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Ajansların henüz kurulmadığı bazı bölgelerde, DPT hazırlık niteliğinde bir NUTS II birimi oluştu ran iller arasında hizmet birlikleri kurdu Bu birlikler, bölgesel kalkınma programlarının uygulan-

Elıse Massıcard

BÖLGESEL KALKINMA YOLUYLA BÖLGESELLEŞME Mİ?

16 Ajansların henüz kurulmadığı bazı bölgelerde, DPT hazırlık niteliğinde bir NUTS II birimi oluştu ran iller arasında hizmet birlikleri kurdu Bu birlikler, bölgesel kalkınma programlarının uygulan-

palavras e não em números, ou seja, os valores verdades são expressos linguisticamente, por exemplo: quente, muito frio, verdade, longe, perto, rápido, vagaroso, médio, entre outros. Esta lógica trabalha com vários modificadores de predicado como do tipo muito, mais ou menos, pouco, bastante, médio, etc. Também, adiciona-se a isso um amplo con- junto de quantificadores e faz-se uso de possibilidades linguísticas que são interpretadas como números nebulosos e manipulados pela sua aritmética [de Lima 2004].

A lógica nebulosa pode ser utilizada para a implementação de sistemas computacio- nais industriais, aplicados nos mais variados tipos de processos. Esta técnica incorpora a forma humana de pensar em um processo, comportando-se de forma similar a um racio- cínio dedutivo, controlando processos industriais com características não-lineares através de experiências e inferências de relações entre as variáveis da planta.

Sistemas Especialistas

Os sistemas especialistas pertencem a classe das técnicas de Inteligência Artificial e são sistemas computacionais desenvolvidos a partir de um conjunto de regras (ou heurís- ticas) que analisam as informações fornecidas pelo sistema sobre uma classe específica de problema (ou domínio de problema) previamente conhecido para tomar decisões.

Sistemas Híbridos

São sistemas que possuem uma combinação das técnicas de inteligência articial em uma mesma implementação. Alguns destes sistemas são bastante difundidos como: neuro- fuzzy, Sistemas fuzzy-genéticos, Algoritmos genéticos, entre outros.

C.3

Técnicas Preditivas de Falhas utilizadas pela Indús-

tria

Baseado em Kardec & Nascif [1998], algumas técnicas preditivas são muito utilizadas na indústria. Porém, uma indicação de manutenção de forma preditiva nos equipamentos necessita uma avaliação do estado destes equipamentos, através de um acompanhamento ou monitoração de seus parâmetros.

Muitas dessas técnicas dependem da interveção humana, ou na análise de dados, ou no procedimento de acompanhamento. Nas subseções seguintes, objetiva-se descrever algumas destas muitas técnicas utilizadas na indústria.

C.3.1 Baseada em Monitoração de Vibração

A manutenção preditiva por análise de vibrações está baseada no conhecimento do estado da máquina através de medições periódicas e contínuas de um ou mais parâme- tros significativos do equipamento, evitando paradas inesperadas e substituição de peças desnecessárias. Na indústria, este tipo de manutenção está concentrada nos equipamentos rotativos, em que seus principais parâmetros relacionados ao fenômeno de vibração são expressos em deslocamento, velocidade e aceleração [Kardec & Nascif 1998].

C.3.2

Baseada em Monitoração de Temperatura

Em muitos equipamentos que começam a apresentar algum desgaste ou alteração em suas condições de operação apresentam alguma alteração na temperatura de algumas de suas partes.

De acordo com Kardec & Nascif [1998], alguns exemplos clássicos de acompanha- mento de temperatura são:

• Temperatura de mancais em máquinas rotativas: a elevação sugere problemas de desgaste ou lubrificação;

• Temperatura de superfície de equipamentos estacionários: a elevação pode indicar danos no isolamento, como falha no refratário;

• Temperatura em barramentos e equipamentos elétricos.

C.3.3 Baseada em Inspeção Visual

Uma das principais técnicas utilizadas para manutenção preditiva são as inspeções vi- suais realizadas nas condições dos equipamentos, componentes e ou estruturas. A grande dificuldade da realização deste tipo de manutenção é que esta técnica é subjetiva, ficando à mercê do técnico que estiver realizando a inspeção.

No decorrer dos anos, esta técnica sofreu uma grande evolução nas ferramentas de apoio nas inspeções, pois diversos instrumentos foram desenvolvidos como: Microscó- pios, Endoscópios e Fibras ópticas.

C.3.4 Baseada na Análise de Óleo

A análise de óleo é uma ferramenta de Manutenção Preditiva que permite realizar (em laboratórios) análises precisas no lubrificante utilizado em equipamentos mecânicos, sendo capaz de: determinar o momento adequado para a renovação do óleo de um compo- nente (uma parte) lubrificado ou de um circuito hidráulico, regulando com isto, o grau de degradação ou de contaminação e buscando assim, economizá-lo através da otimização do intervalo entre as trocas; e detectar os primeiros sintomas de desgaste de um componente, estudando as particularidades do desgaste geradas pelo atrito entre as peças metálicas em contato [Kardec & Nascif 1998].

As principais características observadas neste tipo de acompanhamento são:

• Aparência: o aspecto de uma amostra pode fornecer uma série de informações úteis. Turbidez, limpidez, emulsão, separação de água, presença de borras ou resíduos sólidos, são dados importantes no estabelecimento dos ensaios a serem efetuados e quando da interpretação dos resultados de análise.

• Ponto de Fulgor: através de um teste (aquecimento) é medida a temperatura onde o lubrificante emite determinada quantidade de vapor, que em presença de uma chama, se inflama.

• Viscosidade: é a resistência do fluido ao escoamento. A determinação de viscosi- dade é um dos itens mais importantes no controle de óleos usados. Assim como a

C.3. TÉCNICAS PREDITIVAS DE FALHAS UTILIZADAS PELA INDÚSTRIA 141

viscosidade é uma das características mais importantes na seleção do lubrificante adequado para determinação do equipamento, sua variação durante a utilização do equipamento é crítica, e variações tanto para mais como para menos, poderia com- prometer seriamente a lubrificação.

• Água: a presença de água no lubrificante é indesejável por diferentes razões, uma vez que, além de provocar o espessamento do óleo, ela poderá hidrolisar e decom- por certos aditivos, catalisar o processo de oxidação do óleo, provocar e facilitar a formação de espuma.

• Índice de Neutralização (TAN ou TBN): a determinação do TAN ou TBN é de grande utilidade no estudo de óleos usados. Durante o uso, o óleo sofre um processo de oxidação dando origem a produtos de caráter ácido e, para avaliar o grau de oxidação do óleo fazemos a determinação do TAN (Número de Acidez Total). O TBN (Número de Basicidade Total) serve para medir a conservação dos aditivos presentes no lubrificante.

• Oxidação: é definida como uma deterioração química de um óleo causada por con- tato contínuo com o oxigênio e catalisadores como o cobre.

• A oxidação provoca o espessamento ou aumento da viscosidade do óleo. Isto re- sulta na redução do fluxo de óleo e redução da dissipação do calor, o que em troca acelera o processo de oxidação. A oxidação continuada do óleo causará sedimentos e depósitos de verniz formando uma acumulação de ácidos, acarretando corrosão. • Desgaste (Espectrometria): esta análise é mais utilizada para avaliar o risco de que-

bra, através da dosagem quantitativa dos metais presentes no óleo e identificação dos pontos de desgaste excessivo do equipamento. Para interpretação dos resul- tados é necessário, contudo, que tenhamos dados obtidos ao longo do tempo, dos metais resultantes de desgaste presentes no óleo e das condições mecânicas das pe- ças a eles relacionados, isso para cada marca de equipamento ou mesmo para os diferentes modelos de um mesmo fabricante.

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Benzer Belgeler