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BÖLÜM 1. İŞ KANUNUNA GÖRE FESİH OLGUSU

1.2. Türk İş Mevzuatı Açısından İş sözleşmesi ve Önemi

1.2.1. İş Sözleşmesi ve Unsurları

4.2 Métodos ... 86 4.2.1 Protocolo de tratamento ... 86 4.2.1.1 Ortopedia funcional ... 86 4.2.1.2 Ortodontia corretiva ... 87 4.3 Método radiográfico ... 88

4.3.1 Elaboração do cefalograma e medição das

telerradiografias ... 89 4.3.2 Traçado anatômico ... 89 4.3.3 Demarcação dos pontos cefalométricos de

referência ... 90 4.3.4 Linhas e planos de referência... 92 4.3.4.1 Horizontais ... 92 4.3.4.2 Verticais ... 93 4.3.5 Grandezes cefalométricas esqueléticas ... 95 4.3.5.1 Maxilares ... 95 4.3.5.2 Mandibulares... 95 4.3.5.3 Maxilomandibulares ... 95 4.3.5.4 Padrão de crescimento ... 96 4.3.6 Grandezas cefalométricas dentárias ... 98 4.3.6.1 Superiores ... 98 4.3.6.2 Inferiores ... 98 4.3.6.3 Relacionando-os entre si ... 100 4.3.7 Grandezes cefalométricas referentes ao perfil

tegumentar ... 102 4.4 Modelo de estudo ... 103 4.5 Análise estatística ... 108 4.5.1 Erro do método ... 108 4.5.2 Estatística ... 108

5 RESULTADOS ... 111

5.1 Análise da normalidade das variáveis ... 113 5.2 Resultados do erro intra-examinador ... 113 5.3 Resultados das variáveis cefalométricas ... 115 5.4 Resultados das variáveis de modelo ... 116 6 DISCUSSÃO ... 117 6.1 A amostra utilizada ... 119 6.2 Metodologia ... 122 6.3 Precisão da metodologia ... 124 6.4 Resultados cefalométricos ... 125 6.4.1 Componente maxilar ... 126 6.4.2 Componente mandibular ... 128 6.4.3 Relação maxilomandibular ... 131 6.4.4 Padrão facial ... 133 6.4.5 Componente dentoalveolar superior ... 137 6.4.6 Componente dentoalveolar inferior ... 139 6.4.7 Relações dentárias ... 142 6.4.8 Tecidos moles ... 143 6.5 Resultados oclusais ... 144 6.6 Implicações clínicas ... 147 7 CONCLUSÕES ... 151 REFERÊNCIAS ... 157 APÊNDICES ... 181

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1 INTRODUÇÃO

São muitos os fatores relacionados com a natureza da má oclusão de Classe II, entre eles podemos citar a estrutura facial, padrão de crescimento maxilar e mandibular e o desenvolvimento dentoalveolar. Essa má oclusão caracteriza-se por um relacionamento deficiente entre os arcos dentários superior e inferior e pode apresentar origem dentoalveolar, esquelética ou uma combinação de ambas (SASSOUNI, 1970). Ela pode estar relacionada a uma protrusão maxilar, a qual pode ser esquelética ou apenas dentária, ou a uma retrusão mandibular e/ou dos dentes inferiores, ou ainda a uma combinação destes fatores (SASSOUNI, 1969). Por tratar-se de uma má oclusão que apresenta aspectos antiestéticos, compromete a harmonia facial em diversos graus, variando com a intensidade da sobressaliência dentária e de sua interação com as estruturas adjacentes de tecidos moles, interferindo, desta maneira, no perfil do paciente (URSI, W.J.S, 1993). São, por conseguinte, facilmente percebidas pelos pacientes e, por isso, grande afluxo destes procuram os profissionais em busca de correções estéticas e funcionais decorrentes desta má oclusão (GURGEL; ALMEIDA; PINZAN, 2001).

Ela, ainda, pode vir acompanhada de uma função anormal dos lábios e de alguma forma de obstrução nasal e respiração bucal (ANGLE, E.H., 1907). Durante o planejamento ortodôntico, as variações individuais desses fatores devem ser levadas em consideração para o correto diagnóstico e plano de tratamento da má oclusão (LAGERSTROM, 1990).

A combinação dos aparelhos ortopédicos funcionais e fixos, para certas categorias de más oclusões, em determinados períodos de desenvolvimento, pode produzir resultados superiores àqueles conseguidos pelo uso de um só tipo de aparelho. Assim, certo discernimento deve ser apresentado pelo ortodontista a fim de que este possa realizar modificações terapêuticas, considerando a multiplicidade de fatores que envolvem uma má oclusão, e para que possa optar pelo tratamento mais adequado para cada caso, em particular, de seus pacientes (GRABER; RAKOSI; PETROVIC, 1997).

Dentre os dois tipos de má oclusão de Classe II, a 1ª divisão consiste na mais frequente no consultório ortodôntico (FREITAS, M.R. et al., 2002; GURGEL;

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ALMEIDA; PINZAN, 2001; WEILAND; BANTLEON, 1995) sendo causada, na maioria das vezes, pela retrusão da mandíbula (MCNAMARA, J.A., JR., 1981). Assim, torna-se bem indicada a utilização dos aparelhos ortopédicos funcionais, que redirecionam o crescimento mandibular e atuam durante a fase de crescimento e desenvolvimento craniofacial, propiciando a uma boa oclusão e harmonia do perfil facial (OLIVEIRA JÚNIOR, 2002; OLIVEIRA JÚNIOR JN, 2004). O protocolo de tratamento da Classe II depende da idade do paciente, do comprometimento estético e oclusal. A interceptação desta má oclusão é, ainda, um dos assuntos mais estudados e controversos em função dos diferentes tipos de aparelhos disponíveis e da época ideal para o início do tratamento, destacando-se o tratamento em uma única fase (aparelhos fixos) e em duas fases (aparelhos ortopédicos e fixos). Os aparelhos ortopédicos visam corrigir à discrepância maxilomandibular nos sentidos ântero-posterior e transversal, contribuindo para uma melhora na relação das bases apicais e harmonia do perfil facial. No entanto, o tratamento com aparelhos ortopédicos deve ser indicado para jovens em fase de crescimento e desenvolvimento craniofacial, com a finalidade de alterar espacialmente a forma e o posicionamento das bases ósseas, redirecionando o crescimento da maxila e liberando o da mandíbula.

De modo geral, a correção da Classe II, 1ª divisão por meio da terapia ortopédica combinada, envolve vários fatores de natureza esquelética e dentária. Entretanto, essas alterações podem ser consideradas satisfatórias somente se permanecerem estáveis. Os estudos de caráter longitudinal demonstram que as alterações alcançadas durante a fase de tratamento ativo tendem a sofrer uma recidiva em direção à má oclusão original nos anos subsequentes ao final do tratamento ortodôntico. O relacionamento dos dentes e das bases ósseas não necessariamente permanece constante ao longo dos anos, mas pode frequentemente ser alterado durante o crescimento. É possível que muitos casos de recidiva ortodôntica representem somente os resultados de um crescimento facial pós-tratamento desfavorável (SINCLAIR; LITTLE, 1985). Além disso, a musculatura bucofacial exerce uma grande influência no desenvolvimento da face e dos dentes. Após a correção da má oclusão de Classe II, a disposição final dos dentes é um reflexo do resultado da interação dos tecidos duros e moles (BASS, 1982). Muitos ortodontistas acreditam que é possível prevenir a recidiva pelo posicionamento dos dentes em harmonia com os lábios, bochechas e língua, pela eliminação de hábitos

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deletérios, por uma contenção adequada e pelo estabelecimento de uma oclusão favorável (GOTTLIEB, 1971).

Apesar dos diversos estudos, os fatores que contribuem para as alterações pós-tratamento ainda não se apresentam claramente definidos. Provavelmente, o impacto do crescimento, em longo prazo, seja fundamental, especialmente, nos tratamentos ortopédicos. Entretanto, a multiplicidade de fatores relacionados à estabilidade e recidiva se relaciona de maneira tão complexa que se torna impossível diferenciá-los (MELROSE; MILLETT, 1998).

Na disciplina de Ortodontia da Faculdade de Odontologia de Bauru, desde o final da década de 80, os pacientes que apresentam má oclusão de Classe II, 1ª divisão com retrusão mandibular, na fase de crescimento e desenvolvimento, frequentemente são tratados com o Bionator de Balters. Entretanto nenhuma pesquisa avaliando-se a estabilidade desse tipo de tratamento foi realizada.

Portanto, sabendo-se que a estabilidade é a chave fundamental para o sucesso do tratamento ortodôntico, este trabalho se propôs a avaliar os efeitos, limitações e adaptações dentofaciais após um período médio de dez anos de uso desse tipo de terapia seguida da mecânica com aparelho fixo no tratamento da má oclusão de Classe II, 1ª divisão.

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