II. 2.3.5.12. İzmir Belediye Temizlik İşçileri Grevi
2.12. Sosyal Politika Alanında Yapılan Hukuki Düzenlemeler
Tema 8: Experiência com cargo administrativo na academia
Este tema se refere a algum tipo de experiência dos pesquisados em cargo administrativo no âmbito da academia. Consideramos, neste item, apenas cargos com portarias, como: coordenações, chefias, diretorias e assessorias. É importante dizer, que não consideramos, aqui, as lideranças de grupos de pesquisa, não nesse item. Assim, a partir dos depoimentos dos pesquisados, identificou-se as seguintes categorias:
Categoria 13: Pesquisados com experiências em cargo administrativo Categoria 14: Pesquisados sem experiência em cargo administrativo
Categoria 13: Pesquisados ‘com’ experiência em cargo administrativo
Nesta categoria, os pesquisados P1, P2, P3 e P5 tiveram experiência em cargo administrativo no âmbito da academia. Esse tipo de experiência se configura como um fator de caráter positivo para o desenvolvimento de competências para esses pesquisados, considerando que a experiência com esses cargos possibilita o desenvolvimento de atitudes e conhecimentos tácitos dos trabalhadores, uma vez que eles enfrentam desafios, tomam decisões e, assim, adquirem capacidade de lidar com diversos tipos de situação. Essa idéia encontra respaldo em Miranda (2006) que define a competência como um ”conjunto de recursos e capacidades colocado em ação nas situações práticas do trabalho: saber (conhecimento), saber- fazer (habilidades) e saber-ser/agir (atitudes)”, esta última envolve ética e compromisso com a organização. Ainda podem estar relacionadas às competências
verticais apontadas por Ortoll (2003) como competências específicas de um
determinado posto de trabalho. Trata-se então, das competências essenciais, que na gestão do conhecimento, geram o capital intelectual, que é de suma importância para a vantagem competitiva de uma organização. A seguir as UR‟s desta categoria no quadro 28.
Categoria 13 / UR
P1: [...] eu voltei pra UFPE, 20 anos depois [da graduação]. Eu cheguei lá [...] com essa experiência da Austrália [...] Aí me deram a coordenação [de curso].
P2: Aqui [na UFPB] eu sou coordenador desse curso, fui fundador desse curso, praticamente eu montei esse curso todo, estou saindo agora e estou na parte dos projetos políticos
pedagógicos [...].
P3: Fui coordenador do LES – Laboratório de Energia Solar.
P5: Fui coordenador do CAB [laboratório]
QUADRO 28: Pesquisados „com‟ experiências em cargo administrativo Fonte: Dados da pesquisa (2010)
Categoria 14: Pesquisados ‘sem’ experiência em cargo administrativo
Os pesquisados P4 e P6 se inserem nesta categoria porque relataram que não tiveram experiências com cargos administrativos. Como vimos na categoria anterior, esse tipo de experiência pode influenciar positivamente no desenvolvimento da competência informacional por desenvolver a capacidade de lidar com questões práticas, tomar decisões e enfrentar desafios. A ausência desse tipo de experiência pode ser prejudicial no sentido de não permitir a vivência de práticas que, certamente, implicam no desenvolvimento de uma competência específica, apontada por Miranda (2006) no corpo teórico deste estudo, como a competência para a solução de problemas, que envolve a identificação, formulação e execução de soluções criativas para problemas específicos. A seguir, as UR‟s relacionadas a essa categoria (quadro 29).
Categoria 14 / UR
P4: Não, sempre fui professor. Nunca exerci cargo administrativo. [...] o nosso grupo de pesquisa [...] eu sou o líder.
P6: Já fui coordenador de pesquisa.
QUADRO 29: Pesquisados „sem‟ experiências em cargo administrativo Fonte: Dados da pesquisa (2010)
Tema 9: Experiência com coordenação de grupo de pesquisa (GP)
Este tema se refere a experiência dos pesquisados com coordenação de grupos de pesquisa na UFPB. A partir dos depoimentos dos pesquisados, identificou-se a seguinte categoria:
Categoria 15: Pesquisados com experiências em coordenação de grupo de pesquisa
Categoria 15: Pesquisados com experiências em coordenação de grupo de pesquisa
Nesta categoria todos os pesquisados P1, P2, P3, P4, P5 e P6 tiveram e ainda tem experiência com grupos de pesquisa. Considera-se que esse seja um fator extremamente positivo ao desenvolvimento da competência informacional, uma vez que, no âmbito dos grupos de pesquisas circulam grandes quantidades de informação e socialização do conhecimento entre pesquisadores de um mesmo grupo e, também, de grupos diferentes. Dentro das especificidades de competência informacional apontada por Miranda (2006) esse tipo de experiência abrange diversas tipologias de competências, a saber: os “saberes gerais e profissionais”,
ligados a formação característica de um dado universo profissional; as
“competências informacionais de fundo”, adquiridas em situação educativa e
formalizada em conquistas cognitivas e comportamentais necessárias para enfrentar as categorias de situações-problema e, que se desenvolve em atividades específicas, para resolver problemas informacionais específicos enfrentados em cada caso; as “competências interacionais”, que demandam um trabalho produtivo
com os outros; as “competências de solução de problemas”, que servem para
identificar, formular e executar soluções criativas para problemas; as “competências de capacitação”, que é reconhecer a necessidade de mudar e empreender a
mudança e; as “competências de comunicação”, que é comunicar eficaz e
eficientemente. A seguiras UR‟s apresentadas no quadro 30, relativas a essa categoria.
Categoria 15 / UR
P1: Coordeno, eu sempre coordenei grupo de pesquisa.
P2: Eu sou coordenador da área de biotecnologia e tem alguns projetos aí que estão sob minha responsabilidade
P3: Coordeno sim. A coordenação de uma rede de pesquisa, chamada RECOGÁS, que vai da Bahia até o Pará que tem recursos da ANP e do CPETREG - Fundo Setorial de Petróleo e Gás, que congrega as principais universidades e instituições de pesquisa da região
Norte/Nordeste. P4: Sim, coordeno. P5: Sim, coordeno.
P6: Sim, coordeno um grupo de pesquisa.
QUADRO 30: Pesquisados com experiências em coordenação de GP Fonte: Dados da pesquisa (2010)
A partir dos resultados apresentados, identificou-se que as experiências em estágios e monitorias durante a graduação, bem como, a participação em eventos científicos e o uso de bibliotecas tanto na graduação, como no mestrado e no doutorado; além de experiências com cargos administrativos e com coordenação de grupos de pesquisa no contexto profissional, influenciaram positivamente no desenvolvimento de competências dos pesquisados, promovendo uma formação mais abrangente e de qualidade, contribuindo para a aquisição da expertise necessária aos desafios de suas profissões.
8.4 SEGUNDO EIXO - FORMAS DE APRENDIZAGEM NO DESENVOLVIMENTO DE