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Görevsizlik ve Yetkisizlik Üzerine Verilen Kararlar

2 İCRA MAHKEMESİ KARARLARINA KARŞI İSTİNAF KANUN YOLUNA

2.1 KONU BAKIMINDA İCRA MAHKEMESİ KARARARININ İSTİNAF

2.1.2 İstinafa Kanun Yoluna Konu Olabilecek İcra Mahkemesi Kararları

2.1.2.3 Usûle İlişkin Nihai Kararlar

2.1.2.3.1 Görevsizlik ve Yetkisizlik Üzerine Verilen Kararlar

Os resultados da difratogrametria de raios-X, revelaram a coexistência de minerais primários e secundários na fração grosseira (areia) dos perfis de solos do Parna Caparaó (Figuras 26, 27, 28, 29, 30, 31 e 32).

P1 - Latossolo Amarelo Distrófico húmico - Floresta Montana - Relevo Montanhoso 1256 m Altitude - Caparaó-MG

Qz-Quartzo, Gb-Gibbsita, Ka-Caulinita

Figura 19. Difratograma de raios-X da fração argila do P1 – Latossolo Amarelo Distrófico húmico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P2-Cambissolo Húmico Distrófico típico - Floresta Alto-Montana - Relevo Montanhoso –1658 m Altitude - Caparaó-MG

Qz-Quartzo, Gb-Gibbsita, Ka-Caulinita, Gt-Gohetita

Figura 20. Difratograma de raios-X da fração argila do P2 – Cambissolo Húmico Distrófico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P3 - Neossolo Regolitico Húmico típico – Escrubes e Campo com Candeias - Relevo Linha de Crista -1778 m Altitude - Caparaó-MG

Gb-Gibbsita, Ka-Caulinita, Gt-Gohetita

Figura 21. Difratograma de raios-X da fração argila do P3 - Neossolo Regolítico Húmico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P4 - Cambissolo Húmico Distrófico típico – Escrubes e Campos de Altitude - Relevo Montanhoso - 1975 m Altitude - Caparaó-MG

Gb-Gibbsita, Ka-Caulinita, Gt-Gohetita, Clo-Clorita

Figura 22. Difratograma de raios-X da fração argila do P4 - Cambissolo Húmico Distrófico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P5 - Organossolo Háplico Sáprico típico - Campo de Altitude - Relevo Abaciado – 2379 m Altitude - Caparaó-MG

Gb-Gibbsita, Ka-Caulinita, Qz-Quartzo

Figura 23. Difratograma de raios-X da fração argila do P5 - Organossolo Háplico Sáprico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P6 - Cambissolo Húmico Distrófico típico – Campo de Altitude - Relevo Suave Ondulado Abaciado – 2632 m Altitude - Caparaó-MG

Gb-Gibbsita, Ka-Caulinita, Gt-Gohetita

Figura 24. Difratograma de raios-X da fração argila do P6 - Cambissolo Húmico Distrófico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P7 - Neossolo Litólico Húmico típico - Campo de Altitude - Relevo Suave Ondulado - 2887 m Altitude - Caparaó-MG

Gb-Gibbsita, Qz-Quartzo, Gt-Gohetita

Figura 25. Difratograma de raios-X da fração argila do P7 - Neossolo Litólico Húmico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P1- Latossolo Amarelo Distrófico húmico - Floresta Montana - Relevo Montanhoso – 1256 m Altitude

Gb-Gibbsita, Qz-Quartzo, al-Albita, Dol-Dolomita, Bt-Biotita

Figura 26. Difratograma de raios-X da fração areia do P1 – Latossolo Amarelo Distrófico húmico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P2-Cambissolo Húmico Distrófico típico - Floresta Alto-Montana - Relevo Montanhoso - 1658 m Altitude

Gb-Gibbsita, Qz-Quartzo, Ver-Vermiculita, Bt-Biotita, Ca-Calcita, Gt-Gohetita

Figura 27. Difratograma de raios-X da fração areia do P2 - Cambissolo Húmico Distrófico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P3 - Neossolo Regolítico Húmico típico – Escrubes e Campos com Candeia - Relevo Linha de Crista – 1778 m Altitude

Gb-Gibbsita, Qz-Quartzo, Bt-Biotita, Pi-Pirita, Gt-Gohetita

Figura 28. Difratograma de raios-X da fração areia do P3 - Neossolo Regolítico Húmico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P4 - Cambissolo Húmico Distrófico típico - Campos de Altitude - Relevo Montanhoso 1975 m Altitude

Gb-Gibbsita, Qz-Quartzo, Al-Albita, Bt-Biotita

Figura 29. Difratograma de raios-X da fração areia do P4 - Cambissolo Húmico Distrófico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P5 - Organossolo Háplico Sáprico típico - Campo de Altitude - Relevo Abaciado - 2379 m Altitude

Gb-Gibbsita, Qz-Quartzo, Mg-Maghemita, Bt-Biotita, Gt-Gohetita

Figura 30. Difratograma de raios-X da fração areia do P5 - Organossolo Háplico Sáprico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P6 - Cambissolo Húmico Distrófico típico – Campo de Altitude - Relevo Suave Ondulado Abaciado – 2632 m Altitude

Gb-Gibbsita, Tre-Tremolita, Mg-Maghemita, Qz-Quartzo, Mar-Marcasita, Al-albita, Ver-Vermiculita, Mgn-Magnetita, Dol-Dolomita, Bt-Biotita, Gt-

Gohetita

Figura 31. Difratograma de raios-X da fração areia do P6 - Cambissolo Húmico Distrófico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

P7 - Neossolo Litólico Húmico típico - Campo de Altitude - Relevo Suave Ondulado-2887m Altitude

Qz-Quartzo, Mg-Maghemita, Gb-Gibbsita, Al-albita, Mgn-Magnetita, Ver- Vermiculita, Ka-Caulinita, Bt-Biotita, Gt-Gohetita

Figura 32. Difratograma de raios-X da fração areia do P7 - Neossolo Litólico Húmico típico da topossequência do Parque Nacional do Caparaó.

No que se refere aos óxidos de ferro, os resultados da difratometria de raios-X revelaram a presença exclusiva de goethita, conferindo aos solos do Parna Caparaó uma coloração mais amarelada. O fato de não ser detectada a presença da hematita na fração argila, possivelmente está associado aos baixos teores de ferro e o efeito da MOS, reduzindo a atividade do Fe em solução (RESENDE, 1976, SCHWWERTMANN e TAYLOR, 1989), favorecendo a formação da goethita. Embora se tenha observado coloração avermelhada em pontuações e concreções, estes, possivelmente, foram excluídos na separação da TFSA.

A pouca ocorrência da caulinita nestes solos deve-se possivelmente à hidrólise dos cátions básicos e de silicatos. O processo de dessilificação parcial dominante nas regiões de clima quente e úmido favorece a formação e a estabilidade da caulinita nos solos estudados (CURI; KAMPF e MARQUES, 2005). Ou seja, pontualmente, a sílica não eliminada recombina-se com o alumínio também não eliminado, formando uma fase secundária argilosa (caulinita), embora o grau de intemperismo e a taxa de remoção de Si tenham conduzido à formação de gibbsita.

A presença da clorita no P4 (Cambissolo Húmico Distrófico típico) parece estar associada à presença de dique máfico. As cloritas ocorrem em rochas metamórficas de metamorfismo regional de médio grau. São constituintes ocasionais em rochas ígneas, provavelmente de origem secundária por alteração hidrotermal de minerais ferromagnesianos primários (mica, piroxênio e anfibolito) (BAILEY, 1975). O teor e a frequência de clorita em solos são baixos e sua ocorrência está relacionada com o material de origem. A baixa frequência pode ser decorrente da sua pouca estabilidade ou da dificuldade de distingui-la quando em pequenas quantidades na presença de caulinita (BARNHISEL e BERTSCH, 1989). Sua dissolução é completa em ambientes com pH próximo de 4,5 e com alta concentração de ácidos orgânicos complexantes (PINTO e KAMPF, 1996).

3.13.11.Micromorfologia dos Perfis P2 e P6 (Cambissolo Húmico