toxicidade em duas coletas (outubro - período seco e abril – período chuvoso, 3,33% e 6,66%, respectivamente) (Tabela 18).

De acordo com a Tabela 20, em outubro, os óleos e graxas apresentaram o maior valor (30,7mg/L), o oxigênio dissolvido apresentou concentração inferior ao limite

estabelecido pela CONAMA 357 para classe 2 (1,8mg/L) e a relação DQO/DBO5 foi bastante

alta, mostrando que esses óleos e graxas pode ser de origem mineral. Estudos realizados por Terra e Feiden (2008) mostraram a presença de toxicidade aguda na foz do Arroio Bom Jardim provenientes a partir dos PAHs (Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos) presentes na indústria petroquímica. Estudos demonstram que óleos lubrificantes possuem PAHs em sua composição e são os principais responsáveis pelos seus potenciais de toxicidade (FARIA, DELLA ROSA, 2004).

131 No período chuvoso, as condições do ambiente melhoram, visto que, há redução significativa dos óleos e graxas (12,1mg/L). O teor de oxigênio dissolvido aumenta

(3,4mg/L), no entanto ficando abaixo do padrão legal para classe 2, e a relação DQO/DBO5

diminui para 2,1, mostrando que a fração biodegradável é elevada. O valor de nitrato está acima (20,665mg/L) do estabelecido pela legislação, para água de classe 2.

No ponto 3 (riacho afluente a Lagoa Damas II) observou-se elevado grau de poluição durante todo o período. Por isso, com exceção do mês de março, há indícios de

toxicidade. A relação DQO/DBO5 não ultrapassa a 2,5, demonstrando que grande parte do

material alóctone é biodegradável. Em nenhum mês os teores de amônia e fósforo total obedeceram à legislação. Como visto anteriormente, o ponto 2 já é bastante impactado, e a situação se agrava ainda mais no ponto 3, devido tanto a lançamentos de esgotos advindos de residências com ausência de qualquer tipo de tratamento, como à deposição de resíduos

132

Tabela 20 - Resultados físicos e químicos do sistema Damas durante o período de monitoramento do fitoplâncton.

Fonte: Do Autor.

out/10 dez/10 mar/11 abr/11 out/10 dez/10 mar/11 abr/11 out/10 dez/10 mar/11 abr/11 out/10 dez/10 mar/11 abr/11 Sólidos Totais Voláteis (mg/L) 92 99 180 159 120 160 237 126 88 99 156 144 110 43 149 139

Sólidos Suspensos Voláteis (mg/L) 2 13 2 35 25 13 1 8 17 10 4 12 7 9 3 5

Óleos e Graxas (mg/L) 30,7 11,3 15,4 12,1 36,0 19,3 15,4 9,2 29,9 19,4 15,9 20,3 6,6 16,2 24,4 18,6 Oxigênio Dissolvido (mg/L) 1,8 0,3 3,4 3,4 0,2 0,5 0,6 0,8 2,8 4,7 2,2 3,6 5,7 6,9 3,4 1,7 DBO5 (mg/L) 52 28 9 24 278 90 169 115 57 40 13 42 42 29 10 19 DQO (mg/L) 177 136 17 50 314 226 353 264 107 181 25 65 145 127 21 61 Amônia (mg/L) 4,988 4,857 6,035 4,847 16,926 13,961 6,477 5,346 10,171 11,994 5,357 3,347 9,126 8,717 0,537 4,691 Nitrato (mg/L) 0,089 0,064 3,245 20,665 0,020 0,019 1,615 1,220 0,016 0,098 2,825 3,705 0,207 0,349 4,125 0,795

PONTO 2 PONTO 3 PONTO 4 PONTO 6

133 No sangradouro da lagoa Damas II (Ponto 4) observaram-se indícios de toxicidade somente no período seco (outubro e dezembro, 3,33% para os dois meses), e seus valores apresentam-se menores do que no ponto 3. Pelos dados físico-químicos, observa-se que na Lagoa Damas II ocorre a autodepuração da matéria orgânica, pois os valores de DBO5,

DQO, STV, SSV e N-NH3T se reduzem e o teor de oxigênio dissolvido aumenta. Apesar de

ocorrer a melhora na qualidade da água desta microbacia, isso não é suficiente para que os parâmetros fiquem dentro dos limites estabelecidos pela legislação para classe 2. Isto ocorre devido, além do lançamento contínuo de esgoto doméstico no ponto 3, a lagoa não apresenta condições favoráveis, pois é nesse ponto onde há maior quantidade e diversidade de macrófitas, cobrindo a maior parte do espelho d’água. Devido a essa problemática, a equipe de limpeza da PMF estava sistematicamente no local para fazer a retirada das macrófitas, causando o revolvimento do sedimento e solubilizando, novamente, muitos componentes tóxicos (metais pesados, PAHs, entre outros) que já haviam se depositado, podendo ser transferidos para organismos que os habitam (BAIRD, 2002).

No canal do Jardim América (Ponto 6), em abril é observado o maior valor de toxicidade dentro desta microbacia (93,33% de imobilidade). Os valores de óleos e graxas no período chuvoso (24,4 para março e 18,6 para abril) e o teor de oxigênio dissolvido diminuíram (3,4mg/L e 1,7mg/L para os meses de março e abril, respectivamente). Nesta área existem muitas oficinas mecânicas, revendas de carros, postos de gasolina, que podem contribuir para esse incremento de óleos e graxas, podendo resultar na diminuição das trocas gasosas no meio, ocasionando a redução do OD. Esse mesmo comportamento é observado no ponto 5, que fica bastante próximo ao ponto 6, mas pertencem a sistemas diferentes.

5.5.3 Sistema Opaia

O sangradouro da lagoa do Opaia (Ponto 7) não apresentou indícios de toxicidade durante os quatro meses analisados (Tabela 18). Os valores observados atenderam à legislação vigente quanto à oxigenação, para águas de classe 2. A maioria dos parâmetros reduz-se no

período chuvoso. Somente os teores de clorofila “a”, fósforo total e DBO5 permanecem fora

134 No ponto 9 (riacho sangradouro da lagoa do Opaia afluente ao riacho Parreão), houve indícios de toxicidade no mês de outubro (26,66% de imobilidade) (Tabela 18). Vale salientar que durante o período seco a lagoa não apresentava vazão para o riacho sangradouro, logo, toda a vazão apresentada neste ponto era de origem antrópica (lavanderias, oficinas, residências, entre outros) e apresentava odor bastante forte. De acordo com a Tabela 21, foi verificado no mês de outubro elevados teores de sulfeto (21,13mg/L) e óleos e graxas (27mg/L) e baixo valor de oxigênio dissolvido (1,5mg/L). Segundo Kato e Piveli (2006), a principal fonte de sulfeto em águas naturais é a partir do lançamento de esgoto sanitário e efluentes industriais que contenham sulfato, em condições anaeróbias. É visto que para o pH

na faixa 6-7 cerca de 70% do enxofre total está na forma de sulfeto de hidrogênio (H2S). O pH

nessa coleta foi de 6,56. O sulfeto dissolvido na água é tóxico para os peixes e outros organismos aquáticos (POHLING, 2009).

out/10 dez/10 mar/11 abr/11 out/10 dez/10 mar/11 abr/11

pH 8,50 7,70 9,03 7,42 6,56 6,99 6,59 6,53 Óleos e Graxas (mg/L) 6,1 15,4 13,6 7,3 27 20 35 9 Oxigênio Dissolvido (mg/L) 7,9 6,5 10,6 7,7 1,5 0,0 0,7 3,3 DBO5 (mg/L) 50 21 9 16 37 57 17 9 Sulfeto (mg/L) 1,71 1,69 1,14 1,14 21,13 2,82 1,14 0,95 Fósforo Total (mg/L) 0,588 0,527 0,650 0,258 1,568 2,221 0,299 0,362 Clorofila "a" (µg/L) 33,1 189,0 97,0 78,9 24,3 0,0 13,0 8,5 PONTO 7 PONTO 9 PARÂMETROS

5.5.4 Sistema Parque Rio Branco

No ponto 10 (nascente do parque rio branco) não houve indício de toxicidade durante o período monitorado. Entretanto, na confluência dos riachos afluentes ao parque (Ponto 11), observaram-se indícios de toxicidade somente no mês de outubro (6,66% de imobilidade) (Tabela 18).

Tabela 21 - Resultados físicos e químicos do sistema Opaia durante o período de monitoramento do fitoplâncton.

135 De acordo com a Tabela 22 foi esse o mês em que ocorreu o maior valor de cor

verdadeira. A relação DQO/DBO5 foi de 4,7, demonstrando que esse material dissolvido pode

ser de componentes inorgânicos. O maior valor de sulfeto foi obtido nesta coleta (2,67mg/L), com pH 6,56. Como outubro está compreendido no período seco, a nascente apresenta pouca vazão e pelas galerias pluviais não deveria haver vazão, pois nesse mês não houve precipitação. No entanto, de acordo com os frequentadores do parque, pela galeria pluvial da rua professor Antônio Furtado é comum aparecer água com coloração azul, que pode ser proveniente de lavanderias, que possuem componentes tóxicos. Esse foi o único mês em que a clorofila “a” ficou igual a zero.

5.5.5 Sistema Rotatória

Em todo o sistema, somente o P12 (Exutório do Canal da Avenida Eduardo Girão), no mês de março, apresentou indícios de toxicidade aguda (36,66%). Nos P6 e P8, localizados a montante do P12, nesse mesmo mês observaram-se indícios de toxicidade, o que pode ter contribuído para o comportamento atípico no P12 (Tabela 18).

De acordo com os dados físicos e químicos (Tabela 23), dentre todos os parâmetros monitorados, a maior alteração foi observada no valor de pH (5,09), correspondendo ao menor valor durante todo o monitoramento. Segundo Pohling (2009), a mudança do pH para o meio ácido pode dissolver os hidróxidos dos metais, ou parte dos sedimentos, e conferir uma elevada toxidez, pelos metais pesados dissolvidos. Correia (2008)

Tabela 22 - Resultados físicos e químicos do sistema Parque Rio Branco durante o período de monitoramento do fitoplâncton.

Fonte: Do Autor.

out/10 dez/10 mar/11 abr/11

Cor Verdadeira (uH) 52 7 8 15

pH 6,56 7,21 6,31 6,52 DBO5 (mg/L) 21 25 14 25 DQO (mg/L) 98 72 31 122 Sulfeto (mg/L) 2,67 1,13 1,14 0,57 Clorofila "a" (µg/L) 0,0 0,6 1,0 0,6 PARÂMETROS PONTO 11

136 obteve resultados de mortalidade intensa (90%) de exemplares de A. fasciatus quando um grupo foi testado numa amostra ácida contendo alumínio.

Tabela 23 - Resultado físico do sistema Rotatória durante o período de monitoramento do fitoplâncton.

Fonte: Do Autor.

out/10 dez/10 mar/11 abr/11

pH 7,06 8 5,09 6,84

PONTO 12 PARÂMETROS

137

5.6 Avaliação Qualitativa e Quantitativa do Fitoplâncton durante dois períodos