KİTAP FUARININ ARDINDAN
Görsel 7: Afyon, Sandıklı’da bir yaren meclisi
C) Aşağıda verilenleri doğru biçimde eşleştiriniz. a) köşe yazısı
Quanto ao meio em que é praticado, os transportes podem ser classificados em terrestre, aquático e aéreo. Predominantemente, no meio urbano, os transportes são praticados em vias terrestres, normalmente utilizando avenidas, ruas, ferrovias, ciclovias etc., mas nada impede que sejam utilizados dutos, para o escoamento de produtos e/ou rejeitos. O transporte aquático se efetiva através das hidrovias com a navegação de barcos, lanchas, ferry boat etc. Mais recentemente, no caso de grandes cidades, também são utilizadas em percursos urbanos as vias aéreas com utilização de helicópteros.
Quanto ao esforço empreendido no deslocamento, de acordo com Ferraz e Torres (2001), os transportes podem ser classificados em não motorizado e motorizado. No transporte não motorizado o esforço é realizado pelo homem ou por animal, como é o caso do deslocamento a pé, com o auxílio de bicicleta, canoa, montado em animal ou utilizando veículos de tração animal etc. Já no transporte motorizado o esforço é produzido por uma fonte de energia, que não é humana nem animal, como é o caso do metrô, trem, bonde, ônibus, automóvel etc. Uma particularidade inerente ao deslocamento a pé deve ser ressaltada, pois esse é o único transporte praticado de forma direta ou própria, sem o auxílio de veículo ou qualquer equipamento, além de fazer bem a saúde do indivíduo, ocupar um espaço mínimo e não agredir o meio ambiente.
Quanto à propriedade do veículo, os transportes são geralmente classificados em público ou privado, porém, Ferraz e Torres (2001), amplia essa classificação e além da propriedade, insere nesse contexto a liberdade de uso e a capacidade. Assim, os transportes podem ser classificados em três grupos distintos: privado, público e semipúblico.
Privado ou individual. O veículo é de propriedade, ou está confiado à pessoa que o dirige. As viagens são realizadas em qualquer horário e por qualquer caminho, de acordo com a sua conveniência, ou seja, tem muita flexibilidade. Geralmente número de passageiros não atinge a capacidade do veículo e as viagens não
precisam ser complementadas. Os veículos mais comuns são bicicletas, motocicletas e automóveis.
Público, coletivo ou de massa. São disponibilizados para muitas pessoas ao mesmo tempo. Os horários e itinerários são pré-fixados, portanto, é inflexível. O veículo pertence ao estado ou a uma concessionária. Geralmente existe a necessidade de complementar as viagens com percursos a pé, ou em outros modos. Os ônibus, metrô, bonde e trem suburbano são os exemplos mais comuns.
Semi-público. Apresentam características intermediárias, são veículos privados empregados em serviços de transportes de pessoas em regime de aluguel ou fretamento. Os exemplos mais comuns são os táxis, ônibus fretado, transporte de escolares etc.
Por sua vez, o Código de Transito Brasileiro, instituído pela Lei Federal 9.503 de 23 de setembro de 1997, em seu artigo 96, classifica os veículos terrestres quanto à tração, quanto à espécie e quanto à categoria.
Quanto à tração: automotor; elétrico; de propulsão humana; e de tração animal. Quanto à espécie: de passageiro; de carga; misto; de competição; de tração;
especial; e de coleção.
Quanto à categoria: oficial, de representação diplomática; particular; de aluguel; e de aprendizagem.
Quanto à composição do transporte urbano, estão nele contidos: o sistema viário, sistema de circulação, sistema de transporte público e o sistema de transporte de cargas.
O sistema viário abrange, não só as vias abertas à circulação veículos, como também os passeios; as calçadas; os pontos de parada de ônibus; as praças e os pontos de táxis; as estações e os terminais de transportes urbanos.
O sistema de circulação, pode ser entendido como o conjunto das ações necessárias para prover a mobilidade de pessoas e bens, de forma racional e segura. Contempla as regras gerais contidas na legislação pertinente, a disposição e as características da sinalização viária, os dispositivos de controle e operação de tráfego, a hierarquização das vias urbanas, enfim todas as atividades que planejam, regulamentam e gerenciam o trânsito, no ambiente urbano.
O sistema de transporte público envolve os serviços de transportes que o estado tem obrigação de prover para atender as necessidades de deslocamento da população. É muito comum, o estado, através de concessão, permitir a exploração desse serviço pela iniciativa privada.
O sistema de transporte de cargas é representado pelos veículos que exercem atividades como abastecimento do comércio, transporte de resíduos, mudanças etc. Essas atividades de transporte, devido à predominância de veículos de grande porte e a escassez ou inadequação de áreas de carga e descarga, se não estiverem bem controladas e regulamentadas, restritas a locais e horários adequados, podem causar interferências danosas no funcionamento do sistema de transporte urbano. 3.1.1 Acessibilidade e Mobilidade
Enquanto a acessibilidade está associada aos espaços físicos livres à circulação e as demais oportunidades urbanas que possibilitam suprir as necessidades dos indivíduos, a mobilidade é vista como movimentos (fluxos) e práticas sociais necessários para obtenção dessas mesmas oportunidades. Portanto, o que é mais importante para o indivíduo é a oportunidade em si, o movimento é algo secundário, mas se torna necessário quando a oportunidade o impõe como condição vital.
3.1.2 Sustentabilidade Urbana
De acordo com Ribeiro E. (2006) a sustentabilidade urbana pode ser atingida com o equilíbrio dos elementos sociais, econômicos e ambientais, existentes no meio urbano presente, sem ameaçar esse mesmo equilíbrio no futuro.
3.1.3 Mobilidade Urbana Sustentável
Mobilidade Urbana Sustentável é o resultado de um conjunto de políticas de transporte e circulação que visam proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, através da priorização dos modos de transporte coletivo e não motorizados de maneira efetiva, socialmente inclusiva e ecologicamente sustentável (ANTP, 2003b apud MAGAGNIN & SILVA, 2007).
Portanto, a mobilidade urbana sustentável pode se tornar realidade através de políticas que têm como objetivo proporcionar o acesso irrestrito ao espaço urbano, com a prioridade efetiva do transporte coletivo e de outros modos não motorizados, sem deixar de contemplar a
inclusão social e a sustentabilidade ecológica.
A apresentação dos conceitos e terminologias, contidos nessa seção, é necessária para permitir o entendimento dos assuntos que serão abordados a seguir.