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Genel Amaçlı Alınan Siparişler Raporu (032110)

Ekranın Sağ bölümüne ait detaylar

ÖRNEK STOK KODLARI

2. değişken tipi “Cari bakiye bilgileri”

1.6.3 Alınan Siparişler Raporu

1.6.3.1 Genel Amaçlı Alınan Siparişler Raporu (032110)

7.1 A UTILIZAÇÃO DA SE PARA PREVISÃO DO CARREGAMENTO VIÁRIO A afirmação de HILIER et al (1993) de que a configuração da malha viária influencia nos movimentos é coerente mas por si só não os explica pois não reconhece as áreas que demandam e ofertam viagens e por conseqüência, os desejos de viagens dos usuários.Afirmar que configuração da malha influencia na localização dos

“atratores”também não deixa de ser uma verdade, mas não é o único fator que

influencia na localização dos diversos tipos de usos do solo.

Para que a morfologia urbana fosse suficiente para modelar o carregamento viário em qualquer tipo de malha viária seria necessário que:

a) Todos os usuários tivessem perfeito conhecimento da malha;

b) Todos optassem por rotas com menor distância angular possível;

d) Todos os links demandassem e ofertassem o mesmo número de viagens para todos os demais links;

e) Todos os usuários da malha agissem de forma cooperativa.

Atendendo as premissas citadas, a alocação de tráfego através da SE, poderia sim ser comparada a alocação tradicional do tipo wardrop conforme identificado por CYBIS et al (1996) e a variável sintática que talvez melhor representa-se os movimentos seria Angular Choice.

Conforme identificado pelas pesquisas da SE, a malha viária influencia até nos movimentos de quem não a conhece. Cabe destacar que, quanto mais os usuários têm conhecimento da malha viária, mais a morfologia influenciará os movimentos havendo maior correlação entre valores sintáticos e volumes de usuários, é por isso que a SE é mais adequada para áreas pequenas onde:

a)É mais fácil a compreensão da malha e a identificação de todas as possíveis rotas e;

b)O uso do solo é mais coerente com a hierarquia morfológica da malha.

A SE também é mais adequada para prever os movimentos dos pedestres do que os movimentos dos veículos, pois, no modo a pé, anda-se distâncias bem mais curtas que os veículos identificando de forma mais fácil as menores rotas angulares sem precisar se limitar a restrições de sentido de fluxo da via, velocidade média, etc.

É possível que através da proposta de CAVALCANTE et al (2007),ao se agregar propriedades de uso do solo aos links na modelagem proposta, se consigam resultados melhores, o problema é que não haveriam ganhos práticos pois, coletá-los seria tão ou mais oneroso quanto realizar uma pesquisa Origem/Destino.

Recomenda-se que sejam vinculadas aos links da malha viária, as informações georrefenciadas contidas no diagnóstico de Fortaleza-CE feito pela Prefeitura Municipal durante a elaboração do Plano Diretor Participativo em Junho de 2006 (tipos de uso, densidade, etc.), tais dados serviriam como inputs para o treinamento das RNA onde acredita-se que os resultados seriam significativamente melhores.

Como tais informações já estão em formato de mapa, só seria necessário um esforço computacional de vinculá-las aos links sem precisar da realização de pesquisas de campo, deslocamento, vários pesquisadores, tabulação dos dados, etc.

7.2 O MÉTODO PROPOSTO PARA GERAÇÃO E SELEÇÃO DAS VARIÁVEIS SINTÁTICAS

A proposta apresentada de geração das variáveis angulares demonstrou-se coerente, pois permitiu que se cobrisse um grande número de possibilidades tanto na opção Full Angular, com as variações do número de raios e na opção Tulipa com as variações no número de raios e também no número de bins.

Recomendam-se para trabalhos futuros, onde sejam geradas variáveis sintáticas na opção Tulipa tanto calculadas a partir de distâncias angulares, quanto por Steps e por distância métrica. Recomenda-se também testar à variável Choice na opção em que a distância angular é multiplicada pela distância métrica.

As experiências anteriores baseadas na proposta metodológica de HILIER et al

(1987) e repetida pelos demais pesquisadores que vieram a posteriori, se baseiam em testes de correlação através do “r de Pearson”, indicador este que não é suficiente para aceitar ou rejeitar qualquer hipótese de que a circulação é ou não influenciada por determinada variável sintática. É necessário que se utilize o gráfico de dispersão como forma complementar ou que sejam testadas outras medidas de erro, como por exemplo, o próprio ERM associado a uma distribuição de freqüência destes dados. Recomenda-se para trabalhos futuros, a utilização da técnica de Análise de Discriminantes para seleção de variáveis sintáticas que possuem maior relevância para modelagem.

7.3 SOBRE O MÉTODO MATEMÁTICO UTILIZADO PARA MODELAGEM DOS DADOS

A constatação de que o experimento não atingiu o resultado desejado não impede que o experimento seja realizado novamente considerando algumas das limitações do próprio aplicativo utilizado:EasyNN-Plus que não permite as alteraçõesno algoritmo, na função de ativação e nem permite o re-embaralhamento dos dados após a retro-propagação recomendando-se então a utilização de outros aplicativos de Redes Neurais Artificiais para tal fim.

Recomenda-se também que sejam treinadas topologias com a opção de Taxa de Aprendizado Decrescente, pois na medida em que a MLP vai se aproximando de um erro menor com o passar dos ciclos de treinamento, ela também vai diminuindo a diferença entre os valores dos pesos adotados no ciclo atual para o ciclo posterior.

Não ter atingido o resultado esperado, mesmo utilizando a derivação da SE que trabalha com segmentos e uma ferramenta mais robusta que a regressão para construção de um modelo matemático não inviabiliza a metodologia proposta, pois o número de dados da amostra (391 links) utilizados para treino, validação e teste pode ser

insuficiente para tal proposta. Adicionalmente, sob a ótica da “qualidade da informação utilizada” é possível também que o conjunto amostral não represente a malha como um