6 Kadın Kooperatifleri için Destek Programları
EKONOMIK GIRIŞIMLERINI GELIŞTIRMEK IÇIN NEYE IHTIYAÇ DUYMAKTADIR? (N=101)
6.1.3 Kadın Kooperatiflerinin Ihtiyaçları Nelerdir?
É possível anunciar salvação sem nela incluir saúde? Segundo Laplantine não. Com relação a medicina contemporânea, ele afirma que, se ela progride, pela despersonalização dos agentes patogênicos mágico-religiosos (divindades, gênios, feiticeiros), é ao preço de uma descontextualização cultural da doença e de uma ocultação da ligação do doente com sua sociedade.662 Por detrás desta descontextualização, jaz todo um pensamento epistemológico excludente da modernidade ocidental utópica baseada no progresso e na técnica e que opera com esquemas matemáticos663 e causas mensuráveis dos sintomas.664
Santos pergunta: “por que razão, nos dois últimos séculos, dominou uma epistemologia que eliminou da reflexão epistemológica o contexto cultural e político da produção e reprodução do conhecimento? Quais foram as consequências de tal descontextualização? Haverá epistemologias alternativas?”665
Antes de mais, Santos define epistemologia como sendo
toda a noção ou idéia, refletida ou não, sobre as condições do que conta como conhecimento válido. É por via do conhecimento válido que uma dada experiência social se torna intencional e inteligível. Não há conhecimento sem
659 POBEE, John. African Christologies Today. In: ROBERT J. Schreiter. Faces of Jesus in África. New York:
Orbis Books, Maryknoll, 2002, p. 7.
660 Ibidem 661 Ibidem
662 LAPLANTINE, François. Antropologia da Doença. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1991, p. 225.
663 TERRIN, Aldo Natale. Antropologia e horizontes do sagrado: culturas e religiões. São Paulo: Paulus, 2004, p.
130.
664 NÜCHTERN, Michael. Critica da medicina científica e o atrativo dos métodos de cura “alternativos” no mundo
Ocidental. In: Concilium. Petrópolis: Vozes, n. 278, set.1998/5, p. 27.
665 SANTOS, Boaventura de Sousa, MENESES, Maria Paula (Orgs.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez
práticas e atores sociais. E como umas e outras não existem senão no interior das relações sociais, diferentes tipos de relações sociais podem dar origem a diferentes epistemologias. As relações sociais são sempre culturais (intraculturais ou inter-culturais) e políticas (representam distribuições desiguais de poder).666
Desta forma, qualquer conhecimento válido é sempre contextual, tanto em termos de diferença cultural como em termos de diferença política. As experiências sociais são constituídas também por vários conhecimentos, cada um com o seu critério de validade, de acordo com Santos.667
Do outro lado, a descontextualização teve como consequências que, o mundo moderno cristão ocidental através do colonialismo e capitalismo modernos se impôs sobre os povos e culturas não ocidentais e não cristãos. Descredibilizou e suprimiu todas as práticas sociais de conhecimento que contrariassem os interesses coloniais. Nisso consistiu o epistemicídio, isto é, a supressão dos conhecimentos locais perpetrada por um conhecimento alienígena.668 Na
linguagem de Levinas, isso é a destruição da alteridade radical do Outro.669
Com o pretexto de missão colonizadora, o projeto de colonização procurou homogeneizar o mundo, e com isso desperdiçou-se muita experiência social e reduziu-se a diversidade epistemológica, cultural e política do mundo. Na medida em que sobreviveram, essas experiências e essa diversidade foram submetidas à normas epistemológicas dominantes.670
“Haverá epistemologias alternativas ou não?”, Santos pergunta. Segundo ele sim, porque o mundo é epistemologicamente diverso e essa diversidade, longe de ser negativa, representa um enorme enriquecimento das capacidades humanas para conferir inteligibilidade e intencionalidade às experiências sociais. É a esta diversidade epistemológica do mundo que Santos designa de epistemologias do Sul.671 Em matéria teológica, Bediako fala de Teologias do Sul, e nelas a teologia Latino Americana da Libertação, como sendo uma nova forma de fazer Teologia. Ela
666 Op. Cit., pp. 15-16.
667 Idem, p. 16. 668 Idem, pp. 16-17.
669 LEVINAS, Emmanuel. Totalidad e Infinito, Ensaiyo sobre la Exterioridad, Salamanca (Espana): Ediciones
Sígueme, 1977, p. 60.
670 SANTOS, Boaventura de Sousa, MENESES, Maria Paula (Orgs.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez
Editora, 2010, pp. 16-17.
vem da periferia.672 No tocante à África, Bediako diz que: “nós rejeitamos como relevante qualquer tipo de Teologia acadêmica divorciada da realidade do povo. Nós estamos preparados para um radical “break” epistemológico rumo ao primeiro compromisso teológico, que é o engajamento numa reflexão crítica sobre a realidade do Terceiro Mundo”.673 As Teologias do Sul
afirmam não apenas terem nascido de uma espiritualidade,674 mas que também são uma Teologia cristãs nascida a partir da fé em Jesus Cristo.675
Santos, em seu ensaio sobre epistemologias do sul, quer chegar à idéia central de que, o colonialismo, para além de todas as dominações pelas quais é conhecido, foi também uma dominação epistemológica, uma relação extremamente desigual de saber-poder que conduziu à supressão de muitas formas de saber próprias dos povos colonizados. As epistemologias do Sul são o conjunto de intervenções epistemológicas que denunciam essa supressão e valorizam os saberes que resistiram com êxito e investigam as condições de um diálogo horizontal entre conhecimentos. Esse diálogo entre saberes, Santos designa por ecologias de saberes.676
É dentro desta ecologia de saberes que Bediako aponta que hoje o centro de gravidade da fé cristã está mudando do mundo ocidental para o sul do mundo: America Latina, África e Ásia.677 Há um deslocamento do centro para a periferia como também um notável crescimento e vitalidade de comunidades cristãs no Sul do Mundo.678 Mbiti é mais preciso ao reforçar o mesmo fenômeno, de que, “os centros da universalidade da Igreja não estão mais em Gênova, Roma, Atenas, Paris, Londres, Nova York, mas em Kinshasa, Buenos Aires, Addis Abeba e Manila. Não houve um movimento mutuo e recíproco correspondente em matéria teológica. O problema foi
672 BEDIAKO, Kwame. Jesus and the Gospel in Africa. History and experience. New York: Orbis Books,
Maryknoll, 2004, pp.111-112.
673 Idem, p. 114.
674“A espiritualidade não é a conclusão prática da teologia, mas o envolvimento radical com os pobres e os
oprimidos, e é o que cria a teologia. Nós conhecemos Jesus, a verdade, por seguir o seu caminho”. Apud PIERIS,
Aloysius. Towards an Asian Theology of Liberation. In BEDIAKO, Kwame. Jesus and the Gospel in Africa.
History and experience. New York: Orbis Books, Maryknoll, 2004, p. 115.
675 BEDIAKO, Kwame. Jesus and the Gospel in Africa. History and experience. New York: Orbis Books,
Maryknoll, 2004, p. 114.
676 SANTOS, Boaventura de Sousa, MENESES, Maria Paula (Orgs.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez
Editora, 2010, p. 19.
677 BEDIAKO, Kwame. Christianity in Africa. The renewal of a Non-Western Religion. New York: Orbis Books,
Maryknoll, 1995, p. 173.
sempre unilateral no aprendizado teológico. Nós conhecemos a eles teologicamente. A pergunta é: Eles nos conhecem teologicamente? Eles gostariam de nos conhecer teologicamente?”.679
No entendimento de Laplantine ir a “Saint-sabin” 680, ou em nosso entendimento, ir ao
santuário de Nossa Senhora de Fátima em Portugal, ou de Nossa Senhora Aparecida no Brasil,681 ou ao de Namaacha em Moçambique, ou mais precisamente ao médico tradicional em busca de cura, isso permite-nos captar de modo notável a relação estreita entre o doente e o seu grupo,682 entre a doença e o sagrado,683 entre a medicina e a religião,684 e entre a saúde e a salvação.685
Frequentando estes meios, segundo Laplantine, aprendemos que a doença não pode ser reduzida à sua única dimensão anatômico-fisiológica, que ela não pode ser isolada da cultura, que ela faz parte de outros ritmos de equilíbrio, que ela se inscreve no âmago de outras lógicas da desgraça, em suma, que ela não advém da biomedicina apenas, mas também da etnomedicina.686
Posto isto, pode-se avaliar melhor o interesse propriamente antropológico da medicina popular considerada não apenas como campo de investigação a analisar e a criticar, mas como autêntico saber que permite esclarecer aspetos inteiros da medicina oficial. Laplantine afirma ainda que,
é o pensamento científico que mantém a ilusão de uma ruptura entre a doença e o social. Enquanto que o pensamento totalizante (que só pode ser religioso, isto é, a religião, ou os seus substitutos laicos, é a única interpretação totalizante do social, do individual e do universo) que nos permite tomar consciência daquilo que nos é oculto pelo pensamento científico.687
Nuchtern ao tecer sua crítica sobre a medicina científica argumenta que “a força das compensações e da abrangência da medicina científica, sua tendência à totalidade, constitui ao mesmo tempo seu ponto fraco”.688 Sendo assim, as pessoas quando praticam rituais para a cura,
esses rituais não constituem sobrevivências do obscurantismo, como sempre os ocidentais
679 Apud MBITI, John. Towards a new understanding of Christian History in the post-missionary era. In
BEDIAKO, Kwame. Jesus and the Gospel in Africa. History and experience. New York: Orbis Books, Maryknoll, 2004, p. 109.
680 LAPLANTINE, François. Antropologia da Doença. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1991, p. 225.
681 SCHIAVO, Luís e DA SILVA, Valmor. Jesus Milagreiro e Exorcista. São Paulo: Paulinas, 2ª ed., 2002, p. 14. 682 LAPLANTINE, François. Antropologia da Doença. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1991, p. 224.
683 Idem, pp. 231-239. 684 Idem, p. 223. 685 Idem, pp. 247-251. 686 Idem, p. 225. 687 Ibidem
688 NÜCHTERN, Michael. Critica da medicina científica e o atrativo dos métodos de cura “alternativos” no mundo
etiquetaram estas experiências, mas a própria expressão de uma dimensão constitutiva da doença e da própria prática médica, isto é, a relação com o social.689
As sociedades africanas têm conhecido muitas formas de sofrimentos dos quais ela precisa se libertar. Segundo Schreiter, de mãos dadas com a Inculturação vai também a Libertação690 de muitos sofrimentos que os africanos vivem. Daí a preocupação africana com a cura ligada diretamente à questões sociais que clamam pela libertação.691
Ayo, afirma que, “diante da doença, muitos africanos recorrem à medicina ocidental e aproveitam as vantagens que a tecnologia moderna oferece no tratamento. Não obstante, as mesmas pessoas buscam o médico tradicional que é ao mesmo tempo um especialista”.692 Para o
contexto africano afirmar que Jesus é “O Curador” significa uma mudança de atitude na maneira de compreender o papel dos curadores tanto da biomedicina como os da etnomedicina. Significa admitir, como diz Borobio, que “Jesus é sem duvida o Primeiro Grande Curador, possuindo de forma única, irrepetível e maravilhosa o carisma de cura cumprindo através dele as promessas messiânicas de libertação (Is 35,5-6).693
Dolamo sustenta que a libertação e o desenvolvimento da África dependem, em grande parte, de várias religiões trabalharem em conjunto.694 É aqui que buscamos apresentar a outra face de Jesus, ou como diz Haight, outro jeito de ser de Jesus:695 Jesus como Agente de cura.696
É importante para nós esclarecer aqui, que a ação curativa de Jesus representa o anúncio e a chegada do Reino de Deus.697 Segundo Boff, “Reino de Deus que abarca tudo, o mundo, o homem e a sociedade, isto é, que a totalidade da realidade deve ser transformada por Deus”.698
689 LAPLANTINE, François. Antropologia da Doença. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1991, p. 225.
690 “A libertação, que a evangelização anuncia, não pode ser limitada e restrita à dimensão econômica, política, social
e cultural; mas deve ter em vista o homem todo, integralmente, com todas as suas dimensões, incluindo a sua abertura para o absoluto, o próprio Absoluto de Deus”. JOÃO PAULO II. Exortação Apostólica Pós-Sinodal:
Ecclesia in África. São Paulo: Paulinas, 1995, p. 84, n° 68.
691 SCHREITER, Robert J. Jesus Christ in África Today. In: ROBERT J. Schreiter. Faces of Jesus in África. New
York: Orbis Books, Maryknoll, 2002, p. 7.
692 AYO, Yvone. África: Discover the traditional lifestyles, beliefs, skills, and crafts of the peoples of this vast and
ancient continent. New York: Dorling Kindersley, 1995, p. 38.
693 BOROBIO, Dionísio. Aproximação à unção curativa na igreja primitiva. In: Concilium. Petrópolis: Vozes, n.
234, set.1991/2, p. 47.
694 DOLAMO, Ramathate T. H.. Prática inter-religiosa para a libertação da África. In: SUSIN, Luiz Carlos
(Org.). Teologia Para outro Mundo possível. São Paulo: Paulinas, 2006, p. 17.
695 HAIGHT, Roger. Jesus Símbolo de Deus. São Paulo: Paulinas, 2003, p. 80. 696 Idem, p. 94.
697 ROCHA A. Violeta. Saúde dos corpos experiência de Deus? Leituras pentecostais de saúde. In: Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana, Petrópolis: Vozes, n. 49-2004/3, 2004, p. 88.
Daqui a frase de Cristo: “o Reino de Deus não vem de tal forma que a gente possa contar com ele. Nem se poderá dizer: Ei-lo aqui ou ali, porque o Reino de Deus está dentro de vós”.699
Portanto, o Reino de Deus não significa algo de puramente espiritual ou fora deste mundo, mas sim, é a totalidade desse mundo material, espiritual e humano agora introduzido na ordem de Deus. Caso não fosse assim, pergunta Boff, “como poderia Cristo ter entusiasmado as massas?”.700
Kolié começa a sua abordagem cristológica com questionamentos: Como podemos nós pregar Cristo Curador aos famintos? Às vítimas de injustiças e da corrupção? Aqueles afetados pelas doenças parasíticas nas florestas tropicais e nas áreas equatoriais?701
Kolié dá uma análise cautelosa da imagem de Jesus como Curador. “Que Jesus foi curador é algo que não pode ser ignorado, mesmo que seus modos de curar não se adequam com as terapias ocidentais secularizadas”.702 Schiavo Luis e Valmor, não exitam em atribuir a Jesus o
título de Curandeiro, pois Ele passou grande parte de sua vida curando doentes.703 Os autores afirmam que, o programa de Jesus era o anúncio da Boa Notícia aos pobres, o que incluía recuperar a visão dos cegos, endireitar paralíticos, purificar leprosos, devolver audição aos surdos, ressuscitar mortos (Mt,5). Livrar pessoas do diabo (At 10,38). Jesus não só fez, mas também ordenou aos discípulos que exercessem a mesma atividade para curar e expulsar demônios (Lc 9,1-6).704
Ora, os atos de cura de Jesus suscitam um grande questionamento: com que título Jesus podia fazer todos esses atos de cura? Médico Ele não era. Era então um curandeiro, exorcista, benzedor? Ao que tudo indica, os evangelhos dão razão a imagem do Jesus Curandeiro. Ele curou até à distância a filha da Cananéia e o empregado do oficial romano.705 Porém, Jesus não pode ser comparado de forma alguma com os plantonistas televisivos e midiáticos de hoje. Haight deixa clara a idéia de que “surpreende menos que Jesus tenha curado à distância ou caminhado sobre a água ou acalmado a tempestade ou ressuscitado pessoas, pois ele próprio era o agente da
699 Lc 17,21.
700 BOFF, Leonardo. Jesus Cristo Libertador. Petrópolis: Vozes, 1972, p. 43.
701 KOLIÉ, Cécé. Jesus as Healer? In: ROBERT J. Schreiter. Faces of Jesus in África. New York: Orbis Books,
Maryknoll, 2002, p. 128.
702 Ibidem
703 SCHIAVO, Luís e DA SILVA, Valmor. Jesus Milagreiro e Exorcista. São Paulo: Paulinas, 2ª ed., 2002, pp. 18-
19.
704 Idem, p. 19. 705 Ibidem
criação”.706 Jesus não é um curandeiro comum, as suas curas longe de serem o êxito do curandeiro, elas são a prova definitiva da presença do Reino no verdadeiro Messias Libertador.707 “Ele levou nossas enfermidades e carregou nossas doenças” Mt 8,17.
Nyamiti descobre que a idéia de “Cristo Vitorioso” (o Milagreiro e o Senhor Ressuscitado) é relevante para a realidade africana, porque este Cristo é o vencedor daquelas forças malígnas (espíritos, magias, doenças e mortes) das quais os africanos têm muito medo. Cristo é apresentado neste sentido como aquele que garante a imortalidade.708
Na linha de pensamento de Nyamiti, está também Kofi Appiah-Kubi que enfatiza a imagem de Jesus como Mediador; Salvador, Redentor, o Poderoso, o Libertador e por último Jesus como Curador.709 A partir do papel dos médicos tradicionais, Cristo é o primeiro Médico, daí Cristo encontra sua expressão em Nyungwe: Yesu ndiye mulapi wathu, pakati pa
wanhakulapa, isto é, Cristo é o Primeiro Curador entre aqueles que curam. Para Pénoukou “Cristo é o Mediador entre o Deus Pai e toda a criação. Pela encarnação, morte e ressurreição Cristo está no centro de toda a história”.710 Segundo Pénoukou,
os cristãos africanos que precisam ser libertos do medo dos maus espíritos, encontrarão em Cristo Encarnando um Deus que é ontologicamente solidário com o destino humano. Pela sua morte e ressurreição Cristo venceu o mal e a morte no mundo e deu-os novo significado. A solidariedade ontológica de Cristo exige dos seres humanos um total e global engajamento em participar ativamente na criação.711
De acordo com Prates, “a encarnação do Filho de Deus na história quer dizer compromisso de assumir a realidade da condição humana num radical gesto de solidariedade. A solidariedade do verbo encarnado está voltada para a sua união vital com os pobres para libertá- los e libertar a humanidade na sua inteireza”.712
706 HAIGHT, Roger. O futuro da Cristologia. São Paulo: Paulinas, 2008, p. 21.
707 BOROBIO, Dionísio. Aproximação à unção curativa na igreja primitiva. In: Concilium. Petrópolis: Vozes, n.
234, set.1991/2, p. 47.
708 NYAMITI, Charles. African Christologies Today. In: ROBERT J. Schreiter. Faces of Jesus in África. New
York: Orbis Books, Maryknoll, 2002, p. 4.
709 APPIAH-KUBI, Kofi. African Christologies Today. In: ROBERT J. Schreiter. Faces of Jesus in África. New
York: Orbis Books, Maryknoll, 2002, p. 4.
710 PÉNOUKOU, Efoé Julien. Christology in the Village. In: ROBERT J. Schreiter. Faces of Jesus in África. New
York: Orbis Books, Maryknoll, 2002, p. 10.
711 Ibidem
712 PRATES, Lisâneos. Fraternidade Libertadora: Uma leitura histórico-teologica das Campanhas da