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Türkiye’deki Şehirlerin Rekabetçilik Düzeylerinin Belirlenmesinde

2. BÖLÜM: ŞEHİR REKABETÇİLİĞİ

3.1. Türkiye’deki Şehirlerin Rekabetçilik Düzeylerinin Belirlenmesine Yönelik Bir

3.1.2. Türkiye’deki Şehirlerin Rekabetçilik Düzeylerinin Belirlenmesinde

Nas páginas seguintes, são apresentadas as páginas da história em quadrinho produzida. Os créditos da história são:

ROTEIRO: Márlon Herbert Flora Barbosa Soares

ARGUMENTOS: Márlon Herbert Flora Barbosa Soares Nériton Paulino Tebas3

DESENHOS E ARTE-FINAL, DIAGRAMAÇÃO E CORES: Nériton Paulino Tebas APLICADORES EM SALA DE AULA: Alessandro Silva de Oliveira4

Danila Fernandes Mendonça5

3 Aluno de Graduação da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás. 4 Licenciado em Química e Mestrando em Química pela Universidade Federal de Goiás. 5 Licenciada em Química pela Universidade Federal de Goiás

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6.5 Resultados e Discussão

O primeiro aspecto a ser discutido foi a questão da presença do animismo na história em quadrinho. Como um dos objetivos iniciais era explorar o nível fundamental de ensino de 1a. a 4a. séries, optou-se por discutir anteriormente e

posteriormente com os alunos, caso fosse necessário esclarecer as funções e atos de cada personagem, bem como seu significado. No entanto, não foi possível a aplicação das HQ nesta faixa etária.

Quando se considera o público atingido com a história, ou seja, adolescentes da 8a. série do ensino fundamental e no 2a. e 3a. séries do ensino médio, além de se considerar o teor e forma da história, acredita-se que o animismo não seja um entrave nem um obstáculo epistemológico para que se entenda o conceito apresentado pela história. As respostas obtidas, além da observação dos alunos enquanto liam e respondiam o questionário aplicado demonstram que, em nenhum momento, aventou-se a hipótese de que as vidrarias tinham vida ou que o vidro de ácido era consciente de si.

Em relação às perguntas contidas nos questionários (anexo IV), pode- se comentar as respostas para cada uma delas separadamente:

Nas perguntas 1 e 2, 100% dos alunos responderam o que era esperado pelos examinadores, ou seja, a correta identificação das peças de vidraria presentes na história bem como suas funções. É claro que o grau de dificuldade de interpretação é mínimo, pois bastava ao aluno ler estes aspectos nos textos da história.

Nas perguntas 3 e 4, 52 % das respostas se reportavam ao fato de se tomar cuidado em laboratório, pois a má utilização e o descuido com material de vidro pode prejudicar alguém. 27% escreveram respostas relativas ao fato do vidro se quebrar tão somente. 8% responderam que ele é muito usado ou multi-uso, de acordo com o texto e por isso, mais susceptível a quebra. 7% responderam que deve se tomar cuidado com ele porque é frágil. Os 6% restantes deram características do ácido ao béquer, provavelmente porque consideraram seu estado deplorável na história.

As duas perguntas parecem levar à mesma resposta propositadamente, porém, a de número 3 se refere à história e a de número 4 a uma opinião pessoal do aluno. Observa-se que 91% dos alunos responderam

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praticamente a mesma coisa para ambos os casos, ou seja, a relação que fizeram com o que é apresentado na história com aspectos reais em laboratório é praticamente idêntica, o que demonstra a força da história em quadrinho como material e recurso didático.

Na pergunta 5, novamente se usa o artifício da simples leitura dos textos nos quadrinhos, atingindo-se 100% de respostas consideradas certas pelos examinadores. Assim como as perguntas 1 e 2, a 5 serve pra fazer com que o aluno releia o texto e manuseie o material.

Nas perguntas 6, 7 e 8, 89% dos alunos responderam que o ácido deve ser guardado embaixo da bancada porque faz mal, é perigoso e destruidor. Os 11% restantes, responderam que ele deve estar em lugar seguro. 100% dos alunos responderam que o ácido não faz apenas o mal. Desta totalidade, 69% citaram um ou dois ácidos diferentes dos que foram apresentados, em resposta ao desafio feito pelo personagem. O restante citou um ácido diferente dos citados e os outros apresentados pelo próprio personagem.

Na discussão posterior à aplicação do questionário, ficou clara a desmistificação do ácido como causador somente de problemas e malefícios. Uma observação interessante é que os alunos diziam conhecer que outros ácidos eram benéficos e que alguns ácidos ditos maléficos também poderiam ser usados de forma positiva, como o ácido sulfúrico e o clorídrico. No entanto, não relacionavam que os ácidos da laranja, limão entre outros citados, eram também ácidos. Isso realmente soa de forma muito estranha, ou seja, ácidos considerados maléficos e perigosos são ácidos, os outros não. É certo que tal aspecto merece um estudo mais aprofundado em relação à linguagem e conceitos dos alunos, no entanto não é objetivo deste trabalho. Entretanto, novamente aparece a história em quadrinho como recurso didático, que também pode ser utilizado de forma que gere debates e discussão e que de alguma forma explicite as idéias dos alunos para a construção de conceitos e idéias.

Finalmente, fica claro o potencial didático que pode ser atingido com a utilização de HQ, seja no que concerne à apresentação de conceitos e idéias, seja no que se refere à própria explicitação de idéias para que sejam debatidas com o professor. Um outro aspecto se relaciona ao apelo visual da HQ. Muitos foram os comentários no que concerne ao desenho. A sociedade em que estamos inseridos é

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grandemente visual e recursos didáticos que se utilizem desse aspecto, tendem a ter um impacto maior em sala de aula.

A avaliação da história em quadrinho como recurso didático é apresentada no Capítulo 7.

CAPÍTULO 7

AVALIAÇÃO

“Eu entrei na roda, eu não sei como se dança, Eu entrei na roda dança, eu não sei dançar. 7 e 7 são quatorze, 3 vezes 7 é 21,

Tenho 7 namorados e só posso ficar com um...” EU ENTREI NA RODA

Cantiga de Roda, domínio público, Brasil, SÉCULO XIX.

“Estou trancado em casa e não posso sair Papai já disse, tenho que passar Nem música eu posso mais ouvir E assim não posso nem me concentrar Não saco nada de física, literatura ou gramática Só gosto de educação sexual E eu odeio química...”

QUÍMICA Renato Russo (Legião Urbana) 1987.

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