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Din Bilimleri Perspektifiyle

Belgede KUR ÂN DA TAKVÂ KAVRAMI (sayfa 120-123)

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A- Din Bilimleri Perspektifiyle

Nesta seção, apresento alguns posicionamentos sobre a relação entre gramática e discurso apresentados por funcionalistas estrangeiros Dik (1978;1997) e Halliday (1973) e

28 Não só variam as correntes de pesquisa, como também as funções propostas como objeto de estudo

funcionalista. A maioria dos pesquisadores empregam o termo função em mais de um sentido ao mesmo tempo. Nichols (1984) identifica cinco sentidos de função que transparecem freqüentemente em estudos funcionalistas: função/interdependência, função/relação, função/contexto, função/significação e função/finalidade. Destaco as três últimas para esta investigação.

funcionalistas americanos como Givón (1979;1991; 1995), Du Bois (1985; 1993), Bybee et

al. (1994) e Traugott (1995/1997), bem como funcionalistas brasileiros Martelotta et alii (1996) e Castilho (1997), para, com base na análise dessas abordagens, lançar uma proposta de integração entre as visões “diferentes” para uma maior compreensão da linguagem.

Os posicionamentos funcionalistas implicam um espaço de conflitos em que os estudiosos se posicionam de um modo ou de outro de acordo com o fenômeno ou com o contexto situacional, não estendendo aos autores, portanto, o rótulo de “conservador”, “radical”, “moderado”, etc.

Segundo Nichols (1984), há um funcionalismo conservador, um funcionalismo extremado e um funcionalismo moderado. Nessa discussão, não quero entrar nesse mérito, apenas apresento o exemplo de Givón, que, segundo VanValin (1990), é considerado “conservador”29 em On understanding grammar (1979), que nega a validade da concepção saussuriana da linguagem como sistema estrutural, defende que a gramática pode ser reduzida ao discurso30 e assume uma posição mais “moderada” em obras posteriores, por exemplo, quando acentua a natureza abstrata e formal da estrutura sintática.

Givón (1995, p. xv) afirma que todos os funcionalistas aceitam como fundamental o postulado da não-autonomia: uma língua (e a gramática) não pode ser descrita adequadamente como um sistema autônomo. Para se entender o que é gramática, como e por quê, tem-se que fazer referência a parâmetros naturais que moldam a linguagem e gramática como cognição e comunicação, cérebro e processamento da linguagem, interação social e cultura, mudança e variação, aquisição e evolução.

Observe-se, então, como alguns estudiosos concebem a relação entre gramática, cognição e comunicação.

Dik (1978, p.1) aponta que, “num paradigma funcional, a linguagem é concebida, em primeiro lugar, como um instrumento de interação social entre seres humanos, usado com o objetivo principal de estabelecer relações comunicativas entre os usuários.” Assim, em qualquer estágio da interação verbal, o falante e o destinatário se apóiam em informação pragmática.

Na formulação do modelo de interação verbal, Dik (1989) equaciona a consideração funcionalista da expressão lingüística dentro da comunicação. A interação verbal, que é a interação social estabelecida por meio da linguagem, constitui uma atividade cooperativa (envolve, pelo menos, dois participantes para o alcance de seus objetivos) e estruturada

29 Nessa obra, considerado Givón “extremado”. 30 Neves, 1997

(governadas por regras, normas e convenções). Na interação verbal, os participantes utilizam como instrumentos as expressões lingüísticas, que constituem dois sistemas de regras com os quais a lingüística, segundo o autor, deve-se ocupar: i) regras que governam a constituição das expressões lingüísticas (regras semânticas, sintáticas, morfológicas e fonológicas) e ii) regras que governam os padrões de interação verbal em que essas expressões lingüísticas são usadas (regras pragmáticas).

Nessa perspectiva, Dik (1989) fala em integração da gramática numa pragmática mais ampla da interação verbal. Propõe um modelo de gramática funcional em que a teoria da sintaxe e da semântica é desenvolvida dentro de uma teoria pragmática, i.é, dentro da interação verbal. Nela, as expressões lingüísticas são vistas como instrumentos que são usados pelo falante para evocar a interpretação desejada no destinatário; e a estrutura do predicado se organiza com a intervenção de três tipos de funções: as semânticas (e.g. agente, meta), as sintáticas (e.g. sujeito, objeto) e as pragmáticas (e.g. tópico e foco). Dik divide a informação pragmática, contida nos constituintes internos da frase, em: i) geral (referente ao mundo, seus traços naturais e culturais, e outros mundos possíveis e imaginários); ii) situacional (derivada da percepção e da experiência dos participantes da interação); e iii) contextual (derivada das expressões lingüísticas que ocorrem em qualquer ponto anterior ou posterior da interação verbal). Além dos constituintes da frase, existem constituintes pragmáticos extrafrasais, que não fazem parte dela propriamente dita, embora se associem de um modo mais frouxo a ela. Eles podem ser descritos adequadamente em termos de sua funcionalidade pragmática que geralmente dizem respeito a: i) o monitoramento da interação; ii) a comentários sobre o conteúdo da própria frase; iii) a organização do conteúdo da expressão relativamente ao contexto em que ela ocorre.

As funções dos constituintes extrafrasais de Dik equivalem às que Castilho (1997) atribui aos marcadores “conversacionais”, resultantes do processo de “discursivização”, que, segundo o autor, é “o uso discursivamente relevante de itens lexicais”. (p.60)

Para Halliday (1973, p. 364), a gramática é o mecanismo lingüístico que liga umas às outras seleções significativas que derivam das funções da linguagem, e realiza-as numa forma estrutural unificada. Ela, portanto, organiza as opções em alguns conjuntos dentro dos quais o falante faz seleções simultâneas, para qualquer uso que ele faça da língua.

Trata-se de um modelo de gramática sistêmica que se interpreta metafuncionalmente. Nela, as diferentes redes sistêmicas codificam diferentes espécies de significado que se ligam às diferentes funções da linguagem. No caso, há uma via de duas mãos na relação sistema <=> função. (cf. NEVES, 1997, p.61)

Assim, o sistema transitividade, que especifica os papéis dos elementos da oração (ator, meta, etc.), codifica a experiência do mundo, inclusive os mundos mentais, descrevendo situações e entidades envolvidas, e liga-se, portanto, com a função ideacional (a de referir ou denotar). O sistema modo, e, por extensão, o de modalidade, que especifica as funções (sujeito, complemento, finitude, etc.), diz respeito à troca, i.é., aos papéis da fala, no sentido de interagir com as outras pessoas, estabelecendo e mantendo contato com elas, seja para influenciá-las ou para expressar seus pontos de vista, e liga-se, portanto, com a função

interpessoal (a de expressar papéis e atitudes dos participantes numa situação comunicativa). E o sistema tema e o de informação, que especificam as relações (dentro do enunciado; ou entre o enunciado e a situação), dizem respeito a organizar a mensagem, ajustando-a a outras mensagens e ao contexto mais amplo, i.é., à função lingüisticamente intrínseca, a função

textual (a de atuar na organização do texto).

Neves (1997, p.75) destaca, no modelo proposto por Halliday, o estabelecimento de uma relação sistemática entre a análise lingüística e o contexto em que ocorrem os enunciados, principalmente no que toca a três variáveis situacionais de registro associadas aos três componentes metafuncionais do sistema lingüístico: i) o ‘campo’ do discurso (a atividade social implicada), ligada ao componente experiencial; ii) o ‘teor’ do discurso (a distância social entre os participantes), ligado ao componente interpessoal; e iii) o ‘modo’ do discurso (o canal entre os participantes), ligado ao componente textual.

Com isso, pode-se observar também em Halliday, a interação entre gramática e pragmática. Por sinal, existem vários estudos, baseados na proposta de Halliday, sobre gramaticalização que envolvem aspectos pragmáticos, como, por exemplo, os de Traugott (1989); Rost (2002); e Gorski et alii (2004).

Du Bois (1985, 1987) considera a gramática como um sistema adaptativo em que forças motivadoras dos fenômenos externos penetram no domínio da língua e passam a interagir com forças organizadoras internas, competindo e conciliando-se sistematicamente com elas. Deriva daí o fenômeno da gramaticalização, que pode ser visto como a evolução de construções relativamente livres no discurso, motivadas por necessidades comunicativas, para construções relativamente fixas na gramática. Pode-se perceber, então, nesse processo a idéia de continuum em que, num pólo, há construções mais frouxas e, no outro, construções mais fixas. O autor propõe uma visão de “motivações em competição”, e rejeita, pois, tanto o “estruturalismo autônomo”, por seu reducionismo formal, quanto o “funcionalismo transparente” por seu reducionismo comunicativo.

Para Du Bois (1993, p. 11), a relação entre discurso (ou uso, portanto pragmática) e gramática pode ser equacionada da seguinte maneira: i) a gramática molda o discurso e ii) o discurso molda a gramática. Pode-se ler ainda sobre essa via de duas mãos, que: “a gramática é feita à imagem do discurso”; porém, na verdade, na outra mão, “o discurso nunca é observado sem a roupagem da gramática.” Para Neves (2004, p.25), essa primeira afirmação demonstra radicalismo e é considerada “ousada”.

Dentro da visão de motivações em competição, Givón (1995, p. 9) elenca algumas premissas funcionalistas que devem ser circunscritas por princípios (em competição) que interagem e restringem sua aplicabilidade, a saber:

a) a linguagem é uma atividade sócio-cultural (uso da língua na comunicação);

b) a estrutura serve a uma função cognitiva (processamento mental) ou comunicativa (interação) – há uma relação, de duas mãos, forma e função;

c) a estrutura é não-arbitrária, motivada, icônica; d) a mudança e a variação estão sempre presentes;

e) as categorias não são discretas (há um continuum, que sugere uma escalaridade); f) a estrutura é maleável, não rígida, modeladas por pressões externas (do contexto extralingüístico – sócio-cultural, situacional e discursivo) e por pressões internas (do co-texto, sistema propriamente lingüístico); e

g) as gramáticas são emergentes (nunca se estabilizam).

Givón, então, parte do pressuposto de que a gramática é um fenômeno emergente, que surge de necessidades comunicativas, e que deve ser interpretada como: i) instruções de processamento mental – do falante para o ouvinte (1991, p.7), isto é, parte do complexo mapeamento entre pensamento e fala (1995, p. 305); ii) conjunto de estratégias empregadas para se produzir uma comunicação coerente; e iii) contexto discursivo (“no” texto).

Para o autor, a contribuição principal da gramática no processamento humano da informação se dá por meio das funções básicas da linguagem humana que residem na

representação e na comunicação do conhecimento. A comunicação, então, dá-se através de dois sub-sistemas que envolvem níveis: o sistema de representação cognitivo e o sistema de

codificação comunicativo.

O sistema de representação cognitivo envolve: i) o nível léxico conceptual (mapa cognitivo de nosso universo de experiências físicas, sócio-culturais e mentais – onde atua a memória semântica permanente); ii) o nível da informação proposicional (conceitos – palavras – são combinados em informação proposicional – orações – sobre estados ou eventos

dos quais participam – onde atua a memória episódica); e iii) discurso multiproposicional (combinações de orações num discurso coerente – onde atua a memória episódica).

Já o sistema de codificação comunicativo, cujos níveis correspondem, respectivamente, aos do sistema cognitivo, envolve: i) código sensório-motor periférico (domínio da fonética, fonologia e neurologia); e, ii e iii) o código gramatical que desempenha simultaneamente funções nos níveis oracional e discursivo.

Dessa forma, os dois sistemas interagem, funcionando com uma certa margem de competição entre os domínios. Nesse contexto, há a relação entre pragmática e sintaxe; no caso, o discurso molda a gramática e a gramática molda o discurso, como defende Du Bois (1993).

Bybee et alii (1994, p.298) também tendem a uma abordagem mais pragmática ao estudar a gramaticalização, salientando que a relação entre estrutura e função é mediada pela diacronia. Afirmam que a relação entre gramática e função é indireta, pois os processos, como a metáfora e a metonímia (inferência), que conduzem à gramaticalização, ocorrem na língua em uso e são impulsionados pela necessidade de se (re)interpretar itens no contexto (para eles, é o uso da língua que modela o significado dos morfemas gramaticais). Assim, a natureza sistemática do desenvolvimento da gramática pode ser atribuída à natureza sistemática dos processos mentais e comunicativos que governam o uso da língua.

Traugott (1995/1997) adota uma visão de gramática mais abrangente, posto que ela estrutura aspectos cognitivos e comunicativos da língua. Abrange não só fonologia, morfossintaxe e semântica como também inferências que nascem fora da forma lingüística – a pragmática lingüística, como, por exemplo, a topicalização, a dêixis, o foco. Sobre essa visão, a autora afirma que outros tipos de pragmática incluem conhecimento enciclopédico que não fazem parte da gramática, mas são importantes na negociação falante-ouvinte que motiva a mudança. Então, ela passou também a adotar o paradigma da gramaticalização, focalizando os aspectos semântico-pragmáticos da mudança. A autora localiza o componente pragmático nos estágios iniciais da gramaticalização, que pode ser fortalecido, especialmente, no que se refere ao acréscimo do envolvimento e da expressividade subjetiva do falante em termos de atitudes e crenças. Já Bybee et alii (1994) situam o componente pragmático, prioritariamente nos estágios mais avançados de gramaticalização.

Para Martelotta et alii (1996), a gramática é entendida como um sistema formado pelas regularidades resultantes das pressões de uso, que estão relacionadas a um complexo de interesses e necessidades discursivas/pragmáticas fundamentais que pode compreender: a) os propósitos comunicativos do falante em ser expressivo e informativo; b) ou o fenômeno da

existência de lacunas nos paradigmas gramaticais ou no universo de conceitos abstratos. Então, novas estruturas gramaticais se desenvolvem motivadas ou por necessidades comunicativas não preenchidas ou pela presença de conteúdos cognitivos para os quais não existem designações lingüísticas adequadas.

Nessa perspectiva, os autores associam à concepção de gramática como estrutura maleável, emergente, os conceitos “gramaticalização” e “discursivização”, que podem ser considerados como “processos especiais” de mudança lingüística. O primeiro leva itens lexicais e construções sintáticas a assumirem funções referentes à organização interna do discurso ou estratégias comunicativas. O segundo leva o item a assumir funções pragmáticas, relativas à interação entre os interlocutores, que geram marcadores discursivos, modalizando ou reorganizando a produção da fala, quando sua linearidade é momentaneamente perdida, ou servindo como preenchedor do vazio causado pela perda dessa linearidade (idibid., p.45)

Segundo os autores, a discursivização distingue-se da gramaticalização por abranger

elementos que funcionam em um campo de atuação mais vasto do que o da gramática, marcando relações entre os participantes ou entre os participantes e seu discurso, sem estabelecer necessariamente relações entre os elementos da gramática31. Nessa distinção, percebo um possível distanciamento entre o entendimento dos autores sobre gramática e os dois processos de mudança associados a essa concepção. Diante disso, fica a interrogação: por que separar em dois processos de mudança, se eles advogam que, para os funcionalistas, “gramática e discurso não são conceitos separados, mas, ao contrário, constituem uma simbiose: a gramática molda o discurso e o discurso molda a gramática” (idibid., p.49)?

Percebo já nessa breve exposição que, dependendo da concepção que se tem de gramática, concebe-se diferentemente a gramaticalização. Sobre isso, Castilho (1997) argumenta que a literatura atual sobre a gramaticalização revela uma certa despreocupação de alguns autores em situarem-se claramente numa perspectiva teórica. Critica o fato de se encontrar “de tudo” no respeitante a uma teoria sobre a gramática: desde uma visão estrutural, passando por visão gerativista, chegando a uma visão funcionalista, “ainda pouco elaborada”; e o fato de, paralelamente, encontrar-se pouco no respeitante a uma teoria sobre a língua, sobre que se fundariam as teorias sobre a gramaticalização (p.25). Sugere que a gramaticalização, juntamente com a discursivização e a semantização, compõem um plano

31 Martelotta et al. (1996) usam o termo “gramatical” ora referindo-se à gramática como um todo ora ao que

sistemático de investigações sobre esses processos de criação das expressões lingüísticas, no quadro de uma teoria modular32.

Quando Castilho encaminha ao debate uma teoria modular, questiono um outro grande problema: a autonomia dos módulos e a precedência genética entre eles e/ou maior domínio de um deles. (cf. FIGUEIREDO-GOMES, 1999). Então, pergunto: como explicar a interação entre os módulos se o falante, para ser expressivo e informativo, vale-se de um domínio

funcional complexo, resultante da interação de motivações cognitivas, comunicativas, sociais e estruturais?

Como fechamento, apresento o Quadro 1 com a relação entre gramática e discurso, correlacionando-a com as noções forma e função, sistematizada a partir das propostas teóricas desenvolvidas pelos funcionalistas aqui apresentados.

RELAÇÃO PROPOSTA

FORMA DIREÇÃO FUNÇÃO

DIK (1989)

Expressão lingüística  Interação verbal

HALLIDAY (1973)

(Sistema lingüístico) Transitividade, Modalidade, Tema,

Informação 

(Contexto discursivo) Campo (Experencial), Teor (Interpessoal), Modo (Textual) DU BOIS

(1985)

Construções motivadas por forças

internas e externas 

Necessidades comunicativas GIVÓN

(1995)

(Sistema)

Estruturas modeladas por pressões externas e internas  Representação e comunicação do conhecimento BYBEE et alii (1994) (Sistema) itens gramaticais  Uso TRAUGOTT (1995) Aspectos fonológicos, morfossintáticos, semânticos e pragmáticos  Uso MARTELOTTA et alii

(1996) pressões do uso (Sistema)  Propósitos comunicativos

Quadro 02: Relação entre Gramática e Discurso

Os estudos funcionalistas, apontados no Quadro 1, dão abrigo a posicionamentos que propõem que as gramáticas sejam motivadas por pressões internas (do sistema lingüístico propriamente dito) e por pressões externas (do contexto extralingüístico – sócio-cultural, situacional e discursivo), que entram em competição. Considerar a existência de motivações externas implica reconhecer um componente pragmático que se integra aos demais componentes do sistema lingüístico (fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos) para organizar a interação. Enfim, abranger a sintaxe, a semântica e a pragmática como um todo

32 Morris (1938), postulando a teoria modular, estabelece os domínios da Sintaxe (= estudo da relação de signos

entre si), da Semântica (= estudo da relação dos signos com seu referente) e da Pragmática (= estudo da relação dos signos com seus usuários).

integrado para a interação verbal é um objetivo presente nessas propostas teóricas funcionalistas.

Fica, então, o reclamo das questões aqui levantadas por um respaldo teórico que seja mais uniforme e mais coerente.

Belgede KUR ÂN DA TAKVÂ KAVRAMI (sayfa 120-123)