B. Mevzuatta Belirtilen Şartların Eksik Olması
7. Üyenin Adli Bir Suç İşlemesi Nedeniyle Hak Yoksunluğu
O relatório é encaminhado aos membros da Comissão de Avaliação do Contrato de Gestão, e umas principais críticas por parte dos membros é a quantidade de informações para o tempo que se tem para analisar os dados – nesse
caso, uma tarde, não apenas para os hospitais, mas para todos os ambulatórios de especialidades juntos. Como relata um membro da comissão, “[A análise] Varia. Tem época regular, ou que é trimestralmente, antes em papel, agora em CD. Volume muito grande informação” (Membro 3 – Comissão). Outro membro comenta:
Quem não tem muita experiência pode ter uma certa dificuldade, porque é avassaladora a quantidade de informações". [...] Quando eu comecei, eram pouquíssimas OSS, não é? E hoje é um mundo. E essa é uma dificuldade, dessa comissão, entendeu? De você dar conta, em uma reunião trimestral, de um volume tão grande de dados. Recebe material em CD” (Membro 4 – Comissão).
Em relação à ótica de inclusão de novos indicadores, os entrevistados da Comissão não têm uma visão unânime sobre o assunto, por acreditarem que a função do relatório é apenas informar em relação ao cumprimento das metas.
A base dele é o contrato de gestão. Então assim: você só avalia aquilo que está no contrato de gestão, que é produção, produtividade e gasto. Entendeu? Não se cobra sistema. Se cobra que, se estou contratando 100 leitos, você compra 100 leitos e produza isto. As diferenças que existem você justifica porque tem gravidades distintas ou coberturas distintas. Mas ela não tem nenhuma outra atividade. Então é o seguinte: é a compreensão do que nós estamos chamando de avaliação. (Membro 3 – Comissão).
Outro membro comenta:
Ocorre que esse material tem dois grandes campos: o campo da análise econômica propriamente dita, da massa de recursos envolvida, e depois esse segundo campo que é aquele de indicadores de morbimortalidade para analisar se as metas foram alcançadas ou não. (Membro 6 – Comissão).
Na ótica da SES: “O nosso desejo é buscar indicadores que impliquem em alterações do hospital, do ponto de vista interno, para que ele se organize com processos que sejam rastreáveis, que sejam seguros, que sejam reproduzíveis.” (SES)
Em relação às informações contidas no relatório, cada um dos entrevistados da Comissão tem uma visão diferente sobre o assunto. O Membro 3 conta: “O que existe de dados, para mim, é uma quantidade enorme e que permite dizer, basicamente, que aquilo que está sendo contratado [...] é por contrato de metas; permite a gente dizer que ‘sim’, mas do ponto de vista geral, [...] eu nunca consigo abrir tudo.” (MEMBRO 3 – COMISSÃO).
Para o membro 1, no entanto, a avaliação é “Se está sendo bem gerido ou não está. Se está gastando muito ou não está. Então isso é um relatório muito mais macro; avaliação do todo” (Membro 1 – Comissão). Para o membro 4, não há tempo para comentar sobre tudo: “A gente fala assim: não dá para olhar tudo isso, comentar tudo isso. E aí a gente acaba falando mais de um indicador ou de outro e tal. Muito volume de dados para avaliar em curto espaço de tempo” (Membro 4 – Comissão). Já para o Membro 6 a discussão financeira é mais importante:
Eu sinceramente procuro me ater mais à discussão econômico-financeira, mas é uma opção minha. Por quê? Porque à medida que você não pode fazer a fiscalização in loco dos serviços você não tem certeza do grau de confiabilidade das informações de serviços, ações desenvolvidos (Membro 6 – Comissão).
Em relação à quantidade de indicadores contidas no relatório ser satisfatória para análise, os entrevistados da Comissão afirmam que são indicadores demais:
Porque tem coisas que não são [...] de indicadores nesse sentido de... Elas são rotinas obrigatórias, enfim, estão ali. Você tem que mudar isso, isso, isso e aquilo e pronto. Enfim... E já se sabe, então, quer dizer... A princípio, isso todo mundo tem condições para mandar e tal e ali raramente tem problemas.
O desconto da parte variável pela ótica da Comissão avalia: “A gente não opina sobre isso. Agora, na prática, acho que não há desconto no contrato. Nunca houve desconto no contrato. Nunca houve porque é difícil você ver... O orçamento para o desempenho do contrato é justo, muito justo” (Membro 5 – Comissão).
A aprovação do relatório por parte da Comissão de Avaliação e Execução do Contrato de Gestão:
O problema todo é: ela [a comissão] aprova ou não o relatório de gestão por OS. Não é ela que fala para descontar valor por não cumprimento de meta. No relatório, tem que constar a avaliação – olha, daquele lá eu tirei X, eu tirei Y. Então é levado para essa comissão. Ela aprova ou não. E se não aprovar, aí tem um monte de desdobramentos que se não. Sempre foi aprovado. (Membro 1 – Comissão).
Outro membro completa:
A gente aprova ou não aprova com ressalva. Tem um componente político nesse conselho que aparece. [...] Porque tem dois representantes lá da assembleia legislativa. São dois deputados. Podem estar mais ou menos afeitos com o assunto, mas quando ele não é afeito ao assunto ele aprende
– mas quando ele tem tendência ideológica diferente, aparece com mais precisão." (Membro 5 – Comissão).
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Neste trabalho foram descritas e exploradas as características da metodologia de avaliação das OSS pelo olhar do comprador de serviço, no caso, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Em relação à qualificação das OSS, o Estado de São Paulo cumpriu seu papel, colocando como fator delimitador a experiência mínima de cinco anos em gestão de serviços de saúde para que a OSS pudesse entrar no processo licitatório de administrar os hospitais. Um aspecto fundamental é o fato de o poder público não permitir que organizações sociais não idôneas ou não capacitadas façam parte do time.
Após a análise dos documentos, legislação e os contratos, é possível afirmar que eles cumprem seu papel, conforme descrito na Lei Estadual nº 846/1998, que segue conforme o plano de Reforma do Estado preconizado pelo então MARE, buscando a eficiência na gestão.
A avaliação é cumprida pela CGCSS, que acompanha o conjunto de normas técnicas estabelecidas pela SES/SP, realizando a interface por meio de seus órgãos, como o Centro de Vigilância Epidemiologia (CVE) e Núcleo de Humanização com as OSS, além de atender às solicitações de informações das demais áreas técnicas, sendo o contrato de gestão fator primordial para a solicitação das informações.
Cabe lembrar que a avaliação institui um instrumento fundamental de apoio à gestão, por sua capacidade de melhorar a qualidade da tomada de decisão. Ou seja, sem esta ferramenta ficaria inviável qualquer tomada de decisão sem o viés ‘pessoalidade’. Mandatório lembrar que a avaliação deve ser uma prática incorporada ao cotidiano das organizações sociais, motivo pelo qual se argumenta que os instrumentos de avaliação devem ser possíveis e viáveis.
À medida que as informações são coletadas e medidas, um ponto relevante deve ser considerado: os mecanismos de pagamento ao prestador, os quais envolvem definição de valores, dependem das características da relação entre prestador e contratante. Os dados não permitirem responder precisamente a questão do desconto realizado pelo não cumprimento dos indicadores da parte
variável, porém sugerem que quando ocorre o desconto parece haver alguma compensação posterior. Este ponto necessitaria ser melhor estudado futuramente.
A metodologia de avaliação deveria considerar as diferenças de porte e perfil epidemiológico dos hospitais, já que os indicadores selecionados são aplicados indistintamente a todos os hospitais, os quais têm perfis muito variados, e isso dificulta a análise de desempenho e avaliação no sentido comparativo. Porém, os ganhos com os dados imputados durante todos esses anos ajudam a SES/SP a construir um histórico que possibilite traçar as metas futuras.
O relatório trimestral da Avaliação e Execução dos Contratos de Gestão das Unidades Hospitalares contém grande volume de informações, sendo apreciados pela Comissão sem tempo hábil para uma análise cuidadosa, o que prejudica sensivelmente o parecer em relação aos dados constantes no relatório. Além disso, em uma única reunião são analisados relatórios de hospitais, ambulatórios e serviços de apoio. Uma das sugestões pertinentes seria a CGCSS disponibilizar mensalmente os dados para a Comissão e aumentar a duração da reunião.
A metodologia utilizada está atrelada ao orçamento que a OSS projetou durante seu planejamento anual, ou seja, seus resultados são decorrentes dos valores previamente acordados e ajustados; com isso, se ela produz mais do que o acordado, sua qualidade certamente ficará prejudicada. O estado cumpre exatamente o disposto no Plano de Reforma do Estado, elaborado pela equipe do então Ministro Luiz Carlos Bresser Pereira.
O repasse de recursos financeiros não leva em consideração as variações na demanda decorrentes, por exemplo, de epidemias de dengue e outras doenças infecciosas. Esses fatos causam impacto direto na performance, colocando sob risco a qualidade do serviço prestado.
O problema de pesquisa foi identificado nos documentos analisados e principalmente das entrevistas semiestruturadas, onde foi possível perceber de fato como é realizado o processo real de avaliação das OSS.
Um fator relevante em relação à pesquisa foi a falta de publicização dos dados, por parte da SES/SP, e a dificuldade de acesso aos mesmos, o que constitui fator limitante para a desenvolvimento do trabalho. Os relatórios contidos no portal da transparência não estão atualizados, sendo encontrados apenas até 2011.
A metodologia adotada carece de indicadores capazes de avaliar a qualidade do serviço e o uso dos recursos financeiros, algo muito utilizado na administração privada, para melhoria e controle da gestão.
REFERÊNCIAS
ABRUCIO, Fernando Luiz. Trajetória recente da gestão pública brasileira: um
balanço crítico e a renovação da agenda de reformas. Revista de Administração
Pública, v. 41, p. 67-86, 2007.
ALMEIDA, Célia Maria de. Reforma do Estado e reforma de sistemas de saúde: experiências internacionais e tendências de mudança. Ciência & saúde coletiva, v. 4, n. 2, p. 263-286, 1999.
ANDRÉ, Maristela Afonso de. Contratos de Gestão: Avaliação de Desempenho e
Eficiência no Setor Público. Contrato de Gestão: Subsídio às Discussões Sobre a
Reforma do Estado. Rio de Janeiro: IBAM, 1995.
AZEVEDO, Antonio Carlos. Avaliação de desempenho de serviços de saúde. Revista de Saúde Pública, v. 25, n. 1, p. 64-71, 1991.
BALBINO, Carlos Marcelo et al. Medication errors with the aim of patient safety:
systematized revision of the literature. Online Brazilian Journal of Nursing, v. 8, n.
3, 2009.
BARRADAS, Luiz Roberto B; MENDES, José Dínio Vaz. Organizações Sociais de
Saúde: a experiência exitosa de gestão pública de saúde do Estado de São Paulo. 2007.
BITTAR, OJNV. Indicadores de qualidade e quantidade em saúde. RAS 2004; 6 (22):15-18
BRASIL. Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado. Os avanços da
reforma na administração pública: 1995-1998. Brasília, DF, MARE, 1998a.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasil, 1988.
BRASIL. Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado. Organizações Sociais. Brasília: Cadernos MARE, 1998.
BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Da administração pública burocrática à
gerencial. Revista do Serviço Público, v. 47, n. 1, p. 1-28, 1996.
BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. A reforma gerencial do Estado de 1995. Revista de Administração Pública, v. 34, n. 4, p. 7-26, 2000.
BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos; SPINK, Peter. Reforma do Estado e
administração pública gerencial. FGV Editora, 2001.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. São Paulo: Elsevier Brasil, 2003.
COUTINHO, Nina Novaes. As Organizações Sociais e o contrato de gestão. Revista
do Direito Público, v. 1, n. 2, p. 25-40, 2006.
CURTRIGHT, Jonathan W.; STOLP-SMITH, Steven C.; EDELL, Eric S. Strategic
performance management: development of a performance measurement system at the Mayo Clinic. Journal of Healthcare Management, v. 45, n. 1, p. 58,
2000.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Contratos de gestão. Contratualização do
controle administrativo sobre a administração indireta e sobre as
Organizações Sociais. Revista da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, São
Paulo, n. 45/46, 1996.
DONABEDIAN, A. The criteria and standards of quality. Ann Arbor, Mich. Health Administration Press, 1982. (Series: Explorations in Quality Assessment and
Monitoring, v. 2).
DONABEDIAN, Avedis. The seven pillars of quality. Archives of pathology & laboratory medicine, v. 114, n. 11, p. 1115-1118, 1990.
DRUCKER, Peter Ferdinand. Administração, tarefas, responsabilidades,
práticas. São Paulo: Pioneira, v. 3, 1975.
DUARTE, Rosália. Pesquisa qualitativa: reflexões sobre o trabalho de
campo. Cadernos de pesquisa, v. 115, n. 1, p. 139-54, 2002.
ESCRIVÃO Junior, A. Uso da informação na gestão de hospitais públicos. Ciência & Saúde Coletiva, 12(3): 2007 Pg 321.
ESCRIVÃO Junior, A. Informações em Saúde e Epidemiologia Gerencial. São Paulo: FGV-EAESP, julho, 2014.
FERREIRA, Walter Cintra Junior. Gerenciamento de hospitais estaduais
paulistas por meio das Organizações Sociais de Saúde. RAP Rio de Janeiro, v.
37, n. 2, p. 243-64, 2003.
FIGUEIREDO, Marcus Faria; FIGUEIREDO, Argelina Maria Cheibub. Avaliação
política e avaliação de políticas: um quadro de referência teórica. São Paulo:
Instituto de Estudos Econômicos, Sociais e Políticos de São Paulo, 1986.
FLEURY, Sonia. Reforma del Estado. Revista Instituciones y Desarrollo, v. 14, p. 81-122, 2003.
FREEMAN, G. et al. Continuity of care: report of a scoping exercise for the SDO
programme of NHS R&D. National Co-ordinating Centre for Service Delivery and Organisation: London, 2000.
GOMES, Márcio C. Organizações sociais de saúde: a experiência da Secretaria
de Estado da Saúde de São Paulo. In: LEVY, Evelyn; GRAGO, Pedro A. (org.)
Gestão pública no Brasil contemporâneo. São Paulo: FUNDAP, 2005.
GUIMARÃES, Maria do Carmo Lessa et al. Avaliação da capacidade de gestão de
Evaluation of management capacity in social organizations: an in-process. Cad. Saúde Pública, v. 20, n. 6, p. 1642-1650, 2004.
IBAÑEZ, Nelson et al. Organizações Sociais de Saúde: o modelo do Estado de
São Paulo. Ciência & Saúde Coletiva, v. 6, n. 2, p. 391-404, 2001.
JOINT COMMISSION ON ACCREDITATION OF HEALTHCARE ORGANIZATIONS- JCHO. The measurement mandate: On the road to performance improvement in
health care. Joint Commission on, 1993.
KEINERT, Tania Margarete Mezzonomo. Gestão Estratégica de Políticas
Públicas de Saúde pelos Governos Subnacionais: Estudo sobre o Processo de Parceria na Gestão de Serviços Hospitalares entre a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e Organizações Sociais no Contexto da Reforma do Estado. São Paulo, 2003, FGV Pesquisa.
YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. Bookman editora, 2015.
LA FORGIA, Gerard M.; COUTTOLENC, Bernard F. Desempenho hospitalar no
Brasil. São Paulo: Singular, 2009.
LIMA, Sheyla Maria Lemos. O contrato de gestão e a conformação de modelos
gerenciais para as organizações hospitalares públicas. Revista de
Administração Pública, v. 30, n. 5, p. 101-138, 1996.
MAKIYAMA, M.N. Análise da captação de recursos em hospitais filantrópicos
do município de São Paulo. 2002. 156 f. Dissertação (Mestrado em Administração
Hospitalar e de Sistemas de Saúde) – Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2002.
MATTOS, César. Reinventando o governo. Revista de Administração Pública, v. 29, n. 2, p. 193-200, 1995.
MELO, Cristina; TANAKA, Oswaldo. As organizações sociais no setor saúde:
inovando as formas de gestão? Organizações & Sociedade, v. 8, n. 22, p. 1-12,
2001.
MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e questão social: crítica ao padrão
emergente de intervenção social. Cortez Editora, 2002.
MOTA, André; SCHRAIBER, Lilia Blima. Atenção primária no sistema de saúde:
debates paulistas numa perspectiva histórica. Saúde soc., São Paulo , v. 20, n.
4, p. 837-852, Dec. 2011 .
NELLIS, John R. Contract plans and public enterprise performance. World Bank Publications, 1989, pages 46-48.
NEMES, Maria Ines Baptistella et al. Ação programática em saúde: recuperação
histórica de uma política de programação. In: Saúde em Debate. Serie Didática.
OLIVEIRA, Walter F.; JUNQUEIRA, Luciano A. Prates. Questões estratégicas na
reforma sanitária: o desenvolvimento do terceiro setor. Revista de
Administração Pública, v. 37, n. 2, p. 227-242, 2003.
ORGANIZACÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE. Indicadores básicos para a
saúde no Brasil: conceitos e aplicações. Brasil. Ministério da Saúde, 2008.
ROUQUAYROL, Maria Zélia; GURGEL, Marcelo. Epidemiologia & Saúde.
Medbook, 7ª, c, v. 31, p. 601-621, 2013.
SANO, Hironobu. Nova Gestão Pública e accountability: o caso das
organizações sociais paulistas. 2003.
SCHOUT, Denise; NOVAES, Hillegonda Maria Dutilh. Do registro ao indicador:
gestão da produção da informação assistencial nos hospitais. Cienc Saúde
Coletiva, v. 12, n. 4, p. 935-44, 2007.
SECCHI, Leonardo. Modelos organizacionais e reformas da administração
pública. Rev. Adm. Pública, Rio de Janeiro , v. 43, n. 2, p. 347-369, abr. 2009
SELLTIZ, Claire. JAHODA; DEUTSCH; COOK. Método de Pesquisa nas Relações
Sociais, 1974.
SILVA, Carlos Eduardo de Souza. Contratos de gestão nas empresas estatais:
estrutura, problemas e acompanhamento. Rev. Adm. Pública, v. 29, n. 4, p. 60-
73, 1995.
TANAKA, Oswaldo Yoshimi et al. Gerenciamento do setor saúde na década de
80, no Estado de São Paulo, Brasil. In: Publicação financiada pela FAPESP.
Processo Saúde Coletiva. 1992. p. 4994-0.
TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a
tomada de decisão na gestão de serviços de saúde/The role of evaluation in decisionmaking in the management of health services. Cienc. Saúde Coletiva, v.
17, n. 4, p. 821-828, 2012.
VECINA NETO, Gonzalo; MALIK, Ana Maria. Gestão em saúde. In: Gestão em saúde. Guanabara Koogan, 2012.
VENTURA, Elvira Cruvinel Ferreira; IGARASI, Lizarda Yae; LIMA, Silvio Alves.
Organização social e contrato de gestão no contexto da reforma do Estado brasileiro. Encontro Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Administração.
ENANPAD, 1998.
VIACAVA F, Porto SM, Laguardia J, Ugá AD, Moreira, RS. PROADESS: Avaliação
de Desempenho do Sistema de Saúde Brasileiro: indicadores para
monitoramento. [página na Internet]. Relatório final, 2011.[acessado 2015 set 15].
Disponível em: http://www.proadess.icict.fiocruz.br.
VIACAVA, Francisco et al. Avaliação de Desempenho de Sistemas de Saúde: um
modelo de análise Evaluation of performance of health systems: a model for
VIACAVA, Francisco et al. Uma metodologia de avaliação do desempenho do
sistema de saúde brasileiro. Cienc Saúde Coletiva, v. 9, n. 3, p. 711-24, 2004.
VIANA, Ana Luiza D.'Ávila. Descentralização e política de saúde: contexto e
alcance da descentralização. São Paulo: Editoria Hucitec,2014.
VIOLIN, Tarso Cabral. Terceiro setor e as parcerias com a administração
pública: uma análise crítica. São Paulo: Fórum, 2015.
Sites
http://egap.fundap.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=262:pr ograma-avancado-em-gestao-publica-contemporanea-2004&catid=35:cursos-
presenciais&Itemid=117.
http://pensando.mj.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/16Pensando_Direito3.pdf http://www.al.sp.gov.br/norma/?id=6680 - Lei Complementar n° 846, de 04/06/1998
– Acesso em 15/09/2015. http://www.opas.org.br/declaracao-de-alma-ata/ dia 23/01/2015 http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_docman&task=doc_view&gid=89&It emid – Acesso em 13/10/2015 http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/14327- investimento-federal-cresce-49-em-quatro-anos -Acesso em 13/12/2015. http://www.proadess.icict.fiocruz.br/index.php?pag=matrs 03/01/2016 http://www.projeto.unisinos.br/sipageh/index.php?option=com_content&task=view&id =82&Itemid=206&menu_ativo=active_menu_sub&marcador=191 http://www.saude.sp.gov.br/conselho-estadual-de- saude/homepage/destaques/?page=8. – Acesso em 14/08/2015 http://www.saude.sp.gov.br/conselho-estadual-de- saude/homepage/destaques/relatorio-de-avaliacao-da-execucao-dos-contratos-de- gestao-com-organizacoes-Sociais – Acesso em 14/08/2015. http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=1923&cla sse=ADI&origem=AP&recurso=0&tipoJulgamento= Acesso em 13/10/2015
APÊNDICE I – ENTREVISTA COM A CGCSS
1. Qual foi motivação para a implantação do modelo de contrato de gestão para a SES?
2. Quais foram os critérios adotados para a formação das metas do contrato de gestão – Metodologia?
3. Como a Secretaria de Saúde acompanha as metas do contrato de gestão? 4. Com que frequência é realizado o monitoramento das metas de gestão
constantes no contrato? Quais os tipos de ação gerados pelo acompanhamento?
5. Quais os principais indicadores de Controle e Avaliação de desempenho que são adotados pela Secretaria? Você acha que são suficientes para medir o desempenho?
6. A partir das análises dos indicadores, quais são os pontos fortes e pontos fracos da metodologia utilizada?
7. Quais as principais diferenças entre as OSS e unidades administradas diretamente, na ótica da avaliação dos indicadores?
8. Qual o perfil da equipe profissional responsável pela análise dos dados e elaboração de relatórios na Secretaria de Saúde?
APÊNDICE II – ENTREVISTA COM A COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DOS CONTRATOS DE GESTÃO
1. Como são recebidos os relatórios pela Comissão? 2. Todos os membros participam constantemente? 3. A comissão solicita algum indicador específico? 4. Quem responde aos questionamentos da Comissão?
5. Quais as ações geradas pela Comissão de Execução de Contratos? 6. Os indicadores analisados são suficientes?