5.1.3 ‹dari ‹liflkiler
5.2.5 Etkili ‹letiflim ve S›n›f ‹çinde Problemli Davran›fllar
A cidadania da União está sujeita à nacionalidade de um dos Estados- membros. Assim, considera-se que todo aquele que tem a nacionalidade de um Estado-membro é cidadão da União. Além dos direitos previstos no Tratado de Constituição da Comunidade, a cidadania da União reconhece quatro direitos específicos conforme descrito a seguir:
(1) A liberdade de circulação e de residência em todo o território da União; Artigo 18 §1º. “Qualquer cidadão da União goza do direito de circular e permanecer livremente no território dos Estados-Membros, sem prejuízo das limitações e condições previstas no presente Tratado e nas disposições adotada em sua aplicação”.
(2) O direito de sufrágio ativo e passivo nas eleições municipais e do Parlamento Europeu no Estado de residência;
Artigo 19 §2º. “Qualquer cidadão da União residente num Estado-Membro que não seja o da sua nacionalidade, goza do direito de eleger e de ser eleito nas eleições para o Parlamento Europeu no Estado-Membro de residência, nas mesmas condições que os nacionais desse Estado. Esse direito será exercido sem prejuízo das modalidades adotadas pelo Conselho, deliberando por unanimidade, sob proposta da Comissão, e após consulta do Parlamento Europeu; essas regras podem prever disposições derrogatórias, sempre que problemas específicos de um Estado-Membro o justifiquem”.
(3) A proteção diplomática e consular por parte das autoridades de todo o Estado-membro quando o Estado de cuja nacionalidade tem a pessoa que necessita de tal proteção não está representado num terceiro Estado;
Artigo 20. “Qualquer cidadão da União beneficia, no território de países terceiros em que o Estado-Membro de que é nacional não se encontre representado, de proteção por parte das autoridades diplomáticas e consulares de qualquer Estado-Membro, nas mesmas condições que os nacionais desse Estado. Os Estados-Membros estabelecem entre si as regras necessárias e encetam as negociações internacionais requeridas para garantir essa proteção”.
(4) O direito de petição e de recurso ao Provedor Europeu.
Artigo 195 §1º. “O Parlamento Europeu nomeará um Provedor de Justiça, com poderes para receber queixas apresentadas por qualquer cidadão da União ou qualquer pessoa singular ou coletiva com residência ou sede estatutária num Estado-Membro e respeitantes a casos de má administração na atuação das Instituições ou organismos comunitários, com exceção do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Primeira Instância no exercício das respectivas funções jurisdicionais”.
O Tratado além de desenvolver o conceito de cidadania européia reúne diversas medidas que colocam o cidadão comum no centro das preocupações da União sendo elas:
(1) Introduz medidas que fomentam a intervenção comunitária na luta contra desemprego; conforme descrito no Artigo 125 sendo:
“Os Estados-Membros e a Comunidade empenhar-se-ão, nos termos do presente Título, em desenvolver uma estratégia coordenada em matéria de emprego e, em especial, em promover uma mão-de-obra qualificada, formada e susceptível de adaptação, bem como mercados de trabalho que reajam rapidamente às mudanças econômicas, tendo em vista alcançar os objetivos enunciados no artigo 2º do Tratado da União Européia e no artigo 2º do presente Tratado”.
(2) Garante o direito de todos os cidadãos o acesso aos documentos das instituições da União Européia e a comunicar-se com as instituições em qualquer das doze línguas oficiais da União; conforme Artigo 255, sendo:
“Todos os cidadãos da União e todas as pessoas singulares ou coletivas que residam ou tenham a sua sede social num Estado-Membro têm direito de acesso aos documentos do Parlamento Europeu, do Conselho e da Comissão Européia”.
(3) Consagra a igualdade de tratamento entre homens e mulheres e luta contra a exclusão social; conforme Artigo 119 §4º.
“A fim de assegurar, na prática, a plena igualdade entre homens e mulheres na vida profissional, o princípio da igualdade de tratamento não obsta a que os Estados-Membros mantenham ou adotem medidas que prevejam regalias
específicas destinadas a facilitar o exercício de uma atividade profissional pelas pessoas do sexo sub-representado, ou a prevenir ou compensar desvantagens na sua carreira profissional”.
(4) Consolida a política ambiental graças à ênfase dada ao desenvolvimento sustentável, bem como à atenção dada às questões ambientais em todas as políticas setoriais e à simplificação do processo de tomada de decisão por parte da Comunidade; conforme descrito no Artigo 3C, sendo:
“As exigências em matéria de proteção do ambiente devem ser integradas na definição e execução das políticas e ações da Comunidade previstas no artigo 3º, em especial com o objetivo de promover um desenvolvimento sustentável”.
(5) Melhora os instrumentos à disposição da União Européia, com vistas à promoção de um alto nível de saúde pública; conforme descrito no Artigo 129, sendo:
“A ação da Comunidade, que será complementar das políticas nacionais, incidirá na melhoria da saúde pública e na prevenção das doenças e afecções humanas e na redução das causas de perigo para a saúde humana. Esta ação abrangerá a luta contra os grandes flagelos, fomentando a investigação sobre as respectivas causas, formas de transmissão e prevenção, bem como a informação e a educação sanitária”.
(6) clarificação dos objetivos em matéria de proteção dos consumidores e melhor integração, nas outras políticas, das medidas adotadas neste domínio, conforme descrito no Artigo 129 A, §1º, sendo:
“A fim de promover os interesses dos consumidores e assegurar um elevado nível de defesa destes, a Comunidade contribuirá para a proteção da saúde, da segurança e dos interesses econômicos dos consumidores, bem como para a promoção do seu direito à informação, à educação e à organização para a defesa dos seus interesses”.
O Tratado de Amsterdã deixa a critério dos Estados-membros a responsabilidade pelo emprego, mas defende uma intervenção conjugada numa
estratégia de coordenação para na busca da solução dos problemas desta natureza, conforme descrito no Artigo 109 Q, §3º, sendo:
“Cada Estado-Membro transmitirá ao Conselho e à Comissão um relatório anual sobre as principais medidas tomadas para executar a sua política de emprego, à luz das orientações em matéria de emprego previsto nos compromissos dos Estados-membros”.