2.1. Eğitim Fakültelerinin Yeniden Yapılandırılması
2.1.4. Fakülte-Okul İşbirliği
“não beber””.
Quadro 40 – Crédito na categoria Uso Racional da Água – Uso eficiente de água no paisagismo
As medidas adotadas para o uso eficiente de água no paisagismo após 5 anos de uso do edifício certificado pesquisado, mostraram que houve um menor consumo de água potável para regas de jardins, e que com o passar dos anos, a medida que o jardim foi se adaptando com as características locais, foi reduzida à quantidade de regas efetuadas, e alterando o sistema automático para rega manual, por ser mais econômico e com melhor adaptação para o condomínio.
Por fim, o crédito de Tecnologias Inovadoras Para Águas Servidas foi pontuado pelo edifício por adotar a técnica de uso de água não potável e por utilizar dispositivos economizadores de água, comparados a baseline americana, como pode ser visto no quadro 41.
Uso Racional da água
Tecnologias inovadoras para águas servidas
Opção 1: Reduzir o uso da água potável para transporte de esgoto do edifício em 50%, por meio do uso de dispositivos econômicos (mictórios e sanitários) ou Uso de água não potável (água pluvial, água cinza, ou água residuárias tratada no local ou fornecida pela concessionária pública).
Estratégia adotada pelo edifício:
1 - As bacias sanitárias implantadas são de caixa acoplada com sensor duplo de 3 e 6 litros 2 - Mictórios temporizados
Com esses equipamentos houve uma redução no volume de esgoto.
Comparando os equipamentos adotados com a baseline EPA (LEED-CS v2.0):
Equipamento baseline EPA
(LEED-CS v2.0): Equipamento Adotado Percentual de redução Bacias Santárias 13,3 litros 3 e 6 litros 55%
Mictório 3,8 litros 1,5 litro 61%
Associado a esta medida:
3 - Nos banheiros das áreas comuns do andar térreo e subsolos, foi utilizada água não potável para
abastecimento das bacias sanitárias e mictórios.
Quadro 41 – Crédito na categoria Uso Racional da Água – Tecnologias inovadoras para águas servidas
Este critério devido à versão da certificação obteve um percentual alto de redução de lançamento de efluente. Mas ao analisar o dado da baseline adotado na época, percebe-se que o indicador fornecia um valor base alto. Com as revisões de versão no sistema de certificação LEED, foi ajustado o valor da baseline.
Outro ponto crítico em relação a esse crédito, é que no relacionamento como tecnologia inovadora para águas servidas somente há redução da água potável, e não a redução efetiva de consumo de água ou ainda o tratamento prévio das águas servidas antes de ser jogado na rede de esgoto. Um dos problemas críticos em São Paulo é a falta de tratamento de água em boa parte da cidade, e como medida ambiental, deveria ser priorizada no sistema de certificação alguma medida em que o ambiente do prédio esteja inserido e necessite de ação.
Conforme pesquisa de campo, este crédito continua a ser atendido pelo edifício certificado, e foi encontrado um problema durante a pesquisa de campo. Como o edifício utiliza água não potável para abastecimento de bacias sanitárias, ele não está contribuindo para o pagamento do tratamento do efluente que ele lança na rede da concessionária, já que a mesma água não é tarifada pela concessionária. Esse fato agrava o problema de saneamento existente na cidade de São Paulo, e pode ser considerada uma medida não sustentável, o que confronta com o selo de certificação de edifício verde, ou ainda “sustentável”.
6.3. ESTUDOS DE CASO EDIFÍCOS NÃO CERTIFICADOS
Os casos estudados nessa etapa da pesquisa tiveram como objetivo a análise do comportamento de edificações não certificadas, edifícios comuns, em relação ao uso racional da água. Foram pesquisados edifícios com idades diferentes, e medidas diversas de abastecimento de água potável e não potável.
A pesquisa consistiu em duas visitas técnicas em cada edifício. A primeira visita foi para estabelecer um contato e verificar a autorização da pesquisa e coleta de dados iniciais. A segunda visita foi para realização da entrevista e conhecimento dos sistemas existentes na edificação. Alguns dados sobre área construída, área útil, número de vagas, foram obtidos no portal Buildings21.
Ao analisar os dados obtidos foi gerada uma ficha técnica para cada edifício. Os casos apresentados, sempre iniciarão com a ficha técnica, que caracteriza os dados obtidos na pesquisa. Após a ficha técnica será apresentado algumas considerações sobre o edifício, os dados de consumo, e as relações entre consumo médio de água e: área útil; área construída; e população equivalente.
Os históricos de consumo de água fornecidos por cada empreendimento são encontrados no apêndice 2.
Na sequência da apresentação dos casos, no item 6.4, serão apresentadas as análises comparativas entre os casos.
21 Portal de incorporação imobiliária :
6.3.1. Caso 01 – Complexo com 2 torres de escritórios – 1981
Início ocupação ano 1981
Área do Terreno 8.375 m² Área Construída Total 50.204 m² Quantidade de torres 2 Área Útil Total 28.916 m²
escritórios População Fixa: ~ 3000 pessoas banco População Flutuante: ~ 1000 pessoas capela População Equivalente: ~ 3125 pessoas Área Construída A 25.102 m² Área Construída B 25.102 m² Área Útil A 14.433 m² Área Útil Torre B 14.483 m² nº andares A 20 nº andares Torre B 20 nº conjuntos A 80 nº conjuntos Torre B 20 área conjunto A 160 m² área conjunto Torre B 730 m² área andar A 730 m² área andar Torre B 730 m² garagem 58 m²/vaga garagem 60 m²/vaga vagas 226 vagas vagas 245 vagas
subsolos 2 subsolos 2
População Fixa ~ 1500 pessoas População Fixa ~ 1500 pessoas População Flutuante ~ 500 pessoas População Flutuante ~ 500 pessoas
Ar condicionado lençol freático poço artesiano osmose reversa Caso 01 Ficha técnica TORRE A TORRE B
Total (Torre A + Torre B)
Sistemas de racionalização de consumo de água Usos do edificio Torneiras Bacia Sanitária resposável tratamento poço filtro biparticulado areia cloração Bacias sanitárias reserva de incêndio consumo acompanhamento do consumo com medidores?
Fontes de água não potável
irrigação
lavagem de pátios
torre de resfriamento à água
3 entradas, 3 medidores manutenção dos sistemas manual aproveitamento das águas pluviais não faz aproveitamento sensor de presença temporizadas redutor de vazão caixa acoplada 6 litros
usos para água de fontes alternativas
torre de resfriamento tratamento da água de reuso e outras fontes
caixa acoplada 3 litros e 6litros sensor de presença
temporizado Não possui
sistema com controle de umidade automatizado Mictórios irrigação Chuveiro (continua)
poço
torre de resfriamento
reservatório superior (litros) 80.000
reservatório inferior (litros) 80.000 95% à um ano
espaço custos
Maior economia de água sim
Caso 01
Ficha técnica (continuação)
Limpeza dos
reservatórios 6 meses