D- Kişinin Hayat Alanının Korunması
4. Kişinin Gizli ve Özel Hayatına Yönelik Korumanın Sağlanabilmesi İçin
A nível dos governos:
♦ Diretrizes para as Empresas Multinacionais, propostas pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) inicialmente em 1976 e revisada em 2000: os (33) Governos que aderiram às Diretrizes fazem recomendações, não obrigatórias, às empresas operando em seus países nas áreas de trabalho, meio ambiente, proteção ao consumidor e contra a corrupção. A revisão recente traz recomendações mais fortes nas questões de direitos humanos e meio ambiente.
♦ “Global Compact”: lançado formalmente pelas Nações Unidas em 2000, como resposta aos desafios do Fórum Econômico Mundial de 1999, em Davos. Os líderes empresariais são chamados,
voluntariamente, a adotarem e a implementarem um conjunto de nove princípios em suas práticas corporativas individuais e a apoiarem iniciativas de políticas públicas complementares. Os nove princípios dizem respeito às áreas de direitos humanos, padrões de trabalho e de meio ambiente. (http://www.unglobalcompact.org)
A nível de associações voluntárias de empresários:
♦ “Caux Principles for Business” elaborados, em 1994, pela Caux Round Table, que é um grupo internacional de líderes empresarias do Japão, Europa e Estados Unidos que se encontram todos os anos em Caux, Suiça. Os Princípios buscam expressar um padrão ético e responsável de
comportamento empresarial a nível internacional ( http://www.cauxroundtable.org )
♦ “Princípios para a Responsabilidade Corporativa Global” foram formulados, em 1999, pelo Centro Inter-Religiões para a Responsabilidade Corporativa, que é composto por mais de 275 instituições religiosas (dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido) que querem usar seus investimentos para a promoção de mudanças sociais. Os Princípios Globais cobrem as áreas de condições de trabalho, comunidade, meio ambiente, direitos humanos, ética, fornecedores e consumidores. Desde 1999, os Princípios vêm sendo utilizados em 21 países. ( http://www.iccr.org)
2) Padrões de desempenho
Para certificação e sujeitos à avaliação de auditores externos:
♦ ISO 14000 e ISO 9000: a ISO (International Organization for Standardization) é uma organização não-governamental, criada em 1947 e constituída por uma rede de institutos de padronização de 147 países. Desde que foi criada, a ISO já publicou mais de 13.700 padrões internacionais. As famílias
da ISO 14000 e da ISO 9000 tornaram-se mais conhecidas por serem “sistemas genéricos de padrões de gestão”; as demais ISO são específicas por produto... A ISO 9000 trata da gestão da qualidade, ou seja, de como a organização busca melhorar a satisfação do cliente. A ISO 14000 (publicada em 1992) está voltada para a gestão do ambiente, ou seja, como minimizar os efeitos nocivos de sua atividade no meio ambiente e como melhorar continuamente a sua performance ambiental. .... Para receberem a certificação ISO, as empresas têm que ser auditadas por auditores devidamente credenciados.( http://www.iso.ch/ , acessada em 02/09/2003)
♦ SA (Social Accountability) 8000: lançada em 1998 pela Social Accountability International (SAI). Trata-se de um padrão voluntário de monitoramento e certificação para avaliar as condições de trabalho na cadeia produtiva da fábrica, baseado nas normas estabelecidas nas Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Declaração Universal dos Direitos Humanos e da Convenção dos Direitos da Criança, ambas da Organização das Nações Unidas (ONU)... A certificação já vem ocorrendo em 30 países e para 22 diferentes ramos industriais.( http://www.sa- intl.org/SA8000/, acessada em 02/09/2003)
♦ AA (AccountAbility) 1000: proposta em 1999 pelo AccountAbility / Institute of Social and Ethical Accountability. É um padrão de prestação de contas (accountability) que visa complementar as Diretrizes de Relatório do “Global Reporting Initiative” (GRI) e aperfeiçoar a relação entre os
stakeholders por meio da certificação dos relatórios. Esta certificação é feita com base em três princípios: materialidade (cobertura de todas as áreas de desempenho), totalidade (informações completas e exatas) e responsividade (respostas consistentes aos interesses e preocupações dos
stakeholders). (http://www.accountability.org.uk ) Para auto-avaliação:
♦ “Global Reporting Initiative”: iniciativa coordenada pela CERES (Coalition for Environmentally Responsible Economies) apresentou, em 1999, sua primeira proposta de um padrão internacional para elaboração de relatórios focados na sustentabilidade, abordando as dimensões econômica, social e ambiental de suas atividades. A missão da CERES é o processo de permanente consulta aos
stakeholders, em âmbito mundial, para a manutenção e aprimoramento dos padrões. (http://www.globalreporting.org/ )
3) Índices do mercado financeiro: Investimentos Socialmente Responsáveis
♦ Domini 400 Social Index (DSI): lançado em 1990 nos Estados Unidos, o DSI é o primeiro índice de ações a se utilizar de múltiplos filtros. A idéia é evitar os investimentos em setores cujas práticas sejam prejudiciais à sociedade, como os de cigarro, álcool, jogo, energia nuclear e de armamentos. Por outro lado, o que se busca é estimular os investimentos em empresas fortes em cidadania corporativa, diversidade, relações com os empregados, meio ambiente, atuação ética em suas operações com outros países e na produção de bens úteis e seguros.
A cidadania corporativa é aqui definida como “empresas que desenvolvem programas inovadores e generosos de doações, com ênfase na promoção da justiça econômica e social”.
(http://www.domini.com/social-screening/, acessado em 03/09/2003)
♦ Dow Jones Sustainability Index (DJSI World): lançado nos Estados Unidos, em 1999, como o primeiro índice mundial de ações a acompanhar a performance financeira das empresas líderes em sustentabilidade. Para fazer parte do DJSI são selecionadas as empresas líderes (10% melhores) de cada um dos 59 grupos industriais em escala mundial (33 países), segundo critérios de desempenho econômico, social e ambiental. Estas dimensões têm peso igual (1/3) na composição do Indice. O processo de seleção das empresas é feito por auditores independentes. ... O DJSI não exclui qualquer setor, mesmo os de cigarros, álcool, jogo e armamentos. Isto porque as empresas destes setores podem ter desempenho responsável, o que deve ser valorizado. Ademais, podem ser disponibilizados, para os investidores, sub-grupos do Indice que excluem estes setores. ... Já foram expedidas mais de 40 licenças para utilização das informações do DJSI a gestores de ativos em 14 países. (http://www.sustainability-index.com, acessada em 03/09/2003)
4) Prêmios
♦ “As Empresas mais admiradas”: Listas das empresas mais admiradas, julgadas por critérios de Responsabilidade Social Corporativa. São publicadas em vários meios de comunicação, como a
Fortune Review (EUA) e o Financial Times (Reino Unido).
♦ “As melhores Companhias para se trabalhar”: listas divulgadas por várias publicações como a
Fortune Review (EUA)
♦ “Prêmio de Ética Empresarial”: concedido anualmente pela Business Ethics Magazine às empresas consideradas líderes em ética e responsabilidade social. A revista elabora também lista com as “Cem melhores empresas cidadãs”, homenageando as companhias que atendem bem a quatro grupos de stakeholders, a saber: empregados, clientes, comunidade e acionistas.
♦ “Prêmio de Excelência”, incluindo “A Empresa do Ano”, concedido em parceria pela Business In
The Community (BITC) e o Financial Times, ambos do Reino Unido.
5) Organizações não-lucrativas de apoio
Em geral, são organizações do tipo membership, sem fins lucrativos, criadas na década de 90 e dedicadas a apoiar a Responsabilidade Social Corporativa.
♦ AccountAbility / Institute of Social and Ethical AccountAbility, Reino Unido
♦ Business for Social Responsability (BSR), EUA
♦ Business In The Community (BITC), Reino Unido
♦ Interfaith Center on Corporate Responsibility (ICCR), EUA
♦ The Prince of Wales International Business Leaders Forum (PWIBLF), iniciativa anglo-americana
♦ Social Accountability International (SAI), EUA/Reino Unido.
♦ Global Reporting Initiative (GRI), international
B) Algumas referências relevantes no Brasil: