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MİLLÎ KİMLİĞİN İNŞASI YOLUNDA BİR KÜLTÜR İHTİLÂLİ: GENÇ KALEMLER VE YENİ LİSAN

2.3. Yeni Lisan ve Ömer Seyfettin

Segundo (Fortin et al., 2009, p.53).

A fase metodológica consiste em definir os meios de realizar a investigação. É no decurso da fase metodológico que o investigador determina a sua maneira de proceder para obter as respostas às questões de investigação.

Define-se a população em estudo, determina o tamanho da amostra e precisa os métodos de colheita de dados. Assegura-se da fidelidade e da validade dos métodos de colheita de dados, de maneira a obter resultados fiáveis.

Esta fase compreende quatro etapas principais, que são, o desenho de investigação, a definição de população alvo e de amostra, elaboração dos métodos para o tratamento das variáveis e a escolha dos métodos de colheita de dados (Fortin et al., 2009).

1- Desenho da Investigação

Segundo (Fortin et al., 2009, p.54).

O desenho é um plano lógico traçado pelo investigador, tendo em vista estabelecer uma maneira de proceder suscetível de levar à realização dos objetivos, que são encontrar respostas as questões de investigação.

O desenho de uma investigação em estudo incorpora diversos elementos as quais podem ser, as comparações, o meio de estudo, o controlo das variáveis estranhas, a

comunicação com os indivíduos que participam, os instrumentos de colheita de dados, assim como a análise dos dados (Fortin et al., 2009).

1.1- Tipo de Estudo

O presente estudo é um estudo quantitativo, ou seja, segundo (Coutinho, 2014, p.53):

(…) A pesquisa centra-se na análise de factos e fenómenos observáveis e na medição/avaliação em variáveis comportamentais e/ou socio efetivas passiveis de serem medidas (…).

É um estudo descritivo simples, pois consistiu em descrever o comportamento de um determinado grupo. Conforme afirma (Fortin et al., 2009, p.237) “o estudo descritivo fornece informação sobre caraterísticas de pessoas, de situações, de grupos, ou de acontecimentos.”

1.2- População

“A população define-se como um conjunto de elementos que tem características comuns. A população que é objeto de estudo é chamada de população alvo.” (Fortin et al., 2009, p.69).

“A população alvo é o conjunto das pessoas que satisfazem os critérios de seleção definidos previamente e que permitem fazer generalizações.” (Fortin et al., 2009, p.69).

“A população acessível é a porção da população alvo a que se pode aceder. Pode ser uma cidade, região, etc.” (Fortin et al., 2009, p.311).

Nesta investigação definiu-se como população alvo os jovens adultos que frequentam os bares e discotecas da região de ponte de Lima.

1.3- Amostra e Processo de Amostragem

Segundo (Fortin et al., 2009, p312).

A amostra é a fração de uma população sobre a qual se faz o estudo. Ela deve ser representativa desta população, isto é, que certas características conhecidas da população devem estar presentes em todos os elementos da população.

A utilização de uma amostra apresenta vantagens em termos práticos, por se representar apenas com uma pequena percentagem da população total de uma vila por exemplo, e porque também permite economizar o tempo, quer na recolha de dados, quer na sua análise e na sua conclusão.

Segundo (Fortin et al., 2009, p.312).

A constituição da amostra pode variar segundo o objetivo procurado, os constrangimentos que se exercem no terreno e a capacidade de acesso à população estudada.

A amostra em estudo é composta por 29 indivíduos (jovens adultos) com idades compreendidas entre os 18 aos 39 anos de idade.

O tipo de amostragem deste estudo foi amostragem acidental, pois consiste em ser composta por pessoas que aceitaram participar num estudo, segundo Coutinho (2014). Estes indivíduos estavam acessíveis para participar no estudo pois estavam presentes nos dias 30 e 31 de Maio, próximos dos bares e discotecas na região de Ponte de Lima.

1.4- Colheita de dados

“A escolha dos métodos de colheita dos dados depende das variáveis estudadas e da sua operacionalização.” (Fortin et al., 2009, p.56).

Nesta investigação, o método de colheita de dados foi o questionário (Anexo 1),

elaborado pela autora e baseado no SICAD

(http://www.sicad.pt/BK/Intervencao/RedeReferenciacao/Lists/SICAD_INSTRUMENT OS/Attachments/3/Assist.pdf).

Foi realizado o pré-teste, e aplicado a 5 jovens adultos, que não fizeram parte da amostra. Não foram referidas dificuldades de preenchimento do instrumento.

Este questionário tem duas partes, a primeira consiste na caraterização sociodemográfica e a segunda parte consiste na caraterização de consumos.

O questionário foi aplicado entre o dia 30 e 31 de Maio

1.5- Variáveis de estudo

As variáveis deste estudo são as variáveis atributo, nomeadamente a idade, o sexo, formação académica, estado civil, profissão e cidade de residência.

Segundo (Fortin et al., 2009, p.172) “ As variáveis atributo são características pré-existentes dos participantes num estudo”.

Variáveis estranhas, estão presentes em todos os estudos e a qual podem exercer efeitos inesperados sobre outras variáveis e influenciar assim os resultados de uma investigação (Fortin et al., 2009).

A variável da investigação consistiu em caraterizar os hábitos de consumo dos jovens adultos.

1.6- Princípios éticos

Segundo (Fortin et al., 2009, p.55).

Esta etapa consiste em determinar a maneira como os conceitos abstratos, muitas vezes multidimensionais, serão medidos. Para medir os conceitos junto de uma amostra de pessoas, é preciso previamente operacionaliza-los, isto é, precisar as operações necessárias para obter uma medida. Os conceitos são convertidos em indicadores observáveis, os quais são expressões quantificáveis e mensuráveis dos conceitos e são muitas vezes constituídos por instrumentos de medida.

Os princípios éticos regem-se conforme 3 elementos essenciais: - Princípio do respeito à pessoa;

- Princípio da justiça.

Princípio do respeito à pessoa

O princípio do respeito a pessoa exige que os investigadores obtenham consentimento informado, protejam aqueles participantes com capacidade decisória reduzida e mantenham a confidencialidade. (Fortin et al., 2009, p.243)

Este princípio tem por base respeitar a privacidade dos indivíduos selecionados para o questionário, assim como manter a confidencialidade de cada individuo.

Princípio da beneficência

O princípio da beneficência exige que o delineamento da pesquisa seja fundamentado cientificamente e que seja possível aceitar os ricos considerando-se prováveis os benefícios os ricos aos participantes incluem não somente danos físicos, mas também psicológicos, tais como a quebra de confidencialidade, estimação e discriminação.

(Fortin et al., 2009, p.14)

O princípio da beneficência será respeitar de igual modo os indivíduos, não criando desse modo alguma forma de discriminação.

Princípio da justiça

O princípio da justiça requer que os benefícios e os ônus da pesquisa sejam distribuídos de forma justa. Grupos vulneráveis, como aqueles com acesso reduzido aos serviços e poder decisório limitado ou indivíduos institucionalizados, não possuem capacidade de decidir livremente se querem participar ou não de uma pesquisa.

(Fortin et al., 2009, p.244)

O princípio da justiça será aplicado na investigação de forma que o acolhimento de cada individuo seja feito de igual forma.