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Alet ve Makina Hırsızlığı

Belgede Doktora Tezi (sayfa 165-0)

2. FİNANSAL HİZMETLERDE HİLE RİSKİNİN

3.4. Bankalara Yönelik Dış Kaynaklı Hileler

3.4.1. İnşaat Kredisi Hileleri

3.4.1.1. Alet ve Makina Hırsızlığı

A Reforma Agrária teve como suporte legal inicial o Decreto-Lei nº 660/74 que definiu o conceito de “sabotagem económica” e que foi o suficiente para justificar a ocupação de terras consideradas em estado de subaproveitamento. A presença física das forças militares no terreno completou o aparato legitimador de um movimento que contou com a adesão entusiástica de uma população previamente motivada por décadas de trabalho clandestino do Partido Comunista Português na região e que potenciaram um forte ressentimento geracional. Os trabalhadores rurais responderam de forma eufórica a uma propaganda eficaz e, por vezes, enganadora no que diz respeito aos objetivos e possibilidades concretas de uma Reforma Agrária, apesar de já não se verificarem na altura as motivações aparentes, especialmente o fantasma da fome e do desemprego que tinham sido uma realidade nas décadas de 30 a 50. O papel dos líderes locais afetos ao Partido Comunista Português foi determinante para o processo de atração e mobilização da população que participou ativamente na substituição dos titulares das sedes do poder local, tanto as políticas como as económicas.

A recolha da memória oral permitiu constatar enormes semelhanças nos percursos de vida e antecedentes familiares destas pessoas, mas também grandes diferenças nas respetivas aspirações e atitudes face ao trabalho, à posse da terra, ao salário, às relações com os patrões e seus representantes e à própria permanência no concelho ou à escolha da emigração. Notaram-se também as divergências sobre os objetivos do movimento cooperativista em que se viram integrados sem qualquer suporte teórico inteligível para este grupo e cujos resultados se revelaram, no mínimo, dececionantes. Tal como a sua origem, a Reforma Agrária portuguesa teve um final dirigido politicamente pelos governos, neste caso os de centro-direita interessados na criação das condições mais favoráveis à integração de Portugal na Comunidade Europeia. Para tal foram retiradas às Unidades Coletivas de Produção as condições físicas e económicas que lhes permitiam continuar a laborar como até então. A consequência foi o total fracasso de todo o processo e um sentimento generalizado de frustração para todos os grupos sociais envolvidos. O campo é atualmente encarado pela maior parte da população local e porventura a nível mais geral como um local de lazer onde as atividades agrícolas e pecuárias perderam quase por completo o seu significado. Bibliografia:

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141 Autárquicos,coordenado por Nuno Gonçalo Monteiro, Coimbra: Boletim do Centro de Estudos e Formação Autárquica, Ano IV, nº 6 e 7 (1996): 189-240.

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Martins, Conceição Andrade e Nuno Gonçalo Monteiro (orgs.) .2002. A Agricultura: Dicionário das Ocupações, coord. Nuno Luís Madureira, História do Trabalho e das Ocupações, vol. III, Oeiras: Celta

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Nazareth, José Manuel .1977. “Análise regional do declínio da fecundidade da população portuguesa (1930-70)”, Análise Social, vol. XXIII (52): 901-986.

Poirier, Jean, Simone Clapier-Valladon, Paul Raybaut .1983. Les récits de vie. Théorie et pratique, Paris: Presses Universitaires de France.

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Publicações eletrónicas:

Almeida, Maria Antónia Pires de, 70 entradas, 17 das quais em coautoria com Conceição Andrade Martins, na obra Conceição Andrade Martins e Nuno Gonçalo Monteiro (orgs.), A Agricultura:

Dicionário das Ocupações, coord. Nuno Luís Madureira, História do Trabalho e das Ocupações, vol. III (Oeiras: Celta Editora, 2002): http://repositorio-

iul.iscte.pt/browse?type=author&order=ASC&rpp=20&value=Almeida%2C+Maria+Ant%C3%B3nia+Pi res+de.

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Capitanes de Abril en el aula. Cine y revolución

Ana Paula Gonçalves Manuel Pousa Castelo Luis Velasco Martínez

A Álvaro Pato 1. Introducción

Este articulo nace de la colaboración de dos profesores de historia, una portuguesa de la escuela secundaria Alfredo dos Reis Silveira y otro gallego del IES (instituto de enseñanza secundaria) de Mugardos, con motivo del 40 aniversario de la Revolución de los claveles. Pese al vínculo de ambos con la enseñanza de la historia, la elección del tema a trabajar, más que de una opción racional, nació de un compromiso cívico con el que ambos asumimos la enseñanza. Los sucesos que se van a conmemorar suponen un hito y una lección en la lucha de una sociedad por la libertad y la justicia. Por tanto es una ocasión para recordar, estudiar y reconocer como modelo para el presente un momento clave de la historia reciente.

Para nosotros, libertad significa independencia, autonomía, derecho a la espontaneidad y la responsabilidad de asumir nuestras acciones y actitudes, sin perjudicar a los otros. Nuestra libertad termina donde comienza la de los otros. Con la Revolución de los Claveles, el pueblo portugués conquistó la libertad de opinión y de expresión y el derecho a ser quien es y de intervenir activamente en la sociedad. La unión de personas que son movidas por los mismos valores y sentimientos como la revuelta, la indignación, el coraje, o el inconformismo y la esperanza de un futuro mejor, fueron lo que llevaron a unos ciudadanos a hacer una revolución. Apelando a la emoción de los jóvenes de hoy, contextualizando los momentos de la historia en la realidad que ellos conocen, podrán comprender mejor e identificarse con los sentimientos del pueblo de aquel momento, y “absorber” los valores de la Revolución de 25 de abril de 1974. Contar y estudiar la historia de una manera fría y superficial nunca tendrá ese resultado. La Revolución de los Claveles nos inspira y motiva a acreditar y a luchar por un futuro mejor y a unirnos por una voluntad común de libertad y democracia.

Los procesos democratizadores paralelos transcurridos en España y Portugal entre 1974 y 1982, suponen un eje sobre el que se cimienta la realidad política de los dos países. Este eje ha sido analizado de forma particular tanto por la historiografía como por la ciencia política (Cayetano Rosado 2010, Gómez Fernández 2011, Lemus López 2012). No obstante, la potencialidad de este proceso paralelo entre los dos estados ibéricos no ha sido desarrollada desde el campo educativo en general, ni desde el de la didáctica de la historia en particular. En este sentido, las capacidades de comprensión de las realidades mutuas, así como de los condicionantes en el desarrollo de los procesos democráticos en los dos estados, bien pueden suponer una oportunidad para mejorar la comprensión de las realidades paralelas que atañen a las sociedades cercanas. Así, la posibilidad de una toma de consciencia entre los alumnos portugueses y

144 españoles, acerca de las realidades transnacionales, supone un factor importante a la hora de promover este tipo de participaciones.

El contexto de este trabajo es un momento en el que en Portugal existe una tendencia dentro del poder político a condenar la tradición revolucionaria, a la par que vive una situación de amplia indignación social (Romo Sanders, 2007). Desde 1992 se destaca una ola de denuncias contra la falta de memoria de los portugueses, tanto respecto al régimen salazarista/marcelista como al período de la Revolución. Tales denuncias fueron motivadas, en gran medida por el escándalo público acerca de la concesión por el Estado portugués de pensiones a ex-agentes de la PIDE (Policía Internacional y de Defensa del Estado), policía política del Estado Novo (Lacerda, 2010). En 1992-1993 se abrió una nueva etapa en el proceso de reconstrucción de la memoria colectiva sobre el proceso revolucionario portugués, marcada por el inicio de un debate público sobre la cuestión del combate por la memoria del 25 de Abril en la sociedad portuguesa: al pasar los años, se encona la disputa entre una versión de la memoria claramente revisionista, que ora recupera positivamente aspectos del Estado Novo, ora desvaloriza el significado y la importancia de la Revolución de 1974, y otra que considera el 25 de Abril, en su totalidad – o sea, incluyendo los más diversos aspectos del proceso revolucionario – como el acto fundador esencial de la democracia portuguesa.

2. Objetivos

A. Investigar en torno a la didáctica de la Revolución del 25 de Abril de 1974 en la enseñanza secundaria. B. Experimentar un modelo de colaboración entre grupos de alumnos de diferentes nacionalidades. C. Ensayar modos de reflexión en torno a los valores e ideales del 25 de abril en la sociedad portuguesa actual.

D. Mejorar las actitudes de los alumnos españoles hacia Portugal a través de la enseñanza de la revolución de los claveles.

3. Marco

Centro do Seixal: participaron dos alumnos del 10º año, dos del 11º y diez del 12º, con edades entre los 15 y los 17 años. En total, dos alumnos y doce alumnas. El estudio fue realizado en el espacio de la biblioteca de la escuela con alumnos que frecuentan la misma y participan habitualmente en proyectos propuestos por la profesora de historia que asimismo es bibliotecaria del centro y que desde esa posición creó un grupo de alumnos voluntarios.

Centro de Mugardos: participaron los dieciocho miembros del grupo de Ciencias Sociales de 1º de bachillerato, de los cuales doce son alumnas. Del total, nueve eran nuevos en el centro, dos repetían curso y otro procedía de un grupo de PCPI (Programas de cualificación profesional inicial). Por eso, apenas tenían conocimiento mutuo previo. Las relaciones eran muy buenas entre ellos y con el profesor, que había dado clase el año anterior a seis alumnos. El grupo era mayoritariamente introvertido, por lo que mucha de la información procede de los cuestionarios, trabajos, examen y de una extensa labor de cuestionamiento en el aula y recogida de la información a través de un diario de aula.

145 Algunos miembros del grupo ofrecieron claras señales de prejuicio contra el país vecino tanto oralmente como –de forma algo más moderada- por escrito. Tan importante como estas formas de desprecio fue el desconocimiento, siendo sólo ocho alumnos capaces de ofrecer más de cinco datos sobre Portugal pese a pedírseles diez y siendo sólo uno capaz de identificar al presidente. Los datos más mencionados fueron el nombre de la capital y la importancia de la costa. El parentesco lingüístico, la pasada unión con Galicia y, quizás más sorprendentemente, la presencia de figuras portuguesas de gran carisma en el fútbol español, apenas fueron destacados.

4. Actividades

Las actividades fueron en todo momento realizadas por los dos centros en coordinación y comunicación constantes. Esta fue fluida y positiva y continuará en proyectos comunes venideros. Sin embargo, es el centro de Seixal el que organizó la sesión de Skype y gestionó la visita a Portugal hasta el más mínimo detalle, con flexibilidad y amabilidad y poniendo todos sus importantes recursos a la disposición del centro español. Por ello el mérito del éxito de este acercamiento y de la mejora del conocimiento de la historia y en general de Portugal es suyo. Pese a ello, esta investigación analizará especialmente los resultados del trabajo en el grupo español porque el hecho de ser un grupo estable con un horario firme, la posibilidad de demandar trabajos a los alumnos, de hacer exámenes y de acceder a diario al grupo, además de ser los sujetos de una experimentación sobre sus actitudes en torno al país vecino, facilitó la labor investigadora.

La labor realizada consistió en cuatro actividades: en primer lugar cada centro de forma independiente se documentó acerca de la revolución de los claveles. En España se trabajó con la película Capitães de Abril (2000) a lo largo de siete sesiones de clase con un cuestionario previo y la discusión y puesta en común de una serie de preguntas acerca del film. De forma simultánea en Portugal se realizaron trabajos de historia oral con familiares y militantes contra la dictadura. La tercera actividad fue una sesión en Skype conjunta en que se intercambió información, se hicieron comentarios, preguntas y se realizó un contacto personal. Finalmente, quince alumnos españoles visitaron Seixal y realizaron diversas actividades los días 23, 24 y 25 de abril. Entre ellos, varias visitas a Lisboa, una palestra en torno a la revolución, un concierto conmemorativo, la asistencia a los preparativos de la manifestación en conmemoración de la llegada de la democracia y especialmente una visita a la antigua prisión de Peniche conducidos por la explicación de un resistente contra la dictadura, Álvaro Pato.

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