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1.4 Örgütsel İletişim

1.4.1 Örgütsel İletişimin Önemi ve Amacı

Foi observada redução bispectral em todos os grupos estudados, sendo esta mais marcante em GII. Após a administração da medicação pré-anestésica, verificou-se discreta redução do BIS nos Grupos GII e GIII. Não observado em GI.

O grupo GIII apresentou menor tempo de depressão bispectral, elevando seu índice logo após M3. O grupo GI apresentou tempo de depressão bispectral intermediário, elevando seu índice logo após M4. A elevação do índice bispectral em GII, iniciou-se coincidentemente em M4, contudo devido a sua maior depressão retornou de forma mais tardia aos valores basais.

Durante o monitoramento bispectral, especialmente em GII verificou-se em momentos de quietude entre as aferições, índices bispectrais inferiores aos verificados nos momentos de aferição, por exemplo BIS igual a 68. Estes valores foram elevados à medida que o animal era manipulado e se recuperava do procedimento anestésico. O mesmo comportamento foi observado em menor intensidade em GIII, valor mínimo observado de 74, e GI com o valor mínimo observado de 80.

TABELA 29: Variação dos valores médios (x ), desvio padrão (s) e coeficientes

de variação (CV) do índice bispectral (BIS) de cães anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina tiletamina -zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam GIII, em diferentes momentos. M0 M1 M2 M3 M4 M5 M6 M7 x 98,20 97,80 87,60 89,40 89,40 92,10 95,80 97,90 GI S 0,63 0,42 6,19 5,58 6,90 8,35 5,01 0,57 CV 0,64 0,43 7,06 6,24 7,72 9,06 5,23 0,58 x 97,80 96,00 84,40 83,50 83,60 89,20 94,10 97,00 GII S 0,42 2,45 7,41 6,67 4,93 2,10 3,00 2,49 CV 0,43 2,55 8,78 7,99 5,89 2,35 3,19 2,57 x 98,00 94,90 87,70 89,20 94,10 96,20 95,10 97,70 GIII S 0,00 4,64 4,67 4,62 3,08 3,30 3,90 1,62 CV 0,00 4,89 5,32 5,18 3,28 3,43 4,10 1,65

FIGURA 15: Variação dos valores médios (x ) do índice bispectral (BIS) de cães

anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina tiletamina-zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam GIII, em diferentes momentos.

TABELA 30: Resultados da análise de perfil do índice bispectral (hipóteses

testadas, estatísticas calculadas e comentários) Hipótese Estatística Comentário H01: Interação F=2,31; p=0,0060 (<0,05) Perfis não paralelos H04: Efeito de tratamento em cada momento M0: F=0,02; p=0,9783 (>0,05) M1: F=1,18; p=0,3110 (>0,05) M2: F=1,93; p=0,1477 (>0,05) M3: F=6,15; p=0,0026 (<0,05) M4: F=15,17; p=0,0001 (<0,05) M5: F=6,78; p=0,0014 (<0,05) M6: F=0,40; p=0,6707 (>0,05) M7: F=0,12; p=0,8848 (>0,05) GI=GII=GIII GI=GII=GIII GI=GII=GIII GI=GIII≠GII GI≠GII≠GIII GI≠GII≠GIII GI=GII=GIII GI=GII=GIII H05: Efeito de momento em cada tratamento GI: F=10,39; p=0,0001 (<0,05) GII: F=18,56; p=0,0001 (<0,05) GIII: F=7,68; p=0,0001 (<0,05) M0=M1=M6=M7≠ (M2;M3;M4;M5) M0=M1=M6=M7≠ (M2;M3;M4;M5) M0=M1=M4=M5=M6=M7≠ (M2;M3)

4. 16 ELETROMIOGRAFIA

Foi observada redução da eletromiografia em todos os grupos testados, logo após a administração da medicação pré-anestésica. Esta redução foi mais evidente nos grupos GII e GIII.

Após a administração das associações anestésicas verificou-se estabilidade da eletromiografia em GIII com tendência à elevação. Os grupos GI e GIII apresentaram tendência a um maior relaxamento. O máximo de relaxamento registrado em GII ocorreu no momento M2, sendo o grau máximo de relaxamento em GIII observado mais tardiamente em M3 e M4.

TABELA 31: Variação dos valores médios (x ), desvio padrão (s) e coeficientes

de variação (CV) da eletromiografia (EMG) de cães anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina tiletamina -zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam GIII, em diferentes momentos. M0 M1 M2 M3 M4 M5 M6 M7 x 94,80 90,80 68,40 59,90 62,70 73,30 83,60 88,40 GI S 10,72 8,87 18,74 20,67 17,64 19,00 17,57 14,94 CV 11,30 9,77 27,40 34,51 28,14 25,93 21,02 16,90 x 82,50 72,00 59,80 65,00 82,50 83,70 87,50 93,00 GII S 18,60 21,37 28,84 22,73 17,36 16,67 14,77 11,60 CV 22,54 29,68 48,22 34,97 21,04 19,92 16,88 12,47 x 86,00 73,00 74,00 79,30 88,50 89,00 97,00 100,00 GIII S 9,82 21,13 13,33 13,17 9,05 10,31 7,07 0,00 CV 11,42 28,95 18,02 16,60 10,23 11,58 7,29 0,00

FIGURA 16: Variação dos valores médios (x ) da eletromiografia (EMG) de cães

anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina tiletamina-zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam GIII, em diferentes momentos.

TABELA 32: Resultados da análise de perfil da eletromiografia (hipóteses

testadas, estatísticas calculadas e comentários) Hipótese Estatística Comentário H01: Interação F=2,24; p=0,0079 (<0,05) Perfis não paralelos H04: Efeito de tratamento em cada momento M0: F=1,61; p=0,2023 (>0,05) M1: F=4,49; p=0,0124 (<0,05) M2: F=0,39; p=0,6765 (>0,05) M3: F=4,06; p=0,0188 (<0,05) M4: F=7,31; p=0,0009 (<0,05) M5: F=2,56; p=0,0800 (>0,05) M6: F=1,91; p=0,1515 (>0,05) M7: F=1,37; p=0,2568 (>0,05) GI=GII=GIII GI≠GII=GIII GI=GII=GIII GI=GII≠GIII GI≠GII=GIII GI=GII=GIII GI=GII=GIII GI=GII=GIII H05: Efeito de momento em cada tratamento GI: F=6,24; p=0,0001 (<0,05) GII: F=3,44; p=0,0017 (<0,05) GIII: F=3,02; p=0,0050 (<0,05) M0=M1=M6=M7≠(M2;M3;M4;M5) M0=M1=M2=M3=M4=M5=M6=M7 M0=M1=M2=M3=M4=M5=M6=M7

4. 17 TERMOALGIMETRIA

Para fins de melhor demonstração do comportamento termoalgimétrico, foram empregados os valores das medianas observadas. Nas situações onde a resposta ao estímulo foi nula (superior a 5 segundos de estimulação), adotou-se o valor de 6 segundos.

O Grupo I apresentou uma elevação rápida do período de tolerância ao estímulo termoalgimétrico, mostrando valores superiores a 5 segundos, 15 minutos após a administração da medicação anestésica. Este efeito foi observado até M5, onde a partir de então, decaiu gradualmente, atingindo valores basais em M7.

Verificou-se redução discreta da percepção termosensorial em GII e GIII após a realização da MPA, não sendo verificado o mesmo comportamento em GI.

GII não apresentou percepção do estímulo termoalgimétrico após 15 minutos da administração da mediação anestésica, permanecendo desta forma até o último momento avaliado.

GIII mostrou perda de sensibilidade ao estímulo termoalgimétrico de forma mais tardia que os demais grupos, sendo observada ausência de resposta após um período de 30 minutos da administração da medicação anestésica. O mesmo efeito mostrou ação mais fugaz, decaindo a partir de M4, até atingir valores basais em M7.

TABELA 33: Variação dos valores de medianas em segundos de tolerância ao

estímulo termoalgimétrico em cães anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina tiletamina-zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam GIII, em diferentes momentos.

M0 M1 M2 M3 M4 M5 M6 M7

GRUPO I 2 1 6 6 6 6 2 1

GRUPO II 1 2 6 6 6 6 6 6

GRUPO III 2 3 5 6 6 5 3 2

FIGURA 17: Variação das medianas em segundos de tolerância ao estímulo

termoalgimétrico em cães anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina tiletamina-zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam, GIII, em diferentes momentos.

4. 18 PRESSOALGIMETRIA

A fim de se compreender melhor o comportamento de resposta ao estímulo pressoalgimétrico, empregou-se os valores das medianas observadas. Adotou-se o valor de 5,01 quilogramas para ilustrar situações onde não foi observada resposta ao estímulo pressórico além do limite superior de 5,0 quilogramas, caracterizando desta forma, ausência de resposta.

GI apresentou após a administração da MPA, discreta redução nos valores pressoalgimétricos, caracterizando desta forma maior sensibilidade ao estímulo de pressão. Decorridos 15 minutos da administração da medicação anestésica, foi verificada rápida elevação dos valores, caracterizando desta forma ausência de resposta ao estímulo pressórico. Este efeito foi observado no referido grupo até M5. A partir de então, decaiu até atingir valores basais em M7.

Verificou-se diminuição discreta da percepção à pressão em GII e GIII após a realização da MPA, não sendo verificado o mesmo comportamento em GI.

GII apresentou não percepção do estímulo pressórico após 15 minutos da administração da mediação anestésica, permanecendo desta forma até M5. A partir de então apresentou declínio lento, verificando-se sensibilidade de 4,72 quilogramas em M6 e 2,87 quilogramas em M7.

GIII mostrou perda de sensibilidade ao estímulo pressórico de forma semelhante aos demais grupos, porém, seu efeito mostrou ação mais fugaz, decaindo gradualmente a partir de M3 até atingir valores basais em M7.

TABELA 34: Variação dos valores de medianas em quilogramas de tolerância ao

estímulo pressoalgimétrico de cães anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina -tiletamina-zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam GIII, em diferentes momentos.

M0 M1 M2 M3 M4 M5 M6 M7

GRUPO I 1,75 1,72 5,01 5,01 5,01 5,01 2,39 1,58

GRUPO II 1,48 1,68 5,01 5,01 5,01 5,01 4,72 2,87

GRUPO III 1,23 1,41 5,01 4,95 3,71 2,39 1,05 1,10

FIGURA 18: Variação das medianas em quilogramas de tolerância ao estímulo

pressórico em cães anestesiados com cetamina e xilazina GI, levomepromazina tiletamina-zolazepam GII e levomepromazina, cetamina e midazolam GIII, em diferentes momentos.