2. BÖLÜM : ANADİLİ ÖĞRETİMİ VE EĞİTİM PROGRAMLARI PROGRAMLARI
2.2. EĞİTİM PROGRAMLARI
2.2.1. Türkiye ve Almanya’da İlköğretim Sistemine Genel Bir Bakış 1. Türk Eğitim Sistemi
2.2.1.2. Almanya Eğitim Sistemi
Baseado na Avaliação Final da Maturidade (AFM) do modelo Prado op. cit., o resultado apresentou a escala de 1,62, onde segundo o autor, o setor se encontra no Nível Inicial. Esta média está abaixo da média das empresas brasileiras (2,65 – ver próxima seção).
No resultado da avaliação, os pontos adquiridos em cada nível sugerem o quanto o setor se encontra aderente a cada nível. Este resultado em conjunto com a média (AFM), auxilia a estabelecer um Plano de Crescimento. Segundo o autor do modelo op. cit. representa um cenário em que o setor não efetuou nenhum esforço coordenado para implantação de gerenciamento de projetos. Os projetos do setor são executados isoladamente por meio de iniciativas individuais de funcionários, onde o nível de conhecimento não é uniforme entre os principais envolvidos com gerenciamento de projetos, e em razão da inexistência de ações que obriguem ao setor a seguir o Normativo Interno da companhia para metodologia de gerenciamento de projetos, em função da falta do acompanhamento do escritório de projetos.
De acordo com a aderência aos níveis, observa-se na figura 9 que o nível 3 ficou em evidência em relação ao nível antecessor, isto se justifica em função das entregas do projeto de Governança de TI, onde todos os processos da área estão sendo definidos, padronizados/ normatizados e sistematizados. Estes processos não só envolvem as atividades de gerenciamento de projetos como as atividades da operacionalização do setor em si. Em menos de 2 anos o setor segue as diretrizes de projetos selecionados pelo Plano Diretor da companhia, alinhados às metas e ao plano estratégico da empresa.
A seguir, um detalhamento maior quanto à realidade e aderência do setor avaliado em relação a cada nível do modelo:
i. Nível 2: Identificou-se que para parte dos gerentes de projetos as ferramentas para gerenciamento de projetos não são aceitas como uma boa prática e estes não se sentem estimulados a utilizar esses conhecimentos. Em função disso, está sendo iniciado um trabalho de conscientização para alta administração, para que esta entenda o valor e repasse aos seus gerentes, em função do projeto de Governança de TI.
ii. Nível 3: Em relação ao uso de metodologia de gerenciamento de projetos por pessoas envolvidas com projetos, identificou-se que existe uma metodologia aparentemente completa, implantada na empresa e que aborda os cinco grupos de processos e as áreas de conhecimento, tidas como necessárias do PMBoK, embora seu uso não seja rotineiro e ainda ser pouco conhecida por parte dos gerentes de projetos do setor.
iii. Nível 4: Identificou-se a inexistência de uma ferramenta de software para armazenamento de dados históricos de projetos
anteriormente encerrados, estes quando existem, são arquivos particulares dos gerentes do setor. Além do fato que a área ainda não possui implementada nenhuma ferramenta de controle de processos de gestão de projetos. Embora não haja incidência do escritório de projetos, o acompanhamento de projetos identificados no Planejamento Estratégico para o setor é realizado mensalmente, através de entrevistas, pela Gerência Executiva de Planejamento. iv. Nível 5: A produtividade dos projetos do setor em relação a
estimativas de custos, ROI (return on investment) e prazos, são avaliados de forma insuficiente. O planejamento de custos e resgate de informações de outros projetos já finalizados depende da abordagem da alta-administração quando se é questionada a aprovação de algum novo projeto.
Em relação a ótica das dimensões do Modelo, o conhecimento é disperso frente a dimensão de competência técnica. A metodologia existente não tem sido aplicada. A informatização e relacionamentos humanos dependem de tentativas isoladas e a maior preocupação do setor é se aprofundar em estar alinhado estrategicamente com as diretrizes da empresa.
A seguir, um detalhamento maior quanto à realidade e aderência do setor avaliado frente às dimensões de Maturidade do Modelo-Prado:
i. Competência técnica: o conhecimento no setor avaliado é disperso e depende de poucos funcionários (nem todos em níveis de gerencia) que se capacitam de forma independente do direcionamento da empresa. As práticas de gerenciamento de projetos são vistas como morosas e dispendiosas pela alta administração, pois as atividades rotineiras quanto a operacionalização e manutenção do setor são prioritárias. Uma vez que o Escritório de Projetos existente na empresa não monitora os projetos do setor avaliado, as atividades de gerenciamento de projetos realizadas pelos poucos funcionários capacitados são isoladas, representando na maioria das vezes um controle pessoal. ii. Metodologia: a metodologia existente na empresa não suporta
o setor avaliado e nem todos os funcionários deste setor possuem conhecimento da existência da metodologia na empresa. Àqueles que utilizam as práticas de gerenciamento de projetos no setor
procuram usar os artefatos existentes no normativo da empresa e seguir as ferramentas sugeridas do PMBoK, mas sem o compromisso com a validação de informações ou atualizações de controle no decorrer de seus projetos.
iii. Informatização: a ferramenta utilizada pelo setor é o MS- Project, embora não exista uma ferramenta de software colaborativa de projetos, onde se possa acompanhar e monitorar os processos de gerenciamento de projetos.
iv. Estrutura Organizacional: o setor TI é um prestador de serviços para as outras áreas da empresa, por isso seu projeto possui diversos envolvidos, reuniões periódicas a curtos intervalos de tempo.
v. Competência Comportamental e Contextual: por se tratar de um setor cujo objetivo frente a empresa é manter a operação funcionando, não se observa a motivação da equipe em ambientes de projetos. Isto refletiu no resultado da análise em função de ser um setor prejudicado com constantes desligamentos e pouca ação da empresa na retenção de talentos. Quanto a contextualização, os envolvidos em projetos pouco conhecem das diretrizes da empresa. Para corrigir esta divergência fez-se necessário o projeto de governança de TI.
vi. Alinhamento Estratégico: em função do projeto de governança de TI ter como objetivo alinhar a TI estrategicamente aos objetivos da empresa, este fator ficou em evidência no resultado das respostas do questionário.
4 PESQUISAS DE MATURIDADE RELACIONADAS AO MERCADO BRASILEIRO