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Uymadan Sonraki Serbestlik İlkesi ve İstisnaları

Belgede Ceza yargılamasında temyiz (sayfa 160-163)

3.2. BOZMA SONRASI YARGILAMA

3.2.2. Uyma Kararı Sonrasındaki Duruşma

3.2.2.1. Uymadan Sonraki Serbestlik İlkesi ve İstisnaları

O experimento foi conduzido de setembro de 2005 a janeiro de 2006, a 27o00’30’’ de latitude sul e 51o09’06’’ de longitude oeste, altitude média de 750 m, clima Cfa, segundo a classificação de Köppen-Geiger (verão quente) com temperatura média anual de 17 ºC e precipitação pluviométrica média

anual de 1.800 mm, nas dependências do Centro de Difusão Genética da Perdigão Agroindustrial S/A (Videira/SC).

Análises para determinação da composição dos ácidos graxos foram realizadas no Laboratório de Nutrição Animal do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte/MG).

Animais e manejo

Foram utilizados 24 suínos machos reprodutores Dalboard 85, com idades de 12 a 18 meses, alojados em baias individuais com água ad libitum e suplementação concentrada diária, segundo exigências estabelecidas pelo NRC (1998).

Os animais foram distribuídos num delineamento inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 2 X 3, com duas fontes de óleo (soja e salmão) e três níveis de antioxidantes (150, 300 e 450 mg de vitamina E/kg de ração), durante um período experimental de 10 semanas. Foram adicionados 3,5% de óleo, independente da fonte utilizada. A composição centesimal foi baseada nas exigências nutricionais do NRC (1998) que se encontra na Tabela 1.

Coleta e avaliação do sêmen

Antes de cada coleta foi realizada a higienização externa do prepúcio com água e sabão neutro e interna com solução fisiológica, para evitar possíveis contaminações do sêmen.

As amostras de sêmen coletadas para determinação do teor de ácidos graxos nos espermatozóides de suínos foram realizadas na primeira, quarta, sétima e décima semana, sendo uma coleta por macho, pelo método da mão enluvada (King e Macpherson, 1973), em sala apropriada com um manequim. O sêmen foi coletado em copo plástico de 700 mL contido em um copo térmico, com água previamente aquecida a 37 °C. Imediatamente, após a coleta do sêmen, o ejaculado foi analisado quanto a sua motilidade e vigor espermático, conforme normas do CBRA (1998).

Tabela 1 – Composição centesimal da ração experimental disponibilizada para reprodutores suínos

Ingredientes Quantidade (kg) Milho 66,05 Farelo de Soja 19,40 Casca de Soja 7,38 Óleo1 3,50 Foscálcio 1,63 Calcário 0,87 Sal 0,45

Premix Vitamina e Mineral2 0,40

Adsorvente Mycofix 0,20

Lisina 0,13 Total 100,00 Composição calculada

Matéria seca (%) 87,53

Energia metabolizável (kcal/kg) 3.555

Proteína bruta (%) 17,3 Fibra (%) 4,60 Cálcio (%) 0,79 Fósforo disponível (%) 0,45 Gordura (%) 6,59 Metionina (%) 0,237 Metionina + Cistina (%) 0,503 Lisina (%) 0,799 1

Óleos de soja e salmão foram adicionados na mesma proporção. 2

Premix vitamínico e mineral suíno reprodução 0,4% (Perdigão S/A).

Determinação de ácidos graxos e vitamina E Nos óleos e rações

Os ácidos graxos presentes nos óleos e rações foram extraídos pela técnica preconizadas por Folch et al. (1957) e a composição de ácidos graxos identificados nos óleos e rações foi determinada por cromatografia gasosa segundo Firestone (1998). As amostras foram transmetiladas com

base na metodologia de Hartman e Lago (1973), que consiste de saponificação e conversão dos ácidos graxos em ésteres metílicos. Foi utilizado um cromatógrafo gasoso (Pye Unicam PU 4550, Philips), equipado com detector por ionização em chama, injetor split vazão de 100:1; coluna capilar de sílica fundida, 50 m de comprimento x 0,25 mm de diâmetro interno, com 0,2 mm de polietileno glicol (CP-Sil 88, Chrompack WCOT, Holanda), acoplado a um software (Borwin, JMBS Developments). As condições cromatográficas foram: temperatura da coluna, 180 °C (isotérmica); gás de arraste, hidrogênio numa vazão de 2,0 mL/min e temperatura do detector de 300 °C e do injetor de 270°C. A identificação dos ácidos graxos foi feita por comparação dos tempos de retenção dos padrões de ésteres metílicos com os da amostra, e a quantificação feita por normalização.

A metodologia utilizada para determinação do conteúdo de vitamina E nas diversas fontes de óleo e rações experimentais foi proposta por Brubacher et al. (1985).

Nos espermatozóides

A avaliação do perfil de ácidos graxos e teor de vitamina E nos espermatozóides foram realizados na 1a, 4a, 7a e 10a semana do período experimental. A determinação dos diversos ácidos graxos foi feita a partir de um total de 96 amostras distribuídas entre os tratamentos.

O protocolo utilizado no preparo do sêmen para extração de ácidos graxos foi descrito por Rooke et al. (2001). Consistiu da retirada de 20 mL da fração rica em espermatozóide do ejaculado. Os espermatozóides foram separados do plasma seminal por centrifugação a 700 g por 20 minutos. Depois foram re-suspendidos em igual volume (1:1) de solução de NaCl 0,9% e novamente centrifugado. Este processo foi repetido duas vezes. O plasma seminal foi descartado. Os espermatozóides foram estocados a temperatura de -20 ºC para posterior análise.

Para análise do perfil de ácidos graxos foi utilizado o protocolo recomendado por Blesbois et al. (1997). Consistiu de um rápido descongelamento e posterior extração de lipídeos presentes nas amostras de espermatozóides, com utilização de clorofórmio/metanol (2:1, v/v). A

técnica adotada quanto à extração e à esterificação dos lipídeos foi descrita por Hulan et al. (1989). Após sua obtenção os ésteres de ácidos graxos foram analisados em um cromatógrafo gasoso GC-17A Shimadzu, dotado de detector de ionização em chama de injeção automático, coluna capilar (Carbowax), sendo utilizado H2 como gás de arraste. Os cálculos foram

feitos por integração com um computador ligado ao detector. Os picos dos ácidos graxos foram identificados pela comparação com um padrão.

O teor de vitamina E presente nos espermatozóides foi mensurado segundo a metodologia proposta por Ueda e Igarashi (1990) e expressa em ppm.

Análises estatísticas

As análises dos parâmetros avaliados foram realizadas com utilização do programa SAEG (UFV, 1997). As variáveis foram submetidas aos testes de normalidade e homocedacidade. Posteriormente, foram submetidas à análise de variância dos dados e utilizadas o teste de Student Newman- Keuls (SNK) para comparação de médias entre as fontes de óleo, com nível de significância de 5% e análise de regressão para os níveis de antioxidantes usados. Quando houve interação foi determinado o efeito do nível de antioxidante dentro de cada fonte.

Belgede Ceza yargılamasında temyiz (sayfa 160-163)