I. Dünya Savaşı’ndan Paris Barış Konferansı’nın Açılışına Kadar Ermen
1. BÖLÜM
2.2. GENERAL HARBORD HEYETİ
2.2.1. Heyetin Kuruluşu ve Türkiye’ye Gelişi
Este estudo procurou mostrar as atitudes e influências dos consumidores de alimentos por meio de entrevistas feitas nos supermercados e açougues da cidade de Juiz de Fora, conforme foi amplamente caracterizado. Considerando-se que para a realização deste trabalho foi adotada uma amostra não-probabilística e que as inferên- cias extraídas da amostra devem ser ressalvadas, em função das limitações desse tipo de abordagem, os consumidores de Juiz de Fora, Minas Gerais, demonstraram que em uma carne de frango de qualidade:
1. Os atributos mencionados espontaneamente “aparência”, “conservação” e “procedência” são muito importantes.
2. Os atributos de origem preestabelecidos “procedência” e “segurança alimentar” (inocuidade) não apresentaram diferença significativa; “sistema de criação”, “ser orgânico” e “não utilização de hormônios” (antibióticos promotores de crescimento)
são pouco importantes; e “preço” e “marca” do produto têm importância inter- mediária.
3. Os atributos extrínsecos preestabelecidos “data de validade” e “odor” são determi- nantes para a atitude de compra da carne de frango; “aparência”, “brilho”, “cor” e “frescor” são muito importantes.
4. Os atributos intrínsecos preestabelecidos “consistência (textura)”, “maciez”, “odor”, “sabor” e “temperatura da carne” na gôndola são muito importantes. O “teor de gor- dura” da carne é pouco importante para os homens e de importância intermediária para as mulheres.
O valor médio dos atributos para cada dimensão indica uma tendência de o consumidor atribuir maior importância aos atributos extrínsecos e intrínsecos e menor importância aos de origem. Independentemente do gênero dos consumidores, não existem diferenças significativas entre o sexo para os atributos extrínsecos, há pouca diferença para os intrínsecos e uma diferença um pouco mais acentuada para os atributos de origem. A média das dimensões foram comparadas duas a duas, ou seja, compararam-se os atributos de origem com os intrínsecos, os intrínsecos com os extrínsecos e os de origem com os extrínsecos. Em todos os três casos comparativos, a diferença foi significante (p < 0,001) pelo teste de Wilcoxon.
Os resultados sugerem possibilidades de desdobramentos, uma vez que indicam alguns caminhos para novos estudos sobre as atitudes dos consumidores e os riscos alimentares. Pode-se perceber que o consumidor de alimentos nos estabelecimentos pesquisados possui atitude de consumo própria, norteada por atributos de qualidade do produto que julga importantes e que se tornam determinantes na sua escolha.
REFERÊNCIAS
ALESSI, N.P. Conduta alimentar e sociedade. In: SIMPÓSIO TRANSTORNOS ALIMENTARES: ANOREXIA E BULIMIA NERVOSAS. Capítulo II. Medicina, Ribeirão Preto, v.39, n.3, p.327-32, 2006.
AMERICAN MARKETING ASSOCIATION – AMA. On the mark. OSLER, R. jan. 2007. Disponível em:
<http://www.marketingpower.com/ResourceLibrary/MarketingManagement/Pages/200 7/16/1/MMJan07Osler.aspx >. Acesso em: 3 nov. 2008.
BANCO INTERNACIONAL DE RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO –.
Resultados do desenvolvimento nos países de renda média. Uma avaliação do apoio
do Banco Mundial. Resumo de avaliação. Washington: Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento / Banco Mundial. Independent Evaluation Group (IEG). 2007. 26p.
BECKER, T., BENNER, E., GLITSCH, K., Summary report on consumer behaviour
towards meat in Germany, Ireland, Italy, Spain, Sweden and United Kingdom:
results of a consumer survey. Working paper FAIR CT-95-0046. Göttingen: The University of Hohenheim, 1998.
BLEIL, S.I. O padrão alimentar ocidental: considerações sobre a mudança de hábito no Brasil. Caderno de Debates, Campinas, v.6, p.1-25, 1998.
BRAGAGNOLO, N. Comparative aspects of meats according to fatty acid profile and cholesterol level. In: SECOND INTERNATIONAL VIRTUAL CONFERENCE ON PORK QUALIT. NOVEMBER, 5., TO DECEMBER, 06 - 2001 — VIA INTERNET. Disponível em: <http://www.conferencia.uncnet.br/pork/seg/pal/
anais01p2_neura_en.pdf.>. Acesso em: 15 jan. 2008.
BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento (MAPA). Ofício circular
DOI/DIPOA no 007/99, de 19 de maio de 1999. EsTabelaelece normas para frango
caipira e produção de ovos.
COMISSION PARA LA COOPERACION AMBIENTAL DE AMÉRICA DE NORTE – CROP. Hábitos de consumo de carne em América del Norte. In: Questionario. CROP Recherche marketing sondages d’opinion 04-4235. CROP, may. 2004.
CONNORS, M.; BISOGNI, C.A. SOBAL, J.; DEVINE, C.M. Managing values in personal food systems. Appetite, v.36, n.3, p.189-200, 2001.
DUFFY, R.; FEARNE, A.; HEALING, V. Reconnection in the UK food chain: bridging the communication gap between food producers and consumers. British Food Journal, v.107, n.1, p. 17-33, 2005.
eating. Meat Science, New York, v.36, p.57-65, 1994.
EDENS, F.W. An alternative for antibiotic se in poultry: probiotics. Rev. Bras. Cienc.
Avic., Campinas, v.5, n.2, 2003.
EUROPA. Regulamento (CEE) n. 2377/1990 da Comissão de 26 de junho de 1990 que prevê um processo comunitário para o esTabelaelecimento de limites máximos de resíduos de medicamentos veterinários nos alimentos de origem animal. Legislação Comunitária. Publ. 18 aug. 1990. (Documento nº 23455),
FANATICO, A.C.; CAVITT, L.C.; PILLAI, P.B. et al. Evaluation of slower-growing broiler genotypes grown with and without outdoor access: meat quality. Poultry
FARINA, E.M. et al. A experiência de regulamentação de sistemas agroindustriais no Brasil, In: FARINA, E.M. et al. (Eds.). Competitividade: Mercado, Estado e
Organizações, Piracicaba: Singular, Fapesp/Pensa, 1997. p.207-214.
FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. 312p.
FRANCISCO, D.C.; NASCIMENTO, V.P. do; LUQUERCIO, A.P. et al.
Caracterização do consumidor de carne de frango da cidade de Porto Alegre. Ciência
Rural, Sta. Maria, v.37, n.1, p.253-258, 2007.
FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO – FJP. Anuário estatístico de Juiz de Fora 2006. In: Tabela 163.1. Produto Interno Bruto por habitante (unidade R$ 1,00) para Minas Gerais, e municípios selecionados 2000-2003. Indicadores econômicos de Juiz de Fora,
Fundação João Pinheiro. Centro de Pesquisas Sociais. 2006. Disponível em: <http://www.pjf.mg.gov.br/>. Acesso em: 25 out. 2008.
GALEAZZI, M.A.M.; DOMENE, S.M.A.; SICHIERI, R. Estudo multicêntrico sobre consumo alimentar. Cadernos de debate, NEPA/UNICAMP. 1997. p.1-63. (Volume especial)
GAYA, L.G.; FERRAZ, J.B.S. Quantitative-genetic aspects of broiler meat quality.
Ciência Rural. [online]. 2006, v. 36, n.1 [cited 2006-11-11], pp. 349-356.
GIDDENS, A. Modernidade e identidade. Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. 233p.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. S. Paulo: Ática, 1991.
GONZÁLEZ, L. El marketing y el cambio en los habitos de consumo. Boletim ICE
Economico, [S.l.], n.2470, p.29-39, 1995.
GRACIA, A.; MAGISTRIS, T. de. Organic food product purchase behaviour: a pilot study for urban consumers in the South of Italy. Instituto Nacional de Investigación y Tecnología Agraria y Alimentaria (INIA). Spanish Journal of Agricultural Research, v.5, n.4, p.439-451, 2007.
GUTMAN, J.; ALDEN, S.D. Adolescents cognitive structures of retail stores and fashion consumption: a means-end chain analysis of quality. In: JACOBY, JACOB; OLSON, JERRY C. (Eds.). Perceived quality: how consumers view stores and merchandise. Lexington: Lexington Books, 1985.
HARA, C.C. O novo papel do varejo. Revista FAE Business, n.11, p.8-10, 2005. HERRMANN, R.; RODER, C. Does food consumption converge internationally?: measurement, empirical tests and determinants. European Review of Agricultural Economics, [S.l.], v.22, n.3, p.400-414, 1995.
IACOBUCCI, E.; TREBILCOCK, M.; WINTER, R. The Canadian Experience with Deregulation. University of Toronto Law Journal, v.56, n.1, 2006.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Contagem
da população 2007. IBGE, 2008. Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/contagem2007/default.shtm>. Acesso em: 25 out. 2008.
JOHN DEERE BRASIL – DEERE. Frango: tendência de alta no curto e no médio prazo. In: Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica. set. 2008. Disponível em: < http://www.deere.com/pt_BR/ag/veja_mais/info_mercado/chicken.html>. Acesso em: 19 out. 2008.
JUIZ DE FORA. Atlas social de Juiz de Fora. Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (PJF). Secretaria de Política Social. 2008. Juiz de Fora, PJF, 2008a. Disponível em: <http://www.pjf.mg.gov.br/>. Acesso em: 25 out. 2008.
JUIZ DE FORA. Cidade. Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (PJF). Juiz de Fora, PJF, 2008. Disponível em: <http://www.pjf.mg.gov.br/>. Acesso em: 25 out. 2008.
JUIZ DE FORA. Infra-estrutura. Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (PJF). Juiz de Fora, PJF, 2008b. Disponível em: <http://www.pjf.mg.gov.br/>. Acesso em: 25 out. 2008.
JUIZ DE FORA. Plano Diretor de Desenvolvimento Humano 2000. Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (PJF). Secretaria de Planejamento e Gestão Estratégica. Centro de Pesquisas Sociais. Anuário 2004. Juiz de Fora, PJF, 2008.
KOTLER, P. Administração de Marketing. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998. 725p. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos da metodologia científica. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1991.
LIMA, J. F; SIQUEIRA, S.H.G. de; ARAÚJO, D.V. Relato setorial avicultura. Área de Operações Industriais . Gerência Setorial 1. Rio de Janeiro: BNDS, 1995. 46p. LLAYALLOL, A. O desafio da carne bovina: crescimento constante ou “canibalização” pela carne de suínos, aves e pequenos ruminantes? IPCVA. OPIC. In:
INTERNATIONAL MEAT SECRETARIAT. IMS/OPIC INTERNATIONAL MEAT CONFERENCE. São Paulo. Abr. 2007. Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte/CNA.
MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 720p.
MATTAR, F.N. Pesquisa de marketing. Metodologia e planejamento, 1.v. S. Paulo: Atlas, 1996.
MATTAR, F.N. Pesquisa de marketing: execução e análise. 5.ed. 2.v. S. Paulo: Atlas, 1999.
MOWEN, J. C.; MINOR, M. Consumer behavior. 5.ed. New York: Prentice-Hall, 1998.
NUNES, M.C. Marketing político e persuasão eleitoral. S. Paulo: Konrad Adenauer, 2000.
PORTO, R.G. Consumidor final de carnes: características e hábitos em Pelotas-RS. Serviço de Informação da Carne, SIC. 2006. Disponível em:
<http://www.sic.org.br/PDF/Pesquisa_Pelotas.pdf>. Acesso em: 2 nov. 2008.
PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO – PNUD.
Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. In: Índice de
Desenvolvimento Humano - Municipal, 1991 e 2000. PNUD, 2000.
REIG, E. Estrutura del consumo alimentario y desarollo economico. Investigación
Agraria: Economia, [S.l.], v.7, n.2, p.263-282, 1992.
RICHARDSON, N., MACFIE, H., SHEPHERD, R. Consumer attitudes to meat RICHARDSON, R. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3.ed. Rev. Ampl. São Paulo: Atlas, 1999.
ROSEMBLOOM, B. Canais de Marketing: uma visão. gerencial. São Paulo: Atlas, 2002. 557p.
RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2000. SCHROEDER, T. C.; MARSH, T. L.; MINTERT, J. Beef demand determinantes: a research summary. Kansas State University/Department of Agricultural Economics, mar. 2000. (Cooperative Extension Report, MF2457).
SILVA, G.R.F.; MACÊDO, K.N. de F.; REBOUÇAS, C.B. de A.; SOUZA, A.M.A. Entrevista como técnica de pesquisa qualitativa. OnLine Brazilian Journal of Nursing, v.5, n.2, 2006.
SILVA, L.M.; LIMA FILHO, D. de O.; SPROESSER, R.L. Perfil dos consumidores de carne de frango: um estudo de caso na cidade de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul. Inf. Econ., v.37, n.1, 2007.
SILVA, L.M.; LIMA FILHO, D. de O.; TREDEZINI, C.A. Informação imperfeita no mercado de carne fresca. In: CONGRESSO SOCIEDADE BRASILEIRA DE
ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA RURAL, XLV SOBER: "Conhecimentos para Agricultura do Futuro". Londrina, 22 a 25 de julho de 2007. Londrina: Soc. Bras. Econ. Adm. Soc. Rural, 2007.
SOLOMON, M.R. O comportamento do consumidor. Comprando, possuindo e sendo. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, Il. 2005. 446p.
SZYBILLO, G.J.; JACOBY, J. Intrinsic versus extrinsic cues as determinants of perceived product quality. Journal of Applied Psychology, v.59, n.1, p.74-78, 1974.
USDA’S ECONOMIC RESEARCH SERVICE – ERS. Agricultural baseline
projections. USDA. Disponível em: < http://www.ers.usda.gov/Briefing/Baseline/>.
Acesso em: 2 out. 2008.
VERGARA, S.C. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. 9.ed. S. Paulo: Atlas, 2007.
WWF BRASIL. Consumidor desconhece a carne orgânica. may 2006. Disponível em:
<http://wwf.org.br/natureza_brasileira/prog_projetos/lep/lep_news/index.cfm?uNewsID =1360>. Acesso em: 23 out. 2006.
ZEITHAML, V.A. Consumer perceptions of price, quality, and value: a means-end model and synthesis of evidence. Journal of Marketing, v.52, n.2), p.2-22, 1988.
CONCLUSÕES GERAIS
Ao identificar as bases tecnológicas para a produção de alimentos, organizadas a partir da evolução conceitual dos modelos de produção de aves e do estudo da regulamentação pertinente, relacionaram-se as principais correntes filosóficas atuais no que toca às questões da ética e da sustentabilidade dos processos produtivos. É importante não confundir o termo Agroecologia com os designativos “orgânico”, “biológico”, “natural”, “regenerativo” ou “sustentável”, que identificam sistemas particulares de produção.
Os modelos de avicultura mais engajados com as questões de sustentabilidade, considerando os custos ambientais, sociais e a saúde do ser humano, estão em processo de expansão em nível mundial. A conscientização dos indivíduos sobre os perigos da produção de alimentos, sem considerar de imediato os efeitos sobre o meio ambiente, sobre os animais e sobre as pessoas, abriu naturalmente o espaço para a produção agroecológica, biológica ou orgânica, que deixou de ser apenas um nicho e se transformou em um promissor mercado do futuro, tanto para o Brasil como para o exterior.
Existe uma expectativa do consumidor de que os alimentos não se constituam vias de exposição a perigos que possam causar danos à saúde e ao meio ambiente, isto é, alimentos detentores de inocuidade, que é o objeto principal da segurança alimentar, sobretudo em se tratando de produtos agroecológicos. O consumidor tem buscado escolher os alimentos que consome com mais critério e segurança, fazendo da escolha individual uma demonstração do seu estilo de vida. Nesse sentido, os produtos de manejo agroecológico, como a
carne orgânica e demais hortifrutigranjeiros disponíveis nos supermercados, devidamente rotulados e certificados na origem, têm apresentado aumento de consumo, motivado pelos consumidores, que procuram alimentos mais saudáveis que os convencionais.
De acordo com o objetivo proposto neste estudo, a atitude do consumidor em relação à compra de carne de frango mostrou-se alinhada ao estilo de vida moderno. Um grupo ainda restrito de consumidores mais conscientizados denota grande preocupação com a natureza e com a questão ambiental, optando por consumir produtos diferenciados, rastreados desde a origem e cujos produtores ofereçam garantia pós-venda, como é o caso de alguns produtos orgânicos disponíveis no mercado brasileiro.
O estudo das atitudes de compra de carne de frango em Juiz de Fora mostrou uma tendência de o consumidor atribuir maior importância aos atributos extrínsecos e intrínsecos e menor importância aos de origem. Os atributos data de validade e odor da carne são determinantes para a atitude de compra. A aparência, brilho, cor, frescor, maciez, odor, sabor, textura e procedência são atributos muito importantes na preferência dos consumidores.
Os resultados obtidos sugerem possibilidades de desdobramentos, uma vez que indicam alguns caminhos para novos estudos sobre as atitudes dos consumidores e os riscos alimentares.