2.4. Meydanların Niteliğini Etkileyen Faktörler
2.4.2. Fiziksel faktörler
SUJEITO 3
TÍTULO: ANOTAÇÕES DE UMA GINASTA: A EXPERIÊNCIA VIVIDA NO GRUPO GINÁSTICO TEREZINHA PAULINO
SUBTÍTULO: OS DESAFIOS DE PERTENCER A UM GRUPO
UNIDADE DE ANÁLISE NÚCLEOS DE SENTIDO
O Grupo Ginástico da Escola Municipal Terezinha Paulino é o lugar onde recarrego minhas forças para poder enfrentar os desafios que ocorrem em minha vida; é o lugar onde aprendo a conviver com pessoas diferentes. Contudo, o mais difícil que acho nessa nossa convivência é suportar as ginastas que põem olho gordo quando uma outra supera seus obstáculos e alcançam seus objetivos. São nessas horas que sinto saudades daquelas que gostamos muito...
Catarse; renovação de energia. V.: Saudade.
C.V.: Inveja.
I.Est.: É o lugar onde recarrego minhas forças para poder enfrentar os desafios que ocorrem em minha vida renovação de energia: catarse.
Lugar onde aprendo a conviver com pessoas diferentes: espaço de convivência e aprendizagem.
O que mais me motiva a praticar ginástica são as conquistas, a evolução técnica dos exercícios e as lembranças que marcaram a brilhante trajetória do grupo. Na ginástica geral aprendi que disciplina é respeitar e manter o diálogo dentro do grupo, pois com isso ficamos unidos. E já que a união faz a força...
V.: O conquistador, evolução/progresso/memória.
I.Est.: O que a motiva são as conquistas, o desenvolvimento e a memória (lembranças).
O Progresso é percebido enquanto evolução técnica dos exercícios.
Fazer parte de um grupo assim é saber que tem pessoas no qual posso contar como companheiras e companheiros para o resto de minha vida. Identifico como qualidades nos meus companheiros de ginástica no GGTP: solidariedade, energia, coragem, força, entendimento, aceitação e amizade. Assim como identifico as qualidades, identifico também defeitos, dos quais destaco um: formação de grupinhos.
I.Étc.: Companheirismo, solidariedade, energia, coragem, força, compreensão, resignação e amizade são elementos éticos percebidos nos demais sujeitos da convivência. Outrossim, destaca a desunião como contra valor da convivência.
Conviver com os defeitos no grupo é muito bom, pois aprendemos a respeitar e também a criticá-las, quando esses se referem a si mesma. As lições que aprendi na convivência com os outros integrantes do grupo foram muitas, entre tantas estão: conviver em grupo é saber respeitar e ser solidário com outras pessoas; é saber a hora de falar e a de escutar o que as outras pessoas tem pra falar; é tentar entender o outro mesmo que suas ações não pareçam justificáveis.
Auto-avaliação.
I.Est.: ficam as lições. As lições são o grande legado dessa convivência ( e não de todos?) Mas quais as lições/legados da convivência no GGTP?
As lições são saberes narrados e descritos, postos como herança. Os saberes aprendidos: respeito, críticas e solidariedade.
I.Étc: Conduta do sujeito foi de auto-avaliação.
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: SUJEITO 3
TÍTULO: ANOTAÇÕES DE UMA GINASTA: A EXPERIÊNCIA VIVIDA NO GRUPO GINÁSTICO TEREZINHA PAULINO
SUBTÍTULO: OUTROS DESAFIOS
UNIDADE DE ANÁLISE NÚCLEOS DE SENTIDO
..., confio no professor e sei que ele vai nos ajudar, como sempre,... Confio também em mim, e sei que sou capaz de enfrentar os meus desafios.
I.Est.: Os desafios são os inimigos a serem vencidos. I.Étc.: Confiança, altruísmo e autoconfiança como indicadores éticos.
I.Est.: o professor, o altruísta. Aprendi que as apresentações funcionam como um conjunto de
elementos que mostram o nosso aperfeiçoamento técnico e artístico. Se conquistamos isso, saibam que o conquistamos por meio de muito esforço. Apresentamos essas coreografias em diferentes lugares e isso ajuda a divulgar nosso trabalho e o GGTP. E é assim que somos descobertas.
I.Est/I.Étc.: O conquistador é aquele que trabalha e persiste. I.Est.: As apresentações funcionam como vitrinas onde elas se expõem no intuito de se revelar de serem descobertas e oportunizadas. O que reduz o sentido das apresentações. ...ganhei agora em 2008 uma bolsa para estudar balé na Escola de
Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM), assim como também minha irmã ... Isso me deixa ainda mais feliz, pois continuaremos juntas, e isso é uma das nossas maiores conquistas.
I.Étc.: Conquista e união como valores.
I.Est.: A idéia de compartilhar conquistas revela um traço benevolente do sujeito.
A ginástica geral já me proporcionou outros conhecimentos, como nunca desistir dos nossos sonhos, acreditar em si própria e não ter medo de algo sem antes tentar. (...) Nela foi me dado o direito de escolher entre dois grandes sonhos,... hoje sonho e faço de tudo para que no futuro eu seja uma bailarina profissional.
I.Étc.: Autoconfiança; coragem; perseverança; livre-arbítrio, fé e esperança são elementos da conduta do sujeito. I.Est.: O sonho impulsiona o sujeito a agir.
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Eu entendo que a ginástica geral é o equilíbrio entre o esforço do ginasta com a energia de vencer os obstáculos. Nós para vencermos temos que lutar e pra lutar não basta crer em si própria, mas na força da união de pessoas que querem a mesma coisa: ser feliz.
I.Étc.: Equilíbrio/harmonia; esforço e energia elementos da virtuose.
I.Est: A vitória só é possível com a luta . Quando se propõe a lutar por algo em comum é preciso haver união.
I.Est.: Definição do que GG: “é o equilíbrio entre o esforço do ginasta com a energia de vencer os obstáculos”.
I.Est.: Em comum todas querem ser felizes.
Ficha de conteúdo
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: SUJEITO 4: Fernanda Ferreira
TÍTULO: GINÁSTICA GERAL: UMA BRINCADEIRA QUE SE TRANSFORMOU EM OPORTUNIDADE SUBTÍTULO: O PROFESSOR E A PESSOA QUE ME TORNEI
UNIDADE DE ANÁLISE NÚCLEOS DE SENTIDO
No primeiro dia de treino já tive afinidade com o professor, falo do professor Leonardo, embora tenha ficado um pouco tímida, porque, nunca tinha tido aulas com um professor. Mas, o seu jeito de falar e de ser, me mostrou que se tratava de um grande profissional, isso me fez ficar mais a vontade a cada treino.
C.V.: timidez.
I.E.: identificação: postura profissional: “o seu jeito de falar e de ser, me mostrou que se tratava de um grande profissional, isso me fez ficar mais a vontade a cada treino”.
A minha convivência com o professor Leonardo é boa. Não digo ótima por que algumas vezes tomo uns “carões” e, isso me deixa furiosa. Embora saiba que foram os “carões” que me ajudaram ao longo desses anos a me tornar a ginasta e a pessoa que sou hoje, uma ginasta e, consequentemente, uma pessoa mais forte e com modos (...)
V.: força, bons modos (boas maneiras). C.V.: fúria.
I.E.: o grito: implica na qualidade de ginastas e na do individuo. Transformação.
...na ginástica aprendemos modos como saber ouvir e respeitar os outros. Meus pais me deram uma educação muito boa, entretanto, o GGTP me proporcionou um professor que, não só ensina os movimentos, mas nos ensina que devemos ser uma boa pessoa e até mesmo ser uma grande ginasta, e ser uma grande ginasta é ser disciplinada. O que eu aprendo no grupo eu levo pra casa e pra vida.
V.: respeito.
I.E.: ginástica: espaço de aprendizagem.
I.E. do processo pedagógico: “um professor que, não só ensina os movimentos, mas nos ensina que devemos ser uma boa pessoa e até mesmo ser uma grande ginasta, e ser uma grande ginasta é ser disciplinada”.
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: SUJEITO 4
TÍTULO: UMA BRINCADEIRA QUE SE TRANSFORMOU EM OPORTUNIDADE SUBTÍTULO: SEMPRE TEMOS ASSUNTO
UNIDADE DE ANÁLISE NÚCLEOS DE SENTIDO
(...) O tempo foi passando e as outras meninas foram desistindo. Algumas por falta de identificação com a ginástica, outras por que faltavam muito aos treinos, ou por que não persistiram, ou tiveram que ser transferidas de escola,...
V.: persistência. C.V.: desistência. (...) Acredito que estou entrando no meu quarto ano no GGTP,
por amor ao grupo e a ginástica; também por gostar de treinar e de participar das apresentações, seja na escola ou fora dela.
I.E.: visibilidade: a oportunidade de ser vista, conhecida, reconhecida como parte integrante do grupo.
I.E.: persistência relacionado ao amor/prazer que sete a pessoa ao trabalho gimnico (fazer) e a participação na coletividade. Eu achava as meninas que já faziam ginástica muito exibidas.
Pensei que fosse ficar como elas (...)
C.V.: exibicionismo.
I.E.: a postura exibida desenha a figura da ginasta. C. é uma pessoa legal, ela sempre está ajudando as meninas mais
novas a aprender os exercícios. Aos poucos fui aprendendo muitas coisas com essas meninas mais experientes,...
A importância da convivência entre gerações. V. solidariedade, companheirismo.
I.E.: aprendendo na convivência e coma experiência. ...vi que eu não ia ser uma “amostrada”, mas, uma ginasta que
mostrasse o que sabia fazer, sem ter que baixar a cabeça por nada. Era isso que as meninas mais antigas faziam, se
orgulhavam dos exercícios que executavam. Executando bem ou mal os exercícios, nunca perdiam a pose, nem deixavam de ser graciosas.
I.E.: amostrada uma postura de auto-afirmação. orgulho auto-estima.
I.E.: “perder a pose”: consolidação da imagem. C.V.: amostrada [exibida].
V.: orgulho, graciosidade.
Descobri com o tempo V.: dedicação, trabalho.
O que mais gosto de fazer é conversar com as meninas nos
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Falamos de tantas coisas, sempre damos opiniões e ouvimos cada uma, quanto ao que elas acham e que aconteceu com elas, dá até para desabafar com coisas que aconteceu conosco, o que sentimos e o que fazemos. É engraçado porque sempre temos um assunto, e isso é bom porque previne contra discussões entre nós.
I.E.: a unidade e a união passam por um processo de relacionamento e de intimidade que ajusta a conduta.
As novatas são muito fofas e, embora elas não consigam ainda fazer os exercícios corretamente, suas forças de vontade mostram que elas encontram-se num bom caminho.
V.: foca de vontade, aplicação, precisão. C.V.: imprecisão.
I.E. a dedicação enquanto um bom caminho.
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: SUJEITO 4
TÍTULO: UMA BRINCADEIRA QUE SE TRANSFORMOU EM OPORTUNIDADE SUBTÍTULO: APRESENTA: UM GRANDE SONHO
UNIDADE DE ANÁLISE NÚCLEOS DE SENTIDO
Tinha um grande sonho... I.E.: sonho esperança.
(...) Eu e as outras meninas do grupo tínhamos muita fé que tudo daria certo. Mas sabíamos que só com fé não chegaríamos a lugar nenhum. Era preciso trabalhar muito pra conseguir passagens, hospedagens, alimentação e um pouco de dinheiro pra levar.
V: fé, esperança, trabalho.
I.E.: que adianta a fé se não há trabalho.
(...) Foi com muita perseverança que conseguimos... V.: perseverança.
(...) O professor falava do hotel Casa Chocolate: um lugar muito lindo e que todas nós iríamos adorar e, ainda, que nesse hotel estava incluso o café da manhã. Eu imaginava um lugar lindo, cheio de paisagens especiais para curtirmos. Criava sempre grandes expectativas de estar lá com todas as meninas e o professor.
I.E.: Eu imaginava um lugar lindo, cheio de paisagens especiais para curtirmos. Criava sempre grandes expectativas de estar lá com todas as meninas e o professor. – a construção da imagem a partir de referenciais verbalizados e de referencias outrora vistas.
Em menos de dois meses criamos uma coreografia com bastões, arcos e cordas. Foi um processo muito suado, por que montar uma coreografia e depois limpá-la ou aperfeiçoá-la, em menos de dois meses, para apresentar com qualidade num evento internacional, onde estaríamos representando o nosso país, sem dúvida é um desafio.
Superação, trabalho, aperfeiçoamento: (valores). I.E.: apresentar com qualidade: a busca do belo.>>desafio. Fazer isso em pouco tempo.
Embora tivéssemos pouco tempo e ainda enfrentando as dificuldades de conseguir as coisas, criamos uma linda coreografia com alguns exercícios bem difíceis e algumas colaborações bem diferentes (...)
Eficiência = trabalho/tempo qualidade x dedicação V.: eficiência.
I.E.: lindo>> diferente e difícil (virtuoso). (...) Graças à união de todas nós, ginastas e a dedicação do
Professor Leonardo, a coreografia estava pronta.
V.: união, dedicação (professor) Mas, o começo foi muito difícil, errávamos muito, o que é
normal quando se está começando. Quando estamos aprendendo uma coreografia nova é comum que aconteça alguns erros, quando acontece isso comigo, levanto a cabeça e continuo até o fim (...)
C.V.: erro.
I.E.: o erro é inevitável quando se busca acertar. V. persistência, perseverança.
(...) Quando acabo de passar a coreografia, eu vou treinar o que errei; aí, repito várias vezes até conseguir. Não é um errinho que vai me deixar triste. Por isso que, o treino é importante, para que possamos tentar várias vezes para que o erro não aconteça novamente.
V.: Persistência, trabalho. C.V. tristeza, erro. (...) Quando vi todos os pais se despedindo, senti uma emoção
muito grande. Na despedida, meus pais me apertaram muito, isso me passou uma segurança para entrar no avião.
V.: segurança, confiança.
I.E.: a despedida<<móvel e emoção.
Ao entrar no avião, procurei logo meu lugar, senti uma sensação estranha, algo que não consigo explicar. A ansiedade tomou conta de mim. Aquele avião não se mexia, não saia do lugar, já estava ficando impaciente. Quando ele começou a andar meu coração disparou, nunca tinha andado em algo tão veloz. Passada a sensação, pude apreciar a visão lá de cima, era impressionante, as paisagens eram de chorar só de olhar. As aeromoças, muito bem educadas, sempre nos auxiliando. Tivemos um vôo tranqüilo, a aterrissagem foi a parte que mais gostei, uma sensação boa, de chegada.
C.V.: ansiedade; impaciência. Bem educada >> bons modos.
I.E.: “senti uma sensação estranha, algo que não consigo explicar”. A experiência de perceber algo que não se consegue verbalizar, pois foge a racionalização do sentido. “pude apreciar a visão lá em cima, era impressionante, as paisagens eram de chorar só de olhar”. Experiência estética: a contemplação enquanto exercício >> geradora de prazer.>> prazer pode vim de uma contemplação.
“a aterrissagem foi a parte que mais gostei, uma sensação boa, de chegada”. Classificação / hierarquização da experiência estética.
Chegando a Guarulhos o frio tomou conta de tudo (...) passamos pela cidade de São Paulo, achei muito linda, limpa e muito barulhenta, uma cidade grande e diferente. Nunca tinha estado ali, só conhecia São Paulo pela televisão.
I.E.: a ampliação das referências de cidade e de mundo. A forma como ela leu a cidade de São Paulo.
(...) Fiquei muito impressionada com a beleza do local. Fiquei encantada tanto com a beleza natural, vegetação e os animais,
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quanto com a arquitetura do hotel, linda, cheia de detalhes. O chalé em que ficamos me deu um grande conforto, também adorei as companheiras do alojamento.
I.E.: o encantamento ao se deparar, ou ao entrar em contato com uma paisagem incomum. A experiência sinestésica. Conheci gente nova, pessoas maravilhosas, de culturas
diferentes, gente de grandes grupos e de outros países. O que me chamou mais atenção foi o jeito deles, o modo que eles se tratavam, eram alegres e extrovertidos. Embora a língua fosse uma barreira, eu sempre entendia seus gestos.
V.: alegria, extroversão.
I.E. outras referencias, ampliação de mundo.
I.E.: Embora a língua fosse uma barreira, eu sempre entendia seus gestos. Comunicação gestual.
A nossa primeira apresentação foi muito especial. Nós nos apresentamos numa arena muito linda, havia luzes e dois telões; lá cabiam muitas pessoas (...) Fizemos uma apresentação muito boa, erramos pouco e isso ajudou. Estávamos muito
concentradas.
V.: concentração; eficiência. C.V.: o erro.
I.E.: Uma nova configuração do espaço de apresentação da GG.
I.E.: “A nossa primeira apresentação foi muito especial. Nós nos apresentamos numa arena muito linda, havia luzes e dois telões; lá cabiam muitas pessoas”. Apresentação muito boa/ de poucos erros.
(...) A festa foi ótima, deu até pra relaxar do dia cansativo que tivemos. “E” me chamou a atenção porque eu fui uma das primeiras a começar a dançar (...)
I.E.: a festa como catarse.
Sujeito “E” o olho vigilante. (o fenótipo). ...a idéia era sobrar tempo para que pudéssemos aproveitar um
pouco mais (...)
V.: eficiência.
I.E.: A otimização do tempo. (...) Foi muito interessante andar dentro daquela estrutura em
forma de uma roda, onde podia girar de diferentes formas, se deslocando ou não (...)
I.E.: Modificação das referencias de locomoção causada pelo novo aparelho, revelou um novo esquema intensamente interessante.
(...) A cada apresentação eu ia a loucura, algo que despertava emoção, não só em mim, como no público em geral; sentia muita vontade de fazer, embora tivesse um certo medo. Foi à realização de mais um sonho.
C.V.: medo.
I.E.: a apresentação mudou o estado do espectador ia à loucura, despertando emoção (comoção/novas). ...eles realizavam coisas lindas. Faltam as palavras para descrever
a beleza das coisas que eles faziam juntos. No mesmo dia pude vê-los se apresentando no Festival Universitário, foi uma das coisas mais emocionantes que eu já havia visto na minha vida. Um trabalho lindo, de força e graciosidade, tudo parecia tão fácil, mas sei que foi preciso que eles trabalhassem muito para se tornarem grandes profissionais.
V.: Persistência, união, força, graciosidade, trabalho. C.V.: faltam as palavras... (estado de estase/comoção).
...nós nos arrumamos, almoçamos, retocamos a produção e nos dirigimos para o local da nossa segunda apresentação oficial, ... Não nos saímos bem em relação a nossa primeira apresentação, acho que foi falta de concentração e também por que estivemos separadas o dia inteiro, umas fazendo cursos outras se divertindo. Faltou a energia do grupo na hora da apresentação. Mas fiquei feliz pela compreensão das pessoas que nos assistiram, todos deram muita força. Disseram, entre outras coisas, que o nosso trabalho era maravilhoso e além de tudo muito lindo (...)
V.: vaidade, compreensão, força.
C.V.: descontração (lefinebata); desunião, cansaço. J.M.: embelezar-se: parte do fazer em ginástica geral. I.E.: O elogio que eleva, reconhece, faz Laços.
Essa experiência me aproximou ainda mais das outras meninas do grupo, tivemos uma boa convivência (...) Sempre ouvia as pessoas falando bem da nossa união.
V: amizade, companheirismo, união. (...) Algumas vezes precisei de alguém por algum motivo, nessas
horas sempre tinha alguém disponível para me ajudar. Essa atenção representa o grande carinho que temos umas com as outras, afinal somos companheiras no mesmo grupo. Contudo, não posso dizer que não houve discussões, porque houve. Eu levava tudo na brincadeira. As discussões não podiam apagar o momento mágico que estávamos vivendo. Eram discussões bestas. Penso que era motivado por um pouco de ciúmes entre as meninas, já que nós gostamos muito do nosso professor. Ele foi um grande pai e uma grande mãe nessa viagem. Sou grata ao professor Leonardo pelo cuidado dele conosco.
V: solidariedade, companheirismo, benevolência, caridade, compreensão, resignação, paz e gratidão.
C.V.: conflito, ciúme.
I.E.: paternidade e maternidade se confundem na atitude do professor.
...me emocionei ao ver todos os pais no aeroporto Augusto Severo nos esperando. Quando olhei vi a minha mãe e o meu pai vindo ao meu encontro, os dois estavam muito emocionados. Não agüentei, fui às lagrimas. Foi muita emoção. Ao passar pelo portão de desembarque, foram muitos abraços e beijos. Ainda abarcada aos meus pais ouvi eles agradecerem emocionados ao professor Leonardo.
V.: gratidão.
I.E.: a emoção que faz chorar: o reencontro com o cordão umbilical.
I.E.: outros gestos: o contato afetuoso (abraços e beijos). O que restou foi à lembrança dos grandes momentos, das
pessoas e dos lugares que conheci, das apresentações e das muitas emoções. Tenho também na minha lembrança a imagem de um grande professor, ele nos mostrou que um sonho, que tínhamos com quase impossível, poderia se tornar realidade (...)
I.E.: ótica são as lembranças e as emoções registradas pelo corpo no corpo.
A mobilização é corporal. V.: gratidão, fé.
I.E.: “na minha lembrança a imagem de um grande professor, ele nos mostrou que um sonho, que tínhamos com quase impossível, poderia se tornar realidade (...)” Lições de fé, esperança, esforço, trabalho, superação, persistência. (...) A experiência que vivemos é fruto do nosso esforço e do V.: esforço, empenho (o professor) responsabilidade,
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empenho do professor Leonardo, o maior responsável pelo sucesso dessa viagem. O apoio de Gleydson e de Edna, sempre atenciosos e cuidadosos com todos, foi muito importante, eles nos passaram muita segurança (...)
segurança, atenciosidade, generosidade.
Tudo foi um sonho que se realizou. Isso nos motiva a sonhar cada vez mais. Acreditar, batalhar e persevera são os caminhos para realizar os sonhos. Essas são umas entre muitas lições que aprendi no GGTP.
V.: confiança, trabalho, perseverança. I.E.: o que motiva: a realização. I.E.: as lições aprendidas: os valores.
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: SUJEITO 4
TÍTULO: UMA BRINCADEIRA QUE SE TRANSFORMOU EM OPORTUNIDADE SUBTÍTULO: PARA QUE MINHA IRMÃ LEMBRE SEMPRE DE MIM
UNIDADE DE ANÁLISE NÚCLEOS DE SENTIDO
(...) E é sempre muito difícil estar longe de quem amamos, principalmente quando essas pessoas são a que mais amamos. Nunca havia viajado sozinha e se afastado da minha família (...)
V: saudade, emancipação, família. I.E.: o corte do cordão umbilical. (...) Embora tivesse com saudade, foi possível suportar, pois
considero o GGTP como se fosse parte da minha família, pois estamos sempre perto umas das outras e as meninas, de uma forma ou de outra, fazem ou fizeram parte de grandes momentos na minha vida, toda essa intimidade gera entre nós uma grande