2.5. Demokratik Yönetim ve Liderlik
2.5.2. Demokratik Liderliğin Kuramsal Çerçevesi
2.5.2.2. Davranışsal Yaklaşım
Zylbersztajn e Miele (2002) afirmam que os atributos de qualidade são essenciais em todas as indústrias de alimentos e seus controles são elementos importantes para a coordenação de toda a cadeia. Nesta perspectiva. o paradigma da gestão das cadeias produtivas leva em conta as parcerias e joint-ventures com informações e comunicações abertas e compartilhadas. (CROOM, 2000; LAMBERT; COOPER, 2000; LAMBERT, 2004; BALLOU, 2007).
Alguns estudos mostram que o atendimento dos requisitos de qualidade de um produto demanda capacidade de diferenciação e coordenação das cadeias agroalimentares a fim de garantir as especificações desejadas e, neste sentido, novas técnicas de gestão da qualidade passam a ser utilizadas pelas indústrias de alimentos como a APPCC e as BPF (REZENDE et al, 2003; RIBEIRO;NETTO, 2003;SPERS, 2003).
No caso das cadeia de produção de alimentos, Ziggers e Trienekens apud Toledo et. al (2004) elencam os motivos que incentivam à coordenação da qualidade destas cadeias:
1. Perecibilidade dos produtos;
2. Variabilidade da qualidade e da quantidade dos insumos fornecidos pelo setor agropecuário, causada por variação biológica, sazonalidade, imprevisibilidade de clima e outros riscos biológicos; 3. Diferenças de tempo de produção entre os diversos setores (ou
estágios) de produção numa cadeia;
4. Complementaridade de insumos agropecuários, principalmente quando são vendidos apenas em “pacotes” de produtos combinados; 5. Estabilização de consumo de muitos produtos alimentícios;
6. Aumento da exigência do consumidor, quanto ao produto e ao seu método de produção;
7. Deterioração da qualidade intrínseca (fator fundamental da qualidade de produtos alimentícios, especialmente dos produtos frescos); e 8. Necessidade de capital.
Para atingimento deste nível de integração na cadeia, Toledo et al. (2004) propuseram um modelo de coordenação de qualidade em cadeais produtivas formado por uma estrutura de coordenação da qualidade (ECQ) e de um método para coordenação da qualidade (MCQ), conforme a figura 3.25. A ECQ tem a função básica de identificar e desdobrar os requisitos de qualidade do produto para satisfazer a qualidade demandada pelo mercado e, definir, implementar e controlar processos de melhoria da qualidade do produto e da gestão da qualidade. Por outro lado, o MCQ tem por função auxiliar um agente coordenador da qualidade definido na cadeia a visualizar, analisar, controlar e melhorar a qualidade dos produtos ao longo da cadeia de produção, por meio de um diagnóstico contínuo da qualidade do produto, da gestão da qualidade
entre os agentes envolvidos por meio da verificação do desempenho, problemas e oportunidades para ações de melhoria na cadeia.
Toledo et al. (2003) definem a coordenação da qualidade em cadeias produtivas como um conjunto de atividades planejadas e controladas por um agente coordenador, com a finalidade de aprimorar a gestão da qualidade na cadeia e garantir a qualidade dos produtos, por meio de um processo de transação das informações, contribuindo para a melhoria da satisfação dos clientes e para a redução dos custos e das perdas em todas as etapas da cadeia.
Figura 3.25: Visão geral dos elementos da estrutura para coordenação da qualidade. Fonte: Toledo et al (2004).
De acordo com Toledo et al. (2003), Borrás e Toledo (2003a) e Borrás e Toledo (2003b) apud Borrás (2005), os requisitos para a qualidade do produto constituem um conjunto formado por requisitos do mercado e do ambiente institucional, ou seja, de mercado ou do cliente/consumidor, legais, de padrões próprios da empresa, de entidades de classe e da sociedade. O Quadro 3.19 define estes requisitos de acordo com o modelo.
Quadro 3.19: Definição do requisitos da qualidade do modelo de coordenação da qualidade
Requisitos da Qualidade Definição
Do consumidor (RC) Desejos e expectativas em relação a um determinado produto a ser entregue ou serviço a ser prestado por um fornecedor continua
Quadro 3.19 (cont.): Definição do requisitos da qualidade do modelo de coordenação da qualidade
Requisitos da Qualidade Definição
Legais (RL)
Normas, regulamentos, códigos e procedimentos formalizados por legislação e que possam influneciar ou definir as características de qualidade de um produto.
Da cadeia/empresas (RE)
Expressam as necessidades ou prioridades destas, explicitadas em termos quantitativo ou qualitativo, tendo por objetivo definir características que um produto deve conter, alinhada às estatégias competitivas e de imagem da empresa e da cadeia
Da Sociedade (RS)
Normas, regulamentos, códigos, procedimentos, fatores de saúde, de segurança, do meio ambiente, religiosos, culturais e de conservação de energia formalizados por legislação ou praticados como valores sócio-culturais
Fonte: Elaborado pelo autor a partir de Toledo et al. (2004).
Entretanto, o modelo de coordenação de qualidade para cadeias agroindustriais proposto por Toledo at al. (2004) relaciona simultaneamente a comunicação das diversas dimensões da qualidade, como a sustentabilidade social e ambiental, as questões tecnológicas e de gestão da cadeia. A coordenação da qualidade proposta tem um escopo amplo e é bem ajustado para cadeias cujos os procedimentos, normas e legislação relacionados à gestão da qualidade e segurança já estão bem estabelecidos, adotados e estruturados entre seus diversos atores. Estes são os casos de grande parte das cadeias da carne bovina e seus derivados, de frango e seus derivados, de frutas in natura destinadas à exportação, do café, da soja, entre outras, onde a sua abrangência extrapola os limites regionais de atuação e é governada pelo mercado de exportação, principalmente para países como os Estados Unidos, os da União Européia e Japão. A falta de atendimento às exigências contratuais destes países implica direta e imediatamente na recusa dos produtos exportados, podendo ter como conseqüência potencial a imposição de barreiras comerciais.
Este não é o caso da cadeia de vegetais minimamente processados que atende ao mercado regional e tem sua estrutura frágil, principalmente nas relações contratuais entre os atores (NANTES; LIONELLI, 2000), o que maximiza a assimetria de informação que pode implicar em consequencias negativas para a qualidade e segurança dos seus produtos ofertados ao consumidor. Neste caso, o recorte teórico do modelo proposto por Toledo et al. (2004) para esta tese é o foco no tema qualidade e segurança dos alimentos para o consumidor, cuja qualidade demandada - conjunto de requisitos de qualidade e segurança esperados pelo consumidor - desdobra-se na organização da estrutura de informação dos requisitos legais e do consumidor daquele
modelo para os agentes da cadeia. Borrás (2005) estabelece a gestão da qualidade como um pré-requisito para a coordenação da qualidade.
Borrás (2005) elencou, a partir de revisão bibliográfica, alguns resultados que podem ser alcançados por meio da implementação de programas de garantia da qualidade em cadeias de produção agroalimentar: o aumento da probabilidade de fornecimento de produtos de qualidade por meio de monitoramento; ação corretiva e melhoria contínua; habilidade de reponder e controlar situações de emergência; habilidade para responder a requisitos de órgãos públicos e de consumidores; aumento da confiança do consumidor por toda a cadeia; adição de valor ao produto e redução de custos nas estapas produtivas da cadeia.
Além do aumento dos custos de produção, Spers (2003) acrescenta que entre os prejuízos causados por contaminações, devido a falta de controle, estão a perda do produto, os custos de ações legais e indenizações aos consumidores, o desgaste da imagem da empresa/marca do produto, o impacto negativo das demais empresas que produzem ou comercializam produtos semelhantes, a perda da confiança do consumidor, os custos de uma administração de crises, e por fim, os investimentos necessários para recuperação da imagem da empresa. O Quadro 3.20 lista algumas práticas de coordenação que podem ser adotadas pela empresa processadora e o fornecedor de matéria-prima e entre a empresa fornecedora e os varejistas para a obtenção dos resultados, acima mencionados.
Quadro 3.20: Práticas de coordenação da qualidade entre fornecedor – processadora-varejista Elo Fornecedor – Empresa Processadora Elo Empresa Processadora - Varejistas Relações de parceria para garantia da qualidade na
cadeia Ações de exigências e orientações para preservação da qualidade do produto final Investimentos em treinamentos, assistência técnica,
ações conjuntas de melhoria, pagamento por qualidade, financiamento de recursos de produção, prestação de serviços
Incentivos fornecidos ao distribuidor em termo de desconto nos preços, melhores prazos de pagamento, tratamento preferencial para manutenção da qualidade do produto
Envolvimento do produtor no processo de
desenvolvimento de novos produtos Retroalimentação dos varejistas e consumidores em relação à qualidade do produto e serviço oferecido Ações sistêmicas e compartilhadas de gestão da
qualidade para garantir a consistência na padronização dos produtos
Premiação por serviços prestados pelo varejista Levantamento e formulação das necessidades específicas dos varejistas e consumidores
Diagnóstico conjunto da qualidade (auditorias de
qualidade no produtor rural) Envolvimento do varejista no processo de desenvolvimento de novos produtos continua
Quadro 3.20 (cont.): Práticas de coordenação da qualidade entre fornecedor – processadora-varejista Elo Fornecedor – Empresa Processadora Elo Empresa Processadora - Varejistas
Elaboração conjunta de planos de ações de melhorias Diagnóstico conjunto da qualidade (auditorias de qualidade no varejista)
Acompanhamento das melhorias implantadas
Ações sistêmicas e compartilhadas de práticas de gestão da qualidade para garantir a consistência na padronização dos produtos
Elaboração conjunta de planos de ações de melhorias
Medição e análise de indicadores de desempenho em qualidade (redução de custos nas falhas e de refugos, melhoria na qualidade do produto e na satisfação dos clientes, redução de não-confomidades)
Acompanhamento das melhorias implantadas
Medição e análise de indicadores de desempenho em qualidade (redução de custos nas falhas e de refugos, melhoria na qualidade do produto e na satisfação dos clientes, redução de não-confomidades)
Fonte: Elabotado pelo autor a partir de Toledo et al. (2003)
Como requisito fundamental para manter a satisfação do consumidor e tornar os produtos de uma empresa um diferencial competitivo é necessário estabelecer um ambiente que promova melhoria contínua da qualidade dos processos, e conseqüentemente dos seus produtos. Deste modo, a melhoria da qualidade assume um caráter estratégico e se torna uma ferramenta de negócio para a empresa. Todos os defeitos existentes nos processos ou nos produtos finais devem ser objeto de melhoria de modo contínuo com o objetivo de serem eliminados. O resultado final para uma organização é um somatório das melhorias alcançadas em cada um dos processos individuais da empresa (MERLI, 1993).
Spers (2003) afirma, ainda, que o problema da segurança e da qualidade de alimentos assume importância sob o ponto de vista das organizações, e a gestão da qualidade torna-se importante, na medida em que existem estes custos, que apesar de não serem facilmente mensuráveis, afetam diretamente a rentabilidade das empresas de alimentos.
Furlanetto (2002) relata que a estruturação e coordenação de uma cadeia de suprimentos tem por objetivo proporcionar maior eficiência para as empresas da cadeia e definiu algumas características ideais desta estrutura coordenada, conforme mostra o Quadro 3.21. Estas características se confudem com o arcabouço da teoria de GCS, e por este motivo, o termo “coordenação de cadeias” é uma forma de expressar as bases da GCS com atividades operacionais bem definidas e com objetivos claros, monitorados e controlados por meio de um agente coordenador.
Quadro 3.21: Características ideais da estrutura de coordenação da cadeia de suprimentos
CARACTERÍSTICAS ESPECIFICIDADES
1. Identificação dos agentes Predominam as transações entre agentes identificados e que manifestem o desejo de continuar na relação.
2. Ações conjuntas: cooperação
As ações efetuadas ao longo dos diferentes elos envolvem iniciativas de parcerias e cooperação, facilitando o processo de resolução de problemas e induzindo a um maior grau de geração de inovações.
3. Contratos flexíveis Predominam os contratos de longa duração, muitas vezes informais, renegociáveis e altamente flexíveis.
4. Livre de fluxo de informações As informações fluem nos dois sentidos da cadeia, não se limitando somente à quantidade e preço.
5. Padronização das ações
As operações, ao longo da cadeia, são padronizadas, cada cadeia procura transacionar sob a sua lógica e com padrões definidos, facilitando-se as transações.
6. Existência de um coordenador da cadeia O coordenador da cadeia procura visualizar todos os seus segmentos considerando-a como sendo uma única grande empresa.
7. Os conflitos são negociados entre as partes
Os conflitos são, predominantemente, resolvidos entre as partes, sem a intermediação de uma terceira parte.
8. Estratégia única para a cadeia As transações dentro de uma mesma cadeia são orientadas, prioritariamente, por uma estratégia única.
9. A existência de uma marca que identifique a cadeia
Para poder competir com outras cadeias de suprimentos a cadeia necessita construir a sua marca própria.
10. Compartilhamento dos lucros Os benefícios advindos de esforços cooperados são repassados aos membros de toda a cadeia, facilitando-se, assim, a coesão do sistema. Fonte: FURLANETTO (2002)
Resumo do capítulo
A partir da revisão bibliográfica realizada neste capítulo, pode-se verificar que o produto final da cadeia de VMP, ou seja, uma embalagem contendo vegetais santizados e prontos para o consumo é uma opção que agrega comodidade, conveniência, prazer e saúde para o consumidor. Para reunir todas estas características estes vegetais necessariamente devem estar disponíveis para compra e dispostos em uma embalagem que ofereça proteção ao vegetal e informação ao consumidor, atender aos atributos sensoriais e oferecer segurança no seu consumo. Para atender a estas características, o vegetal, desde quando está sob a forma de matéria-prima, em produção, até se transformar em um produto processado, passa por uma série de etapas envolvendo uma cadeia de agentes que o produzem, o processam, o transportam e o
distribuem. Em cada uma destas etapas há um conjunto de fluxos de informações e de materiais entre estes agentes, traduzido por transações, cujas atitudes, individuais ou não destes agentes, podem introduzir perigos para a saúde do consumidor ou problemas para a qualidade do produto, sejam elas intencionais (por comportamentos oportunistas) ou não-intencionais.
Além das transações entre os agentes nesta cadeia, denominadas de “Sistema Humano” (funções gerenciais) por Luning e Marcelis (2007), a produção de VMP é regida paralelamente pela tecnologia de produção de VMP, denominada por estes mesmos autores de “Sistema Tecnológico” por meio das funções tecnológicas.
Esta relação é o constructo desta tese que está dividido nos elementos norteadores relacionados ao “Sistema Tecnológico” e nos elementos de investigação relacionados ao “Sistema Humano”. Os elementos norteadores, conforme o Quadro 3.22, são aqueles relacionados às funções tecnológicas da cadeia e que necessariamente são utilizados para a construção da estrutura básica do sistema proposto; se baseiam na tecnologia que é empregada na cadeia e em apectos institucionais (normas, código de procedimentos e legislação) que já estão definidos e institucionalizados, independentemente do corportamento humano.
Quadro 3.22: Constructos da pesquisa: elementos norteadores Funções tecnológicas da
cadeia Referências
Qualidade de matéria-prima (Boas Práticas Agrícolas-BPA)
FDA (1998); DE ROEVER (1998); PABRUA (1999); ARTS (2001); MORTIMORE (2001); SEATON (2001); HOWARD; GONZALEZ (2003); KIRBY et al. (2003); MORETTI (2003); CRUZ et al. (2006); NASCIMENTO NETO (2006); BERTOLINO (2010).
Boas Práticas de Fabricação (BPF)
BRASIL (1997); SPERBER (1998); PANISELLO; QUANTICK
(2001); WALLACE; WILLIAMS (2001); MORTIMORE (2001);
CAC/RCP (2003); OLIVEIRA; MASSON (2003); SPERBER
(2005); ALVARENGA et al. (2006); CRUZ et al. (2006); NASCIMENTO NETO (2006); MARTINS (2007); LUNING et al. (2008); GORAYEB et al. (2009); BERTOLINO (2010). Procedimentos Padrão de
Higiene Operacional (PPHO)
GIESE (1991); MORTIMORE (2001); BRASIL (2002); MONTVILLE; MATTHEWS (2005); CRUZ et al. (2006); KEENER (2007); BERTOLINO (2010).
Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC)
PEARSON; CORLETT (1992); CAC/RCP (1997); FDA (1997); MORTIMORE (2001); PANISELLO; QUANTICK (2001); HULEBAK; SCHLOSSER (2002); ABNT (2006); ENTIS (2007); ARVANITOYANNIS; KASSAVETI (2009); BERTOLINO (2010).
Quadro 3.22 (cont.): Constructos da pesquisa: elementos norteadores Funções tecnológicas da
cadeia Referências
Produção dos VMP
CARDOSO et al. (2001); SAPERS (2003); ZEUTHEN;SORENSEN (2003); DAREZZO (2004); CHITARRA;CHITARRA (2005); ALLENDE et al. (2006); CENCI et AL. (2006); CRUZ et al. (2006); FONSECA (2006); MONTVILLE;MATTHEWS (2007); SATO (2009)
Fonte: Elaborado pelo autor.
Os elementos de investigação são aqueles que retratam a realidade das transações da cadeia estudada e, portanto, necessitam ser pesquisados; a investigação é no sentido de se obter as informações necessárias que convirjam para uma análise de soluções passíveis de serem consideradas na proposição do sistema e que possibilitem a gestão da cadeia. Deste modo, o conjunto de resultados da investigação destes elementos representa a solução para gerir a qualidade e a segurança da cadeia de VMP. Além disto, este conjunto de resultados é a resposta para a lacuna que existe entre as funções tecnológicas da cadeia de VMP e a forma de comunicá-las e geri-las entre seus agentes, de modo a resultar em uma cadeia gerida de modo eficaz17 para garantir a qualidade e segurança de seus produtos finais. Os elementos de investigação e seus respectivos itens no instrumento de coleta de dados estão relacionados, conforme mostra o Quadro 3.23
Quadro 3.23: Constructos da pesquisa: elementos de investigação e sua associação ao intrumento de coleta de dados Elementos de investigação
nos casos para proposição do sistema
Desdobramento dos
elementos de investigação Referências
Questões associadas ao instrumento de coleta de dados (guia de entrevista) Apêndice D Apêndice E Apêndice F Apêndice G
Atividades gerenciais das cadeias estudadas
Identificação e desdobramento dos requisitos da qualidade
MENTZER et al. (2001); TOLEDO (2001); TOLEDO et al. (2003); JÖNKER; KARAPETROVIC (2004); BORRÁS (2005); PALADINI (2008); MELLO et al. (2009); PALADINI (2009); BERTOLINO (2010).
3.1 e 3.2
Definição dos processos tecnológicos para garantia da qualidade e segurança de alimentos
BEAMON; WARE (1998); TOLEDO (2001); JÖNKER; KARAPETROVIC (2004); BORRÁS (2005); ZOKAEI; HINES (2007); MELLO et al. (2009); BERTOLINO (2010).
4.1.1 a 4.1.5
Definição de responsabilidades nos processos tecnológicos para garantia da qualidade e segurança de alimentos
BEAMON; WARE (1998); TOLEDO (2001); JÖNKER; KARAPETROVIC (2004); BORRÁS (2005); PALADINI (2008); MELLO et al. (2009); PALADINI (2009); BERTOLINO (2010).
5.1 a 5.4
Treinamento/assistência técnica dos agentes envolvidos para a execução dos processos identificados
TOLEDO (2001); PANISELLO; QUANTICK (2001); TOLEDO et al. (2003); PALADINI (2008); ROTH et al. (2008) MELLO et al. (2009); PALADINI (2009).
6.1 a 6.9
Melhoria e desempenho dos processos
MERLI (1993); BEAMON; WARE (1998); TOLEDO (2001); TOLEDO et al. (2003); JÖNKER; KARAPETROVIC (2004); BORRÁS (2005); PALADINI (2008); MELLO et al. (2009); PALADINI (2009) ; BERTOLINO (2010).
7.1 a 7.4
Indicadores de desempenho dos processos e do produto final
TOLEDO et al. (2003); BORRÁS (2005); BERTOLINO
(2010). 8
Rastreabilidade do produto nos processos
BORRÁS (2005); ABNT (2006); ROTH et al. (2008);
BERTOLINO (2010). 9.1 a 9.5
Quadro 3.23 (cont.): Constructos da pesquisa: elementos de investigação Atividades gerenciais das
cadeias estudadas
Devolução de produtos finais não-conformes
CARTER; ELLRAM, 1998; LAMBERT et al. (1998); LAMBERT; COOPER (2000); GONÇALVES; MARINS (2006); BERTOLINO (2010).
10.1 a 10.4 Relacionamento com clientes
finais LAMBERT et al. (1998); LAMBERT; COOPER (2000); BORRÁS (2005); BERTOLINO (2010). 11.1 a 11.6
Atividades de cooperação e interdependência entre os agentes, processos e sistemas
Integração dos agentes
FAWCETT; CLINTON (1997); LAMBERT et al. (1998); LAMBERT; COOPER (2000); MENTZER et al. (2001); FURLANETTO (2002); TOLEDO et al. (2003); ALVES FILHO et al. (2004); TOLEDO et al. (2004); CESAROTTI; DI SILVIO (2006); FUGATTE et al. (2006); BALLOU (2007); LUNING; MARCELIS (2007).
12.1 a 12.5
Compartilhamento de objetivos entre os agentes da cadeia
FAWCETT; CLINTON (1997); LAMBERT et al. (1998); LAMBERT; COOPER (2000); MENTZER et al. (2001); ALVES FILHO et al. (2004); TOLEDO et al. (2004); CESAROTTI; DI SILVIO (2006); BALLOU (2007); LUNING; MARCELIS (2007).
13.1 a 13.3
Troca mútua de informações pelos agentes da cadeia
FAWCETT; CLINTON (1997); LAMBERT et al. (1998); LAMBERT; COOPER (2000); BORRÁS (2005); MENTZER et al. (2001); ALVES FILHO et al. (2004); TOLEDO et al. (2004); CESAROTTI; DI SILVIO (2006); BALLOU (2007); LUNING; MARCELIS (2007).
14.1 a 14.3
Realização de pedidos pelos
clientes finais LAMBERT et al. (1998); LAMBERT; COOPER (2000); 15.1 a 15.5 Atendimento a pedidos
(volume e prazo) realizados pelos clientes finais
LAMBERT et al. (1998); LAMBERT; COOPER (2000); AZEVEDO (2000).
16.1 a 16.4 Distribuição de benefícios entre
os agentes da cadeia ALVES FILHO et al. (2004); TOLEDO et al. (2004); BORRÁS (2005). 17.1 a 17.3 Construção e manutenção de
relações de longo prazo
LAMBERT et al. (1998); AZEVEDO (2000); LAMBERT; COOPER (2000); ALVES FILHO et al. (2004); TOLEDO et al. (2004); MENTZER et al. (2001).
18.1 a 18.5
Quadro 3.23 (cont.): Constructos da pesquisa: elementos de investigação
Caracterísitcas transacionais entre os agentes da cadeia
Reputação entre agentes da cadeia e transparência nas transações
SPERS (1999); AZEVEDO (2000); CROOM (2000); MACHADO (2000); MENTZER et al. (2001); FURLANETTO (2002); ALVES FILHO et al. (2004); FUGATTE et al. (2006); BALLOU (2007); BATTEN (2008); ROTH et al. (2008).
Assimetria de informações
(risco moral e seleção adversa) AKERLOFF (1966); ARROW (1968); AZEVEDO (2000); MALLMANN (2000); COSTA; BIALOSKI NETO (2005). Racionalidade limitada e
oportunismo dos agentes COASE ZYLBERSZTAJN; FARINA (1999); PITELLI (2004) (1937); ZYLBERSZTAJN (1995); Existência e completude de
contratos (incerteza)
AZEVEDO (2000); MALLMANN (2000); FURLANETTO (2002); MACHADO (2002); LUCCI;SCARE (2004) Ações oportunistas NEVES (1998); ZYLBERSZTAJN; FARINA (1999) Frequência das transações ZYLBERSZTAJN; FARINA (1999); MACHADO, 2002; PITELLI (2004); LUCCI;SCARE (2004). Especificidade de ativos
ZYLBERSZTAJN (1995); AZEVEDO (2000); MACHADO (2002); PITELLI (2004).
n.a.(foram analisados a partir do estudo exploratório inicial e das respostas dos questionários).
- Física (infra-estrutura) - Temporal (validade) - Locacional (localização) - Dedicados (investimentos específicos para clientes) - Marca (valor)
- Recursos Humanos
(conhecimento acumulado)
Sinais de qualidade de produto KIRMANI; RAO (2000); MACHADO (2000). Fonte: Elaborado pelo autor