DEĞERLENDİRİLMESİ
4.6. VERİ TOPLAMA ARACININ GEÇERLİK VE GÜVENİRLİĞİ
Várias vezes foi necessário que o tutor acadêmico interviesse a fim de esclarecer alguns aspectos:
1) Algumas vezes o aluno acreditou que o tutor acadêmico fosse obrigado a comprar materiais específicos (livros, equipamentos, etc.)
2) O tutor empresarial, com a melhor das intenções, tentou substituir a função do estudante nas atividades, pensando que algumas atitudes pudessem ser de ajuda para o estudante. Mas declara:
Cooperamos juntos desde o início do projeto a fim de permiti-los a serem autônomos, mesmo se foram sempre disponíveis (TAz-07).
Assim, podemos afirmar as principais fases de uma orientação acadêmica voltadas à transição do estudante universitário com deficiência são, segundo a Figura 10:
Figura 10: As 09 fases de orientação profissional dos estudantes.
A partir das percepções de todos os atores envolvidos nesta dinâmica, identificamos informações importantes que reforçam o fato que as universidades italianas realmente dedicam-se à implementação de boas práticas em orientação acadêmica e profissional de alunos com deficiência, envolvendo diferentes figuras ao interno da universidade e região (Quadro 04).
Além disso, foram agrupadas as indicações dos próprios alunos, dos tutores acadêmicos e tutores empresariais, que poderão servir como base para ulteriores reflexões e atividades de pesquisa, conforme previsto no artigo 3º da Lei italiana 104/92, a fim de propor respostas educacionais e de formação aos alunos com deficiência, buscando melhorar as práticas já estabelecidas no país.
Quadro 04: Os valores adjuntos, declarados por cada ator envolvido, em nível pessoal, social e profissional.
Estudante Tutor Empresarial Tutor Acadêmico
Em nível pessoal: -Confiança em si; -Autoestima; -Motivação; -Estratégias de vida; -Confiança no declarar as problemáticas relacionadas à própria deficiência ao mundo do trabalho.
- Atenção às necessidades das pessoas;
-Satisfação em colaborar com um projeto de vida;
-Reforçar as habilidades interpessoais e de pró- atividade.
-Satisfação em colaborar em uma melhor perspectiva e qualidade de vida dos alunos universitários com deficiência;
-Reforço das habilidades interpessoais e de pró-atividade. Em nível social: -Reforço das relações
sociais;
-Visão mais realística sobre o mundo do trabalho; -Consciência sobre o como construir o próprio projeto de vida segundo as expectativas pessoais e sociais. - Conhecimento sobre o mundo da deficiência; -Sensibilização sobre as problemáticas relacionadas à inclusão no ambiente de trabalho e universitário; -Aproximação ao mundo universitário.
- Satisfação em promover uma sociedade mais inclusiva; - Colaboração com o território.
1°
fase • Avaliação do estudante 2°
fase • Encontro entre a oferta e a demanda 3°
fase • Preparação para a apresentação da empresa 4°
fase • O matching 5°
fase • Sensibilização e colaboração entre os atores 6°
fase • Desenvolvimento do projeto
7°
fase • Realização das atividades 8°
fase • Monitoramento 9°
Em nível
profissional: -Aquisição de competências profissionais; -Conhecimento sobre como elaborar o CV;
-Competências em trabalhar em grupo e de projetar junto;
-Respeito das normas do ambiente de trabalho; -Respeito dos aspectos éticos.
- Reforço das competências e habilidades; - Sensibilidade ao interno do ambiente de trabalho; - Desenvolvimento das habilidades de comunicação e de escuta; - Comportamento de acolhimento; - Estratégias de colaboração e de cooperação.
- Reflexão sobre as diversas abordagens para a identificação das competências e das necessidades dos alunos com deficiência;
- Colaboração com os outros serviços de orientação acadêmica e profissional;
- Envolvimento em todo o processo de transição do aluno; - Saber considerar os aspectos individuais, sociais e
profissionais dos estudantes; - Habilidade de comunicação e de escuta, principalmente com os atores externos à universidade; -Estratégias de acolhimento; - Reforço das estratégias de colaboração e cooperação, criando-se uma rede integrada de trabalho.
A reforçar: - Difusão sobre os serviços ao interno das universidades e no território;
- Conectar os estágios com as aspirações profissionais; - Difusão das oportunidades de trabalho.
- Informações sobre as problemáticas relacionadas às pessoas com deficiência no mundo do trabalho;
- Desenvolver estratégias de formação e de suporte voltadas às pessoas com deficiência no mundo do trabalho.
- Desenvolver estratégias de formação e de suporte voltadas às pessoas com deficiência no mundo do trabalho;
- Difundir as práticas existentes no território local, regional, nacional e no exterior.
O estudo realizado na Itália, portanto, consentiu reunir elementos relacionados à questão do acesso dos alunos com deficiência na Universidade, à luz do contexto histórico, legislativo e organizacional institucional e nacional.
Além disso, tentamos descrever e contextualizar os serviços para sua orientação acadêmica e profissional, tendo em conta a relação entre eles, as perspectivas da equipe acadêmica, dos alunos e também dos tutores empresariais.
A fim de compreender o funcionamento desses serviços, propôs-se a adequar e a implementar o programa de orientação acadêmica e profissional dos alunos com deficiência. Para tanto, conforme descrito no capítulo, foi realizada uma avaliação inicial das habilidades e necessidades de cada aluno, nas dimensões acadêmica, profissional, social e individual. Então, tentamos desenvolver estratégias para a correspondência entre as competências e aspirações dos alunos com a oferta de trabalho, construindo relações importantes entre a Universidade e a região. Uma vez dentro do ambiente de trabalho, foram implementadas práticas de acompanhamento, orientação e consultoria. Em alguns casos, foi possível constatar a contratação efetiva de alguns estudantes que participaram da pesquisa.
Tais procedimentos constituíram a proposta de orientação acadêmica e profissional dos alunos com deficiência que, como descrito na Figura 10, é composto por nove fases principais.
A partir das percepções de todos os atores envolvidos nesta dinâmica, identificamos informações importantes que reforçam o fato que as universidades italianas realmente dedicam-se à implementação de boas práticas no âmbito da orientação acadêmica e profissional dos alunos com deficiência, envolvendo diferentes figuras de dentro da Universidade e no território.
Por outro lado, foram agrupadas as indicações dos alunos, dos tutores acadêmicos e dos tutores empresariais, as quais servirão como base fundamental para a reflexão e atividades de investigação, conforme exigido também pelo artigo 3 º da Lei 104/92, a fim de propor respostas educativas e de formação a favor dos alunos com deficiência, tentando melhorar as práticas já consolidadas no país.
QUARTA PARTE
A ORIENTAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES