Kaynak Eserler
2. Berkes’in Bilim Anlayi§i
Marcelo: - Obrigado André. Entendo que você é preocupado com o seu desenvolvimento 1
profissional em gerenciamento de projetos. Me fale um pouco sobre isso. É uma pergunta 2
mais aberta. 3
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André: - Desde que eu entrei na Empresa de TI foi uma oportunidade para estar 5
incrementando os conhecimentos que a gente adquire na faculdade principalmente, dei sorte 6
de cair numa unidade que ela é muito preocupada com essa gestão de projetos e, ela é, de 7
certa forma, tida como uma referência aqui na própria Empresa de TI. E, como analista de 8
negócios a gente tem que estar sempre se reciclando, se atualizando quanto a essas questões 9
de gestão (gerenciamento) de projetos. 10
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A princípio eu não tive a oportunidade de participar do curso de PMI, são cursos 12
internos e a gente vem buscando, juntamente com o apoio do escritório de projetos, 13
melhorar o nosso conhecimento. 14
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Marcelo: - Você sente esse apoio do escritório de projetos como uma fonte de... 16
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André: - De informação. Eles são bastante solícitos quando a gente vem buscar 18
informação com eles. 19
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Marcelo: - E o que motiva você a se desenvolver em gerenciamento de projetos? 21
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André: - A necessidade de você se sentir cada dia mais confortável na atividade de 23
gestão de projetos. Como funcionário da Empresa de TI, estando atuando como funcionário 24
da Empresa de TI, a gente se preocupa, não só com o nosso desenvolvimento profissional, 25
mas também e principalmente, que toda solução que a gente entrega, que a gente faz 26
parte aqui na Empresa de TI, isso vai se refletir em frutos para a sociedade como um 27
todo. 28
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Marcelo: - Você enxerga assim: o seu resultado aqui, a sua entrega beneficia a sociedade 30
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André: - Beneficia a sociedade com certeza, porque a gente está sempre procurando 32
desenvolver um bom trabalho para gente gerar um produto de qualidade, um produto 33
acessível e que venha a ser útil. Então, o desenvolvimento em gestão de projeto é para 34
cada dia a gente poder ter um resultado melhor, sempre estar cumprindo os prazos, 35
estar apresentando um produto de qualidade... 36
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Marcelo: - E isso é alguma coisa que te traz satisfação profissional? 38
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André: - Traz, sim. Faltou falar que eu estou num segmento que eu gosto, e isso é muito 40
importante e isso já favorece muito a você querer cada dia mais para se desenvolver 41
nessa área. 42
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Marcelo: - E, me diga agora de maneira mais detalhada, de que formas, por que meios você 44
se desenvolve em gerenciamento de projetos? 45
André: - Uma questão muito importante que eu acho é a questão da prática. Atuando, 47
seguindo as recomendações aqui da empresa, estudando (auto-estudo) e com indicações 48
aqui do escritório de projetos e participando de processos de especialização. 49
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Marcelo: - Cursos internos? 51
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André: - Não, não. Até cursos externos mesmo, Tive a oportunidade de participar de dois 53
processos, esse é o segundo que eu estou participando agora, o primeiro acabou que no meio 54
do processo eles deram um foco mais para área de infra-estrutura, talvez eu tenha participado 55
de um ciclo aqui que é mais voltado para a área de infra-estrutura, então um representante da 56
área de negócios, como é minha área, acabou tendo poucas oportunidades. 57
58
Marcelo: - Entendi. A próxima pergunta é: onde você procura informação sobre 59
desenvolvimento na área de gerenciamento de projetos? 60
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André: - Basicamente em livros, sites recomendados pelo nosso escritório; a gente está 62
sempre procurando trocar informações sobre isso... Também em sites de governo, em 63
faculdades do governo que está sempre tratando de assuntos novos e que estão em constante 64
atualização. 65
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Marcelo: - Perfeito. E, a próxima pergunta: me diga uma determinada competência em que 67
você se desenvolveu – algo relacionado a gerenciamento de projetos - e que teve impacto 68
positivo na sua vida profissional, algo nesses cinco anos aqui onde você se sente confortável 69
nessa competência Pode ser uma competência técnica ou não técnica e que teve um impacto 70
positivo. 71
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André: - Eu penso em duas competências: uma técnica e outra não técnica. A técnica, mais 73
especificamente, onde eu me sinto bastante confortável hoje é na solicitação de requisitos. 74
Realizar reuniões... No levantamento de requisitos e participação na especificação. Na equipe 75
da gente, a gente trabalha a área de negócios ela é responsável por fazer o levantamento de 76
requisitos junto ao cliente, a gente prepara o documento de visão de projeto, documento que 77
dá uma visão mais macro do que virá a ser o projeto, em determinado momento, com a 78
aprovação do cliente, nós passamos para uma segunda etapa que seria o detalhamento de 79
requisitos e aí a gente conta sempre com a participação da equipe de desenvolvimento, de 80
parte da equipe de desenvolvimento, geralmente o líder de projeto e outro analista de 81
requisitos, geralmente nós vamos in loco presencial com o cliente detalhando os requisitos. 82
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Num segundo momento isso vai ser transformado, de forma oficial em documento e 84
protótipos e ele tem bastante participação nossa, da área de negócios. E eu me sinto bastante 85
confortável nisso, que é uma atividade prática que eu desenvolvi ao longo do tempo aqui. 86
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Na área não técnica, o relacionamento com o cliente, em si. Eu acabei desenvolvendo, 88
não só aqui na Empresa de TI, mas no meu histórico de vida, uma facilidade de 89
comunicação com o cliente, de não entrar em atrito. Mais de negociação 90
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Marcelo: - Negociação, resolução de conflitos... 92
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André: - Exatamente. 94
Marcelo: - Pegando essa parte não técnica, que tipo de atitude ou comportamento você 96
mudou na sua vida profissional decorrente dessa sua capacidade, dessa sua competência de 97
bem se relacionar com o cliente. 98
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André: - Na verdade, a cada dia eu venho percebendo uma melhora, porque é assim, eu 100
tenho uma característica de ser muito preocupado com o que eu faço: se eu estou 101
fazendo bem feito ou não... 102
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Marcelo: - Você se auto avalia é isso? 104
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André: - Me auto avalio e isso já me gerou bastante ansiedade e, ao longo do tempo 106
venho percebendo a minha melhora. Uma vez que você segue todos os princípios que você 107
aprendeu ao longo do tempo isso me fez ficar menos ansioso do que eu ficava anteriormente. 108
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Marcelo: - Controle da ansiedade. 110
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André: - Controle da ansiedade. Exatamente. E isso tem facilitado bastante porque antes, 112
estava tratando determinado assunto com o cliente e percebia a complexidade disso, me 113
causava uma ansiedade! – não é o medo – é a ansiedade de como conduzir isso. E, com o 114
apoio da chefia, com o apoio dos profissionais daqui, dos colegas, a gente consegue ver 115
que a gente consegue sair do outro lado sem problema. Seguindo todas as orientações da 116
empresa que a gente vem estudando ao longo do tempo, isso vem me dando uma 117
tranqüilidade maior. 118
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E isso até interferia – quer dizer, eu sinto até hoje – a gente sai do trabalho e acaba saindo 120
pensando ainda nas coisas, no que aconteceu – mas eu avalio atualmente que eu consegui uma 121
grande melhora 122
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Marcelo: - Tem uma melhor qualidade de vida agora. Posso dizer isso? 124
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André: - Sim, sim! Consigo dominar mais essa ansiedade. 126
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Marcelo: - A próxima pergunta: e com quem você conversa sobre o seu desenvolvimento em 128
gerenciamento de projeto? 129
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André: - Com os meus colegas de trabalho, com a chefia. 131
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Marcelo: - Então, vamos lá: chefia, colegas você está se referindo a quem? Equipe, outros 133
gerentes... 134
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André: - Equipe. Especificamente com o setor de projetos. 136
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Marcelo: - Com o escritório também? 138
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André: - Isso. 140
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Marcelo: - Então seria isso: chefia, equipe, escritório... Com quem você conversa mais 142
sobre gerenciamento de projetos? 143
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André: - Com a chefia. 145
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Marcelo: - Com a chefia. E quais competências você percebe, aqui na Empresa de TI, para os 147
gerentes (os gestores) bem conduzirem os seus projetos. Aquelas que vêm à sua mente. 148
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André: - Eu vou dar um exemplo: o que eu acho que dificulta bastante para a condução de 150
projetos aqui, pelo que eu tenho observado ao longo desse tempo, é exatamente a interação 151
entre as áreas dificulta um pouco a condução e os resultados do projeto. 152
153
Marcelo: - A interação entre as áreas da Empresa de TI? 154
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André: - Da Empresa de TI. Mais especificamente o que eu acho que prejudica um pouco é a 156
área de infra-estrutura. Um exemplo clássico é que nós estamos fazendo uma série de projetos 157
pilotos, de roteiro ágil, e às vezes um procedimento que nós precisamos fazer e contar com a 158
ajuda da infra-estrutura, nós recebemos como prazo um prazo maior ou equivalente ao um 159
sprint do desenvolvimento. Enfim, você precisa atualizar algum pacote, alguma build na 160
produção, você abre um ticket demora o ticket pra ser atendido. No entanto seu projeto é ágil, 161
você está fazendo homologação com o cliente, vem lá alteração... Enfim, isso dificulta 162
bastante. 163
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Marcelo: -. Então, saber negociar... 165
166
André: - Saber negociar com as áreas: exatamente. Essa pra mim é uma das mais importantes. 167
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Marcelo: - E o que o escritório faz para alavancar essa competência? Pra ajudar você a 169
melhor negociar com as áreas. Ele te ajuda em algum sentido? 170
171
André: - Na verdade, o escritório sempre nos orienta sempre a tentar mesmo negociar. 172
Ele te ajuda nos procedimentos formais e... 173
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Marcelo: - Então o escritório te orienta nos procedimentos formais e... 175
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André: - ... e também nos informais. “Olha, dá uma ligadinha... Conversa... Vê se eles 177
conseguem atender isso já que é prioritário...”. E também, eu tenho conhecimento,
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especificamente nesse projeto que eu falei com você, que houve um acordo entre a área de 179
infra e o escritório de projetos até local, da nossa área de desenvolvimento, para que eles 180
pudessem atender com maior celeridade os tickets e as solicitações feitas por aquela área. 181
Exatamente pelo caráter do projeto. 182
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Marcelo: - Certo. Eu não entendi só uma coisa: eles atenderam porque quem influenciou 184
isso... 185
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André: - Nós envolvemos aqui no nosso escritório de projetos, escritório de projetos de 187
desenvolvimento e escritório de infra. 188
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Marcelo: - Essa articulação permitiu. Quem geriu essa articulação? Quem conduziu essa 190
articulação? Cada um dos chefes... Você... Todo mundo participou disso? 191
192
André: - Na verdade a minha interferência foi avisar a chefia que estava dificultando o 193
cumprimento dos prazos. Isso foi subindo até que o nosso superintendente em conversa 194
com o superintendente de desenvolvimento conseguiu (eles dois)... Acho que fizeram 195
reunião com a área de infra para que pudessem atender solicitações com maior 196
celeridade, com maior rapidez. Isso, de certa forma, a gente percebeu o resultado. 197
198
Marcelo: - Me esclarece isso. Acho que é um bom exemplo que você deu... Você fez isso 199
sozinho? De alguma maneira teve apoio do escritório de projetos na ação? 200
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André: - O apoio do escritório foi fundamental porque, todo projeto que a gente percebe 202
que tem uma importância estratégica, é prioritário, nós usamos a ferramenta do EKA 203
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Marcelo: - O que é o EKA? 205
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André: - O EKA é um softer utilizado pelo escritório de projetos para que eles possam estar 207
acompanhando os projetos que estão sendo desenvolvidos na superintendência. Dá uma visão 208
para o superintendente, para a diretoria da empresa sobre o andamento desses projetos. Com 209
essa ferramenta a gente sempre registra a parte de marcos... Enfim toda parte de gestão do 210
projeto e um dificultador é exatamente que sempre nós sempre estávamos nos deparando com 211
esse dificultador de atendimento dos tickets nos prazos. Então isso foi subindo, a minha chefia 212
tomou conhecimentos, chegou a falar com o escritório de projetos que, juntamente com a 213
nossa superintendência ressaltou essa importância para área de infra do atendimento dos 214
tickets, da equipe de desenvolvimento de uma forma mais rápida. 215
216
Marcelo: - E o que o escritório poderia fazer ainda mais para alavancar essa competência de 217
articulação? Tem alguma idéia que vem à sua mente. 218
219
André: - Na verdade eu acho que... Não sei se dependeria do escritório de projetos. É um 220
assunto que deveria estar internalizado 221
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Marcelo: - É, por exemplo, pra ele ajudar você nessa articulação. O que ele poderia fazer 223
ainda mais? Você diz que ele orienta também nos procedimentos informais, por exemplo, 224
sugere conversas. O que ele poderia fazer ainda mais? 225
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André: - Não vejo nada... 227
228
Marcelo: - Nada? OK. 229
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Essa pergunta aqui tem a ver com esse padrão aqui que é um padrão para desenvolvimento de 231
competências em gerenciamento de projetos e ele fala aqui de maneiras pra você desenvolver 232
suas competências em gerenciamento de projetos. Ele fala do mentoring, que é um trabalho 233
que aqui, pelo que eu entendi o escritório faz com você, ele faz orientações. Senta e orienta 234
como fazer, questões técnicas e não técnicas. O coaching seria um serviço mais com 235
profissionais, fazendo perguntas, acompanhar você no alcance de metas; outra seria você 236
conversar com seus pares, seu gerente; simulação de papéis, especialmente em treinamentos; 237
treinamento em serviço que nesse caso aqui tem a ver com mentoring, pelo que eu entendi o 238
escritório senta junto, conversa e te orienta; treinamento em sala de aula e em grupo; 239
treinamento interno; treinamento EAD que vocês têm aqui; treinamento-convite para o PMI, 240
graduação e pós-graduação; conferências... Quais desses aqui você vê presente na Empresa de 241
TI? 242
243
André: - A Empresa de TI já teve vários incentivos pra PMP. Todo ano tem incentivo tanto 244
pra graduação como pós-graduação e até mestrado, desenvolve também ensino à 245
distância bastante, de fácil acesso; por pares como a gente estava falando. Antes, por 246
exemplo, quando a gente vai trabalhar para desenvolver uma nova metodologia, tem sempre 247
workshops, está sempre tendo conferências sobre vários assuntos na área, sobre casos de 248
sucesso... 249
250
Marcelo: - Tem um leque grande, então. 251
252
André: - Tem um leque grande 253
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Marcelo: - E em quais desses modos o escritório atua diretamente ajudando? 255
256
André: - Na divulgação, principalmente, na sugestão. 257
258
Marcelo: - Mas em qual desses aqui o escritório atua diretamente? Você diz que uma é de 259
divulgar, por exemplo,um curso EAD ou uma conferência 260
261
André: - Palestras, conferências. 262
263
Marcelo: - Em algum ele atua diretamente? Mentoring, talvez? Te ajudando? 264
265
André: - Sim, sim! Esse principalmente. 266
267
Marcelo: - E quais os principais desafios que você enfrenta ao gerenciar um projeto aqui na 268
Empresa de TI? 269
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André: - Os principais desafios são: é você cumprir o que você acordou com o seu cliente. 271
É você conseguir integrar as áreas para que essa solução seja de fato desenvolvida e ter 272
um resultado satisfatório. 273
274
Marcelo: - E me relate sobre o seu atual relacionamento com o escritório de projetos. Uma 275
coisa positiva e uma negativa. 276
277
André: - Eu só tenho a falar positivo do escritório de projetos. Até então, antes desses 278
projetos maiores que eu participei eu não tinha contato com o escritório de projetos. Mas, ele 279
passou a ser bastante útil porque eles dão orientação, eles tiram toda dúvida sua na gestão 280
do projeto. Por exemplo, sobre condução, na elaboração seja de EAP seja de cronograma, na 281
mensuração de riscos e, uma vez tendo riscos o que fazer diante desses riscos. Orienta 282
também se eu tiver em dúvida de tecnologia para ser usada naquela solução, o caminho que a 283
gente deve seguir pra poder conseguir conduzir o projeto de uma forma que a gente consiga 284
atender aquilo que a gente acordou com o cliente. 285
286
Marcelo: - Você se sente bem apoiado pelo escritório? 287
288
André: - Me sinto bem apoiado. 289
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Marcelo: - Posso dizer que você se sente plenamente apoiado? Ele atende as suas 291 expectativas. 292 293 André: - Atende. 294 295
Marcelo: - Tem alguma coisa que eu não lhe perguntei... Alguma coisa que lhe venha à mente 296
daquilo que a gente conversou e que você gostaria de dizer? Alguma preocupação? 297
298
André: - Na verdade é só uma constatação, eu penso. Nós temos todos os procedimentos que 299
nos auxiliam na gestão do projeto e eu penso que – e acho que até a literatura mesmo já 300
afirma isso – que não há necessidade de você aplicar todos os procedimentos para 301
qualquer tipo de projeto. Têm projetos maiores, projetos menores, projetos com menos 302
complexidades. Eu penso que, se você realizar todos os procedimentos de gestão isso 303
acaba atrapalhando o desenvolvimento do projeto. Eu acho que essa é uma questão 304
muito importante, que cada instituição e a depender de cada projeto eu penso que você 305
tem que saber quais aqueles procedimentos que você deve empregar ou não na gestão do 306
projeto. 307
308
Marcelo: - Você acha que, se você tivesse a possibilidade de, junto, sob a orientação do 309
escritório de projetos, a possibilidade de fazer um ajuste na quantidade de procedimentos 310
necessários para determinado projeto, isso seria uma boa coisa? 311
312
André: - Na verdade a gente já tem um evento, esse projeto que eu citei era um projeto que 313
tinha essa visão também política, essa visão da diretoria, nós tivemos que executar bastante 314
procedimentos de gestão de projetos. Já em outras oportunidades nós tivemos o feedback 315
deles: – não, é um projeto de menor complexidade, nós já temos um conhecimento, um know- 316
how sobre isso, não precisa executar todos esses procedimentos que pode até te causar 317
impactos e índices negativos. Não há essa necessidade. 318
319
Marcelo: - Então, esse seria um serviço interessante do escritório, um apoio dele na 320
definição de procedimentos adequados. 321
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Legal, André. Obrigado pela oportunidade, foi ótima a entrevista. 323
3.6 Entrevista 6 – Rubens (Gerente de Projetos)