3. SUÇU AÇIKLAYAN KURAMLAR
3.4. Sosyolojik Suç Kuramları
3.4.6. Damgalama Kuramı
Nesta subseção, procura-se esboçar um panorama do tratamento e da compreensão dados às expressões Novos Movimentos bem como Novas Comunidades (e assemelhadas), numa abordagem cronológica, tanto em documentos da Igreja e em manifestações de seus representantes oficiais, quanto na doutrina que se preocupa sobre o tema. Num primeiro momento, constata-se uma utilização indistinta. Crê-se que isto se deve à novidade que irrompeu através deles. Num segundo momento, abordam-se os movimentos; num terceiro momento, as comunidades novas. Mas a terminologia segue imprecisa.
Com efeito, o termo usado para designar essas novas realidades da Igreja varia bastante, até mesmo com dependência geográfica. É o caso do Sínodo sobre os leigos de ___________________
143
55 1987, que, ao longo do Instrumentum Laboris144, reporta indistintamente a movimentos espirituais e eclesiais, associações e organizações. A Exortação Apostólica Christifideles
Laici menciona o radioso florescimento de grupos, associações e movimentos de
espiritualidade e empenho laicais (CfL, n. 2). A Exortação Apostólica Vita Consecrata refere
novas expressões ou novas formas de vida consagrada, que não substituíram as antigas (VC,
n. 12), e novas fundações, com características de algum modo originais relativamente às tradicionais (VC, n. 62).
Joseph Ratzinger, no I Congresso Mundial dos Movimentos Eclesiais, em 1998, manifesta-se sobre três tipos diferentes de movimentos na história recente: movimentos,
correntes e iniciativas de mobilização.145 Disserta, então, sobre os movimentos em sentido
próprio.146 São estes os que estão em estudo. Tampouco como Bento XVI segue uma terminologia única. Em sua manifestação na vigília de Pentecostes de 2006, menciona associações e comunidades, assim como movimentos e movimentos eclesiais.147
Enquanto João Paulo II, discursando aos participantes do I Congresso Mundial dos Movimentos Eclesiais, fala em movimentos,148 na Exortação Apostólica Ecclesia in America, declara que “a paróquia deve ser considerada uma comunidade de comunidades e de movimentos eclesiais” (EinA, n. 41), introduzindo mais uma realidade.
O Secretário do Pontifício Conselho para os Leigos, Josef Clemens, em maio de 2013, usa o termo movimento como expressão geral para as novas realidades eclesiais:
___________________ 144
O Instrumentum Laboris é o texto base do Sínodo. Serve de ponto de partida para as suas discussões, sendo distribuído antecipadamente a todos os bispos, para que se preparem sobre as matérias que serão tratadas.
145
Como exemplo de correntes, tem-se o movimento mariano surgido no século XIX e o litúrgico do século XX, depois condensados em movimentos concretos como as congregações marianas e grupos de juventude católica. Como exemplo de iniciativas de mobilização, cita-se o recolhimento de assinaturas para pedir uma definição dogmática. Cf. RATZINGER, Joseph. In: BENTO XVI, RATZINGER Joseph. Os Movimentos na Igreja: Presença do Espírito e Esperança para os Homens, p. 55.
146
Os movimentos em sentido próprio nascem de uma personalidade-guia carismática, reunindo-se em comunidades concretas que revivem o Evangelho em sua inteireza e reconhecem na Igreja a sua razão de vida Cf. RATZINGER, Joseph. In: BENTO XVI, RATZINGER Joseph. Os Movimentos na Igreja: Presença do Espírito e Esperança para os Homens, p. 55-56.
147
BENTO XVI. Vigília de Pentecostes. In: BENTO XVI, RATZINGER, Joseph. Os Movimentos na Igreja: Presença do Espírito e Esperança para os Homens, p. 7-15. Também disponível em: <http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/homilies/2006/documents/hf_ben-xvi_hom_20060603_veglia- pentecoste_po.html>. Acesso em: 15 dez. 2014.
148
JOÃO PAULO II. Discurso aos participantes do Congresso Mundial dos Movimentos Eclesiais, n. 6.
Disponível em:
<http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/laity/documents/rc_pc_laity_doc_27051998_movement s-speech-hf_po.html>. Acesso em: 29 ago. 2014.
comunidades, movimentos, associações, caminhos e fraternidades149, seguindo a praxe de Joseph Ratzinger.
Ainda há outras abordagens possíveis, como se vê da doutrina. Por exemplo, Jean Beyer apresenta uma tipologia que distingue movimentos leigos, espirituais e eclesiais. O termo eclesial é aplicado porque estes constituiriam uma pequena Igreja, à imagem da Trindade, vivendo o mesmo carisma numa espiritualidade particular e específica. 150
Agostino Favale utiliza a expressão geral movimento, para indicar qualquer realidade ou força viva com um mínimo de estrutura a serviço da educação da fé; enquanto eclesial é a qualidade que põe em relevo a explícita vontade dos membros de viverem na Igreja e para a Igreja.151
Segundo Fidel González Fernández, a palavra movimento se usa “[...] em referência àquelas realidades nascidas no seio da Igreja a partir de carismas particulares e de experiências cristãs que geraram uma vida nova na mesma Igreja e na sociedade”152. O sentido é amplo, portanto.
Wagner Ferreira inclui as novas comunidades no universo dos movimentos eclesiais (embora considerando algumas diferenças), em face do berço comum, a Renovação Carismática Católica.153
___________________ 149
CLEMENS, Josef. I Movimenti ecclesiali e le nuove comunità nel pensero del cardinale Joseph Ratzinger. In: Convegno Internazionale Sulla Missioni dei Movimenti Ecclesiali e delle Nuove Comunità nella Formazione e nella Diffusione della Fede, 15 de maio de 2013, Roma. Disponível em: <http://www.laici.va/content/dam/laici/documenti/clemens/italiano/movim-com-nel-pensiero-di-joseph-
ratzinger.pdf>. Acesso em: 6 set. 2014.
150
Os movimentos leigos seriam compostos apenas de leigos, mesmo que fundados por um sacerdote, oferecendo aos seus membros uma vida cristã empenhada no aspecto das obras sociais. Os movimentos espirituais seriam compostos de todas as categorias de fiéis, com suas diferentes vocações, procurando aprofundar a vida espiritual através da oração e da meditação, comunitária ou singularmente, com encontros periódicos, sem ter propriamente um empenho social. Os movimentos eclesiais seriam aqueles que oferecem a possibilidade de seus membros viverem todos os aspectos de sua vida no carisma, em nível espiritual, social, paroquial, etc., não como indivíduos isolados, mas como membros do próprio movimento, unidos por um carisma de comunhão. Cf. BEYER, J. Il rinnovamento del diritto e del laicato nella Chiesa, p. 151-154.
151
FAVALE, Agostino. Movimenti ecclesiali apud GEROSA, L. Carismi e movimenti nella Chiesa Oggi: Riflessioni canonistiche alla chiusura del Sinodo dei Vescovi sui laici. JUS CANONICUM, n. 56, p. 665-680.
152
“[...] en riferimento a quelle realtà nate in seno alla Chiesa a partire da particolari carismi ed esperienze cristiane che hanno generato uma vita nuova nella stessa Chiesa e nella società”. Tradução livre. FERNÁNDEZ, Fidel González. Carismi e movimenti nella storia della Chiesa. In: PONTIFICIUM CONSILIUM PRO LAICIS. I movimenti ecclesiali nella sollecitudine pastorale dei vescovi: Atti ..., p. 71-72.
153
57 Passando à prática latino-americana, no CELAM, tem-se falado tanto dos movimentos
eclesiais como das novas comunidades154; assim também na Conferência de Aparecida (por exemplo, n. 214, n. 311-2).
Na CNBB, no Estudo 62, fala-se principalmente em movimentos. Mais tarde, é produzido um documento, intitulado Subsídios Doutrinais 3, tratando de Igreja particular,
movimentos eclesiais e novas comunidades, abordando as duas realidades. Assim é também
no Estudo 104, que, inclusive, reconhece a existência de comunidades de vida e de aliança155, e no Documento 100, Comunidade de Comunidades: uma nova paróquia, em que se fala nos movimentos e associações de fiéis, que se organizam em torno de carismas específicos doados pelo Espírito Santo.156
Como se aludiu ao início desta subseção, adverte-se que, enquanto, no princípio, usavam-se mais comumente expressões relacionadas a movimentos, cronologicamente, têm sido praticadas as expressões Novos Movimentos e Novas Comunidades nas manifestações e documentos, o que indica que se pretende distingui-los. Qual seria, então, a diferença? Como se definiria o movimento, no contexto eclesial posterior ao Concílio Vaticano II?
Utiliza-se o conceito de João Paulo II, para quem movimento indica “uma concreta realidade eclesial com participação prevalentemente laical, um itinerário de fé e de testemunho cristão que funda o próprio método pedagógico sobre um carisma determinado doado à pessoa do fundador em circunstâncias e modos determinados”157. Chama essa realidade eclesial de movimentos eclesiais com forte dinamismo missionário na Carta Encíclica Redemptoris Missio (RM, n. 72).
O Cardeal Ratzinger, naquele mesmo Congresso de 1998, propõe, para examinar a teologia dos movimentos, a via da aproximação histórica, situando-os na apostolicidade e na missão da Igreja, de modo que emprestam forma à ação do Espírito Santo em todas as épocas ___________________
154
CORRÊA, Alberto Taveira. Expectativas e esperanças dos Pastores sobre a contribuição dos Movimentos Eclesiais e das Novas Comunidades para a Igreja na América Latina. In: PCL–CELAM. I Encuentro de Movimientos Eclesiales y las Nuevas Comunidades en AL, 9-12 de março de 2006, Bogotá. Disponível em: <http://www.celam.org/documentos.php?pageNum_lista=10&totalRows_lista=334>. Acesso em: 3 jul. 2013.
155
E 104, n. 165 e seguintes.
156
D 100, n. 231 a 236.
157
“[...] uma concreta realtà ecclesiale a partecipazione in prevalenza laicale, un itinerário di fede e di testimonianza cristiana che fonda il proprio metodo pedagogico su um carisma preciso donato alla persona del fondatore in circostanze e modi determinati.” Tradução livre. JOÃO PAULO II. Messagio al Congresso mondiale dei movimenti ecclesiali, L’Osservatore Romano, 28 maggio 1998, 6 apud GHIRLANDA, G. Critteri di ecclesialità per il reconoscimento dei movimenti ecclesiali da parte del vescovo diocesano. In: PONTIFICIUM CONSILIUM PRO LAICIS. I movimenti ecclesiali nella sollecitudine pastorale dei vescovi: Atti ..., p. 201.
em que eclodem.Afirma que serviços e missões devem estar presentes na Igreja, não apenas localmente, mas a serviço do seu conjunto e da propagação do Evangelho: “O Papa precisa destes serviços e estes precisam dele, é na reciprocidade dos dois tipos de missões que se realiza a sinfonia da vida eclesial”158.
Joseph Ratzinger ainda fornece uma excelente pista: alude que tanto se deveria precisar um pouco mais o conceito de movimento, como evitar uma definição demasiado rigorosa, porque só retrospectivamente há melhores condições de conhecer as surpresas inspiradas pelo Espírito Santo, que são tantas, havendo, por detrás, uma essência comum.
Tracejada esta ideia de movimento, questiona-se: O que seriam as novas comunidades, objeto específico desta pesquisa?
A resposta passa, primeiro, por definir comunidade. No Dicionário de termos teológicos fundamentais do Antigo e do Novo Testamento, Barth, Hagedorn e Lohfink apresentam o termo comunidade como expressão geral, podendo abranger todos os agrupamentos humanos.159 Segundo eles, uma comunidade é um grupo de pelo menos dois seres humanos que formam um grupo de nós em contraste com estranhos ou inimigos, com critérios definidos de constituição, aceitos por seus membros, e com uma identidade coletiva para se delimitar para fora, construindo esses limites ao longo da história. No sentido de comunidade entre seres humanos e Deus, tal agrupamento vem a conter um componente religioso.
A comunidade cristã, conforme W. Koester, no Dicionário Enciclopédico da Bíblia, é a “comunidade terrestre do Cristo que reina no céu, sendo munida com seu espírito. [...] O homem torna-se membro desta comunidade pela fé em Cristo e pelo batismo (cf. At 2,38), mas a isso precede a eleição eterna, misericordiosa de Deus [...]” em conjunto com “um ato livre da vontade humana”. Trata-se da noção de comunidade como Igreja segundo a ótica de Paulo, de uma assembleia que subsiste neste mundo, mas, por sua natureza mais profunda, já pertence ao mundo futuro e o antecipa em alguma medida, ao possuir desde já os bens da salvação, embora de um modo imperfeito.160
___________________ 158
RATZINGER, J. Os Movimentos Eclesiais e a Sua Colocação Teológica. In: BENTO XVI, Joseph Ratzinger. Os Movimentos na Igreja: Presença do Espírito e Esperança para os Homens, p. 54. Também disponível em: <http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/homilies/2006/documents/hf_ben-xvi_hom_20060603_veglia- pentecoste_po.html>. Acesso em: 15 dez. 2014.
159
BARTH, F.; HAGEDORN, A. C.; LOHFINK, N. Comunidade. In: BERLEJUNG, Angelika; FREVEL, Christian (Orgs.). Dicionário de termos teológicos fundamentais do Antigo e do Novo Testamento, p. 142-143.
160
59 Pergunta-se, portanto: O que são as chamadas Novas Comunidades? Para Piero Coda, são agregações leigas, que nascem da necessidade das pessoas de viver mais intensamente a sua consagração batismal na Igreja, na busca de uma vivência mais próxima entre os membros, desta forma prolongando a assembleia do culto, a seu modo, por inspiração do Espírito Santo e mediante carismas originários específicos; e ainda aprofundando a fé, vivendo em comum a caridade fraterna, a oração e a missão. Também estão em comunhão com os pastores, de modo que se unem as dimensões carismática e hierárquica da Igreja, essenciais e complementares, a partir daquele carisma comum dado a um fundador e livremente participado, reunindo pessoas de todas as categorias e vocações eclesiais no serviço eclesial ad intra e ad extra161. São novas, por tratar-se de uma forma de manifestação eclesial que comporta uma novidade, neste tempo do Espírito Santo, o tempo da Igreja, em que se desenvolvem e de cuja missão pretendem participar.
Percebe-se que movimentos e comunidades não são realidades idênticas.
Consoante Piero Coda, a categoria dos movimentos eclesiais pode ser útil, mas é insuficiente para compreendê-los em sua especificidade e entender a sua relação na edificação da comunidade eclesial e na nova evangelização. Isto porque o carisma originário-originante configura uma nova realidade eclesial com sua tipicidade, seu perfil determinado, mostrando- se pastoralmente superficial parificá-los, além de ser eclesiologicamente correto compreender cada realidade em sua fisionomia distinta e papel particular no crescimento da Igreja.162 A Comissão Episcopal Italiana para o Laicato, com base num certo nível de institucionalidade, vai optar por distingui-las corretamente, como se verá logo adiante.
Mesmo assim, continua-se sem precisão no trato das expressões e correspondentes conteúdos, ou uniformidade de tratamento pelos autores, que, segundo sua compreensão, fazem opções por uma ou outra. Por exemplo, Barbara Zadra acha oportuno o termo movimento. Renato da Silveira Borges Neto163 opta por utilizar indistintamente os termos, por se cuidar de realidades contemporâneas e em desenvolvimento. Stanislaw Rylko menciona
___________________ 161
Cf. CODA, Piero. I movimenti ecclesiali. Una lettura ecclesiologica apud FERREIRA, W. As novas comunidades no contexto sociocultural contemporâneo, p. 52.
162
CODA, Piero. I movimenti ecclesiali, dono dello Spirito: Uma riflessione teologica. Nuova Umanità, Roma, n. 117-118, p. 368.
163
BORGES NETO, R. da S. Os Movimentos Eclesiais contemporâneos e Comunidades Novas: características fundamentais. Atualidade Teológica. Ano XVI, n. 42, p. 563-586.
que o termo não é unívoco do ponto de vista linguístico nem do geográfico164. Gianfranco Ghirlanda opina: “Com base nas intervenções pontifícias e outros documentos oficiais podemos considerar sinônimos os termos movimentos eclesiais, novas comunidades e novas
formas de vida evangélica”165. Agostinho Favale ensina que as realidades agregativas atuais, formadas ordinariamente por fiéis cristãos, e por isto ditas laicais, recebem nomes diversos. Normalmente fala-se de grupos, comunidades, movimentos, associações. No uso corrente, esta terminologia, não carente de certa indeterminação e ambiguidade, é variável. Pode acontecer que os termos grupo, comunidade, movimento e associação sejam usados de maneira equivalente e intercambiável, quase como se se tratasse de sinônimos.166
À luz deste panorama, no presente trabalho, que se utiliza da pesquisa bibliográfica, na qual não há uma coesão sobre a maneira de chamar essas realidades agregativas atuais, nem, de um modo geral, uma pretensão a uma distinção exata, serão abordadas as Novas Comunidades, porém a elas se aplicará a doutrina examinada que também veicula a expressão movimentos, niveladamente, guardadas as especificidades não adotáveis.
Não se pretende, contudo, dar a impressão de que se cuide de realidades idênticas, como já ficou registrado, embora se assemelhem. E se procurará tratar de características gerais e não específicas desta ou daquela agregação.
Desta forma e sinteticamente, concorda-se, aqui, com a Comissão Episcopal Italiana para o Laicato, para a qual o termo movimento diz respeito às agregações em que o elemento unificante é mais a adesão vital a uma ideia-força e a um espírito comum do que uma estrutura institucional.167 As novas comunidades convergiriam para esta estruturação, vivendo uma vida de comunidade, que, conforme o tipo de agregação168, pode ser constante e integral,
___________________ 164
RYLKO, Stanislaw. L’avvenimento del 30 maggio 1998 e le sue conseguenze ecclesiologiche e pastorali. In: PONTIFICIUM CONSILIUM PRO LAICIS. I movimenti ecclesiali nella sollecitudine pastorale dei vescovi: Atti ..., p. 28.
165
GHIRLANDA, Gianfranco. Critteri di ecclesialità per il reconoscimento dei movimenti ecclesiali da parte del vescovo diocesano. In: PONTIFICIUM CONSILIUM PRO LAICIS. I movimenti ecclesiali nella sollecitudine pastorale dei vescovi: Atti ..., p. 201.
166
FAVALE, Agostino. Movimenti ecclesiali contemporanei: Dimensioni storiche, teologico-spirituali ed apostoliche apud BORGES NETO, Renato da Silveira. Os Movimentos eclesiais contemporâneos e Comunidades Novas: características fundamentais. Atualidade Teológica, n. 42, p. 566-567.
167
Comissione Episcopale per il Laicato CEI. Le aggregazioni laicalli nella Chiesa: nota pastorale. Disponível
em: <http://www.chiesacattolica.it/cci_new/documenti_cei/2012-10/12-
1047/Le.aggregazioni.laicali.nella.Chiesa.pdf>. Acesso em: 2 out. 2014.
168
61 ou de participação frequente, comungando de projetos, princípios, espiritualidade, orações comuns, missão e atividades, obediência à Igreja, a seus pastores e ao fundador.